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Postada em 22-09-2011. Acessado 837 vezes.
Título da Postagem:A supremacia do cristianismo vista pela engenharia
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 22-09-2011 @ 06:50 pm
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A supremacia do cristianismo vista pela engenharia

Tags: Projeto, cristão, cristianismo, evangelho, Jesus, cristo, religião, islamismo, Espiritismo, milagres, engenharia, visão, tecnológica, sociedades, prósperas, profetas, Abrahão, Isaias, história, supremacia, desenvolvimento, humano, novo, testamento, anjo, Gabriel, mandamentos, Deus, satanás, fixação, cultural, teologia, Maomé, alah, juízo, final, apocalipse, felicidade, longa, vida, caifás, judaísmo
 
Ao estudarmos o Velho e o Novo Testamento vamos percebendo que há um processo sistematizado de aculturação de princípios morais de elevada significação, desde os primórdios do enredo que nos levou ao momento de Jesus Cristo, em sua vida pública e à consumação de sua peregrinação na Terra.  
 
Fica evidente a existência de um sólido conhecimento sobre o homem social e “embrionário”, que o mentor daquele enredo possuía pelo ente humano da ocasião.
 
Percebemos a presença de conhecimento sobre a psicologia, o metabolismo, o fisiologismo e as manifestações interativas sociais e culturais no regime diuturno das sociedades vigentes.
 
Havia uma lógica que foi construída para fazer acontecer o Cristianismo no planeta. Era óbvio o estado de primitivismo dos povos e das práticas pagãs que estruturavam o arcabouço do Sistema de Crenças, em contínuo processo de aculturação lenta, mas em frações mínimas que se consolidavam nas cidades, vilas e aldeias.
 
O planeta era socialmente primitivo, e sob evolução errática, que necessitava de uma orientação moral para lhe dar margem de sobrevivência evolucionária. As depravações, as mazelas sociais e um conjunto de disfunções relacionadas às atividades humanas, de então, precisavam sofrer um direcionamento que viabilizasse, ao longo de milênios, a criação de um ambiente progressivo, que levasse o homem à sua realização material e espiritual. Mas faltava a consolidação de um projeto que pudesse ser assimilado sob a lógica celeste e de acordo com a “maturidade” humana.   
 
As escrituras e os profetas foram modelando a trajetória que condicionou a fixação cultural das “mensagens” daquelas escrituras e firmando credo sob a Lei e os Profetas.
 
A Linha do Tempo construída foi de larga extensão temporal. De acordo com as gerações de Jesus Cristo, somente a partir de Abraão são cerca de 1850 anos. Antes do Profeta Abraão são relacionadas, em Lucas 3:23 a 38, dezenas de gerações que remontam o principio de tudo; de Adão, a Set e a Henós. Antes de Abraão a datação histórica fica sem credibilidade por ser inviável sua certificação.
 
Além da instituição de uma cronologia racional, aproveitando os momentos humanos da história, para se fazer a concretização das fases de implantação do Cristianismo, os eventos históricos tinham uma atuação de personagens pró-cristo, como no “lugar certo, na hora certa, sob capacitação certa e adequada”, fazendo um trabalho “previamente” planejado e com eficiência. Isso tudo é um conjunto de características de um PROJETO, como entendemos em Engenharia, por exemplo.
 
Segundo consta em “Lucas 3:4 – como está escrito no livro do profeta Isaías (40,3 ss): Uma voz clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. 5 – Todo vale será enterrado, e todo monte e outeiro serão arrasados; tornar-se-á direito o que estiver torto, e os caminhos escabrosos serão aplainados. 6 – Todo homem verá a salvação de Deus”. O projeto é real e está presente na forma instrucional de um manual para a posteridade nos testamentos. Há uma Meta: Todo homem verá a salvação de Deus e o Método: Aplainar os caminhos escabrosos para a Missão de Jesus Cristo, culminado em seu encontro com João Batista, às margens do Rio Jordão. Daquele instante, em diante, Jesus Cristo assumiria sua “fase” no projeto. Mesmo passados 2 (dois) milênios, depois de Cristo, ainda se está aplainando os caminhos do Senhor.
 
