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Postada em 23-08-2012. Acessado 1453 vezes.
Título da Postagem:O ciclo de vida dos inventos e das inovações, transições e seus aprontamentos
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 23-08-2012 @ 09:35 pm
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O ciclo de vida dos inventos e das inovações, suas transições e seus aprontamentos para aplicações

 Tags: Ciclo de vida, inventos, inovações, transições, tecnológica, tecnologia, técnica, aprontamento, prontidão, estágio, desenvolvimento, P&D, pesquisa, investigação, ciência, científico, status, evolução, TRL, Technological readiness, competitividade, 9º pilar, inicialização, finalização, qualidade, produtividade, economia, orçamento, financiamento, sistemas, subsistemas, defesa, espaciais, aeronáuticos, militares, civis, armas, armamento, NASA, National Aeronautics and Space Administration, Agência Espacial Europeia, ESA, EUA, DoD, Departamento de Defesa, USA
 
A Prontidão Tecnológica - Technological readiness (2) - é o 9º Pilar da Competitividade entre as empresas e as nações.
 
Trata-se do ciclo de vida laboral de inventos e inovações, desde seu começo na concepção do seu princípio conceitual, até a sua aplicação em sistemas reais, e em operações para os quais foram projetados. Os grandes centros inovadores utilizam critérios para classificar o estado da tecnologia (vamos chamar de status) de modo a poder identificar o nível em que a tecnologia está em relação: ou ao início de seu ciclo ou ao final dele.
 
E as tecnologias são as mais variadas, tais como: elétrica, eletrônica, mecânica, pneumática, hidráulica, química, bioquímica, biológica, nuclear, termocalor, metalúrgica, civil e etc, capazes de cobrir toda a extensa possibilidade de inventos e inovações, aos quais são elas incorporadas, indo aos processos, materiais, insumos, produtos, peças, componentes, elementos fásicos e procedimentos construtivos de bens de capital, bens duráveis, bens imóveis, bens de consumo e tudo que é tipo de objetos e coisas para as necessidades humanas, institucionais, civis e militares.
 
O Nível de Aprontamento da Tecnologia (Pronta - Technological Readiness Level - TRL - Nível do Aprontamento Tecnológico) é uma medida utilizada por alguns países, e governos, agências e muitas empresas, de excelência tecnológica e de inovações do mundo. Principalmente os Estados Unidos, e seu governo, para avaliar a maturidade das tecnologias em evolução (materiais, componentes, dispositivos, etc) antes de incorporar a tecnologia inovadora em um sistema ou subsistema. Geralmente, quando uma nova tecnologia é inventada ou conceitualizada, ela não está/é adequada para aplicação imediata. Em vez disso, tais novas tecnologias são normalmente submetidas a experimentações, aperfeiçoamento e testes cada vez mais realistas, para ir se comprovando as suas conceituações, seu papel missionário de operação e funcionamento.
 
Uma vez que a tecnologia foi suficientemente testada e provada, ela pode ser incorporada num sistema / subsistema, sob condições "quase que totalmente" controladas, devendo haver registro de sucesso ou relato de sua performance, seja BOA ou RUIM.
 
E a tecnologia se tornou um importante elemento de competitividade: produtividade, qualidade e economia, precisando ser imediatamente incorporada nos sistemas e subsistemas de produção e de serviços. A cada década que passa a tecnologia leva menos tempo em sua formulação e difusão. E o status de prontidão tecnológica, em sua agilidade e coordenação imediata para aplicação representa um forte indicador da agilidade de um mercado ou atividade econômica.
 
Como um dado status tecnológico, ainda prematuro, irá requerer uma progressão evolutiva acelerada, racional e confiável. A sua prontidão representa o grau do estado de sua arte - até que ponto a dada tecnologia se acha "finalizada ou em finalização" antes de sua aplicação, o mais rápido possível.
 
