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Postada em 04-07-2011. Acessado 653 vezes.
Título da Postagem:APRENDENDO A CONTROLAR OS CUSTOS DO SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 04-07-2011 @ 11:59 am
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CRIANDO O NOSSO SCQA - SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL ...

O SCQA - SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL É A ORGANIZAÇÃO DE ELEMENTOS BLOQUEADORES DO MAU DESEMPENHO DA QUALIDADE AMBIENTAL, DENOMINADOS DE REQUISITOS, QUE SE DESTINAM BASICAMENTE À PREVENÇÃO E DETECÇÃO DE QUALQUER OCORRÊNCIA DE NÃO-CONFORMIDADE (FALHAS, ERROS, DEFEITOS OU VÍCIOS) DURANTE A PRODUÇÃO E INSTALAÇÃO, E NA IMPLEMENTAÇÃO DE MEIOS PARA PREVENIR A REINCIDÊNCIA DESSAS NÃO-CONFORMIDADES.

SÃO OS SEGUINTES OBJETIVOS DA ADOÇÃO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL (SCQA):

(A) ATINGIR E MANTER UM PADRÃO FUNDAMENTAL DE QUALIDADE AMBIENTAL NA EMPRESA, EM SEU ENTORNO E PARA A SEGURANÇA DOS USUÁRIOS / CONSUMIDORES;

(B) PROVER CONFIANÇA À ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DE QUE O PADRÃO É ATINGIDO E MELHORADO, COM BASE EM UM PONTO DE EQUILÍBRIO TÉCNICO X ECONÔMICO;

(C) PROVER CONFIANÇA AO PODER PÚBLICO, AO CIDADÃO / AO CONSUMIDOR, DE QUE A QUALIDADE AMBIENTAL ESTÁ SENDO ATINGIDA COM DADOS E EVIDÊNCIAS OBJETIVAS RELEVANTES.

AS AÇÕES EXECUTIVAS NA GESTÃO DE TAL SISTEMA SE BASEIAM NO DESDOBRAMENTO DA SEQÜÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DA SEGURANÇA AMBIENTAL, E SUA GARANTIA NA EMPRESA, E QUE VAI REQUER O SEGUINTE CICLO BÁSICO DE CRIAÇÃO DE CONTRAMEDIDAS:

1. FOCOS DE ORIGENS: ACIDENTES, INCIDENTES CRÍTICOS E OCORRÊNCIAS MODERADAS;

2. PELO HISTÓRICO DOS ACIDENTES EFETUAREM OS QUESTIONAMENTOS INICIADOS PARA O DESDOBRAMENTO DE CONTRAMEDIDAS;

3. CLASSIFICAÇÃO DA CRITICIDADE E CONCEITUAÇÃO;

4. ESPECIFICAÇÃO DE CONTRAMEDIDAS PARA ACIDENTES, INCIDENTES CRÍTICOS E OCORRÊNCIAS MODERADAS;

5. RACIONALIZAÇÃO DAS CONTRAMEDIDAS EM FUNÇÃO DE SUA NATUREZA BLOQUEADORA;

6. IDENTIFICAÇÃO DE UMA ESTRUTURA SISTÊMICA PARA AS CONTRAMEDIDAS;

7. DESCRIÇÃO DA CONTRAMEDIDA COMO ELEMENTO BLOQUEADOR;

8. PADRONIZAÇÃO DA ESTRUTURA SISTÊMICA E A DESCRIÇÃO DE SEUS ELEMENTOS BLOQUEADORES – UNIFORMIZANDO E NIVELANDO CONCEITOS E PRÁTICAS;

9. EFETIVAR A APLICAÇÃO DOS CUSTOS DE CONTROLE AMBIENTAL;

10. EFETIVAR UM PROJETO DE INVESTIMENTOS, COM VIABILIDADE FINANCEIRA E ECONÔMICA;

E SENDO VIÁVEL TÉCNICA E ECONOMICAMENTE:

