As opiniões expressas neste artigo e seus comentários não representam a opinião do Portal Militar, das Forças Armadas e Auxiliares, ou de qualquer
outro órgão governamental, mas tão somente a opinião do usuário. Os comentários são moderados pelo usuário.
 
Denuncie | Colaboradores: Todos | Mais novos ] - [ Textos: Novas | Últimas ]

O autor decide se visitantes podem comentar.
 
Postada em 18-06-2011. Acessado 937 vezes.
Título da Postagem:ADAPTANDO SUA FÁBRICA PARA A MODERNA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 22-06-2011 @ 04:50 pm
[ Avise alguém sobre este texto ]

ADAPTANDO SUA FÁBRICA PARA A MODERNA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS / DE FORDISMO P/ TOYOTISMO

DESDE 1960 COM A EVOLUÇÃO DO “TOYOTISMO”, NO ADVENTO DAS ENTREGAS JUST IN TIME AS INTERFACES MAIS CRÍTICAS PARA O ADMINISTRADOR PASSARAM A SER A INTERFACE DO FORNECEDOR E A INTERFACE DA PRODUÇÃO, MINIMIZANDO O EFEITO DOS CUSTOS DOS ESTOQUES NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO E MAXIMIZANDO A INFLUÊNCIA DA OPERACIONALIDADE DESTAS INTERFACES NO CICLO GERAL DE VIDA DOS PRODUTOS/MERCADORIAS ELABORADOS POR PROCESSOS FABRIS, CONFERINDO À LOGÍSTICA ENTRE FÁBRICAS UM STATUS MAIS IMPORTANTE.

JUST IN TIME – PRECISAMENTE O (A) PRODUTO/MERCADORIA/MATÉRIA PRIMA/INSUMO NA ESPECIFICAÇÃO CONTRATADA, NA QUANTIDADE EXATA, NA HORA E LOCAL CERTOS.

TABELA – DIFERENÇA OPERACIONAL ENTRE FORDISMO E TOYOTISMO.

FORDISMO – ANO 1900

TOYOTISMO – ANO 1960

· PADRONIZAÇÃO;

· TEMPO E MOVIMENTO DAS TAREFAS;

· REDUÇÃO DE VARIEDADES;

· PRODUÇÃO SERIADA;

· SÉRIES CONTÍNUAS;

. ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS;

· INSPEÇÃO 100%;

· INSPEÇÃO POR AMOSTRAGEM;

· ECONOMIA DE ESCALA;

· PERCENTUAIS DE DEFEITOS;

· ÊNFASE EM MODELO PADRÃO;

· GRANDES ESTOQUES DE GIRO LENTO;

· OPERAÇÕES ESTRUTURALMENTE RÍGIDAS.

· TROCA LENTA DE FERRAMENTAS;

· MÉDIO PRAZO DE ENTREGA.

· CUSTOMIZAÇÃO;

· TEMPO E MOVIMENTO DE TAREFAS;

· AUMENTO DE VARIEDADES;

· PRODUÇÃO SERIADA;

· SÉRIES DESCONTÍNUAS;

· ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS;

· CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS;

· INSPEÇÃO POR AMOSTRAGEM;

· ECONOMIA DE CUSTOS;

· ZERO DEFEITO;

· ÊNFASE EM MODELO PERSONALIZADO;

· PEQUENOS ESTOQUES DE GIRO RÁPIDO;

· OPERAÇÕES ESTRUTURALMENTE FLEXÍVEIS;

· TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS;

· CURTO PRAZO DE ENTREGA.

A LOGÍSTICA ENTRE FÁBRICAS E O DESENVOLVIMENTO DA CADEIA OU DO CINTURÃO DE FORNECEDORES SOFRERAM MODIFICAÇÕES OPERACIONAIS, PARA DAR SUPORTE ÀS FÁBRICAS QUE PASSARAM A ADOTAR O QUE SE CHAMOU DE “TOYOTISMO”.

