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Postada em 22-06-2011. Acessado 787 vezes.
Título da Postagem:A QUALIDADE SÉCULO 21 – Q21 - NO FUTURO DA ADMINISTRAÇÃO ...
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 22-06-2011 @ 11:05 am
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BAIXE O MANUAL SOBRE A QUALIDADE SÉCULO 21 – Q21 NO LINK A SEGUIR:

HTTP://WWW.ADMINISTRADORES.COM.BR/INFORME-SE/PRODUCAO-ACADEMICA/MANUAL-DA-QUALIDADE-DO-SECULO-21-Q21/4190/

O SISTEMA DA QUALIDADE ISO 9000 FOI UM BOM REFORÇO NA GARANTIA DE AUSÊNCIA DE FALHAS NO PROJETO, NA FABRICAÇÃO, NO CONTROLE DA QUALIDADE, NO ARMAZENAMENTO, NO ACONDICIONAMENTO, NO TRANSPORTE E NA INSTALAÇÃO DE PEÇAS E COMPONENTES – PRODUTOS/MATERIAIS – COMO QUALIDADE PROCEDURAL. FÁCIL DE SER APLICADO EM QUALQUER ATIVIDADE FABRIL MUNDIAL. MAS NÃO GARANTE A QUALIDADE TECNOLÓGICA, A QUAL SÓ SE OBTÉM COM A ENGENHARIA.

EM TODAS AS PRÁTICAS DE ENGENHARIA TEMOS CÁLCULOS PARA DIMENSIONAR FÍSICA E QUIMICAMENTE AS PROPRIEDADES E AS CARACTERÍSTICAS, OS CONJUNTOS DE PEÇAS E COMPONENTES, DO PROJETO À FABRICAÇÃO DE PRODUTOS/MATERIAIS. DIMENSIONAR TAMANHO E GEOMETRIA, INSTITUIR A PORTABILIDADE E A INTEGRAÇÃO TECNOLÓGICA DE COMPONENTES E PEÇAS E ETC. AS PRÁTICAS DE ENGENHARIA ESTÃO MUITO ALÉM DAQUELAS COBERTAS POR “PROCEDURES STANDARDS” – DO SISTEMA ISO.

AS PRÁTICAS COMUNS DE ENGENHARIA LEVAM EM CONTA O RACIOCÍNIO ESTATÍSTICO E AS LEIS MATEMÁTICAS, A FÍSICA E A QUÍMICA, PARA PROCEDER AOS CÁLCULOS NA DETERMINAÇÃO DE GRANDEZAS OPERACIONAIS, E CONTROLÁVEIS, DO TIPO: PRESSÕES, TEMPERATURAS, FLUXOS DE CALOR, TAXA DE REFRIGERAÇÃO, RESISTÊNCIA MECÂNICA E ESTRUTURAL, FORÇA ELETROMOTRIZ, MASSA CRÍTICA, POTÊNCIA GERADA - A SELEÇÃO DE MATERIAIS, OS TESTES DE CONFIABILIDADE, OS DIMENSIONAMENTO DE PORTE E GEOMETRIA, AS LEIS FÍSICAS E QUÍMICAS UTILIZADAS, AS INTERAÇÕES TECNOLÓGICAS DE CONJUNTOS DE TECNOLOGIAS DIVERSAS, A “PUREZA OU IMPUREZA” QUE PODEM CONFERIR OS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO, A FACILIDADE DE MANUSEIO E USO, A FACILIDADE DE MANUTENÇÃO E ETC. NADA DISSO CONSTA DOS ELEMENTOS BLOQUEADORES VIGENTES NO SISTEMA ISO – SEJA NA VERSÃO DE 1994 SOB O ENFOQUE DE REQUISITOS SEJA NA VERSÃO DE 2000 COM ENFOQUE EM PROCESSOS.

