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Postada em 05-07-2011. Acessado 688 vezes.
Título da Postagem:SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE APÓCRIFO – EM EMPRESAS MÉDIAS E PEQUENAS
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 05-07-2011 @ 01:34 pm
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SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE APÓCRIFO – EM EMPRESAS DE MÉDIA E PEQUENA ESCALA  

ATENÇÃO: PARA OS NOSSOS COMPATRIOTAS MILITARES QUE POSSUEM NEGÓCIOS E EMPRESAS ...  

PARA A LEITURA DESTE ARTIGO FAÇA DOWNLOAD DO ESQUEMA ILUSTRATIVO DO SISTEMA APÓCRIFO, NO LINK: HTTP://WWW.ADMINISTRADORES.COM.BR/INFORME-SE/PRODUCAO-ACADEMICA/ESQUEMA-ILUSTRATIVO-DO-SISTEMA-DE-GARANTIA-DA-QUALIDADE-APOCRIFO-EM-EMPRESAS-DE-MEDIA-E-PEQUENA-ESCALA/4234/ 

1. INTRODUÇÃO 

UM BOM SISTEMA DA QUALIDADE SE BASEIA EM UM CONJUNTO DE REQUISITOS DE PREVENÇÃO CAPAZ DE MINIMIZAR A OCORRÊNCIA DE ERROS, VÍCIOS, DEFEITOS, ACIDENTES, FALHAS E OMISSÕES, DENTRO DA SEQÜÊNCIA DE AÇÕES DO FLUXO DE TAREFAS DE UM SERVIÇO, OU DENTRO DE UM PROCESSO INDUSTRIAL, OU NAS ATIVIDADES DE UM LABORATÓRIO E EM PROCEDIMENTOS QUE CONTENHAM UM POTENCIAL, QUASE MORTÍFERO, OU DE DANOS IRREPARÁVEIS AO HOMEM E AO SEU MEIO AMBIENTE. UM SISTEMA DA QUALIDADE, ENTÃO DEVE CONTER ELEMENTOS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS BLOQUEADORES DE TAIS CATÁSTROFES. A MISSÃO SERÁ SEMPRE EVITAR POR PREVENÇÃO E SE ESPECIFICAR AS AÇÕES DE ATENUAÇÃO QUANDO O INCIDENTE GRAVE ACONTECER, CONTROLANDO SUA REPERCUSSÃO E ALCANCE.

MUITAS VERSÕES DE SISTEMAS DA QUALIDADE PODEM SER APLICADAS, INDISTINTAMENTE, DENTRO DA OPERACIONALIDADE DAS ATIVIDADES DE UMA COOPERATIVA OU EMPRESA, NÃO IMPORTA O NÍVEL DE SUAS COMPLEXIDADES.

OS SISTEMAS DA QUALIDADE NASCERAM COM A INDÚSTRIA NUCLEAR, DERIVANDO PARA A DE ARMAMENTOS, A AEROESPACIAL E A BIOLÓGICA.

COM BASE NOS DIVERSOS INCIDENTES CATASTRÓFICOS, QUE RESULTARAM EM CALAMIDADES DE ALTA GRAVIDADE, PARA O HOMEM E O MEIO AMBIENTE, FORAM IDENTIFICADAS AS VÁRIAS E PRINCIPAIS CAUSAS DE FUNDO COMO FATORES INDUTORES OU PROVOCADORES DE INCIDENTES DANOSOS. O PRESSUPOSTO ERA, E SEMPRE SERÁ, O DE QUE SE SABENDO A ORIGEM DA CAUSA PODE-SE EVITAR O EFEITO, CONTROLANDO PREVENTIVAMENTE SUA MANIFESTAÇÃO, PRODUZINDO CERTO GRAU DE SEGURANÇA OU GARANTIA NA ESPERANÇA DE SUA NÃO OCORRÊNCIA. MAS MEDIANTE A COMPLEXIDADE QUE SE IMPÕE NA MANUFATURA DE COISAS E OBJETOS E NA DESENVOLTURA DE TAREFAS AGREGADAS, QUE A TECNOLOGIA VEM CONCRETIZANDO, A CADA DIA, COM MAIS VARIÁVEIS POTENCIAIS DE FALHAS, OS SISTEMAS EVOLUÍRAM PARA O PATAMAR FINAL DA ENGENHARIA DA QUALIDADE, A QUAL POSSUI A METODOLOGIA DO ZERO DEFEITO E TODAS AS TÉCNICAS QUE ATUAM COMO MECANISMOS À PROVA DE CATÁSTROFES, PARA LIDAR COM UM COMPLEXO CONJUNTO DE SITUAÇÕES DE TODOS OS CAMPOS DA TECNOLOGIA, TAIS COMO:

(1) MAIOR NÚMERO DE PEÇAS OU COMPONENTES POR UNIDADE DE SERVIÇO,
(2) MAIOR NÚMERO DE JUNÇÕES, CONEXÕES, EMENDAS, SOLDAS E APARAFUSAMENTOS,
(3) MENOR PORTE DE PEÇAS E COMPONENTES, MINIATURIZANDO TAMANHO E GEOMETRIA,
(4) MAIORES SOLICITAÇÕES ENERGÉTICAS DE ESFORÇO, RESISTÊNCIA, TENACIDADE E CAPACIDADE ESTRUTURAL,
(5) MAIOR NÚMERO DE FUNÇÕES AGREGADAS E GRAU DE LIBERDADE OPERACIONAL, (6) MAIOR INTEGRAÇÃO ENTRE SISTEMAS INDEPENDENTES E DEPENDENTES DE TECNOLOGIAS NÃO - CORRELATAS – MECÂNICO COM HIDRÁULICO, ELÉTRICO COM MECÂNICO, ELÉTRICO COM ELETRÔNICO, ELÉTRICO COM PNEUMÁTICO, ELETRÔNICO COM HIDRÁULICO E ....ETC,
(7) LEGISLAÇÕES SEVERAS E PUNITIVAS CONTRA FALHAS E
(8) SOCIEDADE SELETIVA CONTRA SERVIÇOS, OBJETOS OU COISAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS OU INCORRETAMENTE ECOLÓGICA E IMPRÓPRIAS PARA USO OU PROXIMIDADE HUMANA.

