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Postada em 02-07-2012. Acessado 634 vezes.
Título da Postagem:Eleição de profissionais e indicadores administrativos na governança científica
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 02-07-2012 @ 03:24 pm
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Vamos precisar de eleições de profissionais em administração e seleção de indicadores administrativos para a governança científica do poder público ...

Tags: Indicadores, administração, administrativos, planos, governo, governança, marketing político, pesquisas, opinião, propagandas, enganosas, abusivas, campanhas, eleições, eleitoral, estelionato, falsidade ideológica, teoria das organizações, rotina, ciência, científica, realidade objetiva, nível de vida, educação, escolaridade, IDH, desenvolvimento econômico, evolução civilizatória, civilização, legislativo, executivo, tribunal, justiça, FHC, LULA

Uma das regras básicas do Marketing Político é a propaganda enganosa e abusiva. Toda permeada de mentiras e de sofismas. Boa parte possui insuficiência técnica em suas afirmações e proposições. Partem de fontes duvidosas e sem bases científicas, percorrem intervalos de tempo incomparáveis, adotam referenciais estatísticos, em amostragens precárias ou seletivas, sem correlações com as afirmações sobre a realidade objetiva, afirmam eventos, dados e informações irrelevantes estereotipadas para capturar opiniões formadas por falácias e crenças folclóricas.

Este é o mundo do Marketing Político para tirar e captar o voto dos incultos e incautos. E estes incultos e incautos por sua fragilidade civilizatória: escolar, moral, técnica, cultural, política e religiosa, ao por maioria escolherem os propaladores das propagandas enganosas, para os cargos do legislativo e do executivo, terminam por levarem ao abismo da má fé e da desqualificação administrativa, todo o resto da nação excluídos da maioria ditatorial de votos sem ponderação, proporção e sabedoria seletiva.

O ideal é que os eleitores votassem em referenciais da realidade objetiva, como através de indicadores capazes de fornecerem a dimensão verdadeira do "status quo, do modus operandi e vivendi" de sua própria civilidade e qualidade de vida, obtidas através da programação de planos de trabalho, de projetos e da arte de se governar de maneira administrativamente correta e científica.

Existem vários referenciais estatísticos que aproximam nossas opções, opiniões e escolhas da realidade objetiva que transcorre além das afirmações enganosas dos políticos de má fé, e de baixa qualificação, para o exercício de cargos públicos eletivos – legislativo e executivo.

É muito comum a manipulação de dados estatísticos nas campanhas eleitorais. E muitas das afirmações não possuem elementos concretos de demonstração técnica corrente, e que são enfeitados em vídeos e clipes em aberta ação criminal de falsidade ideológica e desqualificação técnica.

Por exemplo:

1. Dados e informações de intervalos de período curtos em comparativos com períodos longos, e vice-versa;

2. Unidade de medidas não comparáveis, em intervalos de medidas temporais, também incomparáveis;

3. Relevância a fatos, dados e eventos em valores relativos de porcentagens, onde os valores absolutos, por exemplo de população, foram bem diferentes, o que resultará em crenças de melhores desempenhos, quando em verdade o número de pessoas atingidas positivamente é menor ou insignificante;

4. Propagandas de eficiências desconsiderando o aumento populacional, e já que a população no Brasil cresce em média 2 milhões de habitantes por ano, sempre nos anos seguintes haverá tendência de mais gente estar excluída dos benefícios de projetos e programas;

5. Não considerar os tipos de evolução civilizatória: 1ª Vegetativa – quando o desempenho consegue atender o ganho populacional de um período para outro, 2ª Recessiva - quando o desempenho NÃO consegue atender o ganho populacional de um período para outro e 3ª Progressiva - quando o desempenho consegue atender acima do ganho populacional de um período para outro, equilibrando excesso com escassez;

6. Dados e informações obtidos por meio e/ou fontes afetadas por ideologia, corrupção e compra de opinião;

7. Dados e informações "forjados" sem coletas em campo e/ou com amostragens cientificamente incorretas;

8. Dados e informações de indicadores sem correlação com as afirmações propagandísticas. Ou imagens de que tudo vai bem quando o próprio indicador usado mostra irrelevância ou incapacidades administrativas;