PELO FATO DA “CUSTOMIZAÇÃO”, COM ÊNFASE EM MODELOS DE PRODUTOS PERSONALIZADOS, PARA A PRODUÇÃO FLEXÍVEL DE ACORDO COM OS GOSTOS E CRENÇAS DE PEQUENOS GRUPOS SOCIAIS, INDIVIDUALIZANDO O ATENDIMENTO DE NECESSIDADES, A PREVISÃO DE MATERIAIS PARA ESTOQUES ADQUIRIU UMA AMPLA GAMA DE VARIEDADES, IMPLICANDO EM SE ADOTAR A CADEIA COMPETITIVA – SEQÜÊNCIA DE FORNECEDORES, “IN TANDEM”, OU “EM LINHA CONTÍNUA”, À “FABRICA MESTRE” PARA A QUAL TODOS PASSARAM A FORNECER SOB O JUGO DO JUST IN TIME - TOYOTISMO.

A FLEXIBILIZAÇÃO PROVOCOU UMA NOVA SITUAÇÃO NA AQUISIÇÃO E ESTOCAGEM DE MATERIAIS, E UMA ALTA “ESPECIALIZAÇÃO”, NOS FORNECEDORES DA CADEIA COMPETITIVA, OS QUAIS SE VOLTARAM PARA A FABRICAÇÃO DE PRODUTOS “AGREGADOS ESCALARES” DAS FÁBRICAS MESTRES. ESTAS FÁBRICAS, POUCO A POUCO FORAM SE TORNANDO “MONTADORAS” DE PRODUTOS FINAIS, MAIS ELABORADOS, RECEBENDO DO SEU CINTURÃO DE FORNECEDORES “COMPONENTES OU PEÇAS – AGREGADOS ESCALARES” PARA COMPOSIÇÃO DOS PRODUTOS FINAIS NAS “LINHAS DE MONTAGEM”.

FICOU IMPOSSÍVEL PARA UMA “FÁBRICA MESTRE” DAR CONTA DA VARIEDADE DE PEÇAS E COMPONENTES COMBINATÓRIOS PARA FAZER FRENTE AO AUMENTO DA VARIEDADE DE PRODUTOS FINAIS, MAIS ELABORADOS, VISANDO ATENDER SUAS ENCOMENDAS “FRAGMENTADAS” PELA MULTIVARIEDADE DE ESPECIFICAÇÕES FINAIS.

COMO UM EXEMPLO ILUSTRATIVO, UM “FABRICANTE DE BICICLETAS” PODE TER SE TORNADO UM “MONTADOR DE BICICLETAS”, EM QUE AS PEÇAS DE UM DADO PADRÃO DE BICICLETA, TAIS COMO: PEDAL, CORRENTE, RODAS, ENGRENAGEM, FREIOS, GUIDÃO E ETC, QUE ERAM POR ELE FABRICADAS, PASSARAM A SER PRODUZIDAS PELOS FORNECEDORES DO CINTURÃO. AS PEÇAS CITADAS TORNARAM-SE “AGREGADOS ESCALARES” NA FÁBRICA “MONTADORA” QUE AGORA SÓ FAZ A “MONTAGEM DE BICICLETAS”.

ISTO PODE VIR A ACONTECER COM OS “FABRICANTES” DE QUASE TODO TIPO DE PRODUTO FINAL, MAIS ELABORADO – TORNAR-SE-ÃO “MONTADORES – E EM CONSEQÜÊNCIA PROMOVENDO A CRIAÇÃO E A ESPECIALIZAÇÃO DE FORNECEDORES. UM GIGANTESCO CAMPO PARA A TERCEIRIZAÇÃO.

OS TEMPOS ENVOLVIDOS NAS ENTREGAS DOS PRODUTOS “AGREGADOS ESCALARES” E O PADRÃO DE ATENDIMENTO ÀS CONDIÇÕES DESTAS ENTREGAS FORÇARAM A ESPECIALIZAÇÃO DE EMPRESAS EM LOGÍSTICA, NO SEU SENTIDO MAIS CIENTÍFICO, DO QUE O DE APENAS TRANSPORTAR ALGO PARA ALGUÉM.