HÁ A NECESSIDADE DE SE AVALIAR O GRAU DE SEGURANÇA QUE DEVE SER IMPOSTO NUMA ATIVIDADE OPERACIONAL PROCESSUAL, MANUAL OU AUTOMÁTICA, LEVANDO EM CONTA TODA A COMPLEXIDADE EXISTENTE NAS COISAS, OBJETOS E SERVIÇOS, DE ACORDO COM SUAS INTER-RELAÇÕES DE CAUSAS E EFEITOS. O PRODUTO OU O SERVIÇO AGREGADO IRÁ CONDICIONAR O TIPO E A SEVERIDADE DE CONTROLE PARA QUE SE MINIMIZE A OCORRÊNCIA DE CATÁSTROFES. UM FOGUETE TEM NECESSIDADE DE UM GRAU DE SEGURANÇA E CONFIABILIDADE DIFERENTE, E MAIS COMPLETO, DO DE UM AVIÃO. ESTE, POR SUA VEZ, DIFERENTE DE UM AUTOMÓVEL, O QUAL TERÁ UM DIFERENTE, E MAIS COMPLETO, DO DE UMA BICICLETA E ASSIM POR DIANTE.

OS REQUISITOS DA ISO 9000 – EDIÇÃO DE 1994 - SISTEMA DA QUALIDADE EUROPEU, TIVERAM SUA DERIVAÇÃO COM BASE EM CRITÉRIOS BLOQUEADORES CONTRA CAUSAS FACTUAIS DE ACIDENTES NUCLEARES E QUE RESULTARAM EM SÉRIOS DANOS AO HOMEM E À NATUREZA. SUA PRESCRIÇÃO EMPRESARIAL OFERECIA, GENERICAMENTE, 3 NÍVEIS DE GARANTIA DA QUALIDADE:

(1) ISO 9003 – QUALIDADE FUNDAMENTADA NA INSPEÇÃO E NOS ENSAIOS,
(2) ISO 9002 – QUALIDADE FUNDAMENTADA NA INSPEÇÃO E NOS ENSAIOS E NO CONTROLE DOS PROCESSOS,
(3) ISO 9001 - QUALIDADE FUNDAMENTADA NA INSPEÇÃO E NOS ENSAIOS, NO CONTROLE DOS PROCESSOS E NO CONTROLE DE PROJETOS.

SOB O PONTO DE VISTA DA ENGENHARIA INDUSTRIAL QUE DESENVOLVE A PRODUÇÃO E OS CONTROLES DA QUALIDADE DOS MATERIAIS E DO MEIO AMBIENTE, A ISO 9000 – 1994 FOI A ÚLTIMA VERSÃO DESTA NORMA COM SIGNIFICADO PRÁTICO PARA A ENGENHARIA.

ORA SE O POTENCIAL INSTALADO DE EQUIPAMENTOS PARA A FABRICAÇÃO É O MESMO NUMA INDÚSTRIA JUSTIFICA MANTER A DIVISÃO QUE HAVIA EM FUNDAMENTAÇÃO DA QUALIDADE – 1. BASEADA EM INSPEÇÃO E ENSAIOS, 2. BASEADA EM INSPEÇÃO E NOS ENSAIOS E NO CONTROLE DOS PROCESSOS E 3. INSPEÇÃO E NOS ENSAIOS, NO CONTROLE DOS PROCESSOS E NO CONTROLE DE PROJETOS, QUANDO SE ELABORAVAM PGQ – PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE EM FUNÇÃO DOS CUSTOS RELACIONADOS AO NÍVEL DE GARANTIA REQUERIDO PARA OS PADRÕES DE SEVERIDADE DE CONTROLE EXIGIDOS PARA OS PRODUTOS ENCOMENDADOS.

PARA FABRICAÇÃO DE PENICOS A ISO 9003 BASTARIA E ENTÃO SE TINHA UM PGQ, QUE TERMINAVA VIRANDO UM PADRÃO DE FABRICAÇÃO PARA PENICOS E MATERIAIS COM SEMELHANÇAS TECNOLÓGICAS. E PARA FABRICAÇÃO DE MATERIAIS PARA USINAS NUCLEARES A ISO 9001, MESMO RIGOROSA, AINDA NÃO GARANTIRIA O SUFICIENTE. CADA COMPLEXIDADE MATERIAL DAS APLICAÇÕES DE PRODUTOS SEMI-ELABORADOS E ELABORADOS EXIGIRIA UMA ANÁLISE DE CUSTOS E DE BENEFÍCIOS.

QUANDO AS SITUAÇÕES DE COMPLEXIDADE EXTRAPOLAVAM ÀQUELAS DO POTENCIAL INSTALADO ENTRAVA-SE COM PROJETOS DE EXPERIMENTOS, COMO DESENVOLVIMENTO E VIABILIDADE, A 2ª FUNÇÃO AGREGADORA DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GARANTIA DE QUALIDADE APÓCRIFO.