9. Mudanças de conceitos e conceituações nos parâmetros, em transições de governanças, e em ano fiscal corrente ou findo, para facilitar o atingimento de valores e metas, usando novos métodos de medidas, e ainda com as anomalias acima listadas;

10. Contratação de "notórios especialistas" para argumentações contra certos "contra-argumentos" depreciadores do mau desempenho da governança, de modo a minimizar depreciações qualificadas, e ainda com as anomalias acima listadas.

Nos 8 anos da administração do Lula, de 2003 a 2010, o caráter abusivo das propagandas veio ofendendo e traindo as crenças populares, de modo a demonstrar resultados com aparente eficiência, sem concretismos no mundo real – foram 8 anos de mentiras administrativas, para manutenção de um poder corrupto e com muita gente de má fé e baixa qualificação.

Os governos são entrelaçados por resultados. Um novo governo parte de uma plataforma de resultados do governo anterior. Este novo governo terá, em função do aumento populacional, que mostrar eficiência pelo menos na condição de crescimento do tipo 3º Progressivo - quando o desempenho consegue atender acima do ganho populacional de um período para outro, equilibrando excesso com escassez, sempre em busca de tirar o "atraso" no atendimento da cidadania, uma vez que estamos em déficit na maioria dos indicadores, frente ao crescente processo demográfico.

Se a população cresce, a cada 2 milhões de novos habitantes, a eficiência da governança deverá ser capaz de atender tanto a geração "entrante", quanto às gerações correntes, além de resgatar as gerações excluídas. Sobre isto as governanças são incapazes de administrar com eficiência e eficácia.

O ideal seria que os pleiteadores nas campanhas eleitorais fossem capazes de elaborar planos de governos, baseados em administração científica, e em pesquisas de opiniões e de necessidades na realidade objetiva, para com base nestes planos o processo eleitoral, e de votação, fosse dirigido para os grupos administrativos pleiteantes mais bem qualificados e mais bem ilibados.

Outro exemplo que se segue é que o processo administrativo das novas governanças se baseasse em indicadores administrados e atingidos em suas metas, evitando acomodações e estelionatos eleitorais. Segue se abaixo uma relação sugestiva de indicadores administráveis:

(A) Estatísticas de Nível de Vida

1. Artigo Principal: Estatísticas de Nível de Vida;

1.1 Índice de Desenvolvimento Humano – IDH;

1.2 Acesso à Rede de água;

1.3 Acesso à Rede de esgoto;

1.4 Acesso à Energia elétrica;

1.5 Porcentagem de Domicílios com geladeira;

1.6 Porcentagem de Domicílios com televisão;

1.7 Mortalidade infantil;

1.8 Taxa de pobreza;

(B) Estatísticas de Acesso à Educação

2. Artigo Principal: Estatísticas de Acesso à Educação;

2.1 Evasão escolar;

2.2 Acesso à universidade;

2.3 Índice de analfabetismo;

2.4 Universidades Federais;

(C) Estatísticas de Desenvolvimento Econômico

3. Artigo Principal: Estatísticas de Desenvolvimento Econômico;

3.1 Salário mínimo;

3.2 Carga tributária;

3.3 Taxa de crescimento econômico;

3.4 Nível de desemprego;

3.5 Inflação ao consumidor;

3.6 Dívida pública federal;

Estes 3 mega-indicadores (A) Estatísticas de Nível de Vida, (B) Estatísticas de Acesso à Educação e (C) Estatísticas de Desenvolvimento Econômico, e seus totais de 18 sub-indicadores, já são capazes de determinar a capacidade administrativa das governanças, principalmente, a de permitir a comparação de duas equipes de um mesmo governo e de equipes de governos diferentes, em tempos diferentes, mas em intervalos temporais iguais.

