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Postada em 25-08-2012. Acessado 1269 vezes.
Título da Postagem:A evolução da dieta humana, de coletores a sintetizadores de alimentos
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 25-08-2012 @ 11:39 am
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A evolução da dieta humana: de coletores a sintetizadores de alimentos

Tags: Alimentos, coleta, plantio, agricultura, pecuária, dieta, alimentação, segurança alimentar, idades tecnológicas, produção, conservação, armazenamento, transporte, distribuição, revoluçãTags: o industrial, revoluções alimentares, humanidade, evolução cultural, paleolítico, neolítico, bronze, aço, segurança tecnológica, competição, sintetização, genética, modificações, normas, sanitárias, comércio, nacional, internacional, tarifas, sustentabilidade, ambiente, ambiental  
 
Mas os homens fizeram várias REVOLUÇÕES de domínio do planeta. E ao longo dessas IDADES eles evoluíram de mero Coletor de Alimentos a Agricultor e a Fabricante de Engenhos.
 
Vamos desenvolver o CICLO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DA DIETA, desde simples coletores, para caçadores e para agricultores. Para alguns cientistas a grande jornada humana foi realmente ficar independente do poder da TERRA em lhe dar alimentos. O HOMEM passou mais de 40 milhões de anos COMENDO SÓ DA ERVA DA TERRA - o homem mais antigo, na forma de pitecus - macacos.
 
COLETORES DE ALIMENTO
 
Há 50 milhões de anos atrás as florestas eram formadas por dosséis (armação ornamental de galhos e entrelaçamento de árvores, oferecendo um continuado espaço de movimentos multidirecionais, nas altas copas).
 
Essas florestas paradisíacas eram colossais e exóticas, repletas de alimentos ao homem-macaco. Seus movimentos eram em balanço com braços longos e 4 mãos, entre os galhos das árvores, coletando frutas, polpas, flores, folhas e brotos.
 
Surgiram ferramentas rudimentares como varetas e forquilhas de galhos, para acessar alimentos como mel, formigas, cupins e etc. As dietas eram balanceadas entre fibras e proteínas. Eles setorizavam as áreas frutíferas e fecundas da floresta, "viajando" de galho em galho, demarcando áreas de riscos onde pudesse haver confrontos com predadores.
 
Memorizavam os vegetais venenosos, tóxicos, ácidos, apimentados, amargos e indigestos - as árvores do mal. Tinham boa percepção dos alimentos saudáveis - as árvores do bem.
 
Enfrentavam a escassez com certo planejamento. Em geral os alimentos de estação duravam de 3 a 4 meses. Se deslocavam para regiões mais amenas, e quase sempre se deparavam com outros grupos "viajantes", alguns amigáveis e outros hostis.
 
Normalmente eram vegetarianos, mas vez por outra faziam o abate de algum animal com a força grupal, em esquemas de cooperação e especializações nos enfrentamentos.
 
Aprendiam a racionalizar o alimento nos períodos de estiagem. Alguns pouco focos de alimentos eram disputadíssimos e eles se deslocavam por várias horas (numa média de 900 a 1.000 metros de deslocamentos, por dia).
 
Havia uma estrutura para lidar com frutos e folhas. Frutos com cascas grossas, espinhentas, carapaças inquebráveis não fosse à força e o suor. De certo modo havia a "seleção de frutos" com base na CIÊNCIA DO BEM E DO MAL, em que os mais velhos sabiam quais eram quais.
 
Racionalizavam os deslocamentos, pois distâncias longas aumentavam o risco e o grau de exposição a predadores e a competidores e precisavam de boa memória para estabelecer os caminhos de volta. Esses esforços fizeram o cérebro começar a "crescer".
 
Incêndios por RAIOS, ou combustão espontânea, começaram a despertar o interesse pelo fogo e sua conservação.
 
Alimentos "novos" desconhecidos tinham experimentações dosadas ou se avaliava o local com vítimas do alimento, tais como pássaros e pequenos animais mortos.
 