A PARTIR DE 1994 A INSTITUIÇÃO ISO COMEÇOU A PERDER O FOCO, O QUE NOS FAZ SUPOR QUE AS NOVAS EQUIPES DO TC 176 – QUE TRATA DA QUALIDADE, APARENTA TER PERDIDO BOA MEDIDA DE PRATICIDADE INDUSTRIAL, TALVEZ POR TER MENOS ENGENHEIROS PARTICIPANDO DA ELABORAÇÃO DE NORMAS OU QUE AS CONSULTAS ÀS EMPRESAS COLABORADORAS, PARA HOMOLOGAÇÃO DE NORMAS TENHA SE LIMITADO A CONSULTAS SUPERFICIAIS. E DAÍ SE BUROCRATIZOU E TENDO QUE COMPETIR COM O TQC JAPONÊS ... AQUELE DO ZERO DEFECTS.

A COMPETIÇÃO DA ISO COM O TQC JAPONÊS ESTÁ PLENAMENTE MARCADA NAS SUCESSIVAS REVISÕES DAS SUAS NORMAS PARA EQUIPARAR-SE EM BONS DETALHAMENTOS TÉCNICOS DA GARANTIA DA QUALIDADE, COMO O QUE SE TEM NO PRÓPRIO TQC JAPONÊS. ENTÃO PORQUE A ISO NÃO ADOTA DE VEZ O TQC JAPONÊS?

TODOS OS REQUISITOS DA ISO 9001 – 2000 – JÁ NA NOVA VERSÃO - SÃO COMBINADOS PARA CRIAR O CARÁTER PREVENTIVO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE, EM FUNÇÃO DESSES 3 NÍVEIS. MAS, A ISO 9001 - EM SUA ÚLTIMA VERSÃO, NÃO SE CONSAGROU NUM SISTEMA À PROVA DE OCORRÊNCIA DE ERROS, VÍCIOS, DEFEITOS, ACIDENTES, FALHAS E OMISSÕES. SUA MANUTENÇÃO É CARA, HAJA VISTA A NECESSIDADE DE AUDITORIA POR ÓRGÃO CERTIFICADOR E EMISSÃO INSTITUCIONAL DE CERTIFICADO DA QUALIDADE DE ACORDO, OU DE CONFORMIDADE, COM OS REQUISITOS DA ISO.

MUITAS EMPRESAS, COM TAL CERTIFICADO, APRESENTAM PRECÁRIA PERFORMANCE JUNTO AO MERCADO CONSUMIDOR INDIVIDUAL E COLETIVO E AOS SEUS CLIENTES DIRETOS, COM EXCESSO DE RECLAMAÇÕES, ATRASOS, QUALIDADE PRECÁRIA, DEVOLUÇÕES, LITÍGIOS, MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS HOSTIS E DIVULGAÇÃO NA MÍDIA DE MODO INJURIOSO E DEPRECIATIVO. HOJE ASSISTIMOS, NESSA MÍDIA, UMA DETERIORAÇÃO INEGÁVEL DAS ATIVIDADES DE CONTROLE DE EMPRESAS ÍCONES DA MODERNIDADE E DA TECNOLOGIA DE VÁRIOS SEGMENTOS DISTINTOS: AUTOMOBILÍSTICO, PETRÓLEO, TELEFONIA, SAÚDE, BANCÁRIO, AVIAÇÃO COMERCIAL, COPIADORAS, COMPUTADORES E ALGUMAS OUTRAS MENOS ALARDEADAS.

A GARANTIA DA QUALIDADE PARA COOPERATIVAS, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DEVE SER MAIS ADAPTATIVA ÀS SUAS ATIVIDADES ECONÔMICAS, COM MELHOR ENQUADRAMENTO À SUA OPERACIONALIDADE.

FACE AO CARÁTER DE AUTOGESTÃO, DOS PRINCÍPIOS DA DOUTRINA DA ADMINISTRAÇÃO, UMA COOPERATIVA OU UMA EMPRESA DEVEM POSSUIR PLENA LIBERDADE PARA DEFINIR E ESPECIFICAR SEU SISTEMA DA QUALIDADE, INDEPENDENTE DAS NORMAS VOLUNTÁRIAS INTERNACIONAIS, A EXEMPLO DA ISO 9001 – EM SUA ÚLTIMA VERSÃO. 

O MAIOR CERTIFICADO DE QUALIDADE É O RECONHECIMENTO DOS CLIENTES E CONSUMIDORES PELA BOA QUALIDADE APRESENTADA E O PAGAMENTO FIEL DOS SERVIÇOS CONTRATADOS OU PRODUTOS COMPRADOS.

O MAIOR CERTIFICADO DA QUALIDADE É O CHEQUE DO CLIENTE!

2. GARANTIA DA QUALIDADE PARA COOPERATIVAS, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

A GARANTIA DA QUALIDADE PARA COOPERATIVAS, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS TEM AS FUNÇÕES BÁSICAS ADAPTATIVAS PARA A OPERACIONALIDADE DAS SUAS ATIVIDADES, SEM O FORMALISMO DA ISO 9001 EM SUA ÚLTIMA VERSÃO.

PELO MÉTODO DO IEAQ – INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA QUALIDADE OS ADMINISTRADORES, E SEUS COLABORADORES, PODEM DISCERNIR O NÍVEL DA QUALIDADE, EM TERMOS DE REQUISITOS BÁSICOS, DENTRO DO CICLO DE VIDA DO SERVIÇO OU DO PRODUTO.

