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Postada em 14-12-2011. Acessado 832 vezes.
Título da Postagem:A Torcida Maior ganha mais campeonatos porque tem maior poder de energia mental
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 14-12-2011 @ 11:52 am
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A Torcida Maior ganha mais campeonatos porque tem maior poder de energia mental?

Tags: Torcida, futebol, energia, mentalização, concentração, campeonatos, poder, cerebral, cinética, jogos, focalização, psicocinesia, telecinesia, cinemática, ativação, fatores, probabilidades, correlações, nº de pontos, pontuação, times, equipes, coesão, empatia, simpatia, nº de torcedores, explicações, estatísticas, ligações, associativas, variáveis, engenharia, vitória, derrota, competições, estádios, arquibancadas,  
 
É uma pergunta aparentemente estranha, mas de certo modo faz sentido. Uma vez que matematicamente podemos demonstrar a “força mental ATIVA da torcida” e sua relação com o número total de pontos ganhos pelos times nos diversos campeonatos brasileiros e regionais.
 
E seria possível só a força mental dar mobilidade produtiva a um time? Um time com muitos torcedores ganha mais campeonatos? Ou um time que ganha mais campeonatos termina tendo muito mais torcedores? Tem mais torcedores porque ganha campeonatos ou ganha mais campeonatos porque tem mais torcedores?
É a velha cisma do TIME GRANDE, mas antes de ser grande pode até ter começado numa várzea. E time grande cria a tradição dos clássicos e das deprimentes derrotas que impõe aos seus adversários menores.
 
Numa análise prévia os especialistas dizem que uma torcida maior exerce maior “pressão” sobre os dirigentes dos clubes, sobre a comissão técnica e sobre os jogadores, daí resultando numa maior persistência no propósito de ganhar jogos e campeonatos – e terem maior número total de pontos nos diversos campeonatos brasileiros e regionais.
 
Entretanto, existem outros fatores atuantes que exercem a “pressão” na persistência do propósito de ganhar jogos e campeonatos.
 
Como é óbvio, todos os fatores que compõem o arranjo do time, suas táticas e estratégias devem estar presentes antes das partidas, no melhor padrão técnico possível e que este arranjo sempre dependerá dos dirigentes dos clubes, da comissão técnica e dos jogadores. E durante todas as partidas.
 
O ato de torcer por um time é nada mais nada menos do que exercer a força do pensamento positivo e atuante sobre os elementos do jogo que fazem parte das jogadas, para que surjam as goleadas – muitas são INEXPLICÁVEIS. E esta energia existe e atua de fato sobre os jogos? Seria possível tentar explicar pelo menos uns 3 ou 4 fatores VITAIS que fazem a diferença num campeonato?
 
Sabemos que existem 3 plataformas BÁSICAS de atuações, como já dissemos, ainda sob a pressão do “status” de colocações transitórias ao longo dos campeonatos:
 
1ª – Capacidade e perfil administrativo dos dirigentes;
 
2ª – Capacidade e perfil técnico da comissão técnica;
 
3ª – Capacidade, preparação e perfil técnico dos jogadores.
 
Existem outras variáveis relacionadas aos ambientes das partidas, clima e intempéries, condições dos gramados, tipo do estádio, posicionamento da torcida nas arquibancadas, juízes irresponsáveis, estado de espírito dos jogadores (inspiração e criatividade), coesão de equipe (uma variável extremamente instável), cujos controles não estão totalmente nas mãos dos dirigentes e da comissão técnica.
 
Logo um time que ganha campeonatos, com mais freqüência tem a capacidade de enfrentamentos, muito mais do que os outros, sobre quaisquer adversidades e flutuações destas variáveis (ou fatores de causa ou ação) numa tabela de jogos, locais, data-hora e pressão do “status” de colocações transitórias ao longo dos campeonatos.
 
Os cientistas da paranormalidade possuem teorias sobre Telecinesia (ou psicocinesia) que é um setor da ciência sobre a atuação da mente humana no deslocamento de objetos.
 
