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Postada em 14-07-2011. Acessado 892 vezes.
Título da Postagem:COMO PROCEDER A ADMINISTRAÇÃO DA QUALIDADE NO TQC JAPONÊS
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 14-07-2011 @ 12:12 pm
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COMO PROCEDER A ADMINISTRAÇÃO DA QUALIDADE NO TQC JAPONÊS

TAGS: CAMINHO, CRÍTICO, QUALIDADE, TOTAL, TQC, JAPÃO, JAPONÊS, QUALIDADE, PRODUTIVIDADE, ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, UNIVERSIDADE, CORPORATIVA, PRÊMIOS, CERTIFICADOS, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO, TREINAMENTO, CIENTÍFICA, TÉCNICAS, PROMOCIONAIS, GESTÃO, ROTINA, DIRETRIZES, OPERACIONAL, TÁTICA, ESTRATÉGICA, TURNOVER, RECURSOS, HUMANOS, MATERIAIS, FINANCEIROS, RETORNO, ATIVO, VALOR, FUNCIONÁRIOS

DURANTE MUITOS ANOS A FALTA DE QUESTIONAMENTOS, DESTES TEMAS, LEVARAM A ADOÇÃO DE SISTEMAS E AO USO DE COMPUTADORES, COM UM ACANHADO AUMENTO DE PRODUTIVIDADE VARIANDO EM 1% A 3%, ILUDINDO TEMPORARIAMENTE OS ADMINISTRADORES QUE ESTAVAM “CONFUNDINDO A FERRAMENTA COM O MÉTODO”.

MAIS UMA VEZ A CONTRIBUIÇÃO JAPONESA NO CAMPO DE AUTOMAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO FOI MAIS EFICAZ QUE A PANACÉIA QUE SE VIU NOS EUA. O TQC PERMITIU SE VALIDAR “UMA PODEROSA CAIXA DE FERRAMENTAS”, COM UM CONJUNTO DE 11 CONCEITOS, 17 TÉCNICAS E 2 SISTEMAS, PROTEGIDA DO UFANISMO DAS CONSULTORIAS DE ÚLTIMA HORA.

DISCIPLINAS DA QUALIDADE TOTAL – SEGUNDO O INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA QUALIDADE – IEAQ

MÓDULO

 

TÍTULO

 

DISCIPLINAS

 

-I - São os princípios científicos da Administração da Qualidade.

 

 

Conceitos básicos da Qualidade Total (TQC).

 

 

 

I – 1 Orientação pelo cliente;

I – 2 Qualidade em primeiro lugar;

I – 3 Ação orientada por prioridade;

I – 4 Ação orientada por fatos e dados;

I – 5 Controle dos processos;

I – 6 Controle da dispersão;

I – 7 O próximo processo é seu cliente;

I – 8 Controle a montante;

I – 9 Ação de bloqueio;

I – 10 Respeito ao empregado como ser humano;

I – 11 Comprometimento da alta administração.

 

 

- II - São os sistemas que conferem amarrações

Administrativas, Funcionais na Rotina e Interfuncionais nas Diretrizes.

 

 

Sub-Sistemas Principais da Qualidade Total (TQC).

 

 

 

II – 1 Gerenciamento da Rotina;

·         Itens de controle Gerenciais

·         Análise de processos

·         Padronização

·         Solução de problema

 

II – 2 Gerenciamento pelas Diretrizes;

·         Crenças e valores

·         Missão da empresa

·         Visão de sobrevivência

·         Desenvolvimento da visão

·         Fixação de diretrizes

·         Implementação de diretrizes

·         Acompanhamento dos resultados

·         Ações corretivas

 

 

- III - São as Técnicas da Engenharia que favorecem a Administração da Qualidade, da Produtividade e da Economia.

 

Técnicas Promocionais

Da qualidade Total (TQC).

