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Postada em 01-31-2009. Acessado 1495 vezes.
Título da Postagem:Quanto pode ser discricionário o ato adm militar?
Titular:oraetlabora por princípio
Nome de usuário:oraetlabora
Última alteração em 01-31-2009 @ 01:39 pm
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    Essa é uma pergunta que me faço, sempre em constraste com nossos amigos funcionários públicos de outros orgãos eficientes do governo ( receita federal  por exemplo com seus seguidos recordes de arrecadação) .

   Nós temos uma grande quantidade  de legislações sobre a vida militar: promoção, movimentação, cursos, direitos pecuniários,  mas ainda assim  estes precisam da intervenção do poder de mando das autoridades. A grande discricionariedade permissível de nossas legislações. Estamos no século XXI, na era da informática e ainda administramos por parâmetros pessoais. A frase diz que o gado só engorda com o olho do dono é bem aplicada aqui, mas o dono tem que entender de gado, e o fim último desta frase é a engorda do gado para venda ou crescimento do plantel. O dono decide sobre rigorosos objetivos se não este falirá.     

     Isto parece ser normal, mas se nos voltarmos para um período de guerra, por exemplo, a nossa última intervenção, a II Guerra Mundial, onde os militares que participaram de conflitos armados restam poucos, poderíamos entender que se vários atos fossem vinculados ( diretos sem intervenção ) teríamos mais tempo para a nossa atividade fim.

           A atividade fim de prover segurança de estado, desenvolver tecnologia, manter os meios operativos etc , ficam parados por uma gigantesca burocracia, que é tortuosa e descontínua. As vezes não falta dinheiro, mas se vê na era da cibernética uma peça levar dois anos para chegar devido um intricado sistema administrativo, de reuniões e decisões, quando se fosse particular poder-se-ia comprar pela internet.

       Há um vazio de identidade em nossas forças e criamos outras politicamente corretas para encobrir nossa atividade fim:soldado social, ajudar ONG, levar ajuda humanitária de responsabilidade de outros orgãos etc . Não é errado, mas estão ocupando todos os espaços de nossa atividade fim, reitero.      

        Nas empresas em que tenho visto, nenhum sistema como este é empregado com imensas áreas adminiatrativas e mínimas áreas produtivas.

        É importante entender que os vermelhos do poder, que de vermelho basicamente só tem a camisa, pois as relações econômicas de nosso estado  são extremamentes capitalistas com uma grande pincelada marqueteira assistencialista, tem influenciado por uma guerra psicológica vencedora as FFAA, a mergulharem em um emaranhado de papéis, que por serem feitos por um setor administrativo  que cada vez  mais longe do operativo e que tem como fonte básica de estudos  revistas americanas de FFAA e colocam em seus papéis não sonhos mais fantasias tremendas. Nossos aviões, navios e canhões tem até cinquenta anos e pensamos em mísseis de 2 milhões de reais a unidade. Isto não é a derrota da instituição?  

                Vendo o conflito de GAZA de Israel se observa a simplicidadade estrutural das Forças de Israel. São objetivas, práticas e como tem pouca gente para a necessidade de estado e realmente tem que lutar para se defender e existir, todos focam suas vistas em uma FFAA real, pragmática e objetivamente militar.

       A   maior riqueza de um Exército,  Marinha ou Aeronáutica são seus militares e suas famílias, ou será que 50.000 soldados americanos mortos no Vietnã foram mortos por ofícios, representações ou palestras ou ainda por super-armas. Foram mortos por soldados liderados e por uma consciência de nação que vai longe de nossos quartéis,  por ouvirmos a vinculação constante de militares e ditadura , o que em parte é real, mas que atendem a interesses e medos profundos de políticos que sabem que nossa nação é inculta e se bem administrada por qualquer governo de Obama ou Fidel irá tudo bem desde que não  falte pão e circo a grande massa.                

 




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