As opiniões expressas neste artigo e seus comentários não representam a opinião do Portal Militar, das Forças Armadas e Auxiliares, ou de qualquer
outro órgão governamental, mas tão somente a opinião do usuário. Os comentários são moderados pelo usuário.
 
Denuncie | Colaboradores: Todos | Mais novos ] - [ Textos: Novas | Últimas ]

O autor decide se visitantes podem comentar.
 
Postada em 29-02-2012. Acessado 2266 vezes.
Título da Postagem:Governo quer punir Oficiais
Titular:eric farias
Nome de usuário:spark
Última alteração em 29-02-2012 @ 08:57 pm
[ Avise alguém sobre este texto ]

Forças Armadas vão punir os cem militares que assinaram manifesto
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
29/02/2012 | 19h32 | Reprimenda

 

 

Compartilhar no Facebook  Compartilhar no Twitter Enviar por e-mail Imprimir

 

O ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu nesta quarta-feira, em conversa com os três comandantes militares, que os cem oficiais da reserva que assinaram o manifesto "Alerta à Nação - eles que venham, aqui não passarão" sofrerão uma reprimenda de suas forças. A punição pela indisciplina depende do regulamento de cada um, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e varia de uma simples advertência até a exclusão da força. Mesmo militares da reserva podem ser excluídos.

Nesse texto, os militares da reserva criticaram a interferência do governo no site do Clube Militar e o veto a um texto ali publicado que critica a presidente Dilma Rousseff e duas ministras. Nesse "Alerta à Nação", os oficiais afirmam não reconhecer "qualquer tipo de autoridade ou legitimidade” de Celso Amorim.

"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade", diz o documento.

Como no manifesto vetado no site do Clube Militar, o documento de terça-feira também critica a criação da Comissão da Verdade. "A aprovação da Comissão da Verdade foi um ato inconsequente, de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo".

O texto publicado no site do Clube Militar atribuía a Maria do Rosário e a Eleonora Menicucci declarações que estariam a serviço do que classificaram de "minoria sectária", disposta a reabrir feridas do passado. O primeiro manifesto polêmico foi assinado pelos presidentes do Clube Militar, Renato Cesar Tibau Costa; do Clube Naval, Ricardo Cabral; e do Clube da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista, todos já na reserva. No texto, dizem que Rosário vem apregoando a possibilidade de apresentação de ações judiciais para criminalizar agentes da repressão, enquanto Menicucci teria usado a cerimônia de posse — em 10 de fevereiro — para tecer "críticas exacerbadas aos governos militares", sendo aplaudida por todos, até pela presidente.

O texto diz ainda que o Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante e diz que as Forças Armadas são a instituição com maior credibilidade na opinião pública.

Da Agência O Globo




Bookmark and Share

Comente
Olá Visitante. Este usuário permite que você comente mas antes é necessário informar seu nome e email pessoal válido e ativo.
Você receberá um email de confirmação.
Nome: Obrigatório
Digite seu Email: Obrigatório. Não será divulgado.
Redigite seu Email: Obrigatório. Não será divulgado.
Código de segurança:_YA_SECURITYCODE
Digite o código de segurança:
  [ Voltar ]
Outas colaborações de spark
Veja Mais
Perfil de anonimo
Perfil do Usuário
Junte-se a nós!
Junte-se a nós!