O CICLO DE VIDA DO SERVIÇO OU DO PRODUTO É SEQÜÊNCIA LÓGICA DE SUA REALIZAÇÃO OU ELABORAÇÃO.

NELE ESTÃO PRESENTES VÁRIAS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE SE SUCEDEM, AO LONGO DO SEU FLUXO DE OBTENÇÃO, INCORPORANDO NO SERVIÇO OU NO PRODUTO AS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE QUE IRÃO MOLDAR O SEU ESTADO FINAL DE SER OU ESTAR; EM FORMA, EM TAMANHO, EM CONDIÇÕES FÍSICAS E QUÍMICAS E EM OUTROS PARÂMETROS RELACIONADOS COM A QUALIDADE – PREÇO, PRAZO DE ENTREGA, QUALIDADE ESPECÍFICA, SEGURANÇA E CONFIABILIDADE.

O CICLO DE VIDA DE UM SERVIÇO OU PRODUTO PODE SER DETALHADO PELA ISO 9000 VERSÃO DE 1994.

OS CICLOS DE VIDA DOS SERVIÇOS OU PRODUTOS SÃO CICLOS QUE PODEM SER JUSTAPOSTOS PARA O DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE, ESPECIFICADO SOB MEDIDA PARA COOPERATIVAS E EMPRESAS.

LEVANDO EM CONTA A MULTIVARIEDADE DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS, NELAS EXISTENTES, E PRATICADAS NA INDEPENDÊNCIA AUTÔNOMA DE SEUS ADMINISTRADORES, CADA QUAL “EMPRESÁRIO E DONO DO PRÓPRIO NEGÓCIO”, NADA MELHOR DO QUE ESPECIFICAR O SEU PRÓPRIO SISTEMA DA QUALIDADE E IR AJUSTANDO-O COM O MONITORAMENTO DE INDICADORES BÁSICOS DE DESEMPENHO RELACIONADOS ÀS MEDIDAS DA QUALIDADE.

O ADMINISTRADOR, E TODOS OS DEMAIS COLABORADORES, IGUALMENTE, JÁ POSSUEM A VISÃO DA QUALIDADE, E MESMO ASSIM NECESSITARÃO DE UMA POLÍTICA DA QUALIDADE EMPRESARIAL.

NUMA SOCIEDADE COOPERATIVA OU NUMA EMPRESA A QUALIDADE É O CERNE DE SUA SOBREVIVÊNCIA DADO QUE TODOS OS ADMINISTRADORES SÃO RESPONSÁVEIS POR ELA. ASSIM NÃO HÁ UM ÚNICO RESPONSÁVEL PELA QUALIDADE, SEGUNDO ESTE MODELO, PARA RESPONDER À ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA SE ELA ESTÁ BEM OU MAL, DE ACORDO COM OUTRO DE SEUS REQUISITOS, COM POUCO COMPROMETIMENTO COM A QUALIDADE.

AS FASES DOS CICLOS DE VIDA DEVEM POSSUIR UM REFORÇO TÉCNICO – CIENTÍFICO PARA ASSEGURAR, PREVENTIVAMENTE, A OCORRÊNCIA DE ERROS, VÍCIOS, DEFEITOS, ACIDENTES, FALHAS E OMISSÕES QUE SÃO OS INCIDENTES NEGATIVOS DA QUALIDADE.

NA ISO 9000 - 1994 ESTAVAM PRESENTES, PARA GARANTIR A QUALIDADE, CERCA DE 20 REQUISITOS BLOQUEADORES DE TAIS INCIDENTES, DERIVADOS DA INVESTIGAÇÃO DE FUNDO DAS CAUSAS DOS DIVERSOS ACIDENTES NUCLEARES, E MILITARES COM ARMAMENTOS SOFISTICADOS.

A ADAPTAÇÃO DESSES REQUISITOS, PARA COBRIR TODA ESPÉCIE OPERACIONAL DAS ATIVIDADES HUMANAS É QUE SE MOSTROU INSUFICIENTE DADO AO FATO DAS 4 A 5 MILHÕES DE EMPRESAS BRASILEIRAS E DE SUAS QUASE 7,5 MIL COOPERATIVAS OFICIAIS, NOS MAIS DE 13 RAMOS DE ATIVIDADES ECONÔMICAS EM QUE ATUAM. E AINDA NÃO HÁ RECURSOS DOS ÓRGÃOS ACREDITADORES E CERTIFICADORES, DA ISO 9001, PARA DAR CONTA DE TODA UMA GRANDIOSA DEMANDA DE NECESSIDADES EMPRESARIAIS E COOPERATIVISTAS.

FALTA MUITA GENTE QUALIFICADA, PARA DAR CONTA DESSA DEMANDA, FORA O PADRÃO DE INCONSISTÊNCIA NOS RESULTADOS DAS AUDITORIAS E SUA DISPERSÃO QUE SE VEM OBSERVANDO NO MERCADO DE EMPRESAS COM CERTIFICADO ISO 9001.

NÃO HÁ CONDIÇÕES, DE SE ESPERAR A NOSSA VEZ, EM DESENVOLVER O SISTEMA DA QUALIDADE DE “NOSSA” COOPERATIVA OU EMPRESA, DESPENDER MUITO TEMPO, DINHEIRO E RECURSOS HUMANOS NA OBTENÇÃO DO “MEIO FALACIOSO” CERTIFICADO E DE SUA MANUTENÇÃO.