As crenças e o princípio moral do Cristianismo foram “reforçados” por fenômenos sobrenaturais, segundo nossa “engenharia”, que se perpetuaram como os Milagres do Cristo, nas mais variadas formas de manifestação. E para o efeito do Juízo Final uma legalidade jurídica, também, está estruturada como a ética celeste em efetivar o projeto sob a luz de leis de aplicação ampla e irrestrita, sem acepção de pessoas.
 
Em “João 10:38 – Mas se as faço, e não credes em mim, credes nas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu nele”, temos a afirmação de Jesus sobre os milagres e suas obras de que são provenientes de uma divindade Superior, à qual estava invariavelmente “conectado”.
 
A legalidade da missão de Jesus Cristo, em face do julgamento no final dos tempos, está construída no modo e na intensidade tal que nenhum homem poderá dizer que o “desconhece”, ou “não entendeu seu credo”, ou “não teve oportunidade de conhecê-lo”, ou mesmo que o “negou” por pressão de outros credos ou seitas paralelas. O projeto está elaborado em convergência com a evolução da alma humana nesses últimos 2 (dois) milênios, aos processos tecnológicos atuais e as necessidades socioeconômicas das modernas sociedades - Todo homem verá a salvação de Deus.  
 
As Citações Evangélicas em “Mateus 10:32 – Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. 10:33 – Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus”, nos dizem claramente o princípio da legalidade, do Cristo legalista, que juridicamente mesmo em qualquer tribunal humano, com sua imperfeição, os veredictos e as sentenças serão previsíveis, homogêneos e em conformidade com os ditames das escrituras – A Lei e os Profetas, sem acepção de pessoas. Portanto, todo aquele que o negar será por ele negado, numa demonstração de que o Cristianismo tem como suporte um conjunto de eventos e fases, que pelo seu efeito transformador de alta potência psicológica e moralista, não há como ser negado. Mas, mesmo assim, Jesus Cristo ainda é negado e ignorado.
 
No princípio da missão de Jesus Cristo, no evento da “tentação no deserto” – (Mateus 4:1 a 11) Satanás tenta demover Jesus de sua fase no projeto de transformação do mundo. Esse incidente evangélico patenteia a presença de Satanás no Reino da Terra, como o Príncipe do Mundo. Daí a caracterização de que antes de Jesus a terra era um planeta primitivo, com toda espécie de depravação – havia um “dono” e ele deveria ser “expulso”, para o bem dos homens. Mas qual o rei que cede seu reino sem lutas e guerras?
 
Os 10 Mandamentos de Satanás:
 
  1. Destruirás a Lei;
  2. Matarás;
  3. Cometerás adultério;
  4. Furtarás;
  5. Dirás falso testemunho;
  6. Desonrarás pai e mãe;
  7. Odiarás o próximo;
  8. Idolatrarás a ti mesmo e terás ídolos fúteis;
  9. Desprezarás a Deus e
  10. Amarás todas as coisas, acima de tudo.
 
A Terra estava “incendiada” com o ódio, as injustiças, a arbitrariedade e toda espécie de atrocidades, isso mesmo após os Profetas e, principalmente, as Leis transmitidas a Moisés, no monte Sinai – os Dez Mandamentos, dos quais Jesus reforça em Mateus 19:18, na parábola do jovem rico: Não matarás, Não cometerás adultério, Não furtarás, Não dirás falso testemunho, Honrarás pai e mãe, Amarás teu próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas. Essa “porta” de Jesus é estreita.
 
Os Dragões ou os Exterminadores são os “amantes” do Príncipe - qualquer um poderá ser por ser essa “porta muito larga” - o Déspota, o Tirano, o Fútil, o Vaidoso, o Corrupto, o Iníquo, o Vazio, o Dissimulado, o Egoísta, o Ganancioso, o Inútil e o Desumano governam esse Vale de Sombras, onde há choro e ranger de dentes. Todo governo, às sombras trevosas do Príncipe, expele suas nuanças principescas e requintadas de perversidade demoníaca – fome, morte, miséria, doença, desabrigo, ignorância, devassidão e guerra.
 