11. HOMOLOGAÇÃO DA PADRONIZAÇÃO E TREINAMENTOS;

12. MONITORAMENTO DAS CONDUTAS PARA ASSEGURAR O CONTROLE DE ACIDENTES, INCIDENTES CRÍTICOS E OCORRÊNCIAS MODERADAS.

HÁ UMA PERCEPÇÃO INDUSTRIAL DE QUE ESSE SISTEMA O SCQA SERIA MAIS RECOMENDADO PARA MATERIAIS COM PROPRIEDADES CRÍTICAS, COMO “EFEITOS COLATERAIS”, E COM SEVERA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL, TAIS COMO:

(A) TOXIDADE, VENENOSO OU TEOR CONTAMINANTE AO HOMEM OU AO AMBIENTE;

(B) GRAU DE INFLAMABILIDADE OU PROPENSÃO AO INCÊNDIO;

(C) PROPENSÃO À EXPLOSÃO;

(D) ADEQUAÇÃO DE EMBALAGENS ADEQUADAS AO ESTADO DE CONSTITUIÇÃO E DE RISCO: PÓ, PASTOSO, GRANULADO, LÍQUIDO, GASOSO, PEDREGOSO E ETC, COMBINADO COM PROPRIEDADES CRÍTICAS;

(E) EMANAÇÕES RADIOATIVAS OU ELETROMAGNÉTICAS;

(F) ACIDEZ OU TEOR CORROSIVO;

(G) GRAU DE PERECIBILIDADE;

(H) IRRADIAÇÃO TÉRMICA, CALOR INTENSO;

(I) TEMPERATURAS FRIAS E/OU CRIOGÊNICAS;

(J) DESCARGAS ELÉTRICAS OU PROPENSÃO AO CHOQUE ELÉTRICO;

(K) EFEITOS CORTANTES E/OU PERFURANTES;

(L) PARTES, COMPONENTES OU PEÇAS SOLTANTES DE PEQUENAS DIMENSÕES;

(M) PARTES, COMPONENTES OU PEÇAS SUPERAQUECIDAS;

(N) GASES, ODORES E VAPORES AGRESSIVOS;

(O) VIBRAÇÃO EXCESSIVA E PERTURBADORA;

(P) SONS EXCESSIVOS E DANOSOS;

(Q) SUBSTÂNCIAS ATIVAS/PRINCIPAIS DE MEDICAMENTOS;

(R) ETC.

O ZELO PELA EFICIÊNCIA – QUE É UMA APTIDÃO EM OBTER RESULTADOS CADA VEZ MAIS MELHORADOS – E A EFICÁCIA – QUE É UMA APTIDÃO EM OBTER OS RESULTADOS PLANEJADOS – NUMA ATIVIDADE EMPREENDEDORA SÃO OBSERVÁVEIS ATRAVÉS DO GRAU NORMAL DE PERDAS DE UM CONJUNTO DE PROCESSOS CONEXOS, EM CADEIA, EM REDE E EM RELAÇÃO OPERACIONAL DIRETA.

O MAIS ADEQUADO MEIO DE PROSPECTAR OS FENÔMENOS QUE ESTÃO IMPLÍCITOS E EXPLÍCITOS, NOS PROCESSOS QUE POSSUEM IMPACTOS AMBIENTAIS, É O DE SABER EFETIVAR, TÉCNICA E CIENTIFICAMENTE, BALANÇOS ANALÍTICOS DE CUNHOS OPERACIONAIS, PARA MINIMIZAR PERDAS E DANOS.

O QUAL SE INICIA COM O DOMÍNIO DOS CUSTOS RELACIONADOS.

OS BALANÇOS OPERACIONAIS TÍPICOS, NO CICLO DOS PROCESSOS COM IMPACTOS AMBIENTAIS DEVERÃO, EM ESCALA CIENTÍFICA E DE ENGENHARIA INDUSTRIAL, SEREM CAPAZES DE EFETIVAR QUESTIONAMENTOS DIRETOS, PARA CRIAR MEIOS ELUCIDATIVOS E DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS, TAIS COMO:

1. ENERGÉTICO: KWH, HP, CV, JOULES, VOLTAGEM;

2. CALORÍFICO: KCAL, TEMPERATURA, GRADIENTES, EXTENSÃO;

3. HÍDRICO: LITROS DE H2O, IRRIGAÇÃO, UMIDADE, EVAPORAÇÃO, PRECIPITAÇÃO, RESIDUAL;

4. HOMEM-HORA: TRABALHADORES, TEMPO-PADRÃO, JORNADA-PADRÃO, PERDAS DE TEMPO - ACIDENTES;

5. MASSA E VOLUME: MATERIAIS INDESEJÁVEIS EM KG, LITRO, DENSIDADE;

6. RUÍDOS: SONS PERTURBADORES EM DECIBÉIS E FREQÜÊNCIA;

7. EMISSIVO EM GASES: ESTUFA CO, CO2, CH4, E OUTROS GASES PREJUDICIAIS;

8. TOXIDADE: AGENTES CONTAMINANTES, COMO VENENOS, PÓS / POEIRAS, TÓXICOS EM ACIDEZ, CONCENTRAÇÃO, CORROSIVIDADE, AERÓBICOS / ANAERÓBICOS;

9. HIDROCARBONETOS: COMBUSTÍVEIS, COMO GASOLINA, QUEROSENE, DIESEL, CARVÃO, LENHA;

10. BACTERIOLÓGICO: BACTÉRIAS AERÓBICAS / ANAERÓBICAS DENSIDADE, TIPO, AGRESSIVIDADE;

11. VALOR DO CONTROLE DO ITEM: O CUSTO DE ADMINISTRAÇÃO - R$, US$, E$;

12. ELIMINAÇÃO DE FATORES HUMANOS POTENCIAIS PARA ACIDENTES AMBIENTAIS, SEGUNDO O IEAQ, RELACIONADOS À MÃO-DE-OBRA E AO CÉREBRO-DE-OBRA:

12.1. DIFICULDADES DE LER INSTRUÇÕES, PROCEDIMENTOS EM FOLHETOS, CATÁLOGOS OU MANUAIS;

12.2. DIFICULDADE EM DEFINIR E INTERPRETAR AS MEDIDAS, E AÇÕES, MAIS CORRETAS A SEREM ADOTADAS;

12.3. DIFICULDADES EM ELABORAR CÁLCULOS DE PORCENTAGENS, ÁREA, VOLUME E SOLUÇÃO DE SISTEMAS DE OPERAÇÕES ARITMÉTICAS SIMPLES;

12.4. DIFICULDADES DE ENTENDER FRAÇÕES, PROPORÇÕES, CONCENTRAÇÃO E DILUIÇÃO DE SUBSTÂNCIAS;

12.5. INCOMPREENSÃO DE SISTEMAS DE MEDIDAS E DE CONVERSÕES, NA ADOÇÃO DE ESCALAS DE MEDIÇÕES, CONTAGENS E PESAGENS;

12.6. INABILIDADE NO USO DA INSTRUMENTAÇÃO E EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS DO SCQA, BEM COMO O SEU ORDENAMENTO CORRETO DE APLICAÇÃO;

12.7. INSUFICIÊNCIAS DE CONHECIMENTOS SOBRE A CULTURA, O CICLO DO PROCESSO AGRÍCOLA / PECUÁRIO E SUAS RELAÇÕES QUÍMICAS, FÍSICAS E BIOLÓGICAS;

12.8. DIFICULDADES EM SOLUCIONAR PROBLEMAS TÍPICOS QUE ENVOLVEM VALORES DE CUSTEIO E FINANÇAS SIMPLES;

12.9. PRECARIEDADE NO LINGUAJAR PARA EXPRESSAR PENSAMENTOS E IDÉIAS, COM REDUZIDO NÚMERO DE TERMOS E EXPRESSÕES LIGADAS À CULTURA E A COMUNICAÇÃO USUAL HUMANA;

12.10. IMPROVISAÇÃO DESCUIDADA E PRÁTICAS INSEGURAS COM MATERIAIS, INSTRUMENTOS, FERRAMENTAS E SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS;

12.11. EXCESSO DE TIMIDEZ LATENTE E INIBIÇÃO PARA COMUNICAÇÃO A GRUPOS DE COLABORAÇÃO E COM PESSOAS JULGADAS DE MELHOR ESCOLARIDADE OU IMPORTÂNCIA TÉCNICO-SOCIAL;