Sendo um dos pilares da competitividade, um país deve ser capaz de agilizar por incentivos, fomentos e recursos adicionais, a concretização de uma tecnologia imediatamente possível em sua aplicação na produção e nos serviços. Tem-se então um fluxo contínuo de agregação de tecnologias capazes de incrementar o grau de competitividade de uma nação e de suas empresas. O que ocorre, com isto, é que os produtos e mercadorias terminam possuindo um maior valor agregado tecnológico, incorrendo num maior volume de valor monetário por unidade de produto e incrementando as trocas comerciais e a balança comercial. O país vai deixando de ser um país de commodities e passando para um país tecnologicamente mais avançado.
 
Quantos setores da economia possuem estes impulsos de prontidão tecnológica? Como se dão as comunicações e as informações sobre a prontidão tecnológica para se agilizar sua aplicação na produção e nos serviços? São medidas da eficiência e da competitividade de um país. E o país deve possuir uma infraestrutura coerente para tais impulsos, desde centros de pesquisas e desenvolvimentos independentes, dentro das diversas empresas, até universidades e instituições, para agilização da concretização da nova tecnologia ou inovação na prática do mundo real. E não só isto, os trabalhadores deverão ter escolaridade e E&T para aumentar seus conhecimentos e habilidades com estes novos estágios tecnológicos.
 
Os usos de níveis de prontidão tecnologia seguem uma objetividade. O objetivo principal do uso de níveis de prontidão tecnologia é ajudar a administração na tomada de decisões relativas ao desenvolvimento e transição de tal tecnologia. Ele deve ser visto como uma das muitas ferramentas que são necessárias para gerenciar o progresso da atividade de pesquisa e desenvolvimento dentro de uma organização.
 
Entre as vantagens do TRLs:
 
1. Fornecer uma compreensão comum do status em que se encontra o desenvolvimento da tecnologia;
2. A gestão de riscos tem relação direta com o status da tecnologia, uma vez que não são ainda conhecidos todos os potenciais de falhas, propagações e repercussões de suas anomalias;
3. O TRL é usado para se tomar decisões de financiamento do desenvolvimento da tecnologia, em função do seu status;
4. O TRL, também é usado para se tomar decisões sobre a transição da tecnologia entre seus níveis possíveis de aprontamento.
 
Algumas das características do TRLs que limitam a sua utilidade:
 
1. O aprontamento da tecnologia muitas vezes não está adequado para uma aplicação válida em sistemas reais;
2. Um produto maduro - tecnologicamente pronto - pode possuir um maior ou menor grau de aptidão, para o uso em um contexto de um sistema especial de menor maturidade e/ou menos periculoso;
3. É necessário considerar os numerosos fatores presentes nos sistemas reais, incluindo a relevância do ambiente de operações para os produtos do sistema em questão.
 
Os atuais modelos TRL ignoram os fatores negativos e de obsolescência, muito embora tenha havido sugestões de incorporação de tais fatores em avaliações de status de aprontamento tecnológico. E os modelos por sua vez podem ser variados, em termos de prototipagens. E tudo pode ser um protótipo para a experimentação da tecnologia, desde um conjunto eletrônico de circuitos até uma nave espacial completa, dependendo dos riscos e das possibilidades orçamentárias.
 
Exemplos de Tecnologias e níveis de prontidão:
 
1. Originais da NASA Definições TRL (de 1989) - NASA definições
 
Níveis de prontidão tecnológica da National Aeronautics and Space Administration (NASA)
 
Nível de prontidão Tecnologia x Descrição
 
TRL1. Princípios básicos observados e relatados
 
Este é o menor "nível" de maturação da tecnologia. A este nível, a pesquisa científica começa a ser traduzido em pesquisa aplicada e desenvolvimento.
 
TRL2. Tecnologia, seu conceito formulado e / ou destinação de sua aplicação formulada
 
Uma vez que os princípios básicos de física são observadas, em seguida, no próximo nível de maturação, as aplicações práticas dessas características pode ser "inventado" ou identificado. A este nível, a aplicação é ainda especulativa: não há prova experimental ou uma análise detalhada para apoiar a conjectura.
 