OS ADMINISTRADORES DEVEM CONTAR COM UM MÉTODO QUE LHE SEJA ADAPTÁVEL E CRITERIOSO, PARA PODER PROVER, À COLETIVIDADE DE COOPERATIVAS E EMPRESAS, COM UMA TÉCNICA DE ESPECIFICAÇÃO, DE SISTEMAS DA QUALIDADE, DE MODO MATRICIAL, CORRELACIONADOS A RESULTADOS QUE CARACTERIZEM VERDADEIRAMENTE A QUALIDADE.

O QUE NÃO OCORREU COM AS PROPOSTAS DA ISO 9000 - 1994 E AGORA A ISO 9001 - EM SUA ÚLTIMA VERSÃO.

3. GARANTIA DE QUALIDADE MATRICIAL

PARA DESCREVERMOS A GARANTIA DA QUALIDADE MATRICIAL, VAMOS EXPLICAR O CONTEÚDO TÉCNICO DE CADA FATOR FUNDAMENTAL QUE DEVE SER ESPECIFICADO PARA ADAPTAR UM SISTEMA À OPERACIONALIDADE DA COOPERATIVA OU DA EMPRESA.

OS ADMINISTRADORES, E SEUS COLABORADORES, DEVEM DESCREVER O FLUXO ESPECÍFICO DAS OPERAÇÕES DA EMPRESA, NO QUE TANGE A DEFINIÇÃO DO CICLO DE VIDA DOS SEUS SERVIÇOS, OU DA ELABORAÇÃO DE PRODUTOS, E A SEGUIR SELECIONAR AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE APLICÁVEIS, POR AFINIDADE, NA FASE RESPECTIVA DO CICLO DE VIDA.

A GARANTIA DA QUALIDADE MATRICIAL, COMO DESENVOLVIDA PARA COOPERATIVAS E EMPRESAS DE MÉDIA E PEQUENA ESCALA, POSSUI UM TOTAL DE 11 FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE E 40 SUB-FUNÇÕES, QUE SÃO OS REQUISITOS DE CONFORMIDADE QUE DEVEM SER ESPECIFICADOS, PARA AS FASES DO CICLO DE VIDA DO SERVIÇO, OU DO PRODUTO, VISANDO PREVENIR A OCORRÊNCIA DA MÁ QUALIDADE. OU SE ESSA VIER A OCORRER DAR MEIOS, À COOPERATIVA OU A EMPRESA, PARA PERCEBER RAPIDAMENTE E CORRIGI-LA IMEDIATAMENTE, ATENUANDO SUAS CONSEQÜÊNCIAS, SOB O GERENCIAMENTO CONTÍNUO DOS INDICADORES BÁSICOS QUE FAZEM SEU MONITORAMENTO.

3.1 FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE

1. PRÉ-VENDA;

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM A CAPTAÇÃO DAS NECESSIDADES DOS CLIENTES E AS CONVERTAM, CONCRETAMENTE, DE MODO CONTÍNUO, EM OBJETOS, COISAS OU PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DE ACORDO COM ESSAS NECESSIDADES.

ESSA CAPTAÇÃO DEVE SER FEITA ONDE ESTÁ O CLIENTE, COM ANÁLISE CIENTÍFICA, BASEADA EM DADOS OU INFORMAÇÕES TRANSFORMÁVEIS EM CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE.

2. DESENVOLVIMENTO E VIABILIDADE;

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO E CIENTÍFICO, DO SERVIÇO OU DO PRODUTO, COM BASE NA CAPTAÇÃO DAS NECESSIDADES DOS CLIENTES CONVERTENDO-AS, CONCRETAMENTE, DE MODO CONTÍNUO, EM OBJETOS, COISAS OU PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DE ACORDO COM ESSAS NECESSIDADES, ATRIBUINDO VALORES PARA PRIORIZAÇÃO DE SUA CONCRETIZAÇÃO, PARA EFEITO DE AVALIAÇÃO DE CUSTOS E PREÇOS DE VENDA.

ESSE DESENVOLVIMENTO DEVE SER FEITO EM CONJUNTO COM TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, COM ANÁLISE E PROCEDIMENTOS CIENTÍFICOS, BASEADO EM DADOS OU INFORMAÇÕES TRANSFORMÁVEIS EM CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE.

3. COMPRAS;

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM A COMPRA, SEGURA E CONFIÁVEL, DE BENS E SERVIÇOS QUE VENHAM COMPOR OU COMPLEMENTAR O DESENVOLVIMENTO TÉCNICO E CIENTÍFICO DO SERVIÇO, OU DO PRODUTO, SUA ELABORAÇÃO OU FABRICAÇÃO, COM BASE NAS NECESSIDADES DOS CLIENTES, CONVERTIDAS CONCRETAMENTE E DE MODO CONTÍNUO NAS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DESEJADAS, DE ACORDO COM ESSAS NECESSIDADES, SELECIONANDO FORNECEDORES QUALIFICADOS E CONFIÁVEIS, PARA EFEITO DE COMPRAS PELO MENOR CUSTO DE AVALIAÇÃO E DE CONSUMO – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO.

ESSAS COMPRAS DEVEM SER FEITAS APÓS A APROVAÇÃO DE TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE IRÃO CONSUMIR OU USAR OS BENS OU SERVIÇOS COMPRADOS.

