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Postada em 24-04-2012. Acessado 1208 vezes.
Título da Postagem:A prática do comunismo em qualquer lugar do mundo será crime contra a humanidade
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 24-04-2012 @ 12:06 pm
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A prática do comunismo em qualquer lugar do mundo será crime contra a humanidade
 
Por isto é que Fidel Castro colocou a foice e seu martelo dentro do traseiro? Agora ele virou capitalista de carteirinha, desde criança? Seu regime está esgotado? Falta avisar aos intelectualóides do Petismo e a cambada dos "PC do B", os comunistas do MEC, e outros psicopatas ... Começa-se a formação de uma base jurídica internacional que pode contribuir para a reivindicação da "retomada" institucional do Brasil pela sociedade lesada pelas estultícias e crimes administrativos da governança petista / lulista.
 

Uma das primeiras ações deveria ser a extinção do Bolsa Ditadura em movimento de retaliação aos comunistas, socialistas, guerrilheiros, terroristas e sindicalistas ...

A Ucrânia e o parlamento europeu estabeleceram que os tribunais internacionais deverão tratar a prática do comunismo como "crime contra a humanidade".

O comunismo choca com a "Declaração Universal dos Direitos Humanos". E as nações que praticarem a ideologia comunista serão condenadas, e haverá necessidade de reparações, indenizações e penalidade aos responsáveis ... Por perdas e danos de toda espécie - julgamentos no estilo de Nuremberg, virando com isto um flagelo político para os russos.

O comunismo está sendo banido do planeta e tratado como uma aberração psicopática, contra os militantes e simpatizantes do socialismo / comunismo.

Temos a percepção de que muitas denúncias poderão surgir pelo mundo afora, principalmente, em casos da América do sul - Venezuela, Bolívia ... E Brasil, agora com Dilma na presidência.

Qualquer estrutura de governo de viés socialista, pejorativamente tendente ao comunismo, será julgada e banida das organizações internacionais, de comércio, de tecnologia, de direito, de relações exteriores e etc.

Os generais de 1964-1985 acabam de ser "restituídos" para a ala dos heróis nacionais, com a mais magna visão sobre a prática do comunismo e de suas ações repressivas, no enfrentamento de psicopatas.

Os generais tinham toda razão - comunista come mesmo "criancinhas".

Os militares de 1964 estão "automaticamente" anistiados, já que a luta empreendida pelas forças armadas brasileiras, ao impedirem a entrada do comunismo stalinista, sob a ação subversiva das guerrilhas e de terroristas, à época, veio mostrar-se ideologicamente correta, patriótica e heróica.

Agora que se confrontem os devedores das causas militares em defesa da soberania nacional.

Que os esquerdistas se insurjam a favor do socialismo / comunismo ... A foice pode decapitá-los e o martelo pode esmagá-los. Ou vão colocar a foice e o martelo dentro dos respectivos traseiros? 

Fica agora, também, levantada a questão de "cancelamento" das pensões que as famílias de comunistas, guerrilheiros e terroristas, que estão no momento recebendo, o que civilmente se denomina "Bolsa Ditadura".

Tais comunistas, guerrilheiros e terroristas são considerados pervertidos, subversivos e psicopatas, os quais em todo lugar do mundo, na prática do comunismo, vieram a cometer crimes hediondos e contra a humanidade ...

Que cobremos satisfações aos comunistas, guerrilheiros e terroristas, aos seus partidos políticos comunistas, aos políticos brasileiros em voga, aos candidatos de partidos comunistas e de simpatizantes das causas socialistas e comunistas ... Que impugnemos a presidência de Dilma Rousseff - ladra, assassina, terrorista, mentirosa, dissimulada e comunista.

Creio que agora a "cobra pode fumar" e podemos "sentar a púa" no petismo / lulismo e no diabo a quatro dos comunistas ...

Leiam a seguir todos os documentos que estabelecem veracidade em nosso artigo.

Abraços, e vamos a luta ...

Lewton

==================== documentos e links ...

Flagelo russo e outros flagelos

Http://flagelorusso.blogspot.com/2010/02/ucrania-quer-nuremberg-para-julgar.html

Terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 Ucrânia quer Nuremberg para julgar crimes do comunismo e moscou reage

O tribunal de apelo de Kiev, Ucrânia, entendeu haver matéria para inculpar os líderes do regime soviético do crime de genocídio.

Ele deu início à instalação de um tribunal que deve julgar os crimes do comunismo no país, informou a presidência ucraniana.

O novo tribunal vai se guiar pela carta do tribunal militar internacional de Nuremberg de 1946 que julgou os crimes do nazismo.

O presidente ucraniano Viktor Yushchenko pretende contatar os países do leste europeu para instituir um tribunal internacional mais abrangente.

A iniciativa entrou em área de incerteza após a vitória na presidencial de 7 de fevereiro do candidato pró-russo Victor Ianukovitch. Este sobe à presidência com reduzida margem de manobra e precisando dissimular sua amizade com o kremlin.

Os líderes russos ‒ herdeiros da velha ditadura soviética ‒ não pretendem atender a proposta e por certo devem ter reforçado sua pressão pela vitória de Ianukovitch.

Poderiam aderir alguns dos países que sofreram a opressão socialista soviética. Nessa hipótese poderiam ser levados a esse tribunal responsáveis por crimes comunistas praticados, por exemplo, na América latina.

09/12/2009 - 21:06

Http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:5c2ydgu8-5ej:blig.ig.com.br/qslnews/declaracao-de-praga-carta-de-repudio-europeu-ao-comunismo-no-mundo/+tribunais+para+julgar+regimes+comunistas&cd=2&hl=pt-br&ct=clnk&gl=br

Declaração de Praga

Primeiro manifesto internacional contra o comunismo

Graça Salgueiro | 31 outubro 2009

Http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:bwbzqmtb4iuj:www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/comunismo/10038-primeiro-manifesto-internacional-contra-o-comunismo.html+tribunais+para+julgar+regimes+comunistas&cd=7&hl=pt-br&ct=clnk&gl=br

Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na china são quase desconhecidos.pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual.

Notalatina - o Notalatina apresenta hoje uma importantíssima petição, uma decisão talvez inédita no mundo, que pede a condenação do comunismo por crimes de lesa-humanidade. Ela foi elaborada em praga, por importantes pessoas que sofreram na carne a brutalidade criminosa deste regime e está encabeçada pelo ex-presidente da república tcheca, Václav Ravel. O documento é todo tão bem elaborado e com indicações de links tão importantes, que resolvi traduzi-lo por inteiro.

Já há algum tempo o presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, vem mostrando seu absoluto rechaço a tudo o que significou para o seu país o domínio soviético, então, derrubou monumentos, trocou nomes de ruas, praças e edificações, e em seu lugar colocou o de mártires ou ilustres escritores.

Agora este movimento contra o comunismo chega ao parlamento europeu com bastante representatividade. É salutar, portanto, que também apoiemos esta decisão. Eu assinei, porém ainda somos poucos - meu número foi o 4.130 - e é importante que se chegue aos milhares, para mostrar ao mundo que ninguém agüenta mais esta ideologia assassina que só trouxe miséria, destruição e mortes brutais por onde passou. Acredito que uma petição desta envergadura não pode circunscrever-se aos países do leste europeu mas a todos aqueles que se solidarizam com suas vítimas, que condenam com veemência este genocídio e que também não desejam ver em seus países mais sangue inocente derramado por criminosos psicopatas desta estirpe. Lembrem-se de cuba e a Venezuela aqui do nosso lado, pois nós também corremos este risco, como todos sabem.

Fiquem com Deus e até a próxima!

Tradução e comentários: G. Salgueiro

A declaração de praga condena o comunismo por crimes contra a humanidade

O nacional-socialismo alemão converteu-se na cara exclusiva do mal no mundo. As embaixadas da Alemanha e de Israel, assim como a imprensa, protestaram porque um museu de cera na Tailândia usou como anúncio uma reprodução de Adolf Hitler. Ninguém, entretanto, teria protestado se a imagem em questão fosse de Joseph Stalin. Inclusive é habitual cruzar-se com gente que leva orgulhosa em sua camiseta a cara de certo terrorista denominado Che Guevara. A declaração de praga quer acabar com essa impunidade do comunismo.

Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de paracuellos del jarama. A soma de mortos pelos criadores do homem novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.

Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o parlamento europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o leste europeu, como o dia da lembrança das vítimas dos totalitarismos.

Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da declaração de praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o instituto da memória e consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.

Convidamos nossos leitores a ler a declaração de praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo

Carta de repúdio europeu ao comunismo no mundo

Praga declaração sobre a consciência européia e comunismo

3 de junho de 2008, praga, do senado do parlamento da república checa tendo em mente o futuro digno e democrático da nossa casa européia,

Montanha de mortos na Ucrânia, durante a grande fome de 1932/1933, que matou 4 milhões de ucranianos, 1 milhão de casaques e mais 1 milhão de soviéticos. A Ucrânia, com o 2° solo mais fértil do mundo, tornou-se um imenso cemitério a céu aberto quando os comunistas esfomearam até a morte 1/3 da população camponesa do país para a “coletivização” das terras (leia-se escravização dos camponeses). Na economia socialista, quem mais produz alimentos é quem mais morre de fome.

Esta é a verdadeira lista dos maiores assassinos da história: (em negrito, os ditadores comunistas)

1º lugar: Mao TSE Tung , com 75 milhões de mortos;

2º: Hitler, 54 milhões; 3º: General Tojo, 24 milhões;

4º: Stalin, 14 milhões; 5º: Lênin, 6 milhões.

O ditador comunista iugoslavo Slobodan Milosevic mandou exterminar a população muçulmana da bósnia e a minoria albanesa do kosovo (“limpeza étnica” para quem pensa que comunistas não são racistas), deportando populações inteiras em trens de carga para os campos de concentração, sendo as mulheres estupradas sistematicamente, velhos e bebês degolados e os homens esfomeados até a morte – Milosevic ainda estava vivo e passando bem, aos cuidados da ONU de Kofi Annan e aguardando o final de um julgamento interminável que se arrastava há anos. Morreu do coração, de tanto esperar. Detalhe mórbido é que as vítimas dos comunistas são sempre o próprio povo que eles tiranizam.

Além dos 65 milhões dizimados na china e dos 20 milhões exterminados na união soviética, junte mais 3 milhões de mortos na coréia do norte (1 milhão de Kim Sung e 2 milhões de seu filho Kim Jong, que numa só crise de fome em 3 anos matou o dobro do pai em 48 anos de reinado) outros 2 milhões aniquilados no Camboja por ordens de Pol Pot (um quarto da população do país exterminada em 3 anos), 1,5 milhão de muçulmanos no Afeganistão massacrados pela invasão soviética, 1,5 milhão de africanos negros esfomeados até a morte na Etiópia do coronel Megistu , e somando mais 1,3 milhão assassinados pelo imperialismo soviético e seus lacaios na Europa oriental e adicione á conta 1,1 milhão de vítimas abatidas no Vietnã pelo santificado titio Ho Chi Mihn e o general Le Duc To e sucessores. Com outros 4,6 milhões que tombaram em angola, Moçambique, Mongólia, Mianmar, Laos e na América latina, e a contagem de corpos da foice e do martelo ultrapassa 100 milhões de mortos.

Primeiro manifesto internacional contra o comunismo

Http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=noticia&id=nbm0697

Esta petição, uma decisão talvez inédita no mundo, pede a condenação do comunismo por crimes de lesa-humanidade. Ela foi elaborada em praga, por importantes pessoas que sofreram na carne a brutalidade criminosa deste regime e está encabeçada pelo ex-presidente da república tcheca, Václav Ravel. O documento é todo tão bem elaborado e com indicações de links importantes.

Declaração de Praga

Tendo em conta o futuro digno e democrata de nossa comum pátria européia;

- considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;

- considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;

- considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;

- considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;

- considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a europa em ocidente e oriente;

- considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;

- considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;

- considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seu caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;

- considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;

- considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos governos que o aplicaram;

- considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;

- considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;

- considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;

- considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;

- considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;

- considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;

- considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;

- considerando que praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo;

Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos;

Nós, os participantes da conferência de praga consciência européia e o comunismo;

- ante a resolução do parlamento europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da segunda guerra mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005;

- ante a resolução 1.481 da assembléia parlamentar do conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006;

- ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários parlamentos nacionais;

- ante a experiência da comissão pela verdade e a reconciliação na áfrica do sul;

- ante a experiência dos institutos da memória e os memoriais na polônia, Alemanha, Eslováquia, república checa, estados unidos, o instituto para a investigação de crimes comunistas na Romênia, os museus da ocupação da lituânia, Letônia e Estônia, assim como a casa do terror na Hungria;

- ante as presidências atuais e futuras na UE e no conselho da Europa;

- ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa central e oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,

Pedimos:

1. Chegar a um entendimento entre todos os europeus de que os regimes totalitários nazista e comunista devem ser julgados por seus próprios méritos terríveis, por ser destrutivo em suas políticas de maneira sistemática na aplicação das formas extremas de terror, da supressão de todos os direitos civis e das liberdades humanas, começando pelas guerras de agressão e, como uma parte inseparável de suas ideologias, o extermínio e a deportação de nações inteiras e grupos de população, e que como tais devem ser considerados os principais desastres que frustraram o século 20,

2. O reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser qualificados como crimes de lesa-humanidade, de modo que constituam uma advertência para as gerações futuras da mesma maneira que os crimes nazistas foram julgados pelo tribunal de Nuremberg,

3. A formulação de um enfoque comum a respeito dos crimes dos regimes totalitários, incluídos os regimes comunistas, e uma versão européia dos crimes comunistas, a fim de definir claramente uma atitude comum frente aos crimes dos regimes comunistas,

4. A introdução de uma legislação que permita aos tribunais de justiça julgar e condenar os culpados pelos crimes comunistas e compensar as vítimas do comunismo,

5. A garantia do princípio de igualdade de tratamento e não-discriminação entre as vítimas de todos os regimes totalitários,

6. A pressão européia e internacional para a condenação efetiva dos crimes do passado comunista e da luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,

7. O reconhecimento do comunismo como parte integrante e horrível da história comum da Europa,

8. A aceitação por toda a Europa da responsabilidade pelos crimes cometidos pelo comunismo,

9. O estabelecimento de 23 de agosto, dia da assinatura do pacto hitler-stalin, conhecido como o pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de lembrança das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunista, do mesmo modo que a Europa recorda as vítimas do holocausto em 27 de janeiro,

10. A reclamação aos parlamentos nacionais para que reconheçam os crimes comunistas como crimes contra a humanidade, e modifiquem a legislação pertinente,

11. O debate público sobre o mau uso comercial e político dos símbolos comunistas,

12. A continuação das audiências da comissão européia com respeito às vítimas dos regimes totalitários, com vistas à elaboração de uma comunicação da comissão,

13. O estabelecimento de comitês compostos por experts independentes nos estados europeus que foram governados por regimes comunistas totalitários, com a tarefa de recolher informação sobre violações dos direitos humanos sob cada regime comunista totalitário em nível nacional, com o fim de colaborar estreitamente com o conselho de comitê de experts da Europa,

14. A elaboração de um claro marco jurídico internacional em relação a um acesso livre e irrestrito aos arquivos que contêm informação sobre os crimes do comunismo,

15. A fundação de um instituto europeu da memória e da consciência, que teria duas funções:

A) a de um instituto europeu dedicado à investigação dos estudos do totalitarismo, o desenvolvimento de projetos científicos e educacionais e o apoio à criação de redes de institutos de investigação nacionais especializados no tema da experiência totalitária,

B) e a de um museu memorial de âmbito europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas destes regimes e de dar a conhecer os crimes cometidos por eles,

16. A organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes comunistas totalitários, com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, experts e associações, cujos resultados devem ser difundidos no mundo inteiro,

17. O ajuste e a revisão de livros de texto de história européia, para que as crianças possam aprender e ser advertidas sobre o comunismo e seus crimes, da mesma forma que se lhes ensinou a compreender os crimes nazistas,

18. A abertura de um amplo e profundo debate em toda a Europa sobre a história européia e a herança comunista,

19. A comemoração conjunta do 20º aniversário no próximo ano da queda do muro de Berlim, do massacre da Praça Tianamen e da matança na Romênia.

Nós, os participantes da conferência de praga consciência européia e o comunismo, nos dirigimos a todos os povos da Europa, a todas as instituições políticas européias, inclusive os governos e os parlamentos nacionais, o parlamento europeu, a comissão européia, o conselho da Europa e outros órgãos internacionais pertinentes, e os exortamos a abraçar as idéias e as propostas enunciadas nesta declaração de praga, e a convertê-las em medidas práticas e políticas.

DATA DA PUBLICAÇÃO: 04/11/2009

SIGNATÁRIOS FUNDADORES:

1. VÁCLAV HAVEL, EX-DISSIDENTE E PRESIDENTE DA CHECOSLOVÁQUIA / REPÚBLICA TCHECA, REPÚBLICA TCHECA

2. JOACHIM GAUCK, O EX-COMISSÁRIO FEDERAL PARA OS ARQUIVOS DA STASI, A ALEMANHA

3. GÖRAN LINDBLAD, VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DO CONSELHO DA EUROPA, MEMBRO DO PARLAMENTO, SUÉCIA

4. VYTAUTAS LANDSBERGIS, MEMBRO DO PARLAMENTO EUROPEU, EX-DISSIDENTE E PRESIDENTE DA LITUÂNIA, A LITUÂNIA

5. JANA HYBÁŠKOVÁ, MEMBRO DO PARLAMENTO EUROPEU, REPÚBLICA TCHECA

6. CHRISTOPHER BEAZLEY, MEMBRO DO PARLAMENTO EUROPEU, REINO UNIDO

7. TUNNE KELAM, MEMBRO DO PARLAMENTO EUROPEU, EX-DISSIDENTE, ESTÓNIA

8. JIŘÍ LISKA, SENADOR, VICE-PRESIDENTE DO SENADO, O PARLAMENTO DA REPÚBLICA CHECA, REPÚBLICA TCHECA

9. MARTIN MEJSTŘÍK, O SENADOR, O PARLAMENTO DA REPÚBLICA CHECA, REPÚBLICA TCHECA

10. JAROMÍR STETINA, O SENADOR, O PARLAMENTO DA REPÚBLICA CHECA, REPÚBLICA TCHECA

11. EMANUELIS ZINGERIS, MEMBRO DO PARLAMENTO, DA LITUÂNIA, PRESIDENTE DA COMISSÃO INTERNACIONAL PARA A APRECIAÇÃO DOS CRIMES DOS REGIMES DE OCUPAÇÃO NAZISTA E SOVIÉTICO NA LITUÂNIA, A LITUÂNIA

12. TSETEN SAMDUP CHHOEKYAPA, REPRESENTANTE DE SUA SANTIDADE O DALAI LAMA, GENEBRA, NO TIBETE, NA SUÍÇA

13. IVONKA SURVILLA, EXILE PRESIDENTE DA BIELORRÚSSIA, CANADÁ

ZIANON PAZNIAK, PRESIDENTE NACIONAL DA FRENTE POPULAR DA BIELORRÚSSIA, PRESIDENTE DO CONSERVADOR PARTIDO CRISTÃO BIELORUSSO, ESTADOS UNIDOS

14. RŮŽENA KRÁSNÁ, EX-PRISIONEIRO POLÍTICO, POLÍTICO, REPÚBLICA TCHECA

15. JIRI STRANSKY, EX-PRISIONEIRO POLÍTICO, ESCRITOR, EX-PRESIDENTE DO PEN CLUB, REPÚBLICA TCHECA

16. VÁCLAV VASKO, EX-PRISIONEIRO POLÍTICO, DIPLOMATA, ATIVISTA CATÓLICO, REPÚBLICA TCHECA

17. ALEXANDR PODRABINEK, DISSIDENTE E PRISIONEIRO POLÍTICO EX-JORNALISTA, FEDERAÇÃO RUSSA

18. PAVEL ŽÁČEK, DIRETOR DO INSTITUTO DE ESTUDOS DE REGIMES TOTALITÁRIOS, REPÚBLICA TCHECA

19. MIROSLAV LEHKY, VICE-DIRETOR DO INSTITUTO DE ESTUDOS DE REGIMES TOTALITÁRIOS, REPÚBLICA TCHECA

20. ŁUKASZ KAMIŃSKI, VICE-DIRETOR, INSTITUE OF NATIONAL REMEMBRANCE, POLÓNIA

21. MICHAEL KIßENER, PROFESSOR DE HISTÓRIA, JOHANN GUTENBERG UNIVERSITY, MAINZ, ALEMANHA

22. EDUARD STEHLÍK, HISTORIADOR, VICE-DIRETOR DO INSTITUTO DE HISTÓRIA MILITAR, REPÚBLICA TCHECA

23. KAREL STRAKA, HISTORIADOR, INSTITUTO DE HISTÓRIA MILITAR, REPÚBLICA TCHECA

24. JAN URBAN, JORNALISTA, REPÚBLICA TCHECA

25. JAN BURIAN, ANTIGO DISSIDENTE, COMPOSITOR, REPÚBLICA TCHECA

26. LUKÁŠ PACHTA, CIENTISTA POLÍTICO E ESCRITOR, REPÚBLICA TCHECA

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FIM ... DO COMUNISMO E DOS COMUNISTAS!




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