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Postada em 05-09-2011. Acessado 810 vezes.
Título da Postagem:Caxias, Dumont, Tamandaré e Amorim, E Paranhos Júnior
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 05-09-2011 @ 05:34 pm
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Caxias, Dumont, Tamandaré e Amorim ... E Paranhos Júnior

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E aconteceu na Colônia Astral “Panteão dos Patronos” ...
 
A ordenança havia fechado a porta, deixando os 3 em silêncio ... E estavam do outro lado da mesa de Paranhos Júnior. Não estava sendo fácil assimilar a nova nomeação para o Ministério da Defesa brasileiro.
 
E Caxias, rompendo sua absorta reflexão, disse: - Este tipo de indicação começou desde Clemenceau (Georges Clemenceau – que foi 1º ministro francês, na Primeira Grande Guerra Mundial). Quando se justificou, dizendo que a guerra era um evento por demais importante para ficar nas mãos dos Generais (Versão histórica: “A guerra! É uma coisa demasiada grave para ser confiada aos militares").
 
É meio cínica a afirmação, pois como jornalista e médico ele não poderia dizer como a guerra deveria ser vencida ... Como realmente nunca o disse, apenas parafraseados soltos e desconexos à realidade dos idealizadores da estratégia dos vencedores. E engatando seu “vagãozinho” de político predador, na locomotiva dos vencedores, terminou tendo prestígio de comandante dos generais.
 
Paranhos Júnior meio decepcionado fitava o brilho do sol, pelo vitral cristalino e multicolor, que irradiava luz pelo salão. Ele havia sido o supra-sumo do pensamento diplomático brasileiro, e que nos últimos 8 anos, recentes da republica, ficou nas mãos de debilóides. E agora, o magno pensamento, estava contaminado por perturbações antipatrióticas, ideologicamente precárias e de lesa-pátria.
 
Logo, Tamandaré e Dumont asseveraram que jamais se manifestou, por aqui, uma defesa aos ilustres homens da nossa história diplomática. E, como Paranhos Júnior, o Brasil se formou na diplomacia por elementos especiais que, também, estão sofrendo a degradação desse magistral novo pensamento histórico, do trevoso regime da ignorância do Petismo / Lulismo.

Dumont ainda tentando consolar o ilustre personagem de nossa história, destacou a elevada doutrina deixada pelo Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior), com seus altos valores éticos, culturais, sociais e humanistas, e que agora se "rastejava" abaixo do abdômen de cobras.
 
Paranhos Júnior por décadas viveu na diplomacia das falas macias e muitas vezes argumentada por defesa jurídica e racional. Ele se agoniava quanto aos grupos insatisfeitos de diplomatas atuais, que discordavam da política de periferia e de rebaixamento do Brasil nas relações exteriores adotadas pelo Petismo / Lulismo.

Caxias com seu rigorismo disciplinar cogitou, entre eles, que toda aquela movimentação e fluidez errática, do Petismo / Lulismo diplomático, nos exibiu como monstros, como adeptos da falsidade do ecumenismo, nos desbancou de posições mais consistentes de barganhas e acordos, de tratados e posições negociais. E nos colocou realmente abaixo do abdômen de cobras ... Entre o "rastejo" delas e o chão imundo.

Tamandaré assentiu, e lembrou que o limite do humanismo universal era cultuado no hoje chamado de Palácio do Itamaraty. E ele admirava profundamente aqueles sábios que iam do pleno domínio da linguística à história de vilas, regiões, nações e mundo, em reflexões e ardor patriótico, que iam do humanismo eclético, e sem contaminações ideológicas, às conquistas jurídicas, que amenizaram possibilidades de embates e guerras e que moldaram os limites e fronteiras do Brasil. Marcaram a história geopolítica com altos padrões de saber, sabedoria e firmeza patriótica.

Parecia que Tamandaré tinha atingido a fibra mais resistente daqueles patronos. - Ser diplomata, também, foi o meu sonho, disse Caxias. Não do glamour em si de vir a ser tal autoridade, mas a possibilidade de vivenciar outras culturas e línguas. Hábitos e culinárias, economia e produção ... Mas, seria difícil tornar-se um diplomata carreirista, quando percebi que eu poderia ser um melhor instrumento da diplomacia do que ser diplomata. Fui para o exército.
 
- E minha pátria precisou dos meus serviços como militar, e vi que eu seria mais útil dando suporte aos diplomatas ... Finalizou Caxias.
 
Nomearam o diplomata Celso Amorim, para o Ministério de Defesa ... Soando como algo grotesco, quase como brincadeira de estúpidos, e é difícil, quando outros praticantes ilegais da profissão, indicados por políticos, como o Sarney, FHC e Lula, "entram por cima" e assumem embaixadas, ministérios e instituições estratégicas, como ocorre no Brasil.
 
Além disto, Amorim ao mesmo tempo em que se torna ministro da Defesa, é um diplomata medíocre e um administrador perdulário. Ele colocou embaixadas aonde nem o vento vai e nem o Diabo sabe onde fica ... Estão cheias de petistas em exercício ilegal da profissão, em “casas castelares” de requintes imperiais, com servos e servas, usufrutos e usuras, gastanças e gasturas.

