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Postada em 21-10-2011. Acessado 579 vezes.
Título da Postagem:Então por que eu preciso estudar, Se para administrar o Estado nada disso é nece
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 21-10-2011 @ 10:56 am
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Então por que eu preciso estudar? Se para administrar o Estado nada disso é necessário ...

Tags: estudante, escolaridade, professores, alunos, escolas, degradação, administração, pública, ongs, ideologia, recesso, intelectual, filosofia, alforria, libertação, escravagismo, socialismo, comunismo, luta, classes, campal, revolta, juventude, política, educação, lulismo, alienação, social, econômica, competitividade, nacional, federal, opressão, bullings, inimigos, aversões
 
Um grupo de professores que se auto-expurgou das malhas do sistema educacional brasileiro, lamenta que o processo ideológico socialista venha tirando a expectativa dos jovens sobre o futuro.
 
Está tirando o brio e a vibração pela pátria, está baixando a escala moral, está incitando "combate" as diferenças, nos livros didáticos e nas salas de aulas. A violência é um efeito colateral, está tirando deus da vida dos jovens, e dando uma única esperança - a da igualdade - mas faltando liberdade e fraternidade.
 
Há uma contaminação perversa que tira a individualidade do homem, como ente com alta capacidade de opções e volições. Essa igualdade que nivela o de maior talento com o de menor talento. Isso tira a motivação e a iniciativa para a criatividade e o aprofundamento de idéias.
 
E é algo contra leis universais de "a cada um segundo as suas obras", os talentos são diferentes para serem direcionados aos vários setores da vida e da ordem. Não é possível "nivelar" talentos, mas tão somente se ensinar a maximizar o uso dos próprios talentos, que aí vem para o bem comum. E isso não se ensina no Brasil. E por isso tal condição de igualdade, sem base em saber, se torna numa "fé sem obras e fé sem obras é morta por si mesma" - todos os socialismos desse porte já morreram ... Sem obras, a menos dos seus holocaustos respectivos.
 
A igualdade é um evento diabólico comum do socialismo que massifica o diverso num mesmo caldeirão de expiações, tirando as possibilidades dos arranjos institucionais se basearem em mérito, mas tão somente em influência pessoal e ditatorial - poder pela força e pela intimidação - cor da pele e aleijão.
 
Daí surgem lutas e se agravam as classes - opressores e oprimidos e isso já é visto nas escolas. Escolas são destruídas não bastassem já estarem destruídas pelos poderes públicos, quebram e tornam a quebrar o que já estava quebrado ...

Os jovens brigam, colocam imagens na internet, matam-se com armas, envenenam-se em grupelhos de conspirações e modos de ofensas. Usam mais drogas, privilegiam a marginalidade, e endeusam os conflitos, idolatram elementos que menoscabam suas dignidades. A expectativa é alienação, sexo, drogas, álcool, maconha, festas para orgias e ... Etc.
 
Arranjam subterfúgios inconscientes para competições e lutas campais, com base em algo diferente, de como são e acreditam ser, e cresce a violência, nos estádios de futebol, como lutas de feudos com emblemas e flâmulas, numa transferência inotada de fonte inimiga - inimigo é o governo, inimigos são os políticos corruptos e os juristas comprados ...
 
Os jovens já não honram mais pai e nem mãe, transgridem e violam o mínimo de disciplina. Essa saliência vem do professorado contaminado, dos influenciados pelas ONGs, apoiadas pelo governo, na difusão dessa ideologia recessiva, que remove as esperanças dos mais novos.
 
Há uma teoria de que a morte da capacidade de iniciativa e luta na juventude vem dessa desilusão "vendida" pelos fascinadores de crianças. São uma espécie de estupradores literatos e verborrágicos.
 
Mas, os jovens querem empregos, escolaridade mais alta e de conteúdo, querem realizar sonhos de ter, fazer, existir e compartilhar. Mas, todas as mensagens das escolinhas "atacam" o capitalismo e atuam pior do que o capitalismo perverso e explorador (esse explora a individualidade criativa e inventiva e valoriza o saber, mas paga bem. E não explora mais nem a força de trabalho, por causa da robótica!).
 
Por existirem janelas que se chocam com as pregações ideológicas do Lulismo, como: TV, internet, carros, roupas, comidas, fastfood, tênis, Disneylândia, computador, celular ... Nada criado pela igualdade em preleção, essas contradições exasperam os jovens que estão "despertos", numa legião de zumbis, que acabam criando as inquietações, como os rumores dos vulcões antes das erupções.
 
Que DEUS nos livre de uma comoção social, agora com o agravamento da crise econômica, do aquecimento global e das lutas religiosas e raciais. Esse socialismo Lulista macabro incita o grupo, como parelhas de uma velha carroça, com tapa-olhos, estribos, freios, açoites e carga pesada.
 
É um novo processo escravista que subjuga a sociedade num ordenamento de cavalgaduras e ruminantes - onde todos terminarão ganhando um salário mínimo, uma cesta básica, uma casa de 35 m2, uma bolsa família e vários tickets para gás, luz, água e lanhouse - ativo e inativos, trabalhadores e aposentados.
 
Então, para que serve estudar muito?
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
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