A visão de Jesus Cristo, sobre as posses de Satanás, fez com que ele afirmasse, segundo “Lucas 12:49 – Eu vim lançar fogo a terra, e que tenho eu a desejar se ele já está aceso? 51 - Julgais que vim trazer paz a terra? Não, digo-vos, mas a dissensão”.
 
Todo tipo de estratégia, ou “emboscada” ou cilada, seria usada por Satanás para evitar a implantação e a expansão do Cristianismo. Assim, desde o século I, o Cristianismo vem sofrendo embates contra a sua consolidação no mundo – muito já se fez de crueldade em “nome” de Cristo, guerras e carnificinas, no objetivo de provocar um esmorecimento e uma descrença quanto a sua origem divina.
 
A sistematização do Cristianismo, para torná-lo “operacional”, teve conspirações na elaboração de suas escrituras e na sua documentação histórica pelas autoridades, dos Césares romanos aos copistas dos evangelhos e das epístolas. A própria Igreja sofreu com o mau caráter do seu clero, “inspirado” pelas sutilezas diabólicas de Satanás, que encontrou abrigo nos fracos pendores humanos, ainda primitivos. 
 
O modelo Caifás de administrar o templo permaneceu válido por muito tempo, servindo de orientação equivocada para os rituais, as aptidões sacerdotais, aos símbolos e a assistência aos seguidores, por sua tradição secular. Como romper com isso tudo?
 
A estruturação da Igreja hierarquizada, e fausta, conferindo-lhe imponência e poder temporal, criou uma organização que se “alinhou” ao poder político mundano por séculos e que, com sua “funcionalidade empresarial”, conseguiu se impor às ondas de extermínio contra o Cristianismo e ao surgimento de “falsos mestres e falsos profetas”, muito embora tenha se envolvido em extermínio particular e em inquisições perseguidoras.
 
Há quem ache que Jesus Cristo não existiu. Que são falsas as escrituras sobre ele. Que ele não foi o último profeta. Que sua mensagem é plágio de antigos livros e que se traduz em uma seita de baixo teor.
 
Em verdade existem muitos anticristos que blasfemam contra o Rabi da Galiléia. Essa é a velha questão da negação e da estratégia de sufocação do Cristianismo promovidas pelo Príncipe do Mundo.         
 
Em “Colossenses 2:8 – Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens e segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”, uma das epístolas de São Paulo, a advertência do apóstolo soa como um alerta contra o surgimento de religiões e seitas que iriam “capturar” seguidores em detrimento do Cristianismo. O nobre pregador avisa à posteridade que os rudimentos do mundo são temporais e imperfeitos, sujeitos a revisão de conteúdos e significados, já que partem das tradições dos homens e por tal não derivam das coisas celestes. E que Jesus disse em “Mateus 24:24 – Porque levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos”, numa “previsão” sobre o forte agravamento da “perda de ovelhas”, nos anos 610 DC, com o surgimento do Islamismo, ocasião em que muitos escolhidos foram “perdidos”.
 
As Cruzadas, inicialmente reivindicadas pelo papa Urbano II, em 1095, foram um movimento belicoso, em nome do Cristo, numa empreitada estratégica da Igreja em gerar uma grande contra-ofensiva cristã, sobre o Islamismo, para aliviar a pressão nefasta que os seguidores do Profeta Maomé submeteram a cristandade oriental e ocidental.
 
As características marcantes dos seguidores do Profeta Maomé: 1. Astúcia Distorcida, 2. Fundamentalismo Dogmático, 3. Ódio Espontâneo e 4. Ignorância Perversa. Em uma sociedade em recesso perpétuo, disfuncional e caótica – ausência plena do amor jesusiano.
 
Até hoje o Islã tem a proposta de submeter os judeus e os cristãos, mesmo que pela guerra e pelo assassínio.
 