 

 

 

III – 1 Método de Solução de problemas;

III – 2 Padronização;

III – 3 Programa 5(S);

III – 4 Controle Estatístico da Qualidade;

III – 5 Times da Qualidade (TQ) e Círculos de Controle de Qualidade (CCQ);

III – 6 Análise do Valor e Desdobramento da                            

           Qualidade;

III – 7 Relato de Anomalias;

III – 8 Segurança Total;

III – 9 Assistência Técnica aos Clientes;

III – 10 Desenvolvimento de Fornecedores;

III – 11 Concepção de Sistemas para

             Computadores;

III – 12 Auditoria da Qualidade;

III – 13 Confiabilidade;

III – 14 Projetos de Experimentos;

III – 15 Custos da Qualidade;

III – 16 Sistema de Controle da Qualidade Ambiental;

III – 17 Crescimento do Ser Humano. 

 

                IEAQ – E-mail: instituto_eaq@hotmail.com 

A AUTOMAÇÃO E A INFORMATIZAÇÃO FORAM ENRIQUECIDAS COM ESTA “CAIXA DE FERRAMENTAS” COERENTEMENTE APLICADA EM BUSCA DA EFICIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO.

NOS TEMPOS PRESENTES, E RECENTES, A ÚLTIMA GRANDE CONTRIBUIÇÃO DA TECNOLOGIA FOI A DA INTERNET E DAS REDES AJUDANDO A ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO A CONFERIR MAIOR NÍVEL DE VELOCIDADE AO CONTEÚDO DE CONTROLE DO FLUXO REAL DA PRODUÇÃO.

A BUSCA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DA PRODUÇÃO ENCONTRA-SE NUM MOMENTO DE APRIMORAMENTO DA APLICAÇÃO DA INTERNET E DAS REDES, NA TENTATIVA DE ENCONTRAR MODELOS PRODUTIVOS COM BONS RENDIMENTOS OPERACIONAIS. ESSA BUSCA TEM UM MODELO GERAL PARA SER ADOTADO. A HISTÓRIA DA QUALIDADE TOTAL É BEM RECENTE. MAS SUA PRÁTICA PELO JAPÃO FOI MUITO EFICAZ E PODEROSA.

AO ANALISARMOS A “LINHA DO TEMPO”, O FLUIR CRONOLÓGICO DE TAL FENÔMENO, VERIFICAMOS A PRESENÇA INVISÍVEL DE UMA SEQÜÊNCIA LEVEMENTE NATURAL. PERCEBEMOS A EXISTÊNCIA DE UM “CAMINHO CRÍTICO”.

“CAMINHO CRÍTICO” É UM CONCEITO DE SEQÜÊNCIA, EM QUE AS FASES DE UM FLUXO DE EVENTOS OBEDECEM A UMA ORDEM LÓGICA, EXTREMAMENTE RACIONAL. VEMOS QUE CERTA FASE POSTERIOR PARA ACONTECER É PRECISO QUE UMA ANTERIOR DE AFINIDADE ( OU CORRELAÇÃO ) TENHA OCORRIDO . EXISTE NELE UMA SEQÜÊNCIA PREFERENCIAL, OPÇÕES ALTERNATIVAS, PARALELAS E COMPLEMENTARES.

MAS QUAL TERÁ SIDO O “CAMINHO CRÍTICO” VISLUMBRADO?

A QUALIDADE TOTAL É PRÁTICA ADMINISTRATIVA QUE EMPREGA CONCEITOS, SISTEMAS E TÉCNICAS PROMOCIONAIS (CAIXA DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE TOTAL. OS ASPECTOS HARD DE QUE JÁ FALAMOS, NOS CONDICIONAM, FORÇOSAMENTE, A UTILIZÁ-LOS COM A COERÊNCIA NO “MOTOR ORGANIZACIONAL” DA COMPANHIA. “NÃO PODEMOS RETIRAR O CARBURADOR COM UM MARTELO”. ORA, COMO PODEREMOS COMPOR UM “CAMINHO CRÍTICO”, RACIONAL, QUE NOS AJUDE A USAR  AS FERRAMENTAS CERTAS, NO MOMENTO CERTO, CONFORME O “MOTOR ORGANIZACIONAL” ?