MUITAS EMPRESAS “TOYOTISTAS” TERCEIRIZARAM A SUA LOGÍSTICA PARA EMPREENDEDORES COM ALTA CAPACITAÇÃO NO CICLO GERAL DE TRANSPORTES. ESSA NOVA ERA PASSOU A EXIGIR PADRÕES DE TRANSPORTE DE ALTA CONFIABILIDADE, ASSEGURANDO O ATENDIMENTO DE INDICADORES RELACIONADOS AO (A):

1. TEMPO DE CARREGAMENTO;

2. TEMPO DE TRANSPORTE;

3. TEMPO DE DESCARREGAMENTO;

4. TEMPO ENTRE LOCAIS DE ENTREGA;

5. SEGURANÇA NO TRANSPORTE;

6. PADRÃO DE ACONDICIONAMENTO DOS MATERIAIS;

7. RACIONALIZAÇÃO DE ROTAS;

8. DISPONIBILIDADE DE CAMINHÕES;

9. CAPACIDADE FLUTUANTE DE CARGA;

10. COMUNICAÇÃO POR SATÉLITE E

11. COMUNICAÇÃO ENTRE LOCAIS DE ENTREGA E RECEPÇÃO E TRANSPORTADOR.

A INTERFACE FORNECEDOR TEVE ELIMINADAS AS INSPEÇÕES DE ENTREGA E DE RECEBIMENTO, ATRAVÉS DA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA DO FORNECEDOR NO DOMÍNIO DOS SEUS PROCESSOS FABRIS, DE MODO A REDUZIR À OCORRÊNCIA DE PRODUTOS/MERCADORIAS DEFEITUOSOS (AS), QUANDO ESTES INGRESSAM NAS OPERAÇÕES PRODUTIVAS SEGUINTES, FAZENDO PARTE DE AGREGADOS ESCALARES E MATERIAIS DA PRODUÇÃO, GERANDO UMA DINÂMICA MAIS ATIVA NO QUE RESPEITA DEVOLUÇÕES E REPOSIÇÕES, PARA MANTER O RITMO E A SINCRONICIDADE DAS OPERAÇÕES DA PRODUÇÃO DA FÁBRICA DO COMPRADOR – CLIENTE.

HOJE O “GIRO DOS ESTOQUES” OCORRE EM EXTREMA VELOCIDADE, FORÇANDO ESTA INTERFACE COM O FORNECEDOR E OS PROCESSOS DE COMPRA /LICITAÇÕES / TOMADA DE PREÇOS E QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES.

A INTERFACE PRODUÇÃO, SUPORTADA POR INDICADORES DE MAIOR EFICIÊNCIA – PREPARAÇÃO RÁPIDA DE MÁQUINA, CICLOS “CUSTOMIZADOS” E MAIS AUTOMATIZADOS, TEVE POR SUA VEZ, A ADOÇÃO DE UMA NOVA SISTEMÁTICA DE REQUISIÇÃO DE MATERIAIS COM FLUXOS ENXUTOS DE LOGÍSTICA PARA “CARREGAMENTO” DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, EM TEMPO HÁBIL E AO PADRÃO GERAL DE QUANTIDADE E QUALIDADE CONTRATADOS, CONFERINDO POR ASSIM DIZER UM OUTRO SIGNIFICADO ÀS ORDENS DE PRODUÇÃO.

A REDUÇÃO DAS QUANTIDADES ESTOCADAS SE RESTRINGIU, EM MUITOS CASOS, À PREVISÃO MÍNIMA DE ESTOQUES DE PRODUTOS/MERCADORIAS, EM QUANTIDADES E EM QUALIDADES ESTRATÉGICAS, PARA EVITAR A RUPTURA DOS FLUXOS ENXUTOS DE LOGÍSTICA, POR QUALQUER INCIDENTE IMPREVISTO.

A REDUÇÃO DOS ESTOQUES MINIMIZOU OS EFEITOS DA DETERIORAÇÃO, DA DEGRADAÇÃO OU DO ENVELHECIMENTO DE PRODUTOS/MERCADORIAS/MATÉRIAS PRIMAS/INSUMOS ESTOCADOS, BEM COMO O CUSTO TOTAL A ISTO RELACIONADO, EM SISTEMAS FABRIS QUE SE ORGANIZARAM PARA O “JUST IN TIME”.

