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Postada em 18-12-2011. Acessado 717 vezes.
Título da Postagem:A Sustentação da Sustentabilidade, uma contribuição da engenharia
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 18-12-2011 @ 01:56 pm
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A Sustentação da Sustentabilidade: Uma contribuição da engenharia 

Tags: sustentabilidade, custos, controle, qualidade, ambiental, meio, ambiente, redução, racionalização, produção, produtividade, perdas, internas, externas, engenharia, administração, capitalismo, lucratividade, sistema, método, consolidação, contábil, fábrica, fabricação, processos, produtos, poluição, mitigação, contabilidade, viabilidade, economia
 
Na visão da engenharia se acredita que a sustentabilidade possa ser garantida a baixo custo ... Em oposto à visão do Marketing, segundo a entrevista do link a seguir:http://www.administradores.com.br/informe-se/entrevistas/marketing/se-uma-empresa-entrar-100-na-sustentabilidade-ela-quebra-diz-especialista-em-marketing/65/ .
 
Abandonamos a busca de soluções quando achamos que certas opiniões assumem status de dogmas.
 
Os custos e a noção da sustentabilidade econômica estão sob administração técnica da engenharia e não do Marketing ... É na fábrica, nos processos e procedimentos que estão os focos dos controles, tanto da qualidade agregada aos produtos, quanto da sustentabilidade ambiental – não só na segurança integrada: homem, meio, processo, produtos e sociedade, mas na segurança da existência da empresa e sua continuidade, na administração de todas as variáveis que interferem nos seus custos.
 
Na minha expectativa e num aprofundamento percebi que, em geral, em todo o Brasil e parte do mundo está faltando uma adaptação da disciplina geral do meio ambiente, no tocante à gestão / administração, com os conceitos da engenharia da qualidade.

Lembro que em 1990 o boom da qualidade estava iniciando no país, e foi golpeado pela ECO92, decorrendo em maior urgência em preparar profissionais e empresas não para um novo boom, mas para uma arte administrativa que levasse em conta a engenharia da qualidade (que teve sua obstrução pela urgência em tentar salvar o planeta / Brasil) com o controle administrativo do meio ambiente.

Percebi nestes últimos 15 anos que nenhuma e nem outra conseguiu vingar num modelo geral da administração conjunta. Antes os executivos diziam que tinha que "parar a rotina" para cuidar do controle da qualidade dos produtos e dos processos e depois o pessoal começou a se queixar de que entrava pela janela o controle da qualidade ambiental ... E terminaram muitos desistindo.

Tudo ficou em banho-maria e as empresas começaram a apanhar das fiscalizações ambientais, mais mortais para as contas e as finanças, do que a surra que vinha do PROCON sobre a má qualidade dos produtos e serviços.

O PROCON dava pouca queda nas vendas e IBAMA tendia a fechar empresas. Alguns conhecidos meus optaram em criar "mecanismos de defesa" contra as fiscalizações do IBAMA e do INEA, mas com muito sofrimento, pois não incorporaram o controle ambiental com "segurança total", não porque não queriam, e sim porque não sabiam. Nem o quanto custava juntar controle da qualidade de produtos e processos com o controle da qualidade ambiental ...

Então, como já vínhamos estudando, nestes 15 anos, a junção dos modelos ambiental + qualidade, desenvolveu um "modelo de tentativa" em fazer objetivamente o que a ISO 9000 e a ISO 14000 queriam que fosse feito, com o interesse dos capitalistas - eficiente controle de custos, sem afetar em demasia os preços (uma para evitar a micro-inflação e outra para evitar usar agregados técnicos mais caros para controle, em segurança total).

Concluímos o nosso modelo, como escrito no manual anexo, publicado neste site para sua análise e verificação de validade para instrução técnica e administrativa, com fins em efetivar o controle da qualidade dos produtos e processos + o controle da qualidade ambiental ...

Este esforço em ajudar as indústrias, a agricultura e os serviços a efetivarem controle da qualidade total com controle da qualidade ambiental.
 
O que nos falta é procurar buscar um modelo real. Sugiro a leitura do modelo do link a seguir:
 
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
Copyright © 2011 - Engº Lewton Burity Verri
Aluno UBM Pós Graduação – Fiscalização e Gestão Ambiental



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