TODA SEQÜÊNCIA DE EVENTOS DEMANDA UM TEMPO PARA EFETIVAÇÃO COMPLETA. QUANDO O “CAMINHO CRÍTICO” TEM BOM GRAU DE RACIONALIDADE, OCORRE QUE SEU TEMPO TOTAL REDUZ-SE CONSIDERAVELMENTE. COMO TEMPO É DINHEIRO TAL CAMINHO DEVERÁ SER O MAIS ECONÔMICO E VIÁVEL POSSÍVEL. E ISTO DEVE SER MEDIDO, CONSERVANDO O RACIOCÍNIO EMPRESARIAL DE RETORNO DO INVESTIMENTO. COM UM “CAMINHO CRÍTICO” O APORTE DE CAPITAL, PARA SUA CONSOLIDAÇÃO, FICA MAIS FÁCIL DE SER MEDIDO E DE DEMONSTRAR RETORNO DO INVESTIMENTO. O ”CAMINHO CRÍTICO” SE TORNA O ATALHO DA QUALIDADE TOTAL.

NOTAS:

(1)      O CAMINHO CRÍTICO DA QUALIDADE REPRESENTA UM MODELO DE ROTEIRO, PARA IMPLEMENTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL (TQC) NA EMPRESA.

(2)      A ANÁLISE DO QUESTIONÁRIO PARA DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DARÁ INFORMAÇÕES ESSENCIAIS PARA SE DEFINIR O CAMINHO MAIS ADEQUADO Á QUALIDADE.

(3)      A SEQÜÊNCIA DO CAMINHO CRÍTICO DA QUALIDADE CONTÉM A EVOLUÇÃO DO “STATUS DA QUALIDADE”.

(4)      DEPENDENDO DA SITUAÇÃO ENCONTRADA ALGUMAS MODIFICAÇÕES ESPECÍFICAS PODERÃO SER FEITAS.

(5)      HAVENDO BAIXO GRAU NO NÍVEL DE ESCOLARIDADE NA EMPRESA, PROMOVER NIVELAMENTO.

EM FACE DA ORDENAÇÃO RACIONAL CRIADA PELO “CAMINHO  CRÍTICO”, UM VOLUME ADEQUADO DE CARGA HORÁRIA PODE SER ESTABELECIDO, DE MODO A PERMITIR  BOA TRANSFERÊNCIA E ASSIMILAÇÃO DO CONHECIMENTO AGORA INTEGRADO POR ELE, COM TODAS AS MEDIDAS NECESSÁRIAS DE TEMPO (CARGA HORÁRIA) E O CUSTO, DESTA CARGA HORÁRIA, POR TREINAMENTO DA EMPRESA E DISTRIBUÍDO POR TODAS AS CAMADAS DA HIERARQUIA EMPRESARIAL (NO PRESENTE CASO SÃO 4 CAMADAS DA HIERARQUIA) .

O INSTITUTO INTERNACIONAL DE ESTUDOS DA QUALIDADE (EUA), APÓS PESQUISAS COM MILHARES DE EMPRESAS AMERICANAS, CONCLUIU QUE EXISTEM 2 INDICADORES ECONÔMICOS QUE POSSUEM FORTE CORRELAÇÃO COM O GRAU DE MATURIDADE DA CULTURA DA QUALIDADE, VIGENTE EM UMA EMPRESA. JUSTAMENTE ESTES INDICADORES É QUE MAIS INTERESSAM PARA A VISÃO ECONÔMICA E RACIONAL DO EMPRESÁRIO.

COMO O “CAMINHO CRÍTICO” PROMOVE A INTEGRAÇÃO DO CONHECIMENTO, CONTÉM NELE A CARGA HORÁRIA TOTAL, DIFERENCIADA EM FUNÇÃO DAS CAMADAS DA HIERARQUIA, E TAMBÉM, CONTÉM O VOLUME TOTAL DE CAPITAL A SER INVESTIDO NO PROCESSO GLOBAL DE TREINAMENTO DA EMPRESA.

