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Postada em 30-06-2010. Acessado 832 vezes.
Título da Postagem:BRASIL, UM PAÍS SEM POLÍTICA INDUSTRIAL PARA A QUALIDADE
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 30-06-2010 @ 03:04 pm
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BRASIL, UM PAÍS SEM POLÍTICA INDUSTRIAL PARA A QUALIDADE

UMA ATUAL ONDA DE NORMAS INSTITUCIONAIS VEM PRODUZINDO UM TURBILHÃO DE QUESTIONAMENTOS, PARA SUBSTITUIÇÃO DA DOUTRINA GERAL DA QUALIDADE, A QUAL SUPRE DE MODO COMPLETO A TENTATIVA DE ADMINISTRAÇÃO INTEGRADA POR SISTEMAS EMPRESARIAIS.
 
TEMOS A INTENÇÃO DE ENRIQUECER O DEBATE SOBRE AS NORMAS TÉCNICAS ISO, EM SUA ANTIGA E NOVA VERSÃO. NÃO QUEREMOS CRIAR POLÊMICAS VAZIAS, MAS DEMONSTRAR A DETERIORAÇÃO QUE OS SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE - ISO - VEM MOSTRANDO NO MUNDO, QUE NA VERSÃO JAPONESA NÃO PASSA DE UM SUPORTE DE PADRONIZAÇÃO AO GERENCIAMENTO DA ROTINA.
 
EXISTEM TRABALHOS CIENTÍFICOS PARA PROVAR O QUE DIZEMOS!
 
MESMO A QUALIDADE TOTAL COMO SEDIMENTADA NO MUNDO, PELO JAPÃO, GANHOU A CONOTAÇÃO DE HIPOCRISIA EMPRESARIAL. O TQC – TOTAL QUALITY CONTROL – JAPONÊS É UM CONJUNTO DE 11 (ONZE) CONCEITOS, SUBMETIDOS À IMPLEMENTAÇÃO NA ROTINA E NO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, COMO OS 2 (DOIS) SISTEMAS DE GESTÃO DO TQC, E AINDA USANDO 17 (DEZESSETE) TÉCNICAS DE ENGENHARIA E ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL PARA O DEFEITO ZERO E O DESENVOLVIMENTO DO VALOR DE USO.
 
OBSERVAMOS QUE OS ENGENHEIROS EUROPEUS ESTÃO, LENTAMENTE, ABSORVENDO DENTRO DA ISO – INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION – ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE PADRONIZAÇÃO, A DOUTRINA GERAL DA QUALIDADE DO TQC. AS EMPRESAS INTERESSADAS EM CRITICAR A SI MESMAS DEVEM CONHECER ESSES COMENTÁRIOS.
 
A DISPERSÃO DE FOCO É TÃO GRITANTE, QUE DEIXA O EMPRESÁRIO “MAIS PERDIDO DO QUE CEGO EM TIROTEIO”. UM SISTEMA NOVO, DE ADMINISTRAÇÃO DA QUALIDADE, DEVE AGREGAR VALOR NO SENTIDO DE LUCROS, OU AO POTENCIAL DE TAXAS LUCRATIVAS ASCENDENTE, COMO LUCRATIVIDADE. SE HOUVER INVESTIMENTOS O CUSTO-BENEFÍCIO DEVE SER FAVORÁVEL AO RACIOCÍNIO FINANCISTA DO CAPITAL – A TÉCNICA DEVE DAR LUCROS.
 
PRESIDENTES E DIRETORES DE EMPRESAS CAPITALISTAS OLHAM COM DESCONFIANÇA ESSA ONDA E FICAM RESISTENTES EM SUA APLICAÇÃO. NÃO É À TOA QUE O ÍNDICE DE IMPLANTAÇÃO DE ISO NO BRASIL É LENTO E IMPRODUTIVO.
 