4. ENCOMENDA OU PEDIDO DO CLIENTE;

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM O PROCESSAMENTO DAS ENCOMENDAS OU OS PEDIDOS DOS CLIENTES, PARA A VENDA DE BENS E SERVIÇOS CONSTANTES EM SEUS PORTFÓLIOS E CATÁLOGOS, DESENVOLVIDOS DE MODO TÉCNICO E CIENTÍFICO, ESPECIFICANDO PARA OS EXECUTANTES, DE SUA ELABORAÇÃO OU FABRICAÇÃO, AS INSTRUÇÕES RELEVANTES, PARA A CONCRETIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DESEJADAS, DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DOS CLIENTES, DENTRO DO CICLO DE VIDA, COMPONDO MANUAIS DE PADRÕES E DE PROCEDIMENTOS, PLANILHAS DE PROCESSO E CONTROLE – AMOSTRAGENS, ENSAIOS, TESTES E INSPEÇÕES, CRIANDO AS CONDIÇÕES PRÉVIAS DE INFORMAÇÕES E DE DADOS PARA O TRABALHO QUALIFICADO E CONFIÁVEL, PARA EFEITO DE CONTROLE PREVENTIVO EVITANDO A OCORRÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO.

O TRATAMENTO DAS ENCOMENDAS, E DOS PEDIDOS, DEVE SER FEITO JUNTO E COM A APROVAÇÃO DE TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE IRÃO TRABALHAR COM AS INSTRUÇÕES.

5. - FABRICAÇÃO / EXECUÇÃO;

A EMPRESA DEVE ELABORAR OU FABRICAR, OS SERVIÇOS E PRODUTOS, DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES RELEVANTES, PARA A CONCRETIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DESEJADAS PELOS CLIENTES, DENTRO DO CICLO DE VIDA, ADOTANDO E SEGUINDO AS INFORMAÇÕES CONSTANTES DOS MANUAIS DE PADRÕES E DE PROCEDIMENTOS, PLANILHAS DE PROCESSO E CONTROLE – AMOSTRAGENS, ENSAIOS, TESTES E INSPEÇÕES, CONFERINDO AO SERVIÇO OU AO PRODUTO O SEU ESTADO FINAL DE SER OU ESTAR; EM FORMA, EM TAMANHO, EM CONDIÇÕES FÍSICAS E QUÍMICAS E EM OUTROS PARÂMETROS RELACIONADOS COM A QUALIDADE – PREÇO, PRAZO DE ENTREGA, QUALIDADE ESPECÍFICA, SEGURANÇA E CONFIABILIDADE REALIZANDO UM TRABALHO QUALIFICADO E CONFIÁVEL, CONTROLANDO OS PROCESSOS PREVENTIVAMENTE, EVITANDO A OCORRÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO.

NA ELABORAÇÃO DE SERVIÇOS, OU NA FABRICAÇÃO DE PRODUTOS, TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE TRABALHARAM COM AS INSTRUÇÕES, DEVEM SEGUIR E MANTER PADRÕES PARA GARANTIR A REPETIÇÃO DOS RESULTADOS DA QUALIDADE.

6. INSPEÇÃO E TESTES COMPROBATÓRIOS E DE CONFIRMAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS;

A EMPRESA DEVE INSPECIONAR OU TESTAR AS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS E PRODUTOS, DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES RELEVANTES, PARA CONFIRMAR SE ESTÃO CONCRETIZADAS NOS MESMOS, ASSEGURANDO-SE ESTATISTICAMENTE SE AS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DESEJADAS PELOS CLIENTES, FORAM ATENDIDAS DENTRO DO CICLO DE VIDA, ADOTANDO E SEGUINDO AS INFORMAÇÕES CONSTANTES DOS MANUAIS DE PADRÕES E DE PROCEDIMENTOS, PLANILHAS DE PROCESSO E CONTROLE – AMOSTRAGENS, ENSAIOS, TESTES E INSPEÇÕES, GARANTINDO QUE O SERVIÇO OU O PRODUTO, ESTÃO DE FATO EM SEU ESTADO FINAL DE SER OU ESTAR; EM FORMA, EM TAMANHO, EM CONDIÇÕES FÍSICAS E QUÍMICAS E EM OUTROS PARÂMETROS RELACIONADOS COM A QUALIDADE – PREÇO, PRAZO DE ENTREGA, QUALIDADE ESPECÍFICA, SEGURANÇA E CONFIABILIDADE REALIZANDO UM TRABALHO QUALIFICADO E CONFIÁVEL, CONTROLANDO OS SERVIÇOS E OS PRODUTOS, EVITANDO A OCORRÊNCIA E A TRANSFERÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO.

NA INSPEÇÃO E NOS TESTES, NO CONTROLE DA ELABORAÇÃO DE SERVIÇOS, OU NA FABRICAÇÃO DE PRODUTOS, TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE TRABALHARAM COM AS INSTRUÇÕES DEVEM SEGUIR E MANTER PADRÕES PARA GARANTIR A REPETIÇÃO DOS RESULTADOS DA QUALIDADE.