À MEDIDA QUE O INVESTIMENTO EM TREINAMENTO É EFETIVADO OS 2 INDICADORES SINALIZAM SEU RETORNO, NA MELHORIA DO “RETORNO SOBRE O ATIVO” E DO “VALOR ADICIONADO POR FUNCIONADO”.

AO LONGO DO TEMPO O DONO DA EMPRESA PODERÁ VERIFICAR QUE O QUALITY RATE (ITENS DE CONTROLE QUE BATIZAM A EVOLUÇÃO QUALITATIVA – INDICADORES DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE), À MEDIDA QUE APRESENTAR SUAS MELHORIAS CONTÍNUAS (LENTAS E PROGRESSIVAS), VINCULADAS AO “CAMINHO CRÍTICO”, VERÁ QUE O RESULTADO ECONÔMICO, DO TREINAMENTO PROMOVIDO, POSSUIRÁ UMA CORRELAÇÃO PERCEPTÍVEL COM OS 2 INDICADORES CONCEITUADOS PARA O CONTROLE ECONÔMICO.

O “CAMINHO CRÍTICO” REPRESENTA UMA ESCADA DA QUALIDADE LEVANDO À EXCELÊNCIA EMPRESARIAL, SEM QUE A EMPRESA SE DISPERSE COM ISO – 9001-2000, PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE E OUTROS RÓTULOS MAIS LIGADOS A MARKETING, DO QUE AO FATO DA CONCRETIZAÇÃO DE UMA QUALIDADE SÓLIDA E CONSISTENTE, NOS PRODUTOS E SERVIÇOS DA EMPRESA.

TABELA: “STATUS” DA QUALIDADE VERSUS DESEMPENHO (NO ANO)

                                   

Status da Qualidade na Empresa

Retorno sobre o Ativo (1) (3) Valor Adicionado por Funcionário (2) (3)

 

Controle

  Menor que 2%   Menor que US$

50.000,00

 

Garantia

 

2 a 6,9%

De US$ 50.000,00 a

US$ 75.000,00

  Confiabilidade   Maior ou igual

ou 7%

  Maior que US$

75.000,00

NOTAS:

(1)            RSA - RETORNO SOBRE O ATIVO:

                   RSA è CONCEITO = RECEITA... LÍQUIDA

                                            ATIVO... TOTAL

(2)            VAF - VALOR ADICIONADO POR FUNCIONÁRIO:

                   VAF è CONCEITO = RESULTADO DAS VENDAS – (CUSTOS; MATERIAIS, DOS SUPRIMENTOS E DO TRABALHO FEITO POR SUBCONTRATADOS).

(3)            A BUSINESS WEEK GUIDE: THE QUALITY IMPERATIVE, CYNTIA GREEN, OS CAMINHOS DA QUALIDADE – TRADUÇÃO DE SARA S. GEDANKE, 1995, MAKRON BOOKS E EDITORA SENAC, SP – 203 PÁGINAS.

(4)            SELECIONAR AS TÉCNICAS PROMOCIONAIS DA QUALIDADE MAIS ADEQUADA À EMPRESA.

AS CARACTERÍSTICAS DO “CAMINHO CRÍTICO” DA QUALIDADE TOTAL

O “CAMINHO CRÍTICO” APRESENTA A DIVISÃO DO CONTEXTO TOTAL DA QUALIDADE, NOS LIVRANDO DE VÁRIOS FETICHES CRIADOS PELO MARKETING DAS CONSULTORIAS E DOS GRANDES GURUS QUE ALEGAM DOMINAR PLENAMENTE A QUALIDADE TOTAL.

·         CROSBY, NOS EUA, ALEGA QUE SEU MÉTODO É O MAIS EFICAZ. EM TERMOS, ISTO ATÉ PODE ACONTECER, MAS SEU MÉTODO SE APÓIA APENAS NO “MOVIMENTO ZERO DEFEITO E NOS CUSTOS DA NÃO QUALIDADE”.