Ao invés da ONU chegar com a determinação do IDH brasileiro, todo o conjunto administrativo do país estaria administrando a nação para obtenção de valores previamente calibrados, dos indicadores fontes do IDH: renda per capita, escolaridade e expectativa de vida, de modo a mostrar atingimentos e melhorias nos resultados do IDH, desde o mais longínquo e esquecido município aos mais festejados e prósperos.

Como ocorre hoje? Segue-se o método de cálculo do IDH e simplesmente se constata que: ou melhorou, ou estagnou ou regrediu. Não há uma administração científica dirigindo ao atingimento do IDH, consequentemente não há uma administração profissional nos municípios, nos estados e no governo federal.

Como não há uma administração profissional nos municípios, nos estados e no governo federal e se necessita formar opiniões sobre a qualidade administrativa dos governos, a única saída para pessoal administrativamente desqualificado será a de recorrer às propagandas enganosas e abusivas.

Mais um exemplo, sobre isto, nós poderemos apresentar neste artigo, como se segue abaixo, no texto Meu partido é o Brasil: Números não manipulados que esclarecem.

====================================================

Meu partido é o Brasil: Números não manipulados que esclarecem.

Por: Bom Patriota [mailto: bompatriota@gmail.com]

As estatísticas aqui apresentadas são selecionadas principalmente por aparecerem em propaganda eleitoral ou material de divulgação de partidos de forma errada e sem citação de fontes. Para mais informações, acesse diretamente os sites do IBGE, IPEA e outras fontes citadas abaixo.

IMPORTANTE: Para acessar as fontes originais das informações citadas caso você não seja cadastrado no Wikia, basta clicar no link e, na página que surgir, clicar em skip this ad. Isto é uma configuração padrão do Wikia e desaparece para quem é cadastrado.

Resumo visual das estatísticas (detalhes e links para as fontes de dados seguem abaixo): (versão reduzida)

Estatísticas de Nível de Vida

1. Artigo Principal: Estatísticas de Nível de Vida

Dados são informados até o ano mais recente de publicação dos mesmos pelos institutos responsáveis por sua manutenção.

Quando os anos não fecham com o início e fim dos governos há um hiato na divulgação de estatísticas e o ano mais próximo é utilizado.

Se alguém tiver dados mais recentes, de fontes confiáveis, por favor me envie.

1.1 Índice de Desenvolvimento Humano - IDH

O Índice de Desenvolvimento Humano, um dos principais indicadores do nível de vida da população de um país, cresceu muito mais durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula. Isto significa que a qualidade de vida do povo Brasileiro melhorou de forma mais acelerada no governo anterior que no governo atual.

Fonte: Dados oficiais da ONU.

De 1995 a 2000 (FHC) cresceu 7,62% ou 1,48% ao ano;

De 2000 a 2007 (Lula) cresceu 2,91% ou 0,41% ao ano;

# Brasil só superou o crescimento médio mundial de 1995 a 2000;

# Lula aproveita-se de um pouco do crescimento da época FHC nesta comparação devido à esparsidade dos dados;

1.2 Acesso à Rede de água

O percentual de domicílios com acesso à rede de água potável encanada, condição praticamente básica à dignidade humana nos dias atuais, cresceu de forma muito mais rápida durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula.

Fontes: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE.

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 42,09% em número absoluto ou 4,49% ao ano;

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 9,33% em proporção do total ou 1,12% ao ano;

De 2002 a 2007 (Lula) cresceu 19,22% em número absoluto ou 3,58% ao ano;

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 4,02% em proporção do total ou 0,57% ao ano;

1.3 Acesso à Rede de esgoto

A quantidade de domicílios com acesso à rede de escoamento de esgoto, critério essencial para a qualidade de vida da população, cresceu de forma mais rápida durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula.

Fontes: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE.

