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Postada em 04-01-2012. Acessado 787 vezes.
Título da Postagem:O Capitalismo Cooperativo salvando a Terra de seu colapso apocalíptico
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 04-01-2012 @ 12:01 pm
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O Capitalismo Cooperativo salvando a Terra de seu colapso apocalíptico?

Cooperativismo, cristianismo, socioeconômico, cooperativas, cooperação, células, colapso, apocalipse, Terra, planeta, capitalismo, Jesus Cristo, riqueza, nações, evolução, civilização, civilizatória, geração, emissão CO2, esgotamento, poluição, sustentabilidade, sustentação, vida, planetária, humanismo, humanista, direitos, humanos, trabalhador, progressões, idh, PIB, fator laboral, labor, trabalho, administração, engenharia, governo, governança, profissionalização, extinção, política, politicagem, degradação, ambiental, meio, ambiente, teoria, restrições, caridade, salvação, ciência, científico  
 
Em nosso entender, o Capitalismo como “desenvolvedor” do Cristianismo Socioeconômico não se mostrou incompatível com as normas da Doutrina Religiosa e a operação empresarial em busca de Lucros e a dolorosa Exploração do Trabalhador. Sendo o agente gerador de riquezas, na maioria das nações cristãs, o Capitalismo conseguiu promover um maior avanço socioeconômico sob a égide de Jesus Cristo, bem como englobar, em proporção, maior parte da população do planeta.
 
Essa observação nos despertou para geração de riqueza na produção de bens de uma nação, e adotamos o Rádio, a TV, o Computador e o Automóvel, nos conjuntos de dados para essa análise. E eles quando existentes, em escala, exigem uma poderosa superestrutura e uma formidável infraestrutura nacional, na esfera da inteligência, conhecimentos, serviços, indústrias, profissionalização, escolarização e edificações / construções / vias de transportes.
 
A geração de riquezas, pela Força de Trabalho, assume um papel significativo, e bem mais do que a Renda Per Capita – US$ por Habitante, por ano, com base no PIB – Produto Interno Bruto (Somatória do valor US$ de toda a produção e serviços de um país), porque notamos que a Renda Per Capita não significa boa distribuição de renda, e nem riqueza gerada pela população, mas sim um indicador de riqueza gerada por um país dividida pelo número de habitantes.
 
O trabalhador é o agente da geração de riqueza de um país. É a Força de Trabalho quem gera a riqueza e, portanto, o PIB deveria ser dividido pela quantidade de trabalhadores, visando criar o Indicador de “Renda Por Trabalhador”, sendo esse o real demonstrativo de relação do PIB por quem o “produziu”.   
 
O Indicador de “Renda Por Trabalhador” nos revelará a “produtividade” de uma nação, fundamentada em sua superestrutura e sua infraestrutura, permitindo-se criar um “classificador” por esse indicador. Elaboramos a Tabela abaixo para efetivar essa classificação das nações, sob o conceito de FATOR LABORAL, o qual variará de 0,000 a 1,0 .
 
TABELA DO FATOR LABORAL E A BASE DA PRODUÇÃO
 
FATOR LABORAL
 
PRODUTIVIDADE         BASE DA PRODUÇÃO DA SOCIEDADE
 
Acima de 0,500 Industrial de Alta Tecnologia, Agronegócios, Serviços e Finanças.
 
0,251 a 0,500 Industrial de Média a Alta Tecnologia, Agronegócios, Serviços e Finanças.
 
0,151 a 0,250 Industrial de Transformação e de Base, Agronegócios, Extrativa e Serviços.
 
0,101 a 0,150 Industrial de Base, Agronegócios, Extrativa e Serviços.
 
0,005 a 0,100 Agrícola, Pecuária e Extrativa – Fase Pré – Industrial.
 
Abaixo de 0,005 Agrícola e Pecuária.
 
© 2004 - ABRACOOP
 
NOTAS DA TABELA:
 
1. O “Fator Laboral” decorre de uma relação simples; é o PIB dividido pela Força de Trabalho incorrendo na constituição do Indicador “Renda Por Trabalhador – ano”, e que por esse, pudemos criar o “Fator Laboral”  que é a “Renda Por Trabalhador” dividida por US$ 100.000,00 – limite do Capitalismo gerador de riqueza pelos trabalhadores – por trabalhador – ano (previsão para os próximos 30 anos). 
 