12.12. INCAPACIDADE DE ESCREVER OU RELATORIAR TEXTOS DE COLETA DE DADOS, EVENTOS, INCIDENTES OU PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS EM PAPEL, OU ELETRÔNICOS EM COMPUTADOR, DE MODO COERENTE E COM PENSAMENTO ESTRUTURADO;

12.13. DESCONHECIMENTO PLENO DA INFORMÁTICA E DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.

OS BALANÇOS OPERACIONAIS TÍPICOS, NO CICLO DE VIDA DOS PRODUTOS E MERCADORIAS (DEVEMOS ADOTAR O CICLO DE VIDA JÁ PADRONIZADO NA ISO 9001), PRODUZIDOS SOB O CONTROLE DA ENGENHARIA INDUSTRIAL SE CARACTERIZAM EM MODELOS EM REDE, NA AVANÇADA ABORDAGEM DE CONTROLE, PREVENÇÃO E GARANTIA DA AUSÊNCIA DE FALHAS, ERROS, DEFEITOS, VÍCIOS, OMISSÕES, DESPERDÍCIOS E ACIDENTES, MAXIMIZANDO GANHOS E MINIMIZANDO PERDAS, NOS PROCESSOS E EM SUAS INTERAÇÕES RELACIONAIS.

VEJA A SEGUIR UMA MATRIZ DO MODELO EM REDE NO LINK A SEGUIR: HTTP://WWW.ADMINISTRADORES.COM.BR/INFORME-SE/PRODUCAO-ACADEMICA/BALANCOS-OPERACIONAIS-DE-CONTROLE-AMBIENTAL-E-OS-CUSTOS-DE-PREVENCAO-E-CORRECAO/4227/

OS CUSTOS DO CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL POSSUEM FORMAS CONHECIDAS DE CONTROLE OU EXERCÍCIO PARA SEU TOTAL DOMÍNIO:

1. REDUZIR ERROS, FALHAS, OMISSÕES, DEFEITOS OPERACIONAIS E ACIDENTES, FORA DE PADRÕES DE LEIS E DE NORMAS APLICÁVEIS QUE PROVOCAM A COMPLEXIDADE DO ACIDENTES E TODOS OS SEUS CUSTOS RELACIONADOS;

2. REDUZIR ESFORÇOS DE AVALIAÇÃO;

3. REDUZIR ESFORÇOS DE PREVENÇÃO;

4. REDUZIR ESFORÇOS NO TRATAMENTO DE NÃO-CONFORMIDADES;

5. MANTER OU AUMENTAR O VALOR AGREGADO DA QUALIDADE DO CONTROLE AMBIENTAL;

6. LOCALIZAR O PONTO DE EQUILÍBRIO QUE CARACTERIZA A QUALIDADE AMBIENTAL ESSENCIAL PRETENDIDA PELOS ADMINISTRADORES E A SEGURANÇA OPERACIONAL EM HARMONIA COM OS PADRÕES DE LEIS E DE NORMAS APLICÁVEIS E EXTERNAMENTE NA VIZINHANÇA DA EMPRESA E/OU NOS USUÁRIOS E CONSUMIDORES;

7. REDUZIR O DISPÊNDIO DE MATERIAIS, INSUMOS E OUTROS ITENS QUE COMPÕEM O CUSTO TOTAL.

ESTES CUSTOS PODEM SER CLASSIFICADOS COMO NUMA VERSÃO DOS CUSTOS DA QUALIDADE PROPOSTOS PELOS PROFESSORES JOSEPH JURAN E FRANK GRYNA NOS ANOS 1990, NOS EUA.