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 55,16% em número absoluto ou 5,65% ao ano;

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 19,23% em proporção do total ou 2,22% ao ano;

De 2002 a 2007 (Lula) cresceu 29,52% em número absoluto ou 5,31% ao ano;

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 14,62% em proporção do total ou 1,97% ao ano;

1.4 Acesso à Energia elétrica

O percentual de domicílios com acesso à rede elétrica, outro critério essencial para a obtenção de um bom nível de qualidade de vida, cresceu muito mais rápido durante o governo anterior que no governo atual.

Fontes: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE.

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 7,44% ou 0,90% ao ano;

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 2,48% ou 0,35% ao ano;

1.5 Porcentagem de Domicílios com geladeira

O refrigerador tornou-se item essencial para a família. Mesmo assim, ainda existem domicílios que não possuem este eletrodoméstico. A proporção de domicílios com geladeira cresceu muito mais rápido durante o governo Fernando Henrique que no governo posterior.

Fontes: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE.

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 20,75% ou 2,39% ao ano;

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 8,30% ou 1,15% ao ano;

1.6 Porcentagem de Domicílios com televisão

Aparelho televisor, mesmo não sendo essencial à sobrevivência, é de grande importância para o tempo de lazer da população, influenciando assim a qualidade de vida. Acesso à televisão cresceu mais rápido no governo anterior que no governo atual, apesar da às vezes dramática diminuição nos preços.

Fontes: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE.

De 1994 a 2002 (FHC) cresceu 18,73% ou 2,17% ao ano;

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,66% ou 1,30% ao ano;

# Preços de TVs despencaram no governo Lula;

1.7 Mortalidade infantil

A alta mortalidade infantil era um dos problemas mais trágicos do Brasil. Felizmente, a estabilidade e o desenvolvimento tem permitido uma queda progressiva no número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade. A queda neste número foi, no entanto, muito mais pronunciada durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula.

Fontes: Dados oficiais do DataSUS, Portal ODM.

De 1997 a 2002 (FHC) caiu 21,94% ou 4,83% ao ano;

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 20,16% ou 2,78% ao ano;

1.8 Taxa de pobreza

A taxa de extrema pobreza indica, segundo o IPEA, o 'percentual de pessoas na população total com renda domiciliar per capita inferior à linha de extrema pobreza (ou indigência, ou miséria). A linha de extrema pobreza aqui considerada é uma estimativa do valor de uma cesta de alimentos com o mínimo de calorias necessárias para suprir adequadamente uma pessoa.' Já a taxa de pobreza indica, também segundo o IPEA, o ' Percentual de pessoas na população total com renda domiciliar per capita inferior à linha de pobreza. A linha de pobreza aqui considerada é o dobro da linha de extrema pobreza.'

Fonte: Dados oficiais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

De 1994 a 2002 (FHC), a taxa de extrema pobreza caiu um total de 6,28%, com uma variação de -30,98%.

De 2002 a 2009 (Lula), a taxa de extrema pobreza caiu um total de 6,71%, com uma variação de -47,96%.

De 1994 a 2002 (FHC), a taxa de pobreza caiu um total de 8,58%, com uma variação de -19,96%.

De 2002 a 2009 (Lula), a taxa de pobreza caiu um total de 12,98%, com uma variação de -37,73%.

Estatísticas de Acesso à Educação

2. Artigo Principal: Estatísticas de Acesso à Educação

Dados são informados até o ano mais recente de publicação dos mesmos pelos institutos responsáveis por sua manutenção.

Quando os anos não fecham com o início e fim dos governos há um hiato na divulgação de estatísticas e o ano mais próximo é utilizado.

Se alguém tiver dados mais recentes, de fontes confiáveis, por favor me envie.

2.1 Evasão escolar

Evasão escolar é algo extremamente preocupante em qualquer sociedade, principalmente na idade normalmente associada ao ensino secundário - que pode fazer uma diferença crucial na vida de uma pessoa. Enquanto o número de crianças de idade entre 15 e 17 anos que não frequentavam a escola caiu dramaticamente durante o governo Fernando Henrique, este número permaneceu preocupantemente estável durante o governo Lula.

Fonte: Dados oficiais do IBGE.