Esses deslocamentos, para busca da alimentação, forçosamente promoviam encontros com outros grupos, iniciando a socialização do homem-macaco, sistemas de trocas, avaliações rudimentares de sobras e "casamentos" para reforçar os laços de amizade.
 
As frutas, folhas, polpas, raízes e brotos passaram a ter classificações não muito científicas quanto aos aspectos terapêuticos, medicinais, nutritivos e revigorantes, num aparente "condicionamento", por repetições diárias, seculares e milenares.
 
Mas essas florestas estavam entrando em esgotamento e ruptura por motivos populacionais e climáticos. O Homem-macaco poderia ter que descer das árvores e começar a caminhar pelas trilhas ao pé das árvores e às margens de rios e lagoas.
 
Neste período as IDADES TECNOLÓGICAS DA EVOLUÇÃO CULTURAL DO HOMEM começam a ser caracterizadas em face de recursos, tais como: instrumentos e ferramentas cortantes e perfurantes, recipientes e o acendimento e manutenção do FOGO - armazenamento e conservação dos alimentos.
 
TECNOLOGIA DO PALEOLÍTICO
 
Período: Entre 5 e 2 milhões de anos.
Materiais: Osso, madeira, pedra – pedra lascada, peles de animais;
Ferramentas: As primeiras ferramentas feitas com o objetivo de auxiliar na coleta e caça de alimentos, já conferindo formatos adequados, para cortes e perfurações.
 
CAÇADORES DE ALIMENTO
 
Há 500.000 anos o continente PANGEA se quebrava e expandia suas terras alterando climas e posicionamentos geográficos das terras. E as florestas paradisíacas entraram em ruptura. As grandes florestas começaram a sofrer DESCONTINUIDADE no DOSSEL. Antes por vários quilômetros os macacos, no movimento "balanço", iam em busca de alimento e se deslocando de modo CONTÍNUO - de galho em galho.
 
A nova "pressão de seleção" era agora ter que, vez por outra, "fazer o macaco caminhar no solo", junto a novos predadores e por situações desconhecidas e embaraçosas. Foi como se houvessem tido realmente a PERDA DO PARAÍSO. Novas formas de grupamento e deslocamento imprimiam nos macacos um novo modo de exposição e esforços de sobrevivência.
 
Vários grupos se uniam, com antipatias à parte, só para aumentar as chances de sobrevivência. As árvores ainda eram o último recurso - último pulo, antes de se virar presa de outros animais da floresta - o chão ainda não era conhecido. Esses novos grupos adquiriam perfis especialistas, para vigilância, observação, articulação para emboscadas e armadilhas e corredores - iscas - para atrair o "vitimado".
 
PASSARAM A SUAR O ROSTO, lutar por comida ferrenhamente, no modo natural da seleção das espécies.
 
Essa abrupta ruptura invocou uma nova maneira de andar, a mobilidade toda adaptada para o balanço entre os galhos agora condicionava uma mobilidade mais equilibrada e capacidade para longas corridas.
 
Habilidades - habilis - e andar ereto - erectus - com a conversão das mãos inferiores em pés/pernas vigorosas e estruturadas para as caminhadas sem fim - uma forte pressão seletiva, atingindo os macacos anatomicamente.
 
A sobrevivência sempre vinculada a procura de alimentos inspirou alguns equipamentos que foram incorporados, tais como: porretes, varas e pedras para arremessos. Objetos pontiagudos para perfurações e um aprimoramento nas lutas corpo a corpo. Geralmente a mesma espécie não fazia parte da sua cadeia alimentar e o "espírito grupal de uma mesma espécie" foi condicionando a elaboração de outras cadeias alimentares. Em geral o ex-macaco, agora Homo Habilis era vegetariano: frutas, polpas, raízes, folhas, brotos e agora caçador de animais pequenos e lentos.
 