A QUALIDADE A SER PRATICADA NO SÉCULO 21 (Q21), POSSUIRÁ 3 VERTENTES PRINCIPAIS, NA PREVISÃO DO IEAQ – INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA QUALIDADE:

OS PARÂMETROS DA QUALIDADE SÉCULO 21 – Q21 – QUALIDADE-FIM:

1.       A QUALIDADE TECNOLÓGICA – AGREGADA PELO TQC E AS ENGENHARIAS ESPECÍFICAS;

2.       A QUALIDADE PROCEDURAL – AGREGADA PELOS SISTEMAS DA QUALIDADE AUTOGERIDOS® OU PELOS SISTEMAS DA QUALIDADE ISO;

3.       O VALOR DE USO ATRIBUÍDO PELOS CONSUMIDORES/COMPRADORES – AGREGADO PELOS SISTEMAS DA QUALIDADE AUTOGERIDOS®.

O GRANDE SEGREDO DA ADMINISTRAÇÃO DA QUALIDADE SERÁ PRATICAR PLENAMENTE CADA VERTENTE EM SI, E AJUSTAR ESSAS 3 VERTENTES AO MENOR CUSTO FINAL POSSÍVEL, MANTENDO-SE COMPETITIVO E QUALIFICADO. FORA DISSO IRÁ OCORRER UMA “INTERFERÊNCIA DE EFEITOS INÓCUOS” NA ORGANIZAÇÃO DA QUALIDADE, PRODUZIDA SIMPLESMENTE PARA SE VENDER “CONSULTORIA-HORA”. 

A QUALIDADE É “CALIBRADA” EM SEU PADRÃO DE ADEQUAÇÃO A UMA DADA UTILIZAÇÃO FINAL, PARA O PRODUTO/MATERIAL. E ESSA “CALIBRAÇÃO” SE RESUME EM OBTER PREÇOS VIÁVEIS – CUSTOS RACIONAIS - PARA A COMERCIALIZAÇÃO, SEGUNDO UM GRAU LIMITE DE EXIGÊNCIA PARA A QUALIDADE-FIM DO PRODUTO/MATERIAL. NADA DISSO É PRATICADO NO BRASIL. SOMOS FRACOS EM ENGENHARIA E EM ADMINISTRAÇÃO DA QUALIDADE – NADA DISSO É ENSINADO NA ACADEMIA E NEM EM FÁBRICAS.

O ELEMENTO DE MAIOR INTROMISSÃO NA ROTINA DAS EMPRESAS É A AUDITORIA DE CERTIFICAÇÂO, E SEUS CERTIFICADOS RESPECTIVOS, E QUE NO DECORRER DO SÉCULO 21 CAIRÁ EM DESUSO. AS AUDITORIAS DE 3ª PARTE SERÃO COISAS DO PASSADO, POIS SÃO PROCEDIMENTOS JUSTIFICÁVEIS ECOLÓGICA, TÉCNICA E ECONOMICAMENTE, SOMENTE, PARA CINCO CAMPOS DE ATIVIDADES - O NUCLEAR, O AEROESPACIAL, O DE ARMAMENTOS, O DE MEDICAMENTOS E O BIOLÓGICO. QUAL ATIVIDADE FABRIL, OU DE SERVIÇOS, MAIS SEVERA EM CONSEQÜÊNCIAS AMBIENTAIS E HUMANAS QUE NECESSITA DE “SUPERVISÃO DA SUPERVISÃO”? 

NESSES CAMPOS DE ATIVIDADES JUSTIFICA-SE UM “PROCEDIMENTO EXTERNO” DE VERIFICAÇÃO, HAJA VISTA A PERICULOSIDADE, A INSALUBRIDADE E A AMEAÇA QUE PODEM VIR A PROVOCAR NA COLETIVIDADE DE TRABALHO INTERNO E NAS CIRCUNVIZINHANÇAS DOS SEUS PROCESSOS. OS MELHORES PERITOS EM VERIFICAÇÃO DEVEM INSPECIONAR E QUALIFICAR FABRICANTES, FORNECEDORES E DISTRIBUIDORES DE PRODUTOS/MATERIAIS DESSES CAMPOS CRÍTICOS DE ATIVIDADES, VISANDO PROVER SEGURANÇA TRABALHISTA, SOCIAL E AMBIENTAL.