A psicocinesia é fenômeno anímico de mover objetos (perto de si sobre a ação das mãos, olhos do operador), levitação, auto-levitação que pode ser voluntário ou involuntário. Concentração de energia consciencial, imantação do objeto alvo (http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/esp4.htm).
 
Imaginemos milhões de torcedores altamente ativados com alta energia mental-potencial de vários milhões de kWh juntos (o cérebro humano chega a dissipar 2,0 kWh, em seus atos mentais e de processamento), atuando nos momentos críticos do jogo, principalmente nas aproximações do adversário junto à meta do outro time.  
 
A cada 10 milhões de torcedores a energia total dissipada pode chegar a 20 milhões de kWh, concentrada no ponto da BOLA, e nos movimentos dos jogadores ... E esta energia pode atuar na matéria no cenário dos jogos?
 
O cérebro humano pode transformar energia eletro-mental em energia mecânica, para atuar na matéria?
 
Muito embora a ciência não tenha ainda descoberto a fonte direta da energia da psicocinesia, ainda não descobriu o valor desta energia em kWh ...
 
Julga-se que se procede a nível da mecânica quântica, e de acordo com o princípio da incerteza de Heisenberg – em face do comportamento dos elétrons, dos átomos, em relação ao observador: os elétrons quando são partículas (comportamento corpuscular) deixam de ser ondas (comportamento fotônico - fótons) e quando são ondas deixam de ser partículas. Quando o observador tem sua posição não tem sua velocidade e quando tem sua velocidade não tem sua posição – logo o futuro na mecânica quântica ainda está por ser formar.
 
Se o futuro do jogo está por se formar, logo a torcida ajuda e criar este futuro?
Tudo se “agiganta” e a energia vai ao PICO tanto mais, quanto maior for a ATIVAÇÃO e o número de torcedores sintonizados, objetivamente na BOLA e nos jogadores, não só no modo de agitação motora e física, quanto na agitação mental ...
 
A Telecinesia estuda a capacidade do ser humano em atuar nos objetos próximos ao ponto de movê-los ou levitá-los. Os estudos mostram uma mudança nos parâmetros do organismo do mentor atuante sobre os objetos: aumento da pulsação cardíaca, aumento da sudorese e aumento de um estado de transe ...
 
Algo parecido com os torcedores de times?
 
O peso das bolas oficiais de futebol varia entre 420 e 445 g (segundo o http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/bolafutebol.asp, ou 0,44 kg – peso da bola) e que com as velocidades impressas pelos chutes dos jogadores vai a velocidades acima de 100 km/h adquirindo alto potencial de energia cinética, que pode ser calculada em kWh ou Kcal.
 
Após o chute dos jogadores os goleiros possuem três variáveis clássicas, dependentes do posicionamento deles sob a meta, em relação ao ataque imediato, para defenderem a bola:
 
1. Suportar a pressão do impacto da bola pela sua energia,
 
2. Ser ágil para bloquear ou desviar a bola em função de sua velocidade e
 
3. Ter maneabilidade corporal para capturar a bola em suas direções angulares, segundo um ou dois dos eventos citados em 1. e 2, combinados ...
 
Mas, onde e como a mente humana pode atuar nestes três eventos? Criando “pequenas atuações” nos lances? A energia da bola após o chute do jogador é aumentada ou diminuída, fora a influência do ar, da pressão, da umidade e da temperatura? Depois de lançada a bola em seu vôo até a meta há como a torcida mental fazer “pequenas atuações”? Podem influenciar uma ligeira distração do goleiro? Podem influenciar num espasmo muscular extra-sensorial, que faça o jogador chutar uma bola indefensável?
 
Digamos que a bola venha adquirir, com o chute do jogador, uma velocidade de 100 km/hora, a sua Quantidade de Movimento (Qm), de movimento linear, será Qm = massa da bola x veloc dela após o chute, resultando em kgf x seg (quilograma força x seg).
 
Como estamos situando nossa análise nas dimensões de um campo de futebol, vamos converter a velocidade de 100 km/hora em unidades adequadas para a fórmula da Qm. Assim, a velocidade será de Qm = (100.000 m / 3.600 seg) x 0,44 kg, ou Qm = (27,8 m / seg) x 0,44 kg, ou Qm = 12,23 kg.m por segundo.
 