TRL3. Pesquisa analítica e experimental da função crítica e / ou prova de seu conceito característico
 
Nesta etapa do processo de maturação, pesquisa ativa e desenvolvimento (P & D) é iniciada. Isto deve incluir ambos os estudos analíticos para definir a tecnologia em um contexto apropriado e laboratório de estudos baseados fisicamente para validar que as previsões analíticas estão corretas. Estes estudos e experimentos devem constituir "prova-de-conceito" validação das aplicações / conceitos formulados no TRL 2.
 
TRL4. Prototipação de seus componentes e / ou breadboard (1) para validação em ambiente de laboratório
 
Após sucesso de "prova de conceito" de trabalho, elementos tecnológicos básicos devem estar integrados para estabelecer que as "peças" vão trabalhar juntos para alcançar-conceito que permite níveis de desempenho de um componente e / ou breadboard. Esta validação deverá ser concebida para suportar o conceito que foi formulado anteriormente, e também deve ser compatível com as exigências das aplicações potenciais do sistema. A validação é "baixa fidelidade" em comparação com o sistema de eventual: pode ser composto de componentes discretos ad hoc (substitutos viáveis) em um laboratório.
 
TRL5. Prototipação de seus componentes e / ou breadboard (1) para validação em ambiente próximo do real
 
A este nível, a fidelidade do componente e / ou a placa de montagem a ser testado tem de aumentar de forma significativa. Os elementos básicos tecnológicas devem ser integradas com razoavelmente realistas elementos de apoio para que as aplicações totais (em nível de componente, sistema de sub-nível, ou nível de sistema) podem ser testados em um ambiente 'simulada' ou um pouco realista.
 
TRL6. Prototipação do sistema / modelo do subsistema ou demonstração da operacionalidade e da funcionalidade do protótipo em um ambiente adequado (terra ou no espaço)
 
Um passo importante no nível de fidelidade da demonstração da tecnologia segue a conclusão de TRL 5. No TRL 6, um modelo representativo ou protótipo de sistema ou sistema - que vão muito além ad hoc, em nível de componente - será testado em um ambiente relevante. Neste nível, se o único 'ambiente relevante", é o ambiente do espaço, então o modelo / protótipo deve ser demonstrado no espaço.
 
TRL7. Demonstração do sistema protótipo e/ou conjunto de subsistemas que o configuram em um ambiente espacial
 
TRL 7 é um passo significativo para além TRL 6, exigindo uma demonstração do protótipo real do sistema em um ambiente espacial. O protótipo deve estar próximo ou na escala do sistema operacional planejado e a demonstração devem ter lugar no espaço.
 
TRL8. Sistema real concluído e "vôo qualificado" através de teste e demonstração (terra ou no espaço)
 
Em quase todos os casos, esse nível é o fim do "desenvolvimento do sistema" verdadeiro para a maioria dos elementos de tecnologia. Isso pode incluir a integração de novas tecnologias em um sistema existente.
 
TRL9. Sistema real e "vôo comprovado" através de operações de missão bem-sucedida
 
Em quase todos os casos, o fim das últimas 'correções de erros' e seu aspecto de verdadeiro "desenvolvimento do sistema". Isso pode incluir a integração de novas tecnologias em um sistema existente. Este TRL não inclui melhoria do produto planejada de sistemas em andamento ou reutilizável.
 
Os 9 níveis de TRL da NASA possuem grupamentos racionais para os procedimentos técnicos e comerciais de desenvolvimento tecnológico, quais sejam:
 
1. Pesquisa da tecnologia básica: abrangendo TRL1 e TRL2;
 
2. Pesquisa para a comprovação da viabilidade e da praticidade da tecnologia: abrangendo TRL2, TRL3 e TRL4;
 
3. Desenvolvimento da tecnologia: abrangendo TRL3, TRL4, TRL5 e TRL6;
 
4. Demonstração da aplicabilidade da tecnologia: TRL5, TRL6 e TRL7;
 
5. Desenvolvimento dos subsistemas e sistemas com a aplicação da tecnologia: TRL6, TRL7 e TRL 8;
 
6. Testes de sistemas, operações e uso em lançamentos de naves: TRL8 e TRL9.
 
2. Agência Espacial Européia (ESA), igual ao da NASA
 
Nível de prontidão Tecnologia = Descrição
 
TRL1. Princípios básicos observados e relatados;
 