Paranhos Júnior muito veladamente comentou, como se tivessem “escutas nos lambris” do grande salão: - Já ouvimos em cerimônias cívicas que alguns diplomatas consideram irrisórias e risíveis as junções demagógicas, e institucionais, que o Petismo / Lulismo, o vem fazendo com os mecanismos das relações exteriores, ao aderir às convenções banidas pela diplomacia mundial, e que de nada poderá frutificar de bom, a menos a má vontade e as asseverações dos banidores, contra ditadores, governos tirânicos, corruptos e desumanos. E aos simpatizantes - o Petismo / Lulismo tem simpatia com os "desvios de condutas".

O que Amorim demonstrou como chanceler brasileiro, segundo certos diplomatas, naquele fluxo de movimentação do Petismo / Lulismo, foi uma baixa estatura intelectual para um diplomata, como subnitrato das fezes de Paranhos Júnior.
 
Amorim levou o Brasil a atuar sobre a periferia e pela subcivilização, deixada para si mesma pelos banidores, ou por colegiados diplomáticos que definem o pensamento estratégico, de alavancar e desenvolver laços de colaboração e cooperação entre as nações e seus padrões civilizatórios.
 
Amorim nos levou para longe, para chefes de estados que não são relevantes de modo humano, econômico e geopolítico. Ou seja, o Petismo / Lulismo e Amorim foram “perambuladores erráticos”, passeando de avião e gastando dinheiro e tempo nacional, com "causas perdidas". Visitaram até o tirano assassino Gadafi, na Líbia ...
 
Muitos líbios radicados no Brasil tiveram ojeriza de Lula e de Amorim, dando “prestígio” a um criminoso, como qualquer nazista de campos de concentração (2ª GG Mundial). Alguns até irão “negar” o Petismo / Lulismo, quando a Líbia ficar livre de Gadafi e tiver que ser reconstruída.
 
Dumont acrescentou que é como se os “perambuladores erráticos” comprassem chicletes mastigados, bebessem água contaminada ou comessem vômitos alheios. Esse é o espetáculo dos “perambuladores erráticos” na diplomacia brasileira da era do Petismo / Lulismo.

Caxias e Tamandaré sob a extrema suspeição da incapacidade de Amorim comentaram que o pior é que tanto Amorim, Dilma, Lula e seus asseclas, não possuem o mínimo senso do ridículo, ou de vergonha, e fizeram muitas nações reagirem negativamente contra o Brasil, pela sua representatividade na história da diplomacia mundial.
 
Amorim na diplomacia do Petismo / Lulismo fez ofender bizarramente às convenções e as doutrinas cristalizadas desde 1912, quando o Barão do Rio Branco veio a falecer naquela sua encarnação.

Até 2010 quando Lula e Amorim iam a uma nação, ou conferência, os diplomatas já esperavam as mais grotescas exibições do antidiplomatismo.
 
- Ninguém serve a dois senhores, ao mesmo tempo, e aqueles dois debilóides, imaginavam que poderiam servir a vários senhores, ao mesmo tempo? Tanto em honra e quanto altivez, em cortesia e gentileza, sem depararem com as muralhas das religiões, dos conflitos históricos, dos interesses econômicos e geopolíticos? Como se desconhecessem a história e a geopolítica ...

Até Obama se aproveitou da falta de cautela e do excesso de vaidade deles e os "jogou no poço comum dos imbecis", com a temeridade de ambos, ao propor que o Brasil intermediasse causas e soluções com o Irã, por exemplo, na recente crise nuclear.
 
Amorim levou Lula aonde ninguém de sã consciência iria, lugares abandonados não por esquecimento ou falta de humanidade, da ONU ou de seus diplomatas, mas por que eram civilizações que demonstravam a corrupção, a maldade seletiva e a letalidade devastadora. Soou como uma afinidade pelo mal e pelo ilícito, como sói acontecer com a corrupção do Petismo / Lulismo.
 
Agora os 4 patronos ficaram juntos fitando o brilho do sol, pelo vitral cristalino e multicolor, que irradiava luz pelo salão ...  
 
Caxias, Tamandaré e Dumont se acometiam por certo asco, tendo tudo começado em Clemenceau, numa sorte sobre o destino, por ter atuado numa crise, tomando para a política às causas da guerra, subordinando os generais e seus comandados aos políticos algumas vezes sem moral e nem caráter.
 
A sorte de Clemenceau foi da guerra (1ª GGM) ter sido vencida pelos aliados, o que deu firma e tradição a esta aberração, de civis comandando a Defesa da pátria.
 
Mas, Clemenceau não contribuiu com nenhuma estratégia vencedora, já que os originais propostos, para a vitória não vieram da França, mas da Inglaterra e dos EUA. Logo, se ajusta, que a maior jogada política de Clemenceau, se desbaratou com o histórico dos políticos, chefiando generais, na França, sob a ocupação dos nazistas na 2ª GGM – por Hitler.
 
