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Postada em 09-09-2012. Acessado 645 vezes.
Título da Postagem:Adote uma garantia da qualidade pragmática e autogerida em 22 páginas
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 09-09-2012 @ 10:48 pm
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Adote uma garantia da qualidade pragmática e autogerida em 22 páginas

Tags: Garantia, qualidade, pragmática, discursiva, reclamação zero, clientes, consumidores, mercado, necessidades, requisitos, exigências, especificação, manual, padronização, ISO, Organização Internacional de Padronização, TQC, Total Quality Control, autogestão, autogerido, sistema, certificação, certificado, produtividade, qualidade, economia, tecnologia, inovações, idéias, inventos, centros de P&D, pesquisa e desenvolvimento, falhas, defeitos, acidentes, erros, omissões, reclamações, zero defeitos, Japão, JUSE, AOTS, Prêmio Deming
 
- Professor, em que se resume a garantia da qualidade? Então, ele lhes respondeu: - Se resume em RECLAMAÇÃO ZERO dos seus clientes!
 
Hoje vivemos uma dispersividade assombrosa, sem nos ater a busca racional do que seja importante para nossas empresas. Além do que a grande massa de empresas não possui recursos para sofisticação tecnológica na produtividade e na qualidade.
 
Em nossa maioria teremos que absorver práticas racionais e leves, em todos os sentidos, para que possamos desfrutar confortavelmente de uma significativa tecnologia na produtividade e na qualidade.
 
Nada se conclui aqui no Brasil, em implantação de novas técnicas e métodos, sem que uma nova onda desabe como um tsunami sobre as decisões dos administradores em abarcar uma nova técnica ou método.
 
Não conseguimos fechar conclusões abalizadas, com relatórios racionais e experimentos de aplicação confiáveis, e nem conseguimos compreender a aplicabilidade profunda das diversas invencionices sobre técnicas de administração eficientes e cientificas.
 
Os inventores e fabricantes de tecnologias, não só de informações, mas de produção e de serviços, no afã de maiores vendas, e da obsolescência forcada, fazem pressão em seus "papers" e seminários sobre "você será engolido, se não dispuser desta técnica ou tecnologia". A grande maioria cria um cenário de empobrecimento para nossas empresas. Amedrontam-nos ao ponto de perdermos noites de sono só em pensar no que nos disseram ...
 
Somos inseguros, ou eles nos fazem ficar inseguros?
 
Desfrutar confortavelmente de uma significativa tecnologia na produtividade e na qualidade, hoje só empresas japonesas. Elas não pegam ondas de movimentos tecnológicos e comerciais, sem avaliação científica das publicidades e propagandas dos grandes centros de inventos, inovações e tecnologia.
 
Vencendo a insegurança ... 
 
O Japão é o país com tecnologia mais limpa na geração de riqueza. Constatamos que para cada uma tonelada de co2 emitida o país produziu Us$ 3.727,27 em renda no PIB. Em seguida vem a França com Us$ 3.572,41. A Alemanha é a 11ª colocada com Us$ 2.181,29 por tonelada de co2.
 
Entre os países contemplados, pelo alto potencial de industrialização, existem 13 grandes poluidores de baixa produtividade em sua tecnosfera, com capacidade geradora de riquezas abaixo de Us$ 1.000,00 por tonelada de co2 emitida. A Índia (26ª), China (28ª) e a Federação Russa (30ª) são os emergentes de grande capacidade poluidora, proporcional, pois para cada tonelada de co2 produziram entre cerca de Us$ 220,00 a Us$ 434,00 de riqueza, em seu PIB, são países com engenharia inferior e matriz energética altamente poluente.
 
Os EUA, ainda a locomotiva capitalista planetária, estava em 13ª colocação (2003) com uma matriz energética devastadora e uma engenharia mediana, atingindo Us$ 1.870,37 de riqueza do PIB para cada 1 (uma) tonelada de co2 emitida. É cerca de quase 2 (duas) vezes mais improdutivo do que o Japão.
 
O Japão é o 3º maior país capitalista da Terra e é cerca de 25 vezes menor, territorialmente, do que cada um: os EUA e a China, é cerca de 46 vezes menor do que a Federação Russa e quase do mesmo tamanho territorial da Alemanha. Ele tem cerca de 80% da sua área formada por rochas vulcânicas, é um aglomerado de quatro grandes ilhas, e centenas de várias pequenas outras ilhas, formando o conhecido arquipélago japonês. É um país destituído de fontes de energia e de matérias primas.
 
Entretanto, o Japão possui um segredo em sua industrialização. O segredo da eficiência da tecnologia japonesa nasce de três ações fundamentais, a saber:
 
1. Reduzir - rejeitos, dejetos, despejos, esgotos, perdas em geral, refugos, sobras, emissão de calor, emissão de gases (e do co2), emissão de partículas, emissão de ruídos e vibrações, geração de lixo, manutenção dos produtos, degradação das fontes de matérias primas, consumos de materiais e energéticos e
 
2. Aumentar - reciclagem, educação e treinamento, controle da qualidade, investimentos em equipamentos de tecnologia positiva, responsabilidades no desenvolvimento sustentável, funcionalidade econômica dos produtos, produtividade por tonelada de co2 emitida, produtividade por kWh, automação em processos de alto risco ambiental e humano e
 
3. Controlar e melhorar - metas e resultados dos itens 1 e 2, divulgando relatórios simplificados, para a comunidade, sociedade e governos.
 