TRL2. Tecnologia, seu conceito formulado e / ou destinação de sua aplicação formulada;
 
TRL3. Pesquisa analítica e experimental da função crítica e / ou prova de seu conceito característico;
 
TRL4. Prototipação de seus componentes e / ou breadboard (1) para validação em ambiente de laboratório;
 
TRL5. Prototipação de seus componentes e / ou breadboard (1) para validação em ambiente próximo do real;
 
TRL6. Prototipação do sistema / modelo do subsistema ou demonstração da operacionalidade e da funcionalidade do protótipo em um ambiente adequado (terra ou no espaço);
 
TRL7. Demonstração do sistema protótipo e/ou conjunto de subsistemas que o configuram em um ambiente espacial ;
 
TRL8. Sistema real concluído e "vôo qualificado" através de teste e demonstração (terra ou no espaço);
 
TRL9. Sistema real e "vôo comprovado" através de operações de missão bem-sucedida .
 
3. EUA - Departamento de Defesa (DoD) definições - Tecnologia níveis de prontidão no Departamento de Defesa (DoD)
 
Nível de prontidão Tecnologia = Descrição = Informações de Suporte
 
TRL1. Princípios básicos observados e relatados;
 
Menor nível de preparação tecnológica. A pesquisa científica começa a ser traduzida em pesquisa aplicada e desenvolvimento (P & D). Os exemplos podem incluir estudos do papel das propriedades básicas de uma tecnologia.
 
Pesquisa publicada que identifique os princípios subjacentes a essa tecnologia. Referências a quem, onde, quando.
 
TRL2. Tecnologia, seu conceito formulado e / ou destinação de sua aplicação formulada;
 
A invenção começa aqui. Uma vez que os princípios básicos são observados, aplicações práticas podem ser inventadas. Aplicações são especulativas, e não pode haver nenhuma prova ou análise detalhada para sustentar os pressupostos. Exemplos estão limitadas aos estudos analíticos.
 
Publicações ou outras referências semelhantes à linha de aplicação a ser considerada e que fornecem análises para suportar o conceito e lhe dar fundamentação.
 
TRL3. Pesquisa analítica e experimental da função crítica e / ou prova de seu conceito característico;
 
Atividade de P & D esteja iniciada. Isto inclui estudos analíticos e estudos laboratoriais para validar fisicamente as predições analíticas dos elementos separados da tecnologia. Exemplos incluem componentes que ainda não estão integrados ou que lhes sejam representantes da tecnologia.
 
Resultados dos testes laboratoriais realizados para medir parâmetros de interesse e comparação com as previsões analíticas para subsistemas críticos. Referências a quem, onde e quando os testes e comparações foram realizadas.
 
TRL4. Prototipação de seus componentes e / ou breadboard (1) para validação em ambiente de laboratório;
 
Os componentes tecnológicos básicos são integrados para estabelecer que eles vão trabalhar juntos. Isso é relativamente "baixa fidelidade" em comparação com o sistema final. Exemplos incluem a integração de "ad hoc" (substitutos viáveis) de hardware em laboratório.
 
Conceitos de sistema que foram considerados e os resultados de testes em escala laboratorial breadboard (1). Referências a quem fez este trabalho e quando. Fornecer uma estimativa de quanto ‘hardware breadboard’ e resultados de testes diferem dos objetivos do sistema esperados.
 
TRL5. Prototipação de seus componentes e / ou breadboard (1) para validação em ambiente operacional próximo do real;
 
Fidelidade de breadboard em relação à tecnologia aumenta significativamente. Os componentes tecnológicos básicos estão integrados com os elementos de suporte razoavelmente realistas de modo que pode ser testado em um ambiente simulado. Exemplos incluem "alta-fidelidade", integração e laboratório de componentes.
Os resultados de testes de sistema de laboratório breadboard são integrados com outros elementos de apoio em um ambiente operacional simulado. Em quanto "ambiente simulado e relevante" difere do ambiente operacional esperado? Como podem os resultados dos testes ser comparados com as expectativas? Quais problemas, se for o caso, foram encontrados? Foi o sistema de breadboard tão refinado para mais, ao ponto de quase igualar-se aos objetivos do sistema real esperado?
 