Para grupos grandes os animais pequenos eram uma obstrução, e de caça "improdutiva", pois teriam que ser caçados vários. Era mais produtiva a formação de um grupo de caça para animais maiores e menos agressivos no processo de luta - ataques e revides. Haviam encontros de grupos de caçadores de outras "famílias", do outro lado do monte ou do rio, o que criava constrangimentos agressivos, no caso de poucas presas potenciais, ou num esgotamento dos recursos alimentares.
 
As ferramentas foram se aperfeiçoando: madeira, ossos, pedra lascada, pedra polida, lâminas de pedras, ponteiras de pedras, cipós - como cordas - e etc.
 
TECNOLOGIA DO NEOLÍTICO
 
Período: Entre 10.000 a 4.000 AC.
Materiais: cerâmicas, potes, moringas, pratos, jarros, pedra polida, para aguçamentos, madeira;
Ferramentas: o FOGO, acessórios portáteis, machado, enxó;
Carpintaria e ceramistas, domínio do fogo com fornos a 600 ºC.
 
O abrigo noturno para grupos nômades era precário, sendo necessários abrigos mais perpétuos, que a natureza oferecia gratuitamente, como as cavernas e grutas.
 
Começaram a repousar e morar em abrigos desse tipo, rochosos e firmes, com entradas e saídas menos complicadas, mas que se pudesse "armar" vigilância.
 
Nas épocas de gelo era possível criar mais conforto e segurança, com montagem de "mobílias primitivas", encostos, assentos e forração de solo para diminuir o frio, subtraídos das árvores próximas. Melhoraram o acesso à água nas imediações de lagos e rios.
 
A caça sofria um "tratamento de descarnação e estripamento", com melhor técnica de aproveitamento, armazenamento, conservação e distribuição de alimentos, aproveitando o couro, a pele e alguns ossos tipificados como ferramentas e armas primitivas.
 
Os pernoites de grandes grupos reforçavam a convivência "social" entre jovens, adultos, crianças e mulheres. Os agrupamentos se subdividiam internamente em células familiares e assim novos colaboradores poderiam se fixar, pelos acasalamentos e os nascimentos. O Homem é um animal mamífero e o leite materno foi uma das maiores "ligas" entre os diversos grupos familiares e suas crias.
 
O fogo era um velho conhecido. Milhares de florestas se incendiaram por secas permanentes ou sazonais e combustão espontânea. E por queda de raios. Há anos que se tentava produzir o fogo, para deixá-lo sobre controle das tribos. E já estavam se tornando CERAMISTAS, elaborando utensílios rudimentares com argila: jarros, potes, moringas e gamelas.
 
Pelos incêndios florestais é que foram adquirindo mais experiências com alimentos - queimados, assados ou cozidos. Rastreadores recolhiam frutos, raízes, tubérculos e animais mortos pelo fogo e notaram uma diferença de paladar entre alimentos crus, semi-queimados e queimados. Certos alimentos assados poderiam durar mais alguns dias.
 
As atividades de caça e de preparação de alimentos para refeições, as articulações em campo para armadilhas e emboscadas, as confrontações traumáticas com as presas, firmaram uma PROTO-LINGUAGEM, surgente das ações emergenciais do abate ou tentativa de abate de animais. Eram muito CRÍTICAS em urgências e obrigações, altos riscos e ferimentos, e isso impôs uma organização lingüística para conferir eficiência na caçada minimizando as perdas de caçadores. De sinais, sons e grunhidos para expressões articuladas de significados concretos.
 
Há 100.000 anos atrás pelas evidências arqueológicas o ser, da espécie humana, começou a "escrever símbolos e sinais" em peças de pedra, como que transferindo pensamentos contidos em linguagem articulada. E numa tentativa primitiva de expressar a arte da pintura e da cultura da tribo.
 
Começavam a domesticar animais mais dóceis e de manutenção mais descomplicada, tanto para alimentação, quanto para uso da força, da pele e dos ossos.
 
Mas as populações estavam aumentando criando pressão na busca pacífica de alimentos, forçando primeiramente as migrações para "vales mais fecundos" e depois para confrontações e disputas de terras ocorrendo as primeiras batalhas com essa finalidade.
 