De 1994 a 2002 (FHC) variou -51,44% ou -8,63% ao ano;

De 2002 a 2007 (Lula) variou -4,32% ou -0,88% ao ano;

2.2 Acesso à universidade

Evasão escolar é algo extremamente preocupante em qualquer sociedade, principalmente na idade normalmente associada ao ensino secundário - que pode fazer uma diferença crucial na vida de uma pessoa. Enquanto o número de crianças de idade entre 15 e 17 anos que não frequentavam a escola caiu dramaticamente durante o governo Fernando Henrique, este número permaneceu preocupantemente estável durante o governo Lula.

Fonte: Dados oficiais do IBGE.

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em instituições federais cresceu 44,65% ou 5,42% ao ano;

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em instituições federais cresceu 20,97% ou 3,22% ao ano;

De 1994 a 2002 (FHC) o número total de matrículas no ensino superior cresceu 109,50% ou 9,69% ao ano;

De 2002 a 2008 (Lula) o número total de matrículas no ensino superior cresceu 45,98% ou 6,51% ao ano;

2.3 Índice de analfabetismo

O índice de analfabetismo indica o percentual da população total, acima de 15 anos de idade, que não sabe ler nem escrever um bilhete simples.

Fonte: Dados oficiais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

De 1995 a 2002 (FHC) caiu 27,77%% ou 3,99% ao ano;

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 15,60% ou 3,33%% ao ano;

2.4 Universidades Federais

Artigo Principal: Universidades Federais

Duas universidades federais foram criadas durante o governo Fernando Henrique, e três foram criadas durante o governo Lula. Mais detalhes no artigo Universidades Federais

Estatísticas de Desenvolvimento Econômico

3. Artigo Principal: Estatísticas de Desenvolvimento Econômico

Dados são informados até o ano mais recente de publicação dos mesmos pelos institutos responsáveis por sua manutenção.

Quando os anos não fecham com o início e fim dos governos há um hiato na divulgação de estatísticas e o ano mais próximo é utilizado.

Se alguém tiver dados mais recentes, de fontes confiáveis, por favor me envie.

3.1 Salário mínimo

Fontes: Medida Provisória 566/1994, Medida Provisória 35/2002, Lei 1.255 de 2010.

De 1994 a 2002 (FHC) o salário mínimo cresceu 208,68% ou 15,13% ao ano;

De 2002 a 2010 (Lula) o salário mínimo cresceu 155,00% ou 12,41% ao ano;

3.2 Carga tributária

Fonte: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE.

Carga média de 1994 a 2002 (FHC) de 30,07%, carga tributária em 2002 de 32,35%;

Carga média de 2002 a 2007 (Lula) de 33,47%, carga tributária em 2007 de 34,70%;

3.3 Taxa de crescimento econômico:

Fontes: Dados oficiais do Banco Central do Brasil, Dados oficiais do Fundo Monetário Internacional.

Crescimento mundial durante governo FHC: 24,27% ou 2,75% ao ano;

Crescimento mundial durante governo Lula: 74,46% ou 8,27% ao ano;

Crescimento do Brasil no governo FHC: 19,74% ou 2,28% ao ano ou 82,77% da média mundial;

Crescimento do Brasil no governo Lula: 27,66% ou 3,55% ao ano ou 42,91% da média mundial;

# Durante o governo Lula, o Brasil cresceu muito menos que o resto do mundo;

# Durante o governo FHC, o Brasil cresceu apenas um pouco abaixo da taxa média do resto do mundo;

Crescimento no governo Collor/Itamar: 6,75% ou 1,31% ao ano;

Evolução no governo FHC em relação à média anterior: 73,33%;

Evolução no governo Lula em relação à média anterior: 55,88%;

Mesmo havendo maior crescimento absoluto no governo Lula, a TAXA anual média de crescimento da economia CRESCEU muito mais no governo FHC que no governo Lula.

3.4 Nível de desemprego:

Fontes: Dados oficiais do IBGE até 2002, Dados oficiais do IBGE pós 2002.