Porém, a bola sob a ação do chute do jogador adquire uma energia cinética, para a velocidade de 27,8 m / seg (ou o mesmo que 100 km / hora) a qual será da ordem de W = ½ x massa x veloc ao quadrado, logo W = (0,44 kg x 27,8 m / seg x 27,8 m / seg)/2. Teremos W = 170,02 kg.m2/seg2 ou W = 170,02 kgf.m    
 
Se o evento do chute durar 1 segundo a Qm será igual a pouco mais de 12,23 kg.m, de energia em dissipação, já que após o chute, numa dada velocidade inicial, o atrito com o ar vai fazendo decair a energia cinética da bola. Uma força mental aplicada à trajetória da bola e sua energia cinética terá que ser capaz ou de acelerar ou retardar o movimento da bola, para que o gol aconteça ou não dependendo da intenção da energia ativada da torcida ...
 
Uma energia cinética de 170,02 kgf.m equivale a 0,00046 kWh naquele ligeiro chute na bola, a qual atingiu a velocidade de 100 km / hora (27,8 m / seg). Qualquer concentração de energia focal, acima de 0,00046 kWh, poderá alterar as condições dinâmicas de sua trajetória – desviando, acelerando ou retardando? È claro que sim ... Mas, como?
 
Só para 10 milhões de torcedores, com suas máquinas cerebrais, que chegam a dissipar até 2,0 kWh cada um, o que já seria suficiente para alterar as condições dinâmicas da trajetória da bola – desviando, acelerando ou retardando, imaginemos se esta energia não seria capaz de atuar cineticamente sobre o corpo dos jogadores? Os 10 milhões de torcedores têm um poder de energia momentânea de 20 milhões de kWh ...
 
Um jogador de 80 kg num pique curto de 36 km / hora (10 m / seg) tem a energia cinética de W = (80 kg x 10 m / seg x 10 m / seg)/2. Teremos W = 4.000 kg.m2/seg2 ou W = 4000 kgf.m, o que equivale a 0,0109 kWh. Então, a psicocinese dos 10 milhões de torcedores, com seus 20 milhões de kWh projetados, também, pode atuar sobre os jogadores? Tudo leva a crer que sim, ainda mais sendo a psicocinesia uma característica apenas de uma fração da população. E mesmo que apenas 10% desta população dos 10 milhões de torcedores potencial deste talento são 2 milhões de kWh disponíveis para ajudar no jogo: alterar, bloquear, desequilibrar e etc.        
 
Vamos admitir que para chutes nas dimensões dos campos de futebol, mesmo as bolas efetuando trajetórias em curvas, a quantidade de movimento de uma bola pode se enquadrar no “movimento linear”, pois uma grande quantidade de chutes a gol é de trajetórias retilíneas e curtas, e de alto impacto, para vencer o bloqueio da zaga e do goleiro – ação = tempo e movimento = e reação!
 
Tentando encontrar uma leve pista elaboramos o que se chama análise de correlação entre variáveis, para determinar o GRAU DE LIGAÇÃO, e de associação, entre o Nº de Torcedores dos Times e o Nº Total de Pontos, que os times têm até hoje no somatório dos campeonatos ...
 
Nas fontes indicadas abaixo, da tabela a seguir, coletamos informações sobre estes dados e tabulamos um pequeno experimento de associação de variáveis ...
 
ANÁLISE DE CORRELAÇÃO ENTRE Nº DE TORCEDORES E Nº DE PONTOS TOTAIS - TIMES BRASILEIROS COM MAIORES TORCIDAS E Nº DE PONTOS CONQUISTADOS                     
 