A VELHA RELAÇÃO DE CUSTO/BENEFÍCIO - FALHA ZERO SOB SEGURANÇA E CONFIANÇA MÁXIMAS AO MENOR CUSTO FINAL – SERÁ CALCULADA PERMANENTEMENTE E DE MODO INFATIGÁVEL, PARA A ADAPTAÇÃO DA Q21 ÀS ATIVIDADES DAS EMPRESAS, A FIM DE MANTER A LUCRATIVIDADE. 

ADOÇÃO DE UMA NOVA VERTENTE DA QUALIDADE-FIM A VIGORAR NO SÉCULO 21 - A QUALIDADE DAS MERCADORIAS NO SÉCULO 21 - ESTARÁ ASSOCIADA AO VALOR DE USO QUE O CONSUMIDOR LHES ATRIBUI. ASSIM, O VALOR ATRIBUÍDO, EM FACE DA UTILIDADE DA MERCADORIA/PRODUTO, FRENTE A UMA NECESSIDADE INDIVIDUAL OU COLETIVA, DORAVANTE, SE BASEARÁ NA “ÊNFASE QUE O CONSUMIDOR DARÁ À MERCADORIA E AOS ITENS FACILITADORES DE SUA POSSE E MANUTENÇÃO”.

O VALOR DE USO ESTÁ RELACIONADO AOS ASPECTOS FACILITADORES QUE A MERCADORIA/PRODUTO GERA AO CONSUMIDOR, E QUE LHE DÁ O IMPULSO DO CONSUMO, PARA A SUA POSSE, COMO OS FUTUROS PARÂMETROS DA QUALIDADE NO SÉCULO 21 – Q21:

(a)     CONVENIÊNCIA RACIONALIZADORA DE TEMPO, DE MATERIAIS E INSUMOS, DE MOVIMENTO E DE ESFORÇOS;

(b)     FUNCIONALIDADE ECONÔMICA E OPERACIONAL, CONFORTO, SEGURANÇA E BEM ESTAR;

(c)     FACILIDADE NO APRENDIZADO DE USO OU MANIPULAÇÃO;

(d)     FACILIDADE DE COMPRA – LOCALIZAÇÃO, PREÇO E FORMAS DE PAGAMENTO;

(e)     MANUTENÇÃO DESCOMPLICADA, ASSISTÊNCIA IMEDIATA E LARGA GARANTIA DE USO;

(f)      FÁCIL DESCARTABILIDADE PARA RECICLAGEM, EM MÍNIMOS DANOS AMBIENTAIS;

(g)     INFINITAS POSSIBILIDADES DE ESCOLHAS EM CORES, SABORES, TAMANHOS, PESOS, FORMATOS, DESEMPENHO E ETC: 200 TIPOS DE QUEIJOS, 40 TIPOS DE BICICLETAS, 180 TIPOS DE CARROS, 100 TIPOS DE SUCOS, 80 TIPOS DE CALÇAS, 35 TIPOS DE HELICÓPTEROS, 50 TIPOS DE AVIÕES E ETC.

DURANTE CERCA DE 25 ANOS NUMA PESQUISA COM MAIS DE 1000 CLIENTES E QUASE 2000 FORNECEDORES, NUMA GRANDE SIDERÚRGICA BRASILEIRA, CONSTATOU-SE QUE A QUALIDADE-FIM DOS PRODUTOS/MATERIAIS ESTAVA RELACIONADA A 21 DIMENSÕES QUE ESTABELECEM O PORTE TÉCNICO DE UMA EMPRESA, A SABER:

1. ASSOCIADA E/OU FEDERADA; 2. ATUAÇÃO GLOBAL E REGIONAL; 3. ATUAÇÃO REGIONAL E LOCAL; 4. AUTOMAÇÃO LIMPA; 5. CENTRO DE P&D – PESQUISA E DESENVOLVIMENTO; 6. EXPERIMENTOS INDUSTRIAIS; 7. EXPERIMENTOS LABORATORIAIS; 8. INDICADORES DE PRODUTIVIDADE & QUALIDADE – P&Q; 9. INDICADORES EMPREGATÍCIOS HUMANISTAS; 10. ÍNDICE DE INOVAÇÕES E PATENTES; 11. INSPEÇÃO AUTOMATIZADA E SEMI AUTOMATIZADA; 12. INTERCÂMBIOS DE TECNOLOGIA E DE CONHECIMENTOS; 13. INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO & TREINAMENTO; 14. INVESTIMENTOS EM PESQUISA & DESENVOLVIMENTO; 15. LABORATÓRIOS TECNOLÓGICOS DE TESTES E ENSAIOS; 16. MARCA EM TRADICIONALIZAÇÃO; 17. NÚMERO DE CLIENTES; 18. NÚMERO DE FORNECEDORES; 19. SISTEMAS DA QUALIDADE AUTOGERIDOS®, 20. SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO, 21. USO DAS TÉCNICAS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA;

ESSAS 21 DIMENSÕES FORMAM O CONTEXTO DA SUPERESTRUTURA E DA INFRA-ESTRUTURA DOS PROCESSOS EMPRESARIAIS, LIGADOS À ENGENHARIA E A TECNOLOGIA. TODAS SÃO VITAIS PARA CONSTITUIR EMPRESAS COM GRANDE PORTE TÉCNICO.

TEMOS A CERTEZA QUE A QUALIDADE, COMO “COMERCIALIZADA” NO BRASIL, NÃO CONCRETIZA RESULTADOS SIGNIFICATIVOS, SÓ COM A QUALIDADE PROCEDURAL, NEM DARÁ AO PAÍS A CAPACIDADE COMPETITIVA QUE DEVE TER PARA “SUPERAR” OS VÁRIOS PRODUTOS/MATERIAIS DE OUTROS PAÍSES.

SE AS CONSULTORIAS VIEREM NA CONVERSA DE PROPOR SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO SOBRE ELEMENTOS MUTÁVEIS, DOS SISTEMAS DE NORMAS ISO, OU CORRELATOS, NÃO HAVERÁ SISTEMA DE GESTÃO QUE TENHA 20% A 40% DE ATUALIZAÇÕES EM 5 ANOS. TERÃO MUITO MAIS DO QUE ISSO. E MUITOS SERÃO DESATIVADOS POR “OBSOLESCÊNCIA INDUZIDA” POR REVISÕES DE NORMAS DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE PROCEDURAL. CONSTA-NOS A REVISÃO RECENTE DO SISTEMA ISO – DA VERSÃO DE 1994 SOB O ENFOQUE DE REQUISITOS – COM OS 20 ELEMENTOS BLOQUEADORES VIGENTES – PARA A VERSÃO DE 2000 COM ENFOQUE EM PROCESSOS.

COM BASE NA HISTÓRIA DA FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS BLOQUEADORES – PROCEDURES STANDARDS -  DA QUALIDADE NUCLEAR A ISO NA VERSÃO 2000, DE SUA NORMA ISO 9001-2000, PARECE “TATEAR” A BUSCA DE UM SISTEMA SÓLIDO E UNIVERSAL COMO DESAFIADOR PARA A PERFEIÇÃO. MAS ISSO SERÁ UM GRAVE ENGANO TÉCNICO. SEM ENGENHARIA NÃO HAVERÁ A QUALIDADE-FIM. E NO NOSSO ENTENDER ESTÁ INDO NA CONTRAMÃO DO PROCESSO HISTÓRICO QUE FORMOU O CONCEITO DE SISTEMA DA QUALIDADE COMO NASCIDO NO DESENVOLVIMENTO DA QUALIDADE NUCLEAR.

(1)     AUTOR: LEWTON BURITY VERRI – ENGENHEIRO METALÚRGICO, PROFESSOR DE ADMINISTRAÇÃO, ESCRITOR E DIRETOR CIENTÍFICO DO IEAQ – INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA QUALIDADE;

(2)     E-MAIL: INSTITUTO_EAQ@HOTMAIL.COM, PROVEDOR CIENTÍFICO DO COOPERATIVISMO DO BRASIL – WWW.COOPERATIVISMODOBRASIL.COM.BR;

(3)     RIO DE JANEIRO – 31 DE MARÇO DE 2006;




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