NO BRASIL, OBSERVA-SE UM EXACERBADO ESQUEMA DE CONSULTORIAS, EM APLICAÇÃO DAS NORMAS ISO, PRINCIPALMENTE, NA PROPOSTA DE FORMULAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO, HARMONIZANDO A APLICAÇÃO DESSAS NORMAS NAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS – QUALIDADE, SATISFAÇÃO DO CLIENTE, DISPOSITIVOS MÉDICOS, MEIO AMBIENTE, QUALIDADE AUTOMOTIVA, SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO, SEGURANÇA ALIMENTAR, SUPRIMENTOS GLOBAIS, RESPONSABILIDADE SOCIAL, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL, AEROESPACIAL, TELECOMUNICAÇÕES - REVELANDO UMA ATIVIDADE DE COMERCIALIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS ALHEIOS.
 
AS NORMAS ISO SÃO, ENTÃO, NORMAS DE ADESÃO VOLUNTÁRIA, EXPEDIDAS PARA APLICAÇÃO DIRETA E AUTÔNOMA DAS EMPRESAS, INTERESSADAS EM PADRONIZAR SUAS OPERAÇÕES NOS CAMPOS TECNOLÓGICOS INDICADOS – TER CERTIFICADO SÃO OUTROS US$ 10 MIL A US$ 20 MIL PELO PERÍODO DE PRÉ-AVALIAÇÃO, AVALIAÇÃO (AUDITORIA DE EMPRESA CERTIFICADORA) E MANUTENÇÃO PERIÓDICA DO CERTIFICADO.
 
AS NORMAS ISO POSSUEM DIREITOS RESERVADOS DA INSTITUIÇÃO, POSTO QUE A MESMA FINANCIOU OS COMITÊS TÉCNICOS (TC) NA SUA FORMULAÇÃO. SENDO ASSIM, O DIREITO DE CÓPIA É RESTRITO, E PERTENCENTE À PRÓPRIA ISO. NOS ANOS 1970 CONTRIBUIMOS COM O TC 176 DA ISO, PELA CSN.
 
AS CONSULTORIAS BRASILEIRAS DEVERIAM SER CREDENCIADAS, POR AQUELA INSTITUIÇÃO PADRONIZADORA, PARA OFERECER CONSULTORIAS DE IMPLANTAÇÃO DE SUAS NORMAS RECOMENDADAS. AS CÓPIAS REPROGRÁFICAS DESSAS NORMAS, SEM AUTORIZAÇÃO DA ISO, SE TRADUZEM EM VIOLAÇÃO DE DIREITOS OU DO COPYRIGHT.
 
ALÉM DE HAVER UM CERTO CHARLATANISMO, DE PSEUDOCONSULTORES, SEM EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO PRÁTICA, E SEM QUALIFICAÇÃO DA ISO, ISSO REPERCUTE NOS PRECÁRIOS PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO, E QUE ENFRENTAM PROBLEMAS, OS QUAIS DENIGREM A REFERIDA INSTITUIÇÃO, POR DESQUALIFICAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL DESSES GRUPOS DE PSEUDOCONSULTORES.
 
GROSSO MODO, QUASE A MAIORIA DAS EMPRESAS AMERICANAS (O MAIOR PIB DO PLANETA) NÃO TEM, AINDA, A IMPLEMENTAÇÃO PRÁTICA DAS TÉCNICAS FUNDAMENTAIS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA – QUE DEVERIA SER O FOCO DAS CONSULTORIAS - O QUE DIRÁ DAS “FRÁGEIS EMPRESAS BRASILEIRAS”, QUE SE ESCONDEM ATRÁS DA VANTAGEM CAMBIAL PARA EXPORTAR SEUS PRODUTOS, E, ASSIM MESMO, COM BAIXO VALOR TECNOLÓGICO AGREGADO.
 