Final do governo FHC (dez/2002): 6,17%;

Final do governo Lula (set/2010): 6,9%;

# Há uma descontinuidade nos dados, o que impede uma comparação direta;

# A principal mudança é a alteração da idade mínima de 15 para 10 anos;

Definição anterior de desocupado: População Desocupada - aquelas pessoas que não tinham trabalho, num determinado período de referência, mas estavam dispostas a trabalhar, e que, para isso, tomaram alguma providência efetiva (consultando pessoas, jornais, etc.).

Definição atual de desocupado: São classificadas como desocupadas na semana de referência as pessoas sem trabalho na semana de referência, mas que estavam disponíveis para assumir um trabalho nessa semana e que tomaram alguma providência efetiva para conseguir trabalho no período de referência de 30 dias, sem terem tido qualquer trabalho ou após terem saído do último trabalho que tiveram nesse período.

3.5 Inflação ao consumidor

Fonte: Banco Central do Brasil - Calculadora do Cidadão.

Inflação acumulada de 1990 a 1994 (Collor/Itamar): 41.941.718,61%;

Inflação acumulada de 1995 a 2002 (FHC): 114,43%, ou 0,00028% do acumulado anterior. Queda de 99,99972% em relação ao governo anterior;

Inflação acumulada de 2003 a 2010 (Lula): 47,72%, ou 41,71% do acumulado anterior. Queda de 58,29% em relação ao governo anterior;

# Queda na inflação acumulada foi muito maior no governo FHC que no governo Lula;

# Fernando Henrique, como Ministro da Fazenda, implantou o Plano Real, que controlou a hiperinflação;

# Governo FHC consolidou a estabilidade do plano real;

3.6 Dívida pública federal

Fonte: Dados oficiais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

Dívida pública federal ao final do governo FHC (12/2002): R$ 560.828.810.000,00;

Dívida pública federal ao final do governo Lula (10/2010): R$ 985.808.530.000,00;

# A dívida pública federal líquida ao final do governo Lula é quase o dobro da dívida ao final do governo Fernando Henrique;

VEJA COMO FICA A ESTATÍSTICA ACIMA EM GRÁFICOS DE BARRAS E RADAR (1)

http://www.administradores.com.br/informe-se/producao-academica/na-administracao-publica-e-vital-o-alcance-de-resultados-para-afirmacao-do-voto-popular/4969/

Como uma inferência dado ao estado estatístico dos resultados das duas governanças FHC x LULA, podemos dizer que:

FHC foi 4 vezes mais produtivo do que a "fracassada" governança Lulista?

E FHC fez muito mais consumindo muito menos recursos. Se tivéssemos uma relação custo benefício associada ao número de ministérios - digamos FHC teve pouco mais de 20 ministérios e Lula tem cerca de 40 ministérios. E a visão do gráfico colocando para FHC mais do que o dobro da área em azul, do que a área do Lula em vermelho.

Logo, FHC tem 2 para benefícios e Lula tem 1. E para custos FHC teve 20 e Lula teve 40. Calculando como se faz em engenharia, o "método da governança" de FHC nos concede a relação de 2 para 20 e Lula a relação de 1 para 40.

Então, as relações ficam FHC = 0,1 e Lula = 0,025, o que quer dizer, cientificamente, que FHC foi 4 vezes mais produtivo em benefícios sociais, técnicos e econômicos do que a "fracassada" governança Lulista.

Pena que o raciocínio matemático não seja usado nas questões políticas ...

(1) O Gráfico radar: esta ferramenta chama-se "gráfico radar" com aplicação desenvolvida no Japão, pela União dos Engenheiros e Cientistas Japoneses. Quem fez este gráfico, acima foi um grupo de especialistas do "blogspot governobrasil".

Cremos que o Excel do Office faça este gráfico com boa precisão ...

Você pode partir com 3 até 18 indicadores, desde que consiga harmonizar as unidades de medidas e as escalas. E abrir os vetores em graus angulares dentro dos 360º, para "acomodar" o número de variáveis ou indicadores . Vale como gráfico de área.

Abraços,

Lewton




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