TRL6. Prototipação do sistema / modelo do subsistema ou demonstração da operacionalidade e da funcionalidade do protótipo em um ambiente operacionalmente adequado (terra, mar, ar ou no espaço);
 
Modelo representativo ou sistema protótipo, que está muito para além das que TRL 5, foi testado em um ambiente em causas reais. Representa um grande passo em prontidão na demonstração de uma tecnologia.
Os exemplos incluem ensaio de um protótipo em um ambiente de laboratório de alta fidelidade, ou num ambiente operacional simulado.
 
Os resultados dos ensaios de laboratório, de um protótipo de sistema que está próximo à configuração desejada em termos de desempenho, peso e volume. Em quanto o ambiente de teste difere do ambiente operacional real? Quais testes foram realizados? Como podem os testes ser comparados com as expectativas? Quais problemas, se for o caso, foram encontrados? Quais são / eram os planos, opções ou ações para resolver problemas antes de passar para o próximo nível?
 
TRL7. Demonstração do sistema protótipo e/ou conjunto de subsistemas que o configuram em um ambiente operacional;
 
Protótipo próximo ou no sistema operacional planejado. Representa um grande passo para cima e a partir de 6 TRL, exigindo demonstração de um protótipo de sistema real, num ambiente operacional (por exemplo, numa embarcação no mar, no ar, em um veículo em terra, ou no espaço).
 
Os resultados de ensaio de um protótipo de sistema num ambiente operacional. Quais testes foram realizados? Como podem os testes ser comparados com as expectativas? Quais problemas, se for o caso, foram encontrados? Quais são / eram os planos, opções ou ações para resolver problemas antes de passar para o próximo nível?
 
TRL8. Sistema real concluído e qualificado através de teste e de demonstração.
 
A tecnologia tem sido comprovada para o trabalho, missão ou serviço, em sua forma final e sob condições esperadas. Em quase todos os casos, este TRL representa o fim do desenvolvimento do sistema verdadeiro.
Exemplos incluem teste de desenvolvimento e teste e avaliação operacional (OT & E) do sistema em seu sistema de armas pretendida para determinar se ele atende às especificações de projeto.
 
Os resultados de teste do sistema, na sua configuração final, sob a gama esperada de condições ambientais em que ele foi projetado para operar. Avaliar se ele irá atender suas necessidades operacionais. Quais problemas, se for o caso, foram encontrados? Quais são / eram os planos, opções ou ações para resolver problemas antes de finalizar o projeto?
 
TRL9. Sistema real comprovado através de operações de missão com sucesso.
 
Aplicação real da tecnologia em sua forma final e em condições de missão, tais como aquelas encontradas no teste e avaliação operacional (OT & E). Exemplos incluem o uso do sistema sob condições operacionais de missão.
 
Relatórios OT & E.
 
NOTAS:
 
(1) Breadboard - http://en.wikipedia.org/wiki/Breadboard  - Um breadboard (protoboard) é uma base de construção de protótipos com tecnologia de elétricos e eletrônicos . O termo é frequentemente utilizado para se referir a uma base de construção de protótipos, os quais configuram o conceito básico da tecnologia. O termo é frequentemente utilizado para se referir a criação de protótipos temporários (ou entre as transições da tecnologia), e experiências, com os projetos de construção de circuitos, componentes, elementos, subsistemas pequenos e peças operacionais. Protótipos de placas de circuito impresso podem ser usados ​​para se construir protótipos permanentes com partes soldadas ou não. Quando são soldados não podem ser facilmente reutilizados. Uma variedade de sistemas eletrônicos pode ser um protótipo usando pequenos circuitos analógicos e digitais para completar unidades de processamento e de operações;
 
Abraços,
 
Lewton



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