MUITAS EMPRESAS, COM TAL CERTIFICADO APRESENTAM PRECÁRIA PERFORMANCE JUNTO AO MERCADO CONSUMIDOR INDIVIDUAL, E COLETIVO, E AOS SEUS CLIENTES DIRETOS, COM EXCESSO DE RECLAMAÇÕES, ATRASOS, QUALIDADE PRECÁRIA, DEVOLUÇÕES, LITÍGIOS, MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS HOSTIS E DIVULGAÇÃO NA MÍDIA DE MODO INJURIOSO E DEPRECIATIVO.
 
HOJE ASSISTIMOS, NESSA MÍDIA, UMA DETERIORAÇÃO INEGÁVEL DAS ATIVIDADES DE CONTROLE DE EMPRESAS ÍCONES DA MODERNIDADE E DA TECNOLOGIA DE VÁRIOS SEGMENTOS DISTINTOS: PETRÓLEO, TELEFONIA, SAÚDE, BANCÁRIO, AVIAÇÃO COMERCIAL, COPIADORAS, COMPUTADORES E ALGUMAS OUTRAS MENOS ALARDEADAS.
 
O MAIOR CERTIFICADO DE QUALIDADE PARA UMA EMPRESA É O RECONHECIMENTO DOS CLIENTES E CONSUMIDORES PELA BOA QUALIDADE APRESENTADA E O PAGAMENTO FIEL DOS SERVIÇOS CONTRATADOS OU PRODUTOS COMPRADOS.
 
O MAIOR CERTIFICADO DA QUALIDADE É O CHEQUE DO CLIENTE! E SUA FREQÜÊNCIA DE COMPRAS.
 
NA ISO 9000-1994 ESTAVAM PRESENTES, PARA GARANTIR A QUALIDADE, O TOTAL DE 20 REQUISITOS BLOQUEADORES DA MÁ PERFORMANCE DA "REPETIÇÃO", O QUE CONFERE A CONOTAÇÃO DE "GARANTIA", DERIVADOS DA INVESTIGAÇÃO DE FUNDO DAS CAUSAS DOS DIVERSOS ACIDENTES NUCLEARES, E MILITARES COM ARMAMENTOS SOFISTICADOS DOS ANOS 1960, 1970 E INÍCIO DOS DE 1980. A ADAPTAÇÃO DESSES REQUISITOS, PARA COBRIR TODA ESPÉCIE OPERACIONAL DAS ATIVIDADES HUMANAS É QUE SE MOSTROU INSUFICIENTE DADO AO FATO DAS 5,5 MILHÕES DE EMPRESAS BRASILEIRAS. E, AINDA, NÃO HÁ RECURSOS DOS ÓRGÃOS ACREDITADORES E CERTIFICADORES, DA ISO 9000-1994, PARA DAR CONTA DE TODA UMA GRANDIOSA DEMANDA DE NECESSIDADES EMPRESARIAIS.

AINDA COM A AGRAVANTE DA NOVA VERSÃO ISO 9001-2000, POR SEUS OITO ITENS DE OPERACIONALIZAÇÃO SOB O CONCEITO DE "PROCESSOS", AO INVÉS DO CONCEITO DE "VINTE REQUISITOS".
 
FALTA MUITA GENTE QUALIFICADA, PARA DAR CONTA DESSA DEMANDA, FORA O PADRÃO DE INCONSISTÊNCIA NOS RESULTADOS DAS AUDITORIAS E SUA DISPERSÃO QUE SE VEM OBSERVANDO NO MERCADO DE EMPRESAS COM CERTIFICADO ISO 9000-1994. NÃO HÁ CONDIÇÕES, DE SE ESPERAR A NOSSA VEZ, EM DESENVOLVER O SISTEMA DA QUALIDADE DE “NOSSA” EMPRESA, DESPENDER MUITO TEMPO, DINHEIRO E RECURSOS HUMANOS NA OBTENÇÃO DO AINDA "FALACIOSO" CERTIFICADO E DE SUA MANUTENÇÃO.
 