RANKING==TIME=====2007 IBGE==PARTICIP%==MILHÕES===Nº PONTOS                             
 
1=====São Paulo=====3=========8,00======14,70========376
2=====Palmeiras=====4=========6,00======11,00======= 333
3=====Santos=======9=========2,00======3,60 ========318
4=====Flamengo=====1=========17,00======31,20=======279
5=====Grêmio=======6=========4,00======7,30========273
6=====Corinthians====2=========12,00======22,00=======272
7=====Cruzeiro======7=========3,00======5,50========265
8=====Vasco=======5=========6,00=======11,00=======220
9=====Fluminense====12========1,00=======1,80========187
10====Internacional===8=========3,00=======5,50========172
11====Atlético MG====10========2,00=======3,60========163
12====Botafogo=====11=========2,00=======3,60========135
13====Bahia========13========1,00=======1,80========70
14====Vitória=======14========1,00=======1,80=========22
15====Sport========15=========1,00======1,80=========8
 
TOTAIS======================69,00======126,20
 
======================================================             
 
1ª CORR. = 0,55 === PEARSON = 0,31;     
ANÔMALOS - TIRANDO OS TIMES DO: SANTOS, GRÊMIO, FLUMINENSE E PALMEIRAS, para depurar e fazer um ajustamento, teremos a segunda correlação.                                                 
2ª CORR. = 0,70 === PEARSON = 0,49;
 
=======================================================             
 
Fontes:                                                               
maiores-torcidas-do-pais/;                                                                            
1.1 IBGE - 2007;                                                               
2. http://www.logado.info/esportes/futebol/ranking-de-titulos-de-times-brasileiros-na-historia;                                                                          
3. Tabulação © Análise Estatística - Engº Lewton Burity Verri
 
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Em 2007 as 15 torcidas acima pesquisadas pelo IBGE atingiam 69% da população brasileira, num total de 126,2 milhões de torcedores ... O ranking tabulado é dos times em função do Nº Total de Pontos nos campeonatos que participaram. O ranking IBGE 2007 é aquele associado os número total de torcedores.
 
O estudo de correlação procurou determinar a “ligação associativa destas duas variáveis”.
 
Na primeira correlação encontramos o coeficiente de correlação de 0,55 (que pode variar de 0 a 1 – para ligações positivas e de 0 a -1 para ligações negativas). O coeficiente de Pearson foi de 0,31 – ao qual, na engenharia, grosso modo, atribuímos uma “ligação de 31%”. O coeficiente de Pearson é o coeficiente de correlação elevado ao quadrado (a 2), como Lei da Potencia, garantindo uma maior precisão para se estabelecer a “porcentagem de ligação” entre o Nº de Torcedores dos Times e o Nº Total de Pontos, que os times têm até hoje no somatório dos campeonatos.
 
Mas temos o “direito na investigação” de procurar eliminar “dados anômalos” que podem afetar uma melhor definição na ligação entre variáveis, como uma licença técnica, para se fazer um AJUSTAMENTO. Então retiramos da série dos dados: do Santos, do Grêmio, do Fluminense e do Palmeiras. E fizemos uma nova análise de correlação.
 
Na segunda análise de correlação encontramos o coeficiente de correlação de 0,70. O coeficiente de Pearson foi de 0,49 – ao qual, na engenharia, grosso modo, atribuímos uma “ligação de 49%”.
 
“Tolerantemente” podemos inferir que a ligação entre o Nº de Torcedores dos Times e o Nº Total de Pontos, que os times têm, até hoje no somatório dos campeonatos, é de quase 50% (49%).
 
Esta ligação de 50% pode nos dizer que, nos campeonatos do Brasil, regionais, estaduais e municipais, explica a influência do Nº de torcedores de um time e sua performance em pontuações de campeonatos.
 
De certo modo a torcida numerosa faz mesmo “pressão” naquelas 3 plataformas BÁSICAS de atuações: dirigentes, comissão técnica e jogadores.
 
Mas, e os outros 50% estão escondendo quais fatores? Suspeitamos que escondem as influências dos componentes dos jogos que não estão totalmente sob controle das 3 plataformas BÁSICAS de atuações, que são as outras variáveis: ambientes das partidas, clima e intempéries, condições dos gramados, tipo do estádio, posicionamento da torcida nas arquibancadas, juízes irresponsáveis, estado de espírito dos jogadores (inspiração e criatividade), coesão de equipe (uma variável extremamente instável) ...
 