Evidências objetivas: utilização eficaz do TQC - Total Quality Control, dos TQ - Times da Qualidade, dos CCQ - Círculos de Controle da Qualidade, do Movimento Zero Defeito, dos 3 MU - Mura, Muda e Muri (eliminando perdas, desperdícios e esforços), das redes de controle com os CEP – Controle Estatístico de Processos, do Desdobramento da Qualidade e da Função Qualidade e do uso intensivo de automação branca. E do uso das 30 técnicas da administração científica.
 
VEJAMOS ALGUNS EXEMPLOS DO DESEMPENHO EM PRODUTIVIDADE & QUALIDADE – P&Q JAPONESAS (1996 / 2006)
 
1. Índice de Rejeição de 5 a 10 PPM (partes por milhão) por defeitos inadequados ao uso – 1 PPM equivale a 0,0001 defeito em lotes de 100 mercadorias. Ou 1 defeito em lotes de 1.000.000 de mercadorias produzidas;
 
2. Retrabalho de lotes defeituosos de 0,001%, recuperação de mercadorias defeituosas;
 
3. Prazos de Entrega de 2 dias, entre o pedido da encomenda e sua entrega;
 
4. Quebra de Máquinas de 5% a 8%, do tempo total de produção;
 
5. Preparação de Ciclos de Produção, em 5 minutos, tempo médio para mudanças de ferramental, ou de sistemas de produção ou ajustes dos parâmetros da automação;
 
6. Efetivo de operários Solucionando Problemas de 95%, de qualidade e de produtividade, reduzindo perdas;
 
7. Educação e Treinamento - 10% ou 200 horas/ano, por operário, aumentando o seu conhecimento e a habilidade.
 
A administração da qualidade fora do Japão, atualmente, tem virado uma espécie de "carnaval na zona". Uma salada de fantasias elaboradas quase sem muita base cientifica, tal como as normativas da ISO Organização Internacional de Padronização, que a cada poucos anos modifica sua estruturação, e ainda complicando a certificação de empresas para a sua manutenção. A ISO ainda não encontrou o sistema ideal para o universo empresarial do planeta Terra. A verdade é que não há modelo único ...
 
Em 2005 o Brasil tinha cerca de 5,5 (cinco vírgula cinco) milhões de empresas e, certamente, já não haviam recursos humanos, materiais e financeiros para contratação de firmas para certificações, para e por esse gigantesco contingente de empresas, em que mais de 70% eram micro, pequenas e medias empresas. E esse contingente necessitava possuir ferramentas, incorporadas às suas crenças e valores, capazes permitir a prática e sustentar os procedimentos ecológicos, produtivos e qualitativamente corretos.
 
Em agosto daquele ano (2005) havia, no Brasil, cerca de 7.634 Certificados ISO 9000 (ISO 9001-2000) válidos de Sistema de Gestão da Qualidade. Se, cada certificado fosse de uma empresa específica, já denotaria que o “Regime de Garantia da Qualidade Brasileiro” era apenas uma irrisória manifestação coletiva e formal pela qualidade.
 
O Capitalismo nacional tinha apenas cerca de 0,14% de suas 5,5 milhões de empresas com a “consciência formal pela qualidade”. Porque não deixar que boa parte, dessas empresas, “leia e interprete a aplicação da bíblia da qualidade” por si mesma?  
 
A Garantia da Qualidade tem as Funções Básicas adaptativas para a operacionalidade das atividades das empresas, sem o formalismo da ISO 9000. Pelo método da AUTOGESTÃO os administradores, e dirigentes, podem discernir o nível da qualidade, em termos de requisitos básicos, ou de processos de controle dentro do ciclo de vida do serviço ou do produto.
 
O ciclo de vida do serviço, ou do produto, é seqüência lógica de sua realização ou elaboração. Nele estão presentes várias funções agregadoras da qualidade, que se sucedem, ao longo do seu fluxo de obtenção, incorporando no serviço, ou no produto, as características da qualidade que irão moldar o seu estado final de ser ou estar; em forma, em tamanho, em condições físicas e químicas e em outros parâmetros relacionados com a qualidade – preço, prazo de entrega, qualidade específica, segurança e confiabilidade.
 
O ciclo de vida de um produto pode ser detalhado como abaixo, como proposto pela ISO em 1994:
 
Fases do Ciclo de Vida dos Produtos
        
1. Projeto e desenvolvimento de Produto/Serviço;
2. Planejamento e desenvolvimento do Processo;
3. Aquisição;
4. Produção ou provisão do Serviço;
5. Verificação, Inspeção e Testes;
6. Embalagem e Armazenamento;
7. Transportes;
8. Vendas