O BRASIL TEM CERCA DE 5,5 (CINCO VÍRGULA CINCO) MILHÕES DE EMPRESAS E, CERTAMENTE, NÃO HAVERÁ RECURSOS HUMANOS, MATERIAIS E FINANCEIROS PARA CONTRATAÇÃO DE FIRMAS PARA CERTIFICAÇÕES, PARA E POR ESSE GIGANTESCO CONTINGENTE. E ESSE CONTINGENTE NECESSITA POSSUIR FERRAMENTAS, INCORPORADAS ÀS SUAS CRENÇAS E VALORES, CAPAZES PERMITIR A PRÁTICA E SUSTENTAR OS PROCEDIMENTOS ECOLÓGICOS, PRODUTIVOS E QUALITATIVAMENTE CORRETOS.
 
EM AGOSTO DE 2005 HAVIA, NO BRASIL, CERCA DE 7.634 CERTIFICADOS ISO 9000 (ISO 9001-2000) VÁLIDOS DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. SE, CADA CERTIFICADO FOSSE DE UMA EMPRESA ESPECÍFICA, JÁ DENOTARIA QUE O “REGIME DE GARANTIA DA QUALIDADE BRASILEIRO” É APENAS UMA IRRISÓRIA MANIFESTAÇÃO COLETIVA E FORMAL PELA QUALIDADE. O CAPITALISMO NACIONAL TEM APENAS CERCA DE 0,14% DE SUAS 5,5 MILHÕES DE EMPRESAS COM A “CONSCIÊNCIA FORMAL PELA QUALIDADE”. PORQUE NÃO DEIXAR QUE BOA PARTE, DESSAS EMPRESAS, “LEIA E INTERPRETE A APLICAÇÃO DA BÍBLIA” POR SI MESMA?
 
A ISO INICIOU EM 1976, ATRAVÉS DO SEU COMITÊ TÉCNICO 176 (TC 176), A ELABORAÇÃO DAS NORMAS DA SÉRIE ISO 9000 – SISTEMAS DE GARANTIA DA QUALIDADE, BASEADO EM NORMAS EUROPÉIAS (BS – BRITISH STANDARDS, POR EXEMPLO) E EM NORMAS DA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA, UTILIZADAS COMO DIRETRIZES NA FABRICAÇÃO DE COMPONENTES PARA USINAS NUCLEARES. EM 1987 FICOU PRONTA A SUA PRIMEIRA VERSÃO. NA ÉPOCA HAVIA UM MOVIMENTO PARA ACELERAR A SUA APLICAÇÃO, EM FACE DA FORMAÇÃO DO MERCADO COMUM EUROPEU, PARA 1992 – ESTAVA INICIANDO A “ERA DA PADRONIZAÇÃO MUNDIAL DA PRÁTICA DA GESTÃO DA QUALIDADE”. O MUNDO HOJE TEM CERCA DE 500.000 CERTIFICADOS ISO 9000 – O QUE TAMBÉM É IRRISÓRIO PARA O CONTINGENTE DE EMPRESAS MUNDIAIS.
 
DESDE O INÍCIO DOS ANOS 1990 O BRASIL SÓ TEM APENAS 7.634 CERTIFICADOS DA SÉRIE ISO 9000 (HOJE ISO 9001-2000), PORTANTO EM CERCA DE 15 ANOS, A UMA TAXA MÉDIA DE 42 A 43 CERTIFICADOS POR MÊS, OU CERCA DE 509 A 510 CERTIFICADOS POR ANO. É MUITO LENTO O PROCESSO ATUAL DE CERTIFICAÇÃO. MAIS UMA VEZ, PORQUE NÃO DEIXAR QUE BOA PARTE, DAS EMPRESAS, “LEIA E INTERPRETE A APLICAÇÃO DA BÍBLIA” POR SI MESMA?
 
SÃO NECESSÁRIOS DIAGNÓSTICOS NAS OPERAÇÕES DAS EMPRESAS E POR QUE FAZER UM DIAGNÓSTICO? DO QUE ADIANTA TENTAR VENDER REMÉDIOS, PARA TRATAR DOENÇAS COM ORIGEM EM FALTA DE VITAMINAS E VICE VERSA?
 