2. Quanto maior o “Fator Laboral” mais evoluídas são a superestrutura e a infraestrutura de uma nação (o limite de variação do Fator Laboral é de 0,000 a 1,0).
 
3. No CS o “Fator Laboral” é de 0,162 e no IS é de 0,087, ou seja cerca de 1,86 vezes maior, em média aritmética.
 
4. Quanto maior o “Fator Laboral”, maior a superestrutura e maior a infraestrutura nacional: na esfera da inteligência, conhecimentos, serviços, indústrias, profissionalização, escolarização e edificações / construções / vias de transportes.
 
5. Quanto maior o “Fator Laboral”, maior o esgotamento do “Espaço Vital” – maior quantidade de degradadores ambientais, por km2 de área do país – Emissão de CO2, Redução na Água Potável, Desmatamento, Baixa na Qualidade do Ar e etc.
 
O Fator Laboral demonstra a evolução dos meios de produção, e a inserção do setor de serviços, ao longo da “viagem de uma sociedade à prosperidade”, desde a fase Extrativa e Agropecuária até ao avançado status da Alta Tecnologia e dos Serviços Financeiros. Nessa evolução o Capitalismo veio se mostrando como um sistema autônomo, gerador de Bem Estar Social, que se auto-regula mesmo em seus ciclos de recessão e crescimento, sem muita interferência do Estado, sem monopólios e com boas articulações entre o Capital e o Trabalho.
 
O Capitalismo em sua condição de “liberdade operacional” revelou ao mundo o seu potencial de “saciar necessidades”, embora gerador de desperdícios, de lixo e degradação ambiental, e possuir uma boa lista de contradições, ele deixou livre o espírito humano para criar produtos e serviços adequados a várias necessidades sociais, técnicas e científicas. A motivação dele foi o “lucro” individual, que poderia ser auferido por um empreendedor / investidor e associar-se ao usufruto ou usura da riqueza – realizar sonhos no consumo de deslumbrantes atrações materiais, e até adquirir ou fazer futilidades. 
 
Foi em Estados Cristãos que ele “frutificou”. A máxima de seu segredo foi a “inventividade, o respeito aos contratos e alto rigor em seu controle financeiro”, nos quais o empreendedor apoiou-se para desenvolver produtos e serviços à sociedade, com responsabilidade. Mas, apesar de muitas histórias de fraudes e corrupção que são relatadas no incurso histórico do Capitalismo, o atual status do Cristianismo Socioeconômico – CS deve-se ao regime Capitalista.
 
Somente sob o Cristianismo as mais elevadas atitudes filantrópicas ocorreram, desde Jesus Cristo, e que se difundiram pelo mundo: 1. Orfanatos, 2. Hospitais, 3. Asilos, 4. Fundações Solidárias e Socorristas e 5. Alguns aspectos da Responsabilidade Social, inspirados no “Bom Samaritano”, nas Curas de Jesus, nos exemplos do seu amor aos desamparados, aos estropiados e aos doentes irrecuperáveis. É na ciência que encontramos muito de Jesus, mesmo que seja um segmento com grande número de ateus e que, também, tenha gerado alguns bens “destruidores”. Ao consultarmos a Tabela abaixo, podemos avaliar a inventividade da ciência sob o Cristianismo:
 
TABELA DE INVENTOS QUE DETERMINAM O BEM ESTAR HUMANO
 
EM CERCA DE 80% DOS INVENTOS - SOB ESTADOS CRISTÃOS
 
- Na Era Moderna – DC – Depois de Jesus Cristo -
 
1. Água encanada;
2. Antibiótico;
3. Ar condicionado;
4. Aspirina;
5. Automóvel;
6. Avião;
7. Bicicleta;
8. Biologia molecular;
9. Biotecnologia;
10. Células - tronco;
11. Cirurgia cardíaca;
12. Corrente elétrica alternada;
13. Cultivo de arroz e de milho;
14. Descoberta da América;
15. Domesticação das plantas;
16. Energia nuclear;
17. Enxada*;
18. Estrada de ferro;
19. Estrutura do DNA;
20. Exploração espacial;
21. Faca*;
22. Ferro*;
23. Fertilização in vitro;
24. Fertilizantes a base de amônia;
25. Física Nuclear;
26. Fogo*;
27. Foguete;
28. Gás encanado;
29. Internet;
30. Lâmpada elétrica;
31. Máquina a vapor;
32. Mecânica quântica;
33. Medicamentos com efeitos colaterais;
34. Milho híbrido;
35. Motor a jato;
36. Motores de combustão interna;
37. Obras de Galileu e de Newton;
38. Pasteurização;
39. Penicilina;
40. Pesticidas;
41. Petróleo;
42. Pílula anticoncepcional;
43. Plantas transgênicas;
44. Projeto Genoma Humano;
45. Quebra da barreira do som;
46. Radar;
47. Radioatividade;
48. Raios X;
49. Redes da alta tensão;
50. Refrigeração;
51. Ressonância magnética;
52. Revolução verde na agricultura;
53. Roda*;
54. Tabela periódica,
55. Telefone;
56. Tomografia;
57. Transfusão de sangue;
58. Transplantes,
59. Vacina contra varíola;
60. Vacina contra o sarampo;
61. Vacina contra a raiva;
62. Vacina contra a pólio;
 
* AC – Antes de Jesus Cristo
 
© 2004 - ABRACOOP
           
O Capitalismo revelou ao mundo o seu potencial de gerar desperdícios, lixo e degradação ambiental. Um dos seus mais danosos “subprodutos” é a Emissão de gases na atmosfera, principalmente o Gás CO2 – um dos fatores do Efeito estufa -, bem como em sua expansão produz o Desmatamento – Agropecuária, indústria da madeira e grandes obras (Ex: hidrelétricas), que apesar disso, vem procurando reagir em benefício do Meio Ambiente, em que diversos serviços estão empenhados na “regeneração” do planeta: Reciclagem, produtos “naturalmente” degradáveis, educação ambiental e etc.
 
Efetivamos uma análise resumida dos efeitos da Emissão do CO2, em países com IDH de 0,800 a 0,942, incluindo Os Gigantes; China, Índia, Brasil e Federação Russa:
 
Em estudo de correlação, tomando as variáveis duas a duas, constatamos que a Emissão de CO2 tem grande Grau de Associação com o Reflorestamento, nos países com IDH de 0,900 a 0,942 (ocorrendo o mesmo com os Gigantes, menos pelo Brasil) - e com o número de habitantes – população – em todos os níveis de evolução, que fizeram parte do conjunto de dados. Por conseqüência a Emissão de CO2 tem, também, grande Grau de Associação com a Força de Trabalho dos países.
 
E, com muita certeza, podemos afirmar que a Emissão de CO2 está associada ao comportamento e as atividades humanas – socioeconômicas – da superestrutura e da infraestrutura nacionais que dão suporte a vida e a cidadania. Há, por assim dizer, a presença de atividades geradoras de CO2, em maior ou menor grau, as quais em conjunto produzem a escala e o efeito de sua emissão.
 
Os cinco países mais poluidores, em Emissão de CO2 – toneladas de carbono (Base de 1998), são: 1. EUA – 5400 milhões de toneladas – ano, 2. China – 3100 milhões de toneladas – ano, 3. Federação Russa – 1400 milhões de toneladas – ano, 4. Japão – 1100 milhões de toneladas – anos e 5. Índia – 1100 milhões de toneladas – ano.
 
NOTAS:
1. No início da Revolução Industrial era de 280 ppm – 0,028% do volume de ar e atualmente é de 355 ppm. Elevação em cerca de 27% nos últimos 200 anos.
 
2. Os dez países mais populosos do mundo, em ordem decrescente, do número de habitantes, são: China, Índia, EUA, Indonésia, Brasil, Paquistão, Federação Russa, Bangladesh, Japão e Nigéria.
 
Dentre os dez países mais populosos do mundo, estão esses 5 maiores emissores de gases. Para “esbarrarmos” em nossa “disfuncionalidade” – decorrente dos desígnios de Deus: Crescei-vos e Multiplicai-vos – fica evidente que o número de habitantes de um país contribui como “agente degradador ambiental”, além de provocar dificuldades organizacionais e administrativas capazes de produzir o “recesso da sociedade”.   
 
A China e a Índia, com populações na escala do “bilhão” de habitantes terão que, para estender e distribuir suas riquezas aos concidadãos, de modo a elevar seu IDH, multiplicar suas atividades equivalentes em pelo menos 3,5 a 4,5 vezes das suas atuais emissões de gases, em se mantendo o status de controle ambiental.
 
Isso para se aproximar do IDH dos países da Classe B no IDH. “Quantos Planetas Terra“ serão necessários, para absorver às necessidades de matérias primas, insumos, recursos hídricos e energéticos? Já que hoje, só os EUA, responde por cerca de 20,0% do total de emissão de gases? E a Federação Russa com 9,0%?
 
Atualmente a Emissão Global de CO2 atinge cerca de 30.000 milhões de toneladas – ano (referência entre 1998 e 2000). E é uma progressão crescente, com o avanço de industrialização, para estender o Bem Estar aos cidadãos excluídos, no planeta. Com a entrada da China, e da Índia, no Clube da Industrialização a ameaça é do colapso da Terra – Climático, esgotamento de fontes de matérias primas e alimentos, de fontes de energia e etc.
 
Existem outros agentes – progressões - promotores da anunciação de um colapso futuro, para os próximos 30 a 50 anos. A evidência de que o número de habitantes de um país provoca dificuldades organizacionais e administrativas, capazes de produzir o “recesso da sociedade”, é constatável, o que implicará na “administração global da natalidade ou do planejamento familiar”:
 
Num exame dessa situação constatamos que mesmo, em países com IDH alto, a distribuição de riquezas e o alcance dos serviços do Estado, ficam prejudicados. Classificamos os países em ordem decrescente de população, e formamos 2 grupos: 1. Grupo A – maior população, com 11 países com alto IDH e 69 com baixo IDH e 2. Grupo B – menor população, com 11 países com alto IDH e 69 com baixo IDH – total geral de 160 países.
 
No Grupo B – menor população – para os países de menor IDH a geração de riqueza é maior, que em seus equivalentes do Grupo A. Por exemplo: Fator Laboral é maior em 1,80 vezes e o IDH maior em 1,15 vezes. Quanto aos países dos dois grupos, com maiores IDH, encontramos “quase um empate técnico” no IDH, mas o Fator Laboral é favorável aos países do Grupo B, por ser maior em 1,11 vezes
 
Sob o Capitalismo a “riqueza se distribui melhor” em nações com menores populações e causa “menos” degradação ambiental. E é obvio que pela evidência de que o número de habitantes de um país provoca dificuldades organizacionais e administrativas, haverá mandatoriamente obrigação de uma “administração global da natalidade ou do planejamento familiar”.
 
EXEMPLOS DE PROGRESSÕES ANUNCIADORAS DO COLAPSO DA TERRA
 
1.     Poluição – Os países industrializados “causam danos ambientais em escala global, poluição generalizada e destruição de ecossistemas”. Se a tendência atual continuar, “o meio ambiente sofrerá cada vez mais pressões”. – Global Environment Outlook – 2000, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
 
2.     Doenças – “As estimativas são de que, por volta de 2020 as doenças não-transmissíveis sejam responsáveis por 70% das mortes nas regiões em desenvolvimento, em comparação com menos de 50% hoje” – The Global Burden of Disease. Editora da Universidade Harvard, 1996. Alguns especialistas afirmam que, “por volta de 2010, haverá 66 milhões de mortes nos 23 países em que a epidemia de AIDS é mais grave”, Confronting AIDS: Evidence From the Developing World”, relatório da Comissão Européia e do Banco Mundial.
 
3.     Pobreza – “Quase 1,3 bilhão de pessoas vive com menos de US$ 1,00 por dia e quase 1 bilhão não consegue suprir as necessidades básicas de alimento”. – Human Development Report 1999, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
 
4.     Guerra – “A violência em vários países poderá atingir níveis sem precedentes. Gerada por divisões étnicas, tribais e religiosas. Essa violência originará o tipo mais comum de conflito nos próximos 25 anos, matando centenas de milhares de pessoas por ano.” – New World Coming: American Security in the 21 st Century, Comissão de Segurança Nacional para o século 21, dos EUA.
 
E o atendimento às outras disfunções, tais como: Fome, doenças, violência, desemprego, falta de habitação e etc?
 
As dificuldades aumentam com a aceleração da transitoriedade – mudanças e adaptações – incrementando inoperância e obsolescência em ideologias político-partidárias, que não estejam sintonizadas com métodos sólidos e científicos de administração pública ou governamental.
A transitoriedade numa época de intensas mudanças:
 
• Expansão da educação via satélite ou internet;
• Regionalização e integração de mercados;
• Obsolescência de técnicas, tecnologias e conceitos;
• Aceleração das mudanças culturais e sociais;
• Compressão do tempo e do espaço pela revolução das comunicações;
• Globalização da economia dominada por empresas multinacionais;
• A americanização do estilo capitalista;
• Saltos tecnológicos e automação de fábricas e escritórios;
• Conscientização ecológica e preservação ambiental;
• Esgotamento da matriz energética do sistema capitalista;
• Esgotamento das áreas de plantio e desertificação.
 
As metas atuais, independentes de ideologias, serão as de atender com “urgência e obrigação” as necessidades humanas, minimizando a “acumulação” das progressões catastróficas, com adoção de Programas eficazes de ação executiva concreta:
 
• Programas privados;
• Programas públicos;
• Programas de ONG’s;
• Programas mistos.
 
Uma das contradições do Capitalismo é a de que as “populações” devem ser crescentes, para evitar as “demandas vegetativas”, essas últimas associadas ao regime populacional estacionário da “reposição de pessoas” – nasce 1 (um); morre 1 (um). O que lhe interessa é demanda crescente e contínua.
 
E, com tantas necessidades, para serem atendidas, o Capitalismo precisará de um reforço para atenuar os efeitos da explosão demográfica. O Estado inerte e inepto contribuirá com a acumulação de necessidades e a aceleração das progressões. Será que a “Mão Invisível” do mercado dará conta dessa tarefa?
 
O Socialismo será a resposta, combinando-se com o Capitalismo?  
 
O Capitalismo precisará se transformar em “Capitalismo – Socialista” ou “Socialismo – Capitalista”?
 
Ou podemos propor o “Capitalismo - Cooperativo”? E o Cooperativismo ajudará no desenvolvimento sustentável? Em nossa visão, pode ser enfocado em dois aspectos:
 
1) Através de práticas ecologicamente corretas, permitindo que a riqueza extraída da natureza, para conversão em mercadorias ou para agregar fatores materiais aos serviços, seja reposta nas proporções em que a natureza nos oferta, de modo a "sustentar" seu ciclo dinâmico e natural. Isto é, sem degradar o meio ambiente e preservando-o para o futuro e
 
2) Através de concessão de conhecimentos científicos aos cooperantes, para permitir "durabilidade operacional" da atividade econômica da cooperativa, como sociedade civil, para maximizar sua sobrevivência, tal como qualquer outra empresa do tipo mercantil. Mesmo sendo uma cooperativa sua sobrevivência no mercado está vinculada às leis do mesmo, a saber: A - Melhor preço, B - Melhor qualidade nas mercadorias e nos serviços, C - Prazo de entrega confiável, nas quantidades e no tempo correto de realização, D - Segurança em suas operações, ambientais, trabalhistas e de consumo e E - Responsabilidade Técnica e Civil, para com o consumidor e seus tomadores de serviços.
 
Lembremos que hoje temos a Globalização e as práticas protecionistas dos países dos blocos econômicos mais desenvolvidos e para assumirmos um modelo exportador precisaremos competir conforme as Leis do Mercado Globalizado, mesmo contra práticas predatórias e de destruição mercantil e capitalista.
 
Os dois aspectos, acima, só serão atingidos com o conceito de "Células de Cooperação" - estas últimas como Teoria Humanista proposta pela ABRACOOP (atual Cooperativismo do Brasil: www.cooperativismodobrasil.com.br) para a expansão científica do Cooperativismo. E este Cooperativismo já possui embutido em suas crenças e valores o espírito da cooperação e da prática de "atos cooperados" de modo a sustentar os procedimentos ecológica e cooperativamente corretos – Essencialmente uma diretriz Cristã – “Onde dois ou mais estiverem em meu nome lá estarei entre eles” – Células Cooperativas.
 
FORA DA COOPERAÇÃO NÃO HAVERÁ SALVAÇÃO ...
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
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