DESCONHECEMOS INICIATIVAS SOBRE A ADAPTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS DA QUALIDADE DE JURAN E GRYNA, PARA AS QUAIS PROPOMOS A CLASSIFICAÇÃO CONCEITUAL, A SEGUIR, PARA CONTROLE DE CUSTOS RELACIONADOS AOS IMPACTOS AMBIENTAIS. VEJAMOS ABAIXO OS CUSTOS DO CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL:

1. CFA - CUSTOS DE FALHAS AMBIENTAIS: SÃO OS CUSTOS RELACIONADOS A ERROS, FALHAS, OMISSÕES, DEFEITOS OPERACIONAIS E ACIDENTES, FORA DE C, CARACTERIZANDO NECESSIDADES DE ATENUAÇÃO E DE MITIGAÇÃO DE ACIDENTES, REMOÇÃO DE AGENTES POLUENTES, REPROCESSAMENTOS NEUTRALIZADORES, ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR, REPOSIÇÃO OU REGENERAÇÃO AMBIENTAL, OCORRIDOS POR VAZAMENTOS, EMISSÕES DESCUIDADAS, INFILTRAÇÕES, CONTAMINAÇÕES, ENVENENAMENTOS, INTOXICAÇÕES, EXPLOSÕES E OUTROS DANOS AMBIENTAIS, QUE IRÃO EXIGIR MULTAS, INDENIZAÇÕES, RESSARCIMENTOS, TRATAMENTOS DE SAÚDE E RECOMPOSIÇÃO AMBIENTAL. PODENDO OCORRER INTERNAMENTE À EMPRESA, EXTERNAMENTE NA VIZINHANÇA DA EMPRESA E/OU NOS USUÁRIOS E CONSUMIDORES.

2. CAA - CUSTOS DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL: SÃO OS CUSTOS RELACIONADOS AOS PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PARA SE VERIFICAR A CONFORMIDADE DA PRODUÇÃO E DOS SERVIÇOS DA EMPRESA EM RELAÇÃO AOS PADRÕES DE LEIS E DE NORMAS APLICÁVEIS: EM INSPEÇÕES, ENSAIOS E TESTE DE VERIFICAÇÃO, AMOSTRAS E CORPOS DE PROVA, MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO E CONTROLE E MÃO DE OBRA ENVOLVIDA, DECORRENTES DAS OBRIGAÇÕES DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL EM TODOS OS PARÂMETROS EXIGIDOS, TANTO NA LICENÇA AMBIENTAL QUANTO NA SEGURANÇA OPERACIONAL INTERNAMENTE À EMPRESA OU NO SEU ENTORNO.

3. CPR - CUSTOS DE PREVENÇÃO AMBIENTAL: SÃO OS CUSTOS RELACIONADOS AOS PROCEDIMENTOS DE CONTROLE PARA EVITAR A OCORRÊNCIA ERROS, FALHAS, OMISSÕES, DEFEITOS OPERACIONAIS E ACIDENTES, FORA DE PADRÕES DE LEIS E DE NORMAS APLICÁVEIS, POR MEIO DO SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL LIGADOS ÀS AUDITORIAS, A EDUCAÇÃO E AO TREINAMENTO DO PESSOAL, MOTIVAÇÃO E INCENTIVO, USO DE SOFTWARES, AUTOMAÇÃO LOCAL OU INTEGRADA E MÃO DE OBRA ENVOLVIDA. INTERNAMENTE À EMPRESA OU NO SEU ENTORNO E VIZINHANÇAS.

A ARITMÉTICA DOS CUSTOS AMBIENTAIS ASSUME POSSIBILIDADES DE EFETUARMOS MEDIDAS DE INVESTIMENTOS EM CORREÇÃO, AVALIAÇÃO E PREVENÇÃO. CADA CATEGORIA DESTES CUSTOS TEM SUA SUBDIVISÃO PARA SE DIMENSIONAR OS CUSTOS INTERNOS E OS CUSTOS EXTERNOS.

1. CUSTOS DE CORREÇÃO = CUSTOS DE FALHAS AMBIENTAIS, PARA ACIDENTES AMBIENTAIS;

2. CUSTOS DE AVALIAÇÃO = CUSTOS DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL DE ROTINA;

3. CUSTOS DE PREVENÇÃO = CUSTOS DOS PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL, SOBRE AUDITORIAS, EDUCAÇÃO & TREINAMENTO, INCENTIVOS E AUTOMAÇÃO PREVENTIVA;

4. CUSTOS TOTAIS = CUSTOS DECORRENTES DO SOMATÓRIO DOS CUSTOS DE FALHAS, COM OS CUSTOS DE AVALIAÇÃO MAIS OS CUSTOS DE PREVENÇÃO.

