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Postada em 09-25-2009. Acessado 2162 vezes.
Título da Postagem:Não reeleja, nem eleja mal! (2)
Titular:GTMelo
Nome de usuário:GrupoGuararapes
Última alteração em 09-25-2009 @ 10:44 pm
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Estamos Vivos! Grupo Guararapes!

(Fonte de dados e fatos: Diário do Nordeste – 16.09.2009)

Verificamos, à evidência do que ocorre, que são irreparáveis os desgastes do Senado, na situação atual. Uma total reparação, porém, só será possível, com uma renovação que, infelizmente, não  poderá fazer-se numa eleição somente, senão em duas eleições consecutivas. Mas valerá a pena tentar, como única solução pacífica para o caos naquela casa que deveria merecer respeito.

O indigitado atual presidente do Senado vem sendo alvo de muitas denúncias, entre as quais as de corrupção (uma de dar asco: receber auxílio moradia quando tem mansão-sítio em Brasília e dispõe da residência oficial do presidente do Senado), nepotismo, tráfico de influência, e má gestão da coisa pública. E embora as denúncias, no avantajado número de onze, se dá ao desplante de culpar a mídia de fazer-lhe perseguição política. E se dizendo verdadeiro representante do povo, acusa a mídia de inimiga das instituições. Isso porque, segundo o mesmo, “A tecnologia levou os instrumentos de comunicação a tal nível que, hoje, a grande discussão que se trava é justamente esta: quem representa o povo?” Contrariando a mídia que diz “somos nós”, afirma que quem representa o povo “somos nós”, “os  representantes do povo”. E se assim é, como representam mal!

Todos os  pedidos de investigação feitos à Casa, contra o indigitado, foram mandados arquivar, às pressões de sua “tropa de choque”, pelo presidente do Conselho de Ética do Senado, um suplente de senador em exercício, que diz se lixar para a opinião pública. Uma desfeita, que a mesma opinião pública, envergonhada do Senado que tem o País, repudia de pronto.

O descalabro mais que comprovante das irregularidades que ali se praticam são os mais de 500 atos secretos (663, sabe-se agora) para contratar aliados – parentes e amigos -, e aumentar gratificações e verbas indenizatórias, e conceder outros benefícios indevidos, à custa do Erário. E o indigitado comete o mau-caratismo de dizer, em plenário, de cara lisa e “inocente”, que ele e seus colegas são alvos de críticas justamente porque agem às claras. E tudo prova que agem às escuras.

O GLOBO, em reportagem,  informou, dia 15 último, que um mordomo da ex-senadora, filha do indigitado, foi transferido do gabinete do suplente da hoje governadora para um cargo comissionado na Diretoria Geral da Casa, com salário de “apenas” R$12.000.00 mensais,  provavelmente para melhor servi-la, no feudo da família, lá no Maranhão.

Com a mesma cara-de-pau, a incrível figura declara: “No nosso modelo de Estado, a grande diferença entre os Três Poderes é que, enquanto os  Poderes Executivo e Judiciário tomam decisões solitárias, o Legislativo o faz às claras. Isso é uma das fontes pelas quais somos sujeitos a essa crítica diária, porque nós tomamos as decisões todas aqui, à luz do dia”. E os 663 atos secretos?

E ainda diz mais, sobre as críticas e o desgaste do Senado, que “o pior Parlamento é melhor que Parlamento nenhum”. Pode ser. Mas o “pior”, o que temos hoje, satisfaz aos apetites desse atual presidente da que deveria ser uma respeitável casa do Congresso. E fica a dúvida na ponta da orelha: o que terá usufruído esse homem como presidente da República? Buscai e achai!

Na opinião dele, esta malfadada figura de que aqui tratamos, “o grande problema do Brasil é a reforma política que não conseguiu sair do papel no Congresso”. E que fez ele para que ela saísse do papel? Ao que se sabe, nada que valesse. Embora a deplorável cena política que aí está.

É voltar ao nosso tema, à bandeira que estamos empunhando. Repetimos: só há um meio pacífico de tentar por cobro à imoralidade que campeia no Senado da República: NÃO REELEGER nenhum dos atuais senadores. Sem perdão. Pois os ditos sérios e éticos não o foram na realidade, de vez que se omitiram diante do uso indevido dos recursos da União, de que tinham obrigação de saber; e se calaram, zelando certamente pelos seus interesses maiores e não pelos da PÁTRIA! E NEM ELEGER MAL os novos senadores que vão substituir aqueles a alijar em 2010 e 2014.




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