A COMPETIÇÃO PELA SOBREVIVÊNCIA foi ficando cada vez mais intensa e devastadora, em que as barbáries eram bastante comuns - só os mais aptos e mais hábeis estavam sobrevivendo. O militarismo surgiu para criar uma força especial, sustentada pela tribo para defender a NASCENTE LAVOURA e as instalações da PROTO-FAZENDA.
 
AGRICULTORES DE ALIMENTOS
 
Há cerca de 6.000 a.C. a tradição sobre os alimentos: frutas, folhas, poupas, brotos, raízes, sobre suas características, apimentados, amargos, doces, ácidos, caldalosos, melados, fibrosos e etc, estava bastante enriquecida pelos conhecimentos relativos aos hábitos da natureza e suas sazonalidades - quando vinham as flores, as frutas, os filhotes, as chuvas e etc. Já davam margem ao homo sapiens em se tornar independente da NATUREZA e de seus ciclos.
 
Depois de milhares de anos após contato com vegetais, seus tipos, afinidades climáticas e modos de germinação, perceberam momentos de abundância e escassez, sincronismos com astros celestes, estações frias e quentes, maneiras de fertilizar o solo, tempos de semeadura e colheitas. Um forte sentimento de domínio e controle tomava posse das tribos organizadas, que começaram a colocar sementes racionalmente no solo, em pequenas covas, planejando sua irrigação, como proceder a manutenção de sua germinação e a quantidade prevista de colheita.
 
A armazenagem em construções que hoje podemos chamar de silos de conservação da colheita, para consumo ao longo do ano, até a próxima colheita. Em vários lugares da Terra a percepção da necessidade de plantio foi se espalhando, culminando num grande centro agrícola na Mesopotâmia.
 
Começaram dimensionando a produção e a "produtividade por hectare per capita".
 
As ferramentas da lavoura atingiram seus limites materiais de serviço e uma nova idade surgira com os METAIS - cobre e estanho, fazendo o BRONZE. Mais tarde veio a Idade do Ferro.
 
TECNOLOGIA DO BRONZE
 
Cobre e Estanho.
Entre 6.000 a 2.500 AC.
Materiais: vidro, bronze, cobre e estanho, madeira, pedra;
Ferramentas: a RODA, várias ferramentas metálicas, perfurantes, cortantes, raspantes, equipamentos de caça e pesca; Metalurgia, fundidores, ferreiros, vidraceiros, oleiros e super fornos de até 1.200 ºC.
 
A tecnologia dos metais estava nascendo com os primeiros fornos que poderiam atingir e conservar temperaturas na ordem de 1.200 ºC. Os ferreiros, as forjarias e as fundições surgiam formando as bases da CIVILIZAÇÃO DOS METAIS, que eclodiu na PROTO-METALURGIA, com suas utilidades de grande resistência e durabilidade. A diferenciação das regiões e tribos se reforçou pelo domínio de metalurgia e na garantia de sua manutenção: minério, carvão, betume, água, argila refratária e etc.
 
Os metais eram mais adequados ao desgaste e não perdiam o efeito perfurante e cortante tão rapidamente como a PEDRA LASCADA E A PEDRA POLIDA.
 
Pela primeira vez na história o homo sapiens se torna independente dos ciclos da natureza e sua Proto-Fazenda já tinha o domínio de vários recursos de geração de força, de arado, o carro de boi, de irrigação e geração de RIQUEZA.
 
TECNOLOGIA DO FERRO
 
Fundido e Forjado.
Entre 3.000 e 1.400 AC.
Materiais: metais do bronze, variedades de ferro, madeira e pedra;
Ferramentas: machados, facas, adagas, serrotes, ponteiras e arpões, recipientes;
Militarismo, agricultor, pecuarista e artesãos.
 