O MAIOR EFEITO DO “JUST IN TIME” PARA A TECNOLOGIA E A PERPETUAÇÃO DO KNOW-HOW FOI A CONSOLIDAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS ENTRE EMPRESAS OU A ADOÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS.

OS MATERIAIS PASSARAM A NECESSITAR DE UMA APURADA CONVENÇÃO DE TERMINOLOGIA E SIGNIFICADOS, PARA AGILIZAR A COMUNICAÇÃO NUMA LINGUAGEM TÉCNICA DE ENTENDIMENTO BILATERAL – ENTRE 2 FÁBRICAS - OU MESMO MULTILATERAL – ENTRE VÁRIAS FÁBRICAS DE UMA CADEIA DE FORNECEDORES.

A ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS – PRODUTOS/MERCADORIAS/MATÉRIAS PRIMAS/INSUMOS – EM NORMAS TÉCNICAS SIMPLIFICA A COMUNICAÇÃO E JÁ CONTÉM SEU CONTEÚDO CIENTÍFICO “NORMALIZADO” PARA A ACEITAÇÃO OU ADOÇÃO VOLUNTÁRIA ENTRE PARTES INTERESSADAS NA SUA APLICAÇÃO.

UM CONJUNTO DE NORMAS TÉCNICAS, DESDE A ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS, APRESENTA TODAS AS CONDIÇÕES ESSENCIAIS DE COMUNICAÇÃO DE SIGNIFICADOS, TAIS COMO:

(1) PROPRIEDADES GERAIS OU ESPECÍFICAS,

(2) LIMITES DIMENSIONAIS EM FORMA E VOLUME,

(3) CARACTERÍSTICAS DE SUPERFÍCIE E ACABAMENTOS,

(4) PADRÃO DE TOXIDADE OU CARACTERÍSTICAS NOCIVAS AO HOMEM OU AO AMBIENTE,

(5) CLASSES DE BENEFICIAMENTOS E PROTEÇÃO,

(6) LIMITES DE TOLERÂNCIAS,

(7) PRAZOS DE VALIDADE E TEMPOS MÉDIOS PARA ESTOQUES,

(8) MÉTODOS DE ENSAIOS, TESTES E INSPEÇÕES,

(9) VALORES LIMITES DE ACEITAÇÃO OU REJEIÇÃO DA QUALIDADE,

(10) PADRÕES DE ACONDICIONAMENTO E EMBALAGENS E

(11) PADRÕES DE PESO, VOLUME, FORMA E QUANTIDADES.

AS FÁBRICAS COSTUMAM DESENVOLVER SUAS NORMAS TÉCNICAS, EM CONJUNTO COM UM GRUPO DE EMPRESAS UTILIZADORAS DOS SEUS PRODUTOS/MERCADORIAS/MATÉRIAS PRIMAS/INSUMOS, PARA A FORMALIZAÇÃO DAS SUAS CARACTERÍSTICAS, EM CARÁTER NACIONAL, JUNTO À ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS E ASSIM SE IDENTIFICAM PRODUTOS/MERCADORIAS/MATÉRIAS PRIMAS/INSUMOS ATRAVÉS DE UM CÓDIGO NUMÉRICO NACIONAL, CONSOLIDANDO-OS COMO UM BEM “NORMALIZADO E PADRONIZADO”, PASSÍVEL DE SER COMPRADO E CONSUMIDO, COM SUAS CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS, NOS TERMOS DAS NORMAS, E UNIVERSALMENTE DIFUNDIDAS.

SEGUEM ALGUMAS DAS INSTITUIÇÕES NORMALIZADORAS E PADRONIZADORAS:

1. ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS;

2. ASTM – SOCIEDADE AMERICANA DE TESTES E MATERIAIS;

3. DIN – NORMAS INDUSTRIAIS ALEMÃS;

4. JIS – NORMAS INDUSTRIAIS JAPONESAS;

5. ISO – ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE NORMALIZAÇÃO E

6. AFNOR – ASSOCIAÇÃO FRANCESA DE NORMALIZAÇÃO.

E MUITAS OUTRAS; DA ÁSIA, DA AMÉRICA LATINA, DA OCEANIA, DO ORIENTE, DO LESTE EUROPEU E PRATICAMENTE DAS REGIÕES ECONÔMICAS OU DOS BLOCOS QUE COMPÕEM OS MERCADOS REGIONAIS DA GLOBALIZAÇÃO.