Aparentemente o Islamismo é uma das fases do Projeto Cristão, para validar as palavras de Jesus, em “João 14:6 – Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai, senão por mim” e em “Lucas 11:23 – Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.
 
O Cristianismo e a Igreja sofreram pressão das “forças ocultas” da evolução numa obrigação permanente de lutas e “adaptação”, e mudanças, para absorver a mutação das tradições dos homens e assimilar a expansão territorial do planeta com os descobrimentos, empreendendo novas catequeses a novas terras, povos e culturas. O Cristianismo se “globalizou”, levando a “globalização da irmandade” em Jesus Cristo aos quatro cantos do mundo, com os Jesuítas e outros missionários institucionais da Igreja.
 
As ciências exatas, e inexatas, estão aí para confirmar a obsolescência das teorias e das filosofias vãs, que surgiram e desapareceram. A própria ciência, vítima de si mesma pelos fracos pendores humanos dos seus cientistas e pensadores, ainda em busca de um modelo e perfil mais éticos, se entrechocou com a religião, na arrogância de um universo sem Deus sob leis e fenômenos sem “maestro”.
 
Tudo muda e evolui levando o ente humano a novas interpretações, e “encaixes”, para validar um novo conceito, técnica ou sistema, com a também evolução do seu instrumental de pesquisas e investigação. E apesar disso tudo o Cristianismo “frutifica” como a árvore que dá bons frutos. Nesse entendimento “tudo passará” como dito por Jesus em “Lucas 21: 33 - Passará o céu e a terra, mas minhas palavras não hão de passar”. Em verdade suas palavras “não passarão” por serem derivadas do Deus feito homem e, assim, estão acima do caráter mutável das tradições e das ciências humanas. E por serem a expressão definitiva da perfeição moral e intelectual.
 
A religião como “metodologia” do homem comunicar-se com Deus, e integrar-se e Ele, preenche o “vazio das almas” segundo seus aspectos oracionais, devocionais e ritualísticos. A escolha religiosa consciente, decorrente de um amadurecimento do ente, se estabelece por afinidade aos seus “postulados”, linguagem e comunicação, ao arranjo de símbolos e templo, ao conjunto de obrigações e ao grupo “sacerdotal” de apoio e assistência. Toda religião precisa ser “sistematizada” para criar “o impulso de religação com Deus” – em sua condição padrão de “funcionamento”, favorecendo a adesão e simpatia “jubilosa” de seguidores, manifestadas espontaneamente. Tanto o Cristianismo, como o Budismo, o Hinduísmo, ou o Islamismo, precisam manter essa “condição padrão de funcionamento” e em sua prática contínua, individual ou coletiva, conduzir o homem à sua realização material e espiritual.
 
Um devoto pobre e miserável, assassino e fanático, faminto e analfabeto, doente e lesado não pode atingir o ápice de seu “encontro com Deus”. Na evolução humana é obrigatório se atender uma “hierarquia” de necessidades para que o ser consiga integrar-se com Deus. Se a religião não criar esse “clima de crescimento” é nada mais nada menos que uma seita iludindo ignorantes, hipócritas e fanáticos, formulada segundo a tradição dos homens e segundo os rudimentos do mundo. Isso porque a religião influencia a “administração do Estado” pressionando o atendimento daquelas necessidades - a realização material e espiritual do cidadão.
 
O Cristianismo mesmo tendo passado por uma longa fase tirânica de superstições e fanatismo, pelo seu clero, teve a consolidação da superestrutura e da infraestrutura da Igreja para continuar a “aplainar os caminhos do Senhor”. E para isso teve que, indiretamente, lutar “sob a espada”. Imagine-se a responsabilidade do clero em fazer “cristalizar” o Cristianismo, sob os fracos pendores humanos, ainda primitivos, de seus padres, dos reis, dos homens e dos políticos? E isso se deu com todas as religiões oficiais.
 
A transitoriedade dos ciclos de mudanças e a evolução das sociedades são, ainda hoje, o desafio das religiões em se “adaptar” para atualizar e manter a sua “condição padrão de funcionamento”.
 