·         TOM PETERS, NOS EUA, EXAGERA E EXACERBA NA FIXAÇÃO CULTURAL DE ALGUNS POUCOS CONCEITOS, NÃO TOCANDO A SUPERFÍCIE DO “LAGO DA QUALIDADE”.

·         MICHAEL HAMMER, NOS EUA, PAI DA REENGENHARIA, QUE CONSIDERAMOS O DOUTOR MORTE DE EMPRESAS, SE PRENDE APENAS NA REVISÃO DOS PROCESSOS EMPRESARIAIS COM ANTIGAS TÉCNICAS DA ENGENHARIA INDUSTRIAL, PARA EMPRESAS “COMPRAREM” TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - IBM.

ISTO PARA CITAR ALGUMAS FIGURAS PRESTIGIADAS NO MUNDO DOS BUSCADORES DA QUALIDADE TOTAL.

O "CAMINHO CRÍTICO" TEM INFORMAÇÕES RELEVANTES:

· COMEÇA COM A "BUSCA DA SEGURANÇA TOTAL" SUPERANDO A HIPOCRISIA DO MOVIMENTO DA QUALIDADE TOTAL NO BRASIL, QUE OPTOU PELA QUALIDADE ANTES DE TER OPTADO PELA SEGURANÇA EM PRIMEIRA AÇÃO DE EDUCAÇÃO & TREINAMENTO.

· FAZ A ORDENAÇÃO DO PROCESSO GLOBAL DE TREINAMENTO DA EMPRESA NOS 11 CONCEITOS BÁSICOS, NOS 2 SISTEMAS GERENCIAIS E NAS 17 TÉCNICAS PROMOCIONAIS DA QUALIDADE TOTAL, CONTIDOS NELE MESMO.

· APRESENTA A VISÃO INTEGRAL DO VERDADEIRO CONTEXTO DA QUALIDADE TOTAL - A QUALIDADE HOLÌSTICA. · PERMITE, POR MEIO DE DIAGNÓSTICO PADRÃO, LEVANTAR O "STATUS" DA CULTURA DA QUALIDADE DE UMA EMPRESA, QUE IRÁ INDICAR OS PONTOS FORTES, DO "MOTOR ORGANIZACIONAL" DA MESMA, PARA FORMULAÇÃO DO PLANO E DEFINIÇÃO DO "CAMINHO CRÍTICO ESPECÍFICO”.

· DIMENSIONA A CARGA HORÁRIA DE TREINAMENTO CONFORME O PORTE ECONÔMICO DA EMPRESA E SEU PORTE TECNOLÓGICO E COMERCIAL.

· PERMITE QUE SE CRIE O CONCEITO DA UNIVERSIDADE DA QUALIDADE, DENTRO DAS EMPRESAS, DE MODO A FIRMAR RECICLAGEM E TREINAMENTO FREQÜENTES DAS DISCIPLINAS, MANTENDO EM EVOLUÇÃO O "STATUS" CULTURAL DA QUALIDADE, POIS NO BRASIL - O TURNOVER - A ROTATIVIDADE ANUAL DE PESSOAL OCORRE NA FAIXA DE 8 A 15%.

· DEMONSTRA QUE O EXERCÍCIO DA QUALIDADE TOTAL, COMO MÉTODO DE DEMONSTRAÇÃO EMPRESARIAL, ACEITANDO-A COMO FILOSOFIA DE SOBREVIVÊNCIA, IMPLICA EM TRANSFORMAR OS 11 CONCEITOS EM POLÍTICA DA QUALIDADE, QUE SERÁ CUMPRIDA NO REGIME DOS (2) SISTEMAS GERENCIAIS - ROTINA E DIRETRIZES - USANDO AS 17 TÉCNICAS PROMOCIONAIS DE MANEIRA A SE ATINGIR OS OBJETIVOS DO QUALITY RATE.

ENGº LEWTON BURITY VERRI

CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ

COPYRIGHT © 2003 - ENGº LEWTON BURITY VERRI




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