SEGUNDO A ENGENHARIA INDUSTRIAL, QUANTO MAIS EXIGENTES FOREM OS PARÂMETROS DE LEI OU DE NORMA APLICÁVEL, AO CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL, MAIORES SERÃO OS ESFORÇOS DE OBTENÇÃO DA QUALIDADE DE CONFORMAÇÃO AMBIENTAL:

1. MAIORES SERÃO OS ESFORÇOS PARA SE ATINGIR A QUALIDADE DA ESPECIFICAÇÃO. IRÁ DEPENDE DA CAPACIDADE DOS PROCESSOS;

2. MAIORES OS NÍVEIS DE PERDAS POSSÍVEIS. MAIORES AS CHANCES DE PERDAS POR FREQUÊNCIAS RECORRENTES;

3. MAIORES OS CUSTOS DE SEU CONTROLE. MAIORES CHANCES DE CUSTOS ADICIONAIS, INVESTIMENTOS, ONERAÇÃO DE PREÇOS E MULTAS PUNITIVAS.

NOTA: RECOMENDAMOS QUE PARA SEGMENTOS INDUSTRIAIS, AGROPECUÁRIOS, CONSTRUÇÃO, SERVIÇOS, GERAÇÃO DE ENERGIA E ETC, SE TENHA A ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, PARA “HARMONIZAR” OS PARÂMETROS LEGISLATIVOS E NORMATIVOS DENTRO DE TAIS SEGMENTOS, DE MODO A PADRONIZAREM OS PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL, PARA OS ESFORÇOS ADMINISTRATIVOS INTERNOS DAS EMPRESAS E PARA FORMULAÇÃO DE CHECK LISTS UNIFORMES E CONSISTENTES, ENTRE OS ÓRGÃOS FISCALIZADORES AMBIENTAIS.

SABEMOS QUE PELAS IDADES DAS FÁBRICAS, E DOS SEUS PROCESSOS, CERTO POTENCIAL INSTALADO DE PRODUÇÃO / SERVIÇOS, E SEUS PROCESSOS INERENTES, DE HARDWARE, SOFTWARE E HUMANWARE, EM TERMOS DE CUSTOS DO SCQA IRÃO SER DIFERENTES, E PARA ALGUMAS INSTALAÇÕES SERÃO EXORBITANTES E INEXEQUÍVEIS. POR ISTO É QUE GEORGE W. BUSH NÃO QUIS ASSINAR O TRATADO DE KYOTO SOBRE AS EMISSÕES DE CO2 PELOS EUA.

CERTOS LIMITES DE CONTROLES – RESTRITIVOS – SÓ PODERÃO SER ELABORADOS EM PROCESSOS NOVOS OU SEMINOVOS, DECORRENDO DAÍ A NECESSIDADE DE INVESTIMENTOS EM NOVAS FÁBRICAS E FECHAMENTO DE OUTRAS VELHAS. DE ONDE VEM CERTA PROTELAÇÃO DOS ADMINISTRADORES EM ADOTAREM O REGIME LEGISLATIVO E NORMATIVO DOS PARÂMETROS AMBIENTAIS ESTABELECIDOS PARA O CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL E EM SEU RESPECTIVO SISTEMA.

E AGORA TEMOS A CHANCE DE DIMENSIONAR OS CUSTOS PARA CADA ITEM DE CONTROLE NECESSÁRIO, PARA SE GARANTIR O ATENDIMENTO DAS LEIS E NORMAS APLICÁVEIS, COM ESTA NOVA FERRAMENTA ... SEMPRE EM BUSCA DO PONTO DE EQUILÍBRIO NOS INVESTIMENTO, SEM ONERAR O PREÇO DOS PRODUTOS, MERCADORIAS E SERVIÇOS.

ENGº LEWTON BURITY VERRI

CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ

COPYRIGHT © 2011 – ENGº LEWTON BURITY VERRI  




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