A humanidade está “espalhada” no campo das religiões oficiais:
 
Tabela – Número de adeptos por religião no mundo.         
 

 
Religião
 
 
Nº de Adeptos
X 1.000.000
 
 
%
 
 
1. Cristianismo
 
 
2.228,8
 
 
36,14
 
 
2. Sem Religião
 
1.316,6
 
21,35
 
3. Islamismo
 
1.117,0
 
18.11
 
4. Hinduísmo
 
1.066,4
 
17,29
 
5. Budismo
 
359,6
 
5,83
 
6. Outras
 
78,4
 
1,28

   
A religião mais praticada no mundo é o Cristianismo (36,14%), a segunda é a “não religião” (21,35%) e a terceira é o Islamismo (18,11%). Isso é uma evidência de que o Cristianismo vai “frutificando”, mas também mostra que o “espalhamento”, de que Jesus Cristo nos alertou, é um fato comprovável - “Lucas 11: 23 – Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha - Jesus”.
 
Cerca de 63,86% da humanidade tem um “caminho” diferente em tentar religar-se e integrar-se a Deus, “espalhando-se” em outras religiões. Mas são elas o real “caminho para Deus”? Mesmo tendo Jesus dito em “João 14: 6 – Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai, senão por mim”, todas as religiões levam realmente a Deus? Ou será que só através de Jesus Cristo?
 
As duas religiões mais praticadas são, então, o Cristianismo e o Islamismo. Tendo o Cristianismo cerca de 2 vezes mais adeptos que o Islamismo. Isso nos desperta uma “cisma” quanto à presença de um “laço” entre as duas religiões. O Cristianismo tem mais de 2.000 anos e o Islamismo mais de 1.400 anos. Portanto, esse último, é cerca de 600 anos mais recente que o primeiro e possui um procedimento “sui generis”, num ”plágio velado” a várias citações e princípios morais de Cristo, aparentando uma estratégia para “esvaziar” o Cristianismo e promover o “espalhamento” de adeptos.
 
Acostumados com a investigação científica, no campo da engenharia, estamos suspeitando que o Islamismo se apresenta como o “implante anímico” de um Sistema de Crenças, com o propósito de “bloquear” o crescimento do Cristianismo, neutralizando o Projeto Cristão.  
 
Quem será o autor dessa estratégia? O Príncipe do Mundo? No evangelho Satanás provoca Jesus para fazê-lo cair em tentação (segundo Lucas 4:1 a 11, Mateus 4:1 a 11 e Marcos 1 – 12s) e em conseqüência “abortando” o Cristianismo em seu “nascimento”. Jesus venceu o diálogo e, em tese.
 
Satanás não se conformou em “entregar seus domínios” ao Deus feito homem. Assim Satanás criou, ao longo de 6 séculos, um esquema de manipulação da única sociedade capaz de levar em frente um plano anticristo, convergindo ao “profetismo” de Maomé. E aconteceu em conseguir a adesão de seres humanos nômades, rudes e dispersos nas adversidades do deserto.
 
Estava tudo quase dando certo, até antes do 11 de setembro de 2001 e da guerra do Iraque com os EUA - 2003 / 2004. Pois o único “Profeta”, reconhecido em vida, como guerreiro e ardiloso, foi justamente Maomé, de toda a história humana, mostrando uma “anomalia” no processo histórico das religiões, que Jesus conhecia muito bem, segundo “Mateus 13:57 – E não sabiam o que dizer dele. Disse-lhes, porém, Jesus: É só em sua pátria e em sua família que um profeta é menosprezado”. Quem poderia contrariar o conhecimento celeste do Deus feito homem? Isso não ocorreu com o profeta Maomé, mas só lhe aconteceram vitórias, glórias e prestígio.
 
A adesão ao Islamismo deu-se numa situação extremamente “improvável”, à luz da teoria das probabilidades. Houve uma condição “forçada”, numa interferência comum de Satanás, amplamente conhecida nas mazelas humanas.      
 