Naquela ocasião só se salvou o bravo general De Gaulle, que assumiu para si as iniciativas de rechaçar os alemães da França ocupada. E seus discursos inflamados. Enquanto políticos, como tinha sido Clemenceau, se acovardavam diante das flâmulas nazistas – se borravam quando viam a suástica, a cruz enviesada, símbolo dos nazistas.
 
E Paranhos Junior enxergava todo tipo de covardia nos políticos, e como poderia a diplomacia acalentar a paz, sob barganhas heróicas, quando só covardes chefiam agora as Forças Armadas? Ele julgava que um Conselho de Guerra, ou de Crise, no qual uma cadeira para cada oficial comandante seria suficiente para colocar a voz da disciplina, da obediência, da honra, da bravura e do poder das armas, sobre a mesa, garantindo a sustentação da diplomacia, sem esta se mostrar covarde, como os políticos franceses se mostraram na ocupação da França pelos nazistas na 2ª GGM. E sobre isto Caxias tinha muito a acrescentar.
 
Agora um diplomata trapalhão, sem acervo intelectual e sem grandes contribuições às causas da diplomacia brasileira, iria recrudescer a covardia civil da política do Brasil, de tanto já vista pela população.
 
Amorim foi à África, às regiões de conflitos permanentes e aos países degenerados ... E os diplomatas alegam que o Petismo / Lulismo fez tudo aquilo só para adquirir visibilidade mundial, mostrar que Lula era o bonachão e adorado em seu país.
 
Amorim desmontou a aspiração brasileira a um assento no Conselho de Segurança da ONU. E como isto poderia acontecer? Se o Brasil não tinha um Conselho de Guerra, ou de Crises, ou de Segurança? A diplomacia americana descartou o Brasil, deste intento, enquanto fosse chefiado por debilóides capazes de exibições mundiais de estupidez ... No Conselho de Segurança da ONU não há espaço para molecagens, disse um congressista americano, afeito ao patriotismo.     
 
Caxias disse que pela exibição histórica de Amorim, este aceitou levar Lula em busca de outros idólatras desatentos, ou incultos, que apreciavam formas e sem noção de conteúdos, para criar propósitos de escolhas do Petismo / Lulismo, para sua expansão em meios incubáveis e de germinação.

Amorim foi a “garota propaganda” do Lulismo para "vender" seu modelo, seus consultores e métodos de domínio. Estão, neste pacote bizarro, Genoíno, Dirceu e toda classe de “esquerdóides” para replicar o Socialismo Tropicalista degenerado do Petismo / Lulismo, ao redor do mundo, mostrando como é o seu líder e sua ideologia.
 
E no campo da economia, e de acordos de comércio internacional, Amorim mostrou ser um fracassado nas sucessivas rodadas de Doha, sobre o equilíbrio dos agronegócios e sua competitividade sem os subsídios, que prejudicassem os países agrícolas. Levou pepino e abacaxi em 6 rodadas ...  

Daí, o Barão do Rio Branco, pai do Palácio do Itamaraty, no fuxico a boca pequena, comum nos tradicionais meios de espionagens e secretismo, com Caxias, Tamandaré e Dumont, desacreditou Amorim, sendo ele o maior desqualificado que enferrujou e intoxicou o pensamento diplomático do Brasil, nunca visto antes na história desse país.
 
E pode um diplomata medíocre chefiar as Forças Armadas?
 
E novamente os 4 patronos ficaram juntos fitando o brilho do sol, pelo vitral cristalino e multicolor, que irradiava luz pelo salão ... Quando a ordenança adentrou o salão dizendo: - Senhores, nós recebemos pedidos do Sr. Celso Amorim, pelo Irradiador Oracional, pedindo ajuda, para pelo menos não ser morto por um militar revoltado ...
 
Os 4 Patronos disseram: - Então, é melhor tirar a sintonia dele do Irradiador Oracional. Que ande com suas próprias pernas ... Predadores não têm sintonia com Patronos!
 
Amorim, Lula e o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim, estavam numa conspiração com Nicolas Sarkozi (atual presidente da França) para comprarem os caças Rafale da Dassault (Fabricante francesa de jatos), vendendo boa parte de gerações de brasileiros numa dívida de “gato por lebre”, decidindo politicamente, atropelando as análises de viabilidade técnica, operacional, econômica e de suporte tecnológico.  E isto indignou sobremaneira o patrono Dumont ...
 
De Amorim só DEUS cuida, os 4 Patronos desligaram o Irradiador Oracional dele, o qual aliás, ultimamente, só estava com choradeiras e chiadeiras. 
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
Copyright © 2011 - Engº Lewton Burity Verri
Medium do Cristo …  
 
Notas:
·         Almirante Tamandaré – patrono da Marinha do Brasil;
·         Duque de Caxias – patrono do Exército do Brasil;
·         Santos-Dumont – patrono da Força Aérea Brasileira;
·         José Maria da Silva Paranhos Junior – patrono da Diplomacia do Brasil, foi o Barão do Rio Branco;
·         Celso Amorim – patrono da atual escumalha diplomática brasileira ... E “novo” Ministro da Defesa do país – Petista, comunista, antiamericanista e antipatriota. E quem disse isto? Foram os 4 patronos. 



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