EXISTEM EMPRESAS EM QUE NÃO SE SABEM ESTABELECER CUSTOS, QUE NÃO POSSUEM UM MÍNIMO DE ESTRUTURA PARA CONTROLE ESTATÍSTICO, OUTRAS QUE NÃO TEM NEM PADRONIZAÇÃO MÍNIMA, OUTRAS QUE NEM REDES POSSUEM PARA CONTROLE DA PRODUÇÃO. E OUTRAS QUE NÃO SABEM LIDAR COM PATENTES, E NEM COM MARCAS. E, AÍ, CHEGA UM CONSULTOR “VENDENDO ISO, OU 6SIGMA, OU LEAN” (COM A AGRAVANTE DE NÃO RECOMENDAR OS TQ - TIMES DA QUALIDADE E OS CCQ – CÍRCULOS DE CONTROLE DA QUALIDADE) PARA ISSO E AQUILO!
 
O BRASIL PRECISA DE CONHECIMENTOS DE BASE, DOS FUNDAMENTOS, QUE CRIAM A “TERRAPLANAGEM AONDE SE ASSENTARÁ O EDIFÍCIO DA QUALIDADE”, NUM PRIMITIVO PROCESSO DE “OPERAÇÃO PENTE GROSSO”.

O CAPITALISMO BRASILEIRO É AINDA EMBRIONÁRIO. ESTAMOS LONGE DA "OPERAÇÃO PENTE FINO".
 
NUM EXAME PRÉVIO, DO QUE OCORRE NO MERCADO BRASILEIRO DE CONSULTORIA, E DE SUPORTE DE INSTITUIÇÕES DE FOMENTO E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS, TODOS OS CURSOS RELACIONADOS OMITEM A BASE PARA O DOMÍNIO DO CONHECIMENTO MAIS IMPORTANTE, E NA GERAÇÃO DE UM CONTINGENTE DE TÉCNICOS, E ESPECIALISTAS, EM FORMAÇÃO DE CURTA DURAÇÃO, PARA CRIAR O MÍNIMO PILAR PARA A PROSPERIDADE NACIONAL, PRINCIPALMENTE DE ENGENHEIROS.
 
COMO JÁ SE DISSE, DAS PANACÉIAS, QUE FAZEM CORTINAS DE FUMAÇA, ELAS OBSTRUEM A VISÃO MAIS SIMPLES DA CONSTRUÇÃO DO “MOTOR ADMINISTRATIVO E DA ENGENHARIA APLICADA NO DESENVOLVIMENTO DA QUALIDADE”.
 
QUANDO AS TÉCNICAS DE BASE FOREM TODAS DIFUNDIDAS NAS EMPRESAS BRASILEIRAS, SEGUNDO UM MODELO CONSENSADO, TALVEZ POSSA O BRASIL, A MENOS POR UMA “TRAGÉDIA ADMINISTRATIVA”, TORNAR-SE UMA NAÇÃO COMPETITIVA NOS PRÓXIMOS 25 A 35 ANOS.

PORTANTO, ESTAMOS NAS MÃOS DO CHALATANISMO APROVEITADOR ILUDINDO OTÁRIOS.
 
CREMOS QUE VOCÊ IRÁ FAZER UMA REUNIÃO COM O CONSELHO DA REVISTA PARA SEDIMENTAR UMA LINHA DE AÇÃO, PARA A PROMOÇÃO DA “TERRAPLANAGEM AONDE SE ASSENTARÁ O EDIFÍCIO DA QUALIDADE DOS PRODUTOS E SERVIÇOS BRASILEIROS”.
 
ABRAÇOS,
 
ENGº LEWTON BURITY VERRI
DIRETOR CIENTÍFICO DO IEAQ

CREA 74-1-01852-8 RJ - UFF




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