NO BRASIL, O INMETRO – INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL PARA APOIAR A PADRONIZAÇÃO INDUSTRIAL, EFETUA TESTES E ENSAIOS – DESTRUTIVOS E NÃO–DESTRUTIVOS - EM AMOSTRAS DE PRODUTOS/MERCADORIAS/MATÉRIAS PRIMAS/INSUMOS ENVIADOS PELOS FABRICANTES – COM VISTAS À PADRONIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE TESTES E ENSAIOS E APERFEIÇOAMENTO DOS BENS MATERIAIS - OU PELO SISTEMA DE PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR – COM VISTAS A CONFERIR SUPORTE CIENTÍFICO AOS CONSUMIDORES, À ESCOLHA DE BENS MATERIAIS MAIS ADEQUADAMENTE ELABORADOS (PRODUZIDOS), SEGUROS, ECONÔMICOS E COM FIRME PADRÃO DE QUALIDADE GERAL.

O INMETRO NA PADRONIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE TESTES E ENSAIOS DETERMINA OS LIMITES QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DAS PROPRIEDADES E DAS CARACTERÍSTICAS DOS BENS MATERIAIS, CONFERINDO O POTENCIAL DE REPRODUTIBILIDADE CIENTÍFICA DESTES PROCEDIMENTOS FIXANDO OS PARÂMETROS DE CADA ETAPA DOS TESTES E ENSAIOS, BEM COMO A SEQÜÊNCIA TECNICAMENTE CORRETA DE REALIZAÇÃO DOS MESMOS, DESDE A RETIRADA DAS AMOSTRAS E RESPECTIVA PREPARAÇÃO FÍSICA E/OU QUÍMICA ATÉ CÁLCULOS E REGISTRO DOS RESULTADOS.

O INSTITUTO, EM CONFRONTAÇÃO COM AS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT, POR EXEMPLO, PODE AFIRMAR SE O BEM MATERIAL DEVE SER REJEITADO OU ACEITO, E EM QUAIS LIMITES ISTO SE DÁ, ORIENTANDO TANTO OS FABRICANTES QUANTO OS CONSUMIDORES SOB O “ESTADO DE PRODUÇÃO” E A “ADEQUABILIDADE DE CONSUMO” RESPECTIVAMENTE.

O ADMINISTRADOR TEM O SUPORTE DO INMETRO PARA PROTEGÊ-LO CONTRA FRAUDES, QUE PROVOCAM OS MAIORES DANOS AO PATRIMÔNIO ECONÔMICO, INDUSTRIAL OU DE SERVIÇOS, PROMOVIDOS PELOS FABRICANTES / FORNECEDORES DESONESTOS – ALTERAÇÕES DE CARACTERÍSTICAS DECLARADAS EM RÓTULOS, BULAS OU MANUAIS, ALTERAÇÕES DE CONCENTRAÇÕES DE SUBSTÂNCIAS DE BASE, DE MEDIDAS DE VOLUME, PESO E METRAGEM, OMISSÃO DE CONTEÚDOS, ADULTERAÇÃO DE PROPRIEDADES E ETC - AS QUAIS ONERAM A APLICAÇÃO DOS BENS MATERIAIS NAS ATIVIDADES FABRIS E EMPRESARIAIS, TAIS COMO: PERDAS EXCESSIVAS DE MATERIAIS, QUEBRA DE MÁQUINAS, INTERRUPÇÃO DE PROCESSOS, ACIDENTES, EMPOBRECIMENTO DE CARACTERÍSTICAS DE BASE E ETC.

ENGº LEWTON BURITY VERRI

CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ

COPYRIGHT © 2003 - ENGº LEWTON BURITY VERRI




Bookmark and Share
Outas colaborações de Lewton
Veja Mais
Perfil de Lewton
Perfil do Usuário
Junte-se a nós!
Junte-se a nós!