7. LIBERAÇÃO DOS PRODUTOS E CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS;

A EMPRESA DEVE MANUSEAR, ARMAZENAR, EMBALAR E TRANSPORTAR OS PRODUTOS, OU OBJETOS DE UM SERVIÇO, CORRETAMENTE DE MODO A MANTER AS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DOS MESMOS, OBTIDAS NOS PROCESSOS E CONFIRMADAS NAS INSPEÇÕES E NOS ENSAIOS, DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES RELEVANTES, PARA EVITAR QUE SE DETERIOREM, UMA VEZ QUE JÁ ESTÃO CONCRETIZADAS, ASSEGURANDO-SE SUA MANUTENÇÃO, ADOTANDO E SEGUINDO AS INFORMAÇÕES CONSTANTES DOS MANUAIS DE PADRÕES E DE PROCEDIMENTOS, PLANILHAS DE PROCESSO E CONTROLE – AMOSTRAGENS, ENSAIOS, TESTES E INSPEÇÕES, GARANTINDO QUE O SERVIÇO OU O PRODUTO, FICARÃO DE FATO EM SEU ESTADO FINAL DE SER OU ESTAR; EM FORMA, EM TAMANHO, EM CONDIÇÕES FÍSICAS E QUÍMICAS E EM OUTROS PARÂMETROS RELACIONADOS COM A QUALIDADE – PREÇO, PRAZO DE ENTREGA, QUALIDADE ESPECÍFICA, SEGURANÇA E CONFIABILIDADE, REALIZANDO UM TRABALHO QUALIFICADO E CONFIÁVEL, CONTROLANDO OS SERVIÇOS E OS PRODUTOS, EVITANDO A OCORRÊNCIA E A TRANSFERÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO.

NA LIBERAÇÃO E NA CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS, TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE TRABALHARAM COM AS INSTRUÇÕES DEVEM SEGUIR E MANTER PADRÕES PARA GARANTIR A REPETIÇÃO DOS RESULTADOS DA QUALIDADE.

8. PÓS-VENDA;

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES, NA PÓS-VENDA, QUE FAVOREÇAM A CAPTAÇÃO DO ATENDIMENTO DAS NECESSIDADES DOS CLIENTES, INCORPORADAS NOS SERVIÇOS E NOS PRODUTOS, CONVERTIDAS NO INÍCIO DO CICLO DE VIDA DOS MESMOS, EXTRAÍDAS DAS PERCEPÇÕES OBTIDAS NA PRÉ-VENDA, E FORAM CONCRETAMENTE OBTIDAS E MANTIDAS AO LONGO DO REFERIDO CICLO DE VIDA, DE MODO CONTÍNUO, VISANDO PREVENIR A OCORRÊNCIA DA MÁ QUALIDADE, PROPORCIONANDO MEIOS PARA QUE, SE ESSA VIER A OCORRER A COOPERATIVA TENHA AÇÕES ESTRUTURADAS PARA PERCEBER RAPIDAMENTE E CORRIGI-LA IMEDIATAMENTE, ATENUANDO SUAS CONSEQÜÊNCIAS, SOB O GERENCIAMENTO CONTÍNUO DOS INDICADORES BÁSICOS QUE FAZEM SEU MONITORAMENTO, TRATANDO AS INFORMAÇÕES PARA ASSEGURAR QUE OS PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO E DE ELABORAÇÃO DO PRODUTO ESTEJAM SEMPRE DE ACORDO COM NECESSIDADES DOS CLIENTES.

ESSA CAPTAÇÃO, A POSTERIOR, DEVE SER FEITA ONDE ESTÁ O CLIENTE, COM ANÁLISE CIENTÍFICA, BASEADA EM DADOS OU INFORMAÇÕES TRANSFORMÁVEIS EM CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE E EM AÇÕES CORRETIVAS.

9. CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO;

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM O CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO, DESDE OS DA PRÉ-VENDA ATÉ OS DA PÓS-VENDA, DOCUMENTANDO OS RESULTADOS OPERACIONAIS, DENTRO DO CICLO DE VIDA, TODOS OS RELATÓRIOS, MANUAIS, PLANILHAS, ORDENS DE SERVIÇO OU DE FABRICAÇÃO, COM OS DETALHES – INFORMAÇÕES E DADOS - DO PROCESSAMENTO DAS ENCOMENDAS OU OS PEDIDOS DOS CLIENTES, PARA A VENDA DE BENS E SERVIÇOS CONSTANTES EM SEUS PORTFÓLIOS E CATÁLOGOS, DO DESENVOLVIMENTO TÉCNICO E CIENTÍFICO, DAS INSTRUÇÕES ESPECIFICADAS PARA OS EXECUTANTES, DA ELABORAÇÃO OU FABRICAÇÃO, PARA A CONCRETIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DA QUALIDADE DESEJADAS, DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DOS CLIENTES, GUARDANDO-OS DE ACESSOS NÃO AUTORIZADOS, FIRMANDO O GRAU DE SIGILO E O LOCAL APROPRIADO PARA SUA GUARDA, PARA O TRABALHO DE RASTREIO – LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E DADOS – SOBRE AS CIRCUNSTÂNCIAS ENVOLVIDAS NOS MOMENTOS DA OCORRÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO, E QUE TENHAM AFETADO OS RESULTADOS DAS FASES DO CICLO DE VIDA, PROVOCANDO INCIDENTES NEGATIVOS NOS PROCESSOS SEGUINTES E NOS CLIENTES.

O CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO DEVE SER FEITO POR TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE IRÃO TRABALHAR COM AS INSTRUÇÕES E OS RESULTADOS.

A. – GRAU DE SIGILO E DESTRUIÇÃO

. CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DE SIGILO: CONFIDENCIAL, RESTRITIVO E OSTENSIVO.
. CRITÉRIO DE DESTRUIÇÃO.

B. – MANUTENÇÃO E GUARDA

. CONTROLE DO TEMPO DE RETENÇÃO, CODIFICAÇÃO – NUMERAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, REVISÃO E MODIFICAÇÃO.
. CRITÉRIO DE GUARDA E ACESSO – FÍSICA, ELETRÔNICA E DIGITAL.
. LOCALIZAÇÃO ACELERADA E SENHAS DE ACESSO.