Nesse esquema existiu um elo comum – O Anjo Gabriel – instrumento de Deus, manipulação de Satanás ou traidor do Cristianismo? Se tal anjo esteve presente na anunciação do nascimento de Jesus Cristo, como poderia ele promover-se, segundo a tradição, em uma visão de Maomé? Ninguém serve a dois Senhores, ou agrada a um e contraria o outro, ou vice-versa. Essa suspeita nos leva a três caminhos:
 
Gabriel traiu o Deus feito homem, foi usado como estratégia de Jesus para demonstrar que suas palavras “não passarão”, demovendo a adesão ao Cristianismo, correndo o risco de “perder ovelhas” e
Foi usado por Satanás, o qual figurou-se para Maomé em sua imagem e em seu nome, para demover a adesão ao Cristianismo.
 
Mas um anjo, como entendemos, pode trair alguém, mesmo ao mais humilde dos homens? Cremos ser impossível! E Jesus jamais usaria um expediente de natureza humana para atingir seus objetivos.
 
O plano de firmar uma contra-ofensiva ao Cristianismo, por Satanás, evidencia-se como o caminho número 3 e que o Deus feito homem – onipotente, onipresente e onisciente – o está “usando” para consolidar o Cristianismo, sobre o postulado em “Lucas 21:33 - Passará o céu e a terra, mas minhas palavras não hão de passar”. Então, nesse raciocínio, o Cristianismo há de “não passar”, frutificando como uma árvore de bons frutos e estabelecendo sua supremacia, expandindo a “globalização da irmandade”, da caridade e da bondade “samaritana” – JESUS VENCEU O MUNDO.  
 
Sendo plausível a versão 3, o processo de consolidação do Cristianismo difere marcantemente do Islamismo, no tocante aos eventos de núcleo, circunjacentes e temporais.
 
A partir do século XIX, com a evolução da investigação científica, seu instrumental e paradigmas, o mecanismo histórico do Islamismo não resistiria a uma comprovação da validade de sua gênese, pela ausência de evidências, de aceitação pacífica, quanto à condição “sobrenatural” alegada por Maomé – Gabriel lhe apareceu na caverna, e sem testemunhas.
 
A Igreja para validação dos “milagres” dos Santos, junto à sua comunidade, empreende um rigoroso processo investigatório, para atestar a veracidade e a consistência dos “atos dos novos apóstolos”.
 
No Cristianismo a crença vem se consolidado num aparato científico de confirmação dos “milagres”, garantido pela Igreja aos seus adeptos. Isso também valeria para o Cristianismo primitivo, desde os milagres de Jesus Cristo até os relatos testemunhais dos participantes e os registros documentais dos acontecimentos.
 
Mas, diante de uma comprovação por outra, o Cristianismo atual gerou muitas sociedades felizes, prósperas e solidárias:
 
  1. Jesus foi predito nas antigas escrituras, quase 2 milênios antes;
  2. Sua genealogia teve origem em profetas, em relação direta com o Pai;
  3. Fez-se a anunciação “angelical” de seu nascimento e a predição de sua missão;
  4. Seu nascimento teve sinais celestes de estrela e comunicação de “anjos”;
  5. Escapou ao perseguidor infanticida que não conseguiu capturá-lo;
  6. Sucedeu com autoridade a vários profetas que “aplainaram” os seus caminhos;
  7. Um compêndio de sabedoria milenar “formatou” o seu princípio moral;
  8. Seus milagres no campo material e espiritual certificavam sua procedência divina;
  9. Em quase todos os espectros da existência e das atividades humanas os milagres foram aplicados sob a (o): Química, física, biologia, botânica, psicologia, sociologia, medicina, trabalho, paranormalidade e filosofia, sob muitas testemunhas;
  10. Resistiu a interferência de Satanás para destruí-lo e se corromper no mundo;
  11. Características físicas e fisiológicas especiais e capazes de resistir a extremos;
  12. Mostrou conhecimentos prescientes em qualquer fase e idade;
  13. Apologista da paz, da tolerância, do perdão, do amor incondicional a todos, inclusive aos inimigos;
  14. Divulgador incansável do Pai, como emissário fiel e submisso;
  15. Cumpriu a lei, acatou os profetas e a sua herança genealógica;
  16. Ampliou as possibilidades humanas de ascensão e integração com o Pai;
  17. Ensinou ao homem progredir como ente social;
  18. Respeitou as autoridades terrenas, as suas mazelas e não incitou guerras;
  19. Líder amoroso de discípulos e estimulador da fé, da perseverança e da coragem;
  20. Promotor da humildade, da simplicidade e da responsabilidade;
  21. Instrutor incansável como luz de saber e poder pedagógico;
  22. Rigoroso e exigente na conduta moral dos homens, na observância dos mandamentos e dos postulados do Pai;
  23. Dominou a morte após suportar dores e provações limites, entregou-se ao Pai;
  24. Sua peregrinação foi relatada por vários apóstolos, entre evangelhos e epístolas;
  25. Apareceu “post mortis - in corpus” aos discípulos e confirmou sua nova vinda;
  26. Foi arrebatado ao céu, em ascensão, retornando para o Reino dos Céus.
 