Porém, esta constatação não é uma regra geral já que ao excluirmos os dados do Santos, do Grêmio, do Fluminense e do Palmeiras estes clubes possuem altas pontuações e relativo Nº de torcedores. E do que se pode nos despertar de suspeitas? Da psicocinesia? Ela funciona para os times grandes e times médios? Poderia um menor grupo, de pessoas torcedoras, influenciarem as pontuações que estes clubes apresentam? E se isto for coerente poderíamos inferir que, além da psicocinesia, existe o poder efetivo de sua concentração de modo mais firmado do que festivo (algazarra da galera – torcida)? Algazarra ajuda ou prejudica? Assistência de arquibancada concentrada e comedida aumenta o poder de concentração da torcida? E pode uma torcida concentrada e mais organizada, independente do seu tamanho, neutralizar a mentalização de outra torcida maior e desorganizada?
 
Fizemos dezenas de perguntas, mas quase nenhuma resposta, mas isto faz parte do desenvolvimento científico de métodos, técnicas e idéias ... Num processo epistemológico e investigativo, neste caso, rudimentar, apenas para levantar a bola para cabeceadas no “chuveirinho” - A epistemologia, também chamada teoria do conhecimento, é o ramo da filosofia interessado na investigação da natureza, fontes e validade do conhecimento.
 
“Tolerantemente” podemos inferir que a ligação entre o Nº de Torcedores dos Times e o Nº Total de Pontos, que os times têm, até hoje no somatório dos campeonatos, é de quase 50% (49%), e que os outros 50% estão distribuídos nos demais fatores já relatados, com a influência de algo metafísico e paranormal:
 
1- Nada explica parte das grandes viradas nos jogos decisivos;
 
2- Nada explica as derrotas dos grandes times quando tudo indicava não acontecer “zebra”;
 
3- Nada explica o arrepio que vários jogadores relatam quando ao optar por um modo de lance alteram a jogada para gol ou para fiasco.
 
4- Nada explica (em seus termos de treinamento) a perda de pênaltis por decisões em pênaltis;
 
5- Nada irá explicar a contratação de novos jogadores talentosos e com resultados pífios;
 
6- Nada explica colossais “frangos” cometidos pelos goleiros;
 
7- Para muitos casos nada adiantará demitir o técnico, pois existe a convergência de todos ou boa parte dos fatores mórbidos das derrotas, numa fase dada da mecânica celeste;
 
Não fizemos testes para análise de correlações em copas do mundo ou em campeonatos mundiais. Mas, lá também tem muita coisa sem explicação, tanto lá como aqui – com ou sem a corrupção sorrateira nos esportes.
 
Havendo algo relacionado à paranormalidade coletiva de uma torcida, as competições no futuro, irão agregar uma nova espécie de profissionalismo, tal como o “torcedor mentor ou mentalizador” fechado em cabines nos lugares adequados, focando mentalmente os jogos, contribuindo com a energia cinética das jogadas, atuando em parte com seu joystick cerebral num grande videogame real ...
 
Não sendo uma especulação totalmente descabida, no futuro a maior preocupação nos jogos será sobre o potencial psicocinético de “torcedores mentalistas”, além da questão do doping nos jogadores e atletas.
 
Será que já existem máquinas para projetarem energias sobre os jogos, quando temos resultados inexplicáveis? Não só em jogos de futebol, mas em olimpíadas e outras competições?
 
Cremos que vem aí um novo mercado profissional, afinal tudo é mercado.
 
Segundo João Havelange, cerca de 1 bilhão de pessoas tem a vida ganha através da BOLA, em toda a bola-do-planeta. Portanto, é bom ficar de “olho na bola” – a bola, também, é mercado. E são muitas bolas (de): tênis, ping-pong, basquete, vôlei, futebol de salão, boliche, sinuca, golfe, pólo ... E a bola da corrupção nos esportes.
 
E a Torcida Maior ganha mais campeonatos porque tem maior poder de energia mental? E um time tem mais torcedores porque ganha campeonatos ou ganha mais campeonatos porque tem mais torcedores? Tudo isto é só a empatia das pessoas pela camisa e o emblema dos times?
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
Copyright © 2011 - Engº Lewton Burity Verri
Torcedor mentalmente esgotado do Fluminense



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