TECNOLOGIA DO AÇO
 
Fundido, forjado e laminado.
Desde 1750 até hoje.
Materiais: todos os metais, as variedades do ferro e as variedades do aço;
Ferramentas: máquinas, motores, caldeiras, estruturas metálicas, martelo, chaves, parafusos, pregos, peças e componentes metálicos.
 
Vere Gordon Childe relatou, em sua obra, “A Evolução Cultural do Homem”, que na Europa onde dada localidade ainda estava na Idade do Neolítico, havia localidade na Idade do Bronze e outras localidades ainda na Idade do Paleolítico. Por essa consideração não há uma datação limite específica para cada Idade. Hoje mesmo, no início do século 21, existem nações ainda na IDADE DO FERRO e outras como PLENAMENTE PÓS INDUSTRIAIS.
 
Mediante as Idades Tecnológicas da Evolução Cultural do Homem uma GASTURA foi se acrescentando, em função de sua ESCALA DE EVOLUÇÃO. Nos últimos milhões de anos uma diversidade sem fim de problemas foi enfrentada para RACIONALIZAR ESFORÇOS, FORÇAS E RECURSOS, apenas em benefício das tribos humanas. Desde o uso do mais simples mecanismo de aplicação de forças, tal qual a ALAVANCA, até a contenção da pressão de milhares de toneladas de água ou cereais, por meio de engenhos ou obras civis, deslocamento de pesos, a navegação ribeirinha e costeira, o avanço da marcenaria – tendo as árvores como matéria prima - com os "antigos micrólitos para cravar e unir partes de madeiras aos pregos e cravos da Idade dos Metais", as tribos humanas foram as beneficiárias.
 
SINTETIZADORES DE ALIMENTOS
 
Desde 1750 até hoje a globalização já possui um fórum internacional de normalização sobre alimentos - com 170 países membros - sejam estes processados, semiprocessados ou crus - criado em 1962, e suas normas têm como finalidade "proteger a saúde da população", assegurando práticas equitativas no comércio e manuseio regional e internacional de alimentos. Sua influência se estende a todos os continentes e seu impacto na saúde dos consumidores e nas práticas do comércio de alimento. E abrangem ainda aspectos de higiene e propriedades nutricionais dos alimentos, código de prática e normas de aditivos alimentares, pesticidas e resíduos de medicamentos veterinários, substâncias contaminantes, rotulagem, classificação, métodos de amostragem e análise de riscos.
 
(1) Alimentos geneticamente modificados,
 
(2) Criação de animais geneticamente modificados,
 
(3) Aditivos alimentares, a maioria sintéticos,
 
(4) Animais destinados ao consumo humano, tratados com hormônios e antibióticos como medida profilática,
 
(5) Alimentos de origem vegetal são irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes,
 
(6) Produtos "orgânicos" com bom padrão de pureza,
 
(7) Aditivos químicos e várias formas de processamento são permitidos,
 
(8) Agricultura convencional, com os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas em níveis que asseguram os limites de segurança no consumo,
 
(9) Normas sanitárias que facilitam o comércio de alimentos e protegem a saúde dos consumidores,
 
(10) Defesa da aplicação de princípios técnicos para o comércio internacional de alimentos,
 
(11) Normalização de tarifárias aplicadas ao comércio internacional de alimentos, sob o pretexto de proteger a segurança alimentar dos consumidores de países importadores,
 
(12) Garantia da presença de técnicos agrônomos, especialistas e cientistas no ciclo de vida na produção de alimentos na agropecuária e na indústria para a segurança alimentar.
 
Arar a terra para o tratamento de cultivo, manter habitações e aglomerações de moradias implicavam em APLICAÇÃO PRÁTICA DA INTELIGÊNCIA. Apenas em benefício das sociedades humanas.
 
A Evolução Cultural do Homem o LIBERTOU, porém ele começou a gerar rejeitos, dejetos, resíduos, contaminações, sobras, desperdícios em geral e lixo propriamente dito. Mas, a TERRA entrou em GASTURA.
 
Abraços,
 
Lewton



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