Esses 26 elementos diferenciadores do Cristianismo, em relação às outras religiões, que especificam o Deus feito homem, estão implícitos nos 4 evangelhos e nas epistolas dos discípulos, escritores originais e posteriores de Jesus Cristo. E cremos ardorosamente neles, não sob a égide de dogmas da doutrina, que só devem ser aceitos mandatoriamente, mas sob a luz do raciocínio da engenharia, que desvenda “parábolas fenomênicas” em harmonia com as Leis constitutivas da matéria, junto com o questionamento do espírito.
 
A Igreja – fundada por Pedro - como o pilar do Cristianismo soube transformar a “Mensagem Crística” em ações motoras do “clima de crescimento humano” conduzindo o homem à sua realização material e espiritual, traduzindo essa sapiência em “Temas Anuais” - sociais, ecológicos, econômicos e humanitários - para submissão aos administradores do Estado. E isso tem muito efeito, pois o cristão responsável segue não só o atendimento das necessidades dos cidadãos, mas também reflete sobre a visão e a proposta da Igreja, como pastora e guardiã das “ovelhinhas” de Jesus Cristo.   
 
Ao Simão Pedro – O Pai da Igreja:
 
Em João 21:17 – Perguntou-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez, Amas-me? E respondeu-lhe: Senhor sabes tudo, Tu sabes que Te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta minhas ovelhinhas.  
 
A Igreja continua a “aplainar” os caminhos do Senhor e a expandir a “globalização da irmandade”, conduzindo o planeta ao que Ele disse em João 10:16, quando haverá “um só povo e um só pastor”.
 
A Sociedade Cristã tomou consciência de que a missão é – Apascentar as “ovelhinhas” de Jesus Cristo - para agilizar a “integração” do homem com Deus Pai Todo Poderoso.
 
E isso, de apascentar as ovelhinhas, veremos no decorrer do livro “A Administração à Luz do Cristianismo” – O Projeto Cristão na prática, criando sociedades prósperas, felizes e humanísticas.
 
1. Autor: Lewton Burity Verri – Engenheiro Metalúrgico, Professor de Administração, Escritor e Diretor Científico do IEAQ - Instituto de Estudos Avançados da Qualidade;
2. A FABRICAÇÃO DO ÓDIO de Diogo Schelp, Revista VEJA, edição 1943 – ano 39 – Nº 6 de 15/02/2006;
3. CHEGA DE DESTRUIÇÃO – entrevista da revista Veja com o filósofo muçulmano Tariq Ramadan – com Antonio Ribeiro, de Londres - VEJA, edição 1943 – ano 39 – Nº 6 de 15/02/2006;
Rio de Janeiro – 17 fevereiro de 2006;
4. Esse artigo é estritamente pessoal, não tendo nada a ver com o pensamento estratégico de outras instituições;
 5. Direitos Autorais Reservados © 2006 – Lewton Burity Verri.   
 
 



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