10. PRESERVAÇÃO DA RASTREABILIDADE –

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM O CONTROLE DA RASTREABILIDADE ENTRE DADOS E INFORMAÇÕES CONSTANTES NOS DOCUMENTOS E ENTRE DOCUMENTOS, DESDE OS DA PRÉ-VENDA ATÉ OS DA PÓS-VENDA, PERMITINDO A RECUPERAÇÃO QUASE IMEDIATA, OU INSTANTÂNEA, DOS RESULTADOS OPERACIONAIS, DENTRO DO CICLO DE VIDA, ACESSANDO OU LIGANDO TODOS OS RELATÓRIOS, MANUAIS, PLANILHAS, ORDENS DE SERVIÇO OU DE FABRICAÇÃO, COM OS DETALHES – INFORMAÇÕES E DADOS - DO PROCESSAMENTO DAS ENCOMENDAS OU OS PEDIDOS DOS CLIENTES, DO DESENVOLVIMENTO TÉCNICO E CIENTÍFICO, DAS INSTRUÇÕES ESPECIFICADAS PARA OS EXECUTANTES, DA ELABORAÇÃO OU FABRICAÇÃO, DISCIPLINANDO OS ACESSOS, DE ACORDO COM O GRAU DE SIGILO, NO LOCAL APROPRIADO PARA SUA GUARDA, PARA FACILITAR O TRABALHO DE RASTREIO – LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E DADOS – SOBRE AS CIRCUNSTÂNCIAS ENVOLVIDAS NOS MOMENTOS DA OCORRÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO, E QUE TENHAM AFETADO OS RESULTADOS DAS FASES DO CICLO DE VIDA, PROVOCANDO INCIDENTES NEGATIVOS NOS PROCESSOS SEGUINTES E NOS CLIENTES.

A PRESERVAÇÃO DA RASTREABILIDADE DEVE SER FEITA POR TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE IRÃO TRABALHAR COM AS INSTRUÇÕES E OS RESULTADOS.

A. – RELACIONAMENTOS E VINCULAÇÕES

. CONTROLE E MANUTENÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE CODIFICAÇÃO – NUMERAÇÃO DE DOCUMENTOS.
. CRITÉRIO DE CODIFICAÇÃO – NUMERAÇÃO EM MODO MNEMÔNICO OU CRIPTOGRÁFICO.
. LOCALIZAÇÃO ACELERADA DE DADOS E INFORMAÇÕES DENTRO DAS FUNÇÕES E OPERAÇÕES.

11. AUDITORIAS FUNCIONAIS E DA DIRETORIA –

A EMPRESA DEVE POSSUIR UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE FAVOREÇAM A REALIZAÇÃO DE AUDITORIAS DAS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, NO CICLO DE VIDA, PARA PROCEDER AO CONTROLE DA SUA OPERACIONALIDADE DESDE A PRÉ-VENDA ATÉ A PÓS-VENDA, PERMITINDO O MONITORAMENTO ADMINISTRATIVO DA COOPERATIVA, QUASE IMEDIATO, OU INSTANTÂNEO, DOS RESULTADOS OPERACIONAIS, FEITO COM BASE TÉCNICA E CIENTÍFICA, POR MEIO DE AÇÕES PLANEJADAS, DISCIPLINANDO OS PROCEDIMENTOS E ABRINDO ESPAÇO PARA A PRESTAÇÃO DE CONTAS COLETIVA – DIRIGENTES E SÓCIOS – LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E DADOS – SOBRE AS CAUSAS E CIRCUNSTÂNCIAS ENVOLVIDAS NOS MOMENTOS DA OCORRÊNCIA DE PERDAS – BAIXAS PERDAS MATERIAIS E FINANCEIRAS E BAIXA PERDA DE TEMPO, E QUE TENHAM AFETADO OS RESULTADOS DAS FASES DO CICLO DE VIDA, PROVOCANDO INCIDENTES NEGATIVOS NOS PROCESSOS SEGUINTES E NOS CLIENTES.

AS AUDITORIAS FUNCIONAIS E DA DIRETORIA, DEVEM SER FEITAS EM TODAS AS FASES QUE INTEGRAM O CICLO DE VIDA E AS FUNÇÕES AGREGADORAS DA QUALIDADE, QUE CONCORREM PARA OS RESULTADOS DA COOPERATIVA.

A. – AUDITORIAS FUNCIONAIS

. PLANO DE AUDITORIA NAS FUNÇÕES DA QUALIDADE.
. MÉTODOS E CRITÉRIOS DA AUDITORIA – LV DA EMPRESA.
. CORREÇÃO DAS NÃO - CONFORMIDADES E TREINAMENTOS.
. REGISTRO DE DADOS E RESULTADOS.

B. – AUDITORIAS DA DIRETORIA

. PLANO DE AUDITORIA DA DIRETORIA.
. MÉTODOS E CRITÉRIOS DA AUDITORIA DA DIRETORIA – LV DA EMPRESA.
. CORREÇÃO DAS NÃO - CONFORMIDADES E TREINAMENTOS.
. AVALIAÇÃO DO SISTEMA COOPERATIVO/EMPRESARIAL – LV DO COOPERATIVISMO DO BRASIL.
. REGISTRO DE DADOS E RESULTADOS.
. ANÁLISE CRÍTICA DA DIRETORIA.
. PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS GERENTES E GESTORES.
. PRESTAÇÃO DE CONTAS AOS SÓCIOS.

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CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
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