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Postada em 11-05-2012. Acessado 1088 vezes.
Título da Postagem:Dilma dá caráter técnico à Comissão da Verdade e paga bem aos comissários
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 11-05-2012 @ 09:49 am
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O STM colocou o dossiê de Dilma num cofre para evitar que se fizesse "uso político dele contra ela", durante as eleições de out/2010, para a presidência. Mas, a contradição ficou implícita, pois foi feito uso político da "Dilma Inexistente", de uma gerentona técnica e eficiente, que pela história foi ladra, assassina e guerrilheira (terrorista). O STM da ocasião se foi coagido, ou não, escondeu a verdade sobre Dilma. Hoje temos que suportar uma Dilma falando em busca da verdade, por esta comissão remunerada como executiva de multinacional.

Estão indicados, isto é, escolhidos os nomes dos comissários da verdade. Porém, nada de verdadeiro existe nesta encenação política. Vão mexer num abelheiro? Nos arquivos da Ditadura, assim escrito pelos comunistas e socialistas, existem revelações que jogarão bosta em banqueiros, empresários, jornalistas, políticos, na igreja e em seus sacerdotes, na universidade e em seus professores ... Que se abra logo este arquivo, que virou talismã dos atuais governistas, que usam sua abertura como intimidação e ameaça sobre os militares.

O que se sabe é que muitos bons nomes de autoridades da ocasião irão surgir do lado errado da história. E agora um movimento de pressão seria muito útil para derrubar este instrumento de manipulação política, e se molestar tais membros escolhidos de falsidade moral e ideológica para intervir no processo de análise histórica dos documentos da comissão da verdade. Nos parece que o caldo vai entornar sobre a história militar do Brasil, por suspeitos e bem remunerados comissários para com "isenção" revelarem a verdade das presumidas torturas e agonias de bons cidadãos pregadores do comunismo e da degeneração política do país.

O STM traiu o Brasil? E Dilma se assenhora de dizer que agora a verdade será revelada. Um teatro maquiavélico que deve levar tomate estragado e ovo podre. É uma encenação para desvio de objetivo, já que a degeneração administrativa do petismo se escala para baixo do orifício de dejetos do sapo. Todos os ex-presidentes estarão na cerimônia, dando apoio figurativo ao evento para otários acreditarem na "honestidade" da verdade, numa governança desonesta com a palavra, a função, a conduta, as verbas e a constituição.

Leiam a notícia ...

Abraços,

Lewton

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http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/dilma-d%C3%A1-car%C3%A1ter-t%C3%A9cnico-%C3%A0-comiss%C3%A3o-da-verdade

Por TÂNIA MONTEIRO, RAFAEL MORAES MOURA , BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 11/5/2012 3:01

Dilma dá caráter técnico à Comissão da Verdade

A presidente Dilma Rousseff concluiu ontem a escolha dos sete nomes que comporão a Comissão da Verdade. O anúncio foi feito no início da noite pelo porta-voz da Presidência, Thomas Traumann. Os escolhidos são José Carlos Dias, Gilson Dipp, Rosa Maria Cardoso da Cunha, Cláudio Fonteles, Paulo Sérgio Pinheiro, Maria Rita Kehl e José Paulo Cavalcanti Filho.
De acordo com o porta-voz, os nomes devem ser publicados hoje no Diário Oficial da União. A posse está prevista para quarta-feira, em cerimônia que deve contar com as presenças dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. 'Todos já confirmaram presença, numa demonstração de que essa comissão não é de governo, é de Estado', disse Traumann.

A Comissão da Verdade, destinada a esclarecer casos de violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, foi criada em novembro. Para começar a funcionar, depende da nomeação dos integrantes, que dois anos para realizar o trabalho e apresentar um relatório.

Remunerados. Não está estabelecido como será o rito de funcionamento da comissão. Cada integrante receberá um salário mensal de R$ 11.179,36. Desde a sanção da lei, a escolha dos nomes foi cercada de cuidados por parte do governo. Na área militar, há grupos resistentes à própria criação da Comissão da Verdade, temendo 'revanchismo' e vendo no trabalho uma tática para rever a Lei da Anistia, aprovada em 1979.

Organizações ligadas aos direitos humanos, por sua vez, fazem pressão para que o trabalho do colegiado revele nomes de integrantes da ditadura militar que praticaram tortura. Em seu discurso, ao sancionar a lei, a presidente afirmou que a Comissão da Verdade consolida o processo democrático e salientou que 'o silêncio e o esquecimento são sempre uma grande ameaça'.

'Não podemos deixar que no Brasil a verdade se corrompa com o silêncio', disse Dilma. 'A verdade interessa muito, às novas gerações, que tiveram a oportunidade de nascer e viver sob regime democrático. Interessa, sobretudo, aos jovens que hoje têm o direito à liberdade e devem saber que essa liberdade é preciosa e que muitos por ela lutaram e pereceram.'

Um dos escolhidos para a comissão, o ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles, disse ao Estado que o grupo 'busca a reconstituição da história, sem nenhum tipo de revanchismo ou perseguição', até porque 'existe a Lei da Anistia, que está em vigor e foi endossada recentemente pelo Supremo Tribunal Federal', disse. 'Existe uma lei que reconhece que o Estado brasileiro violou os direitos humanos e é aí que vamos reconstituir a história, aproveitando já o trabalho da comissão de mortos e desaparecidos políticos do Ministério da Justiça', concluiu o ex-procurador-geral.

Favorito. Entre os sete nomes escolhidos por Dilma, o de Paulo Sérgio Pinheiro surge como favorito para presidir o colegiado, pois o sociólogo tem bom trânsito tanto entre petistas como tucanos, já atuou em colegiados semelhantes em outros países e sua indicação era dada como certa desde a sanção da lei.

Ainda não está definido, porém, se a comissão terá um presidente e se ele será mesmo escolhido por Dilma. Na avaliação de assessores da Presidência, seria melhor, nos momentos de ataque aos trabalhos do grupo, se fosse tratado como um colegiado.

A advogada Rosa Maria da Cunha foi a defensora de Dilma e de seu ex-marido, Carlos Araújo, quando os dois foram presos pela ditadura militar, nos anos 1970. Outro advogado que defendeu opositores do regime militar é o ex-ministro José Carlos Dias. / COLABOROU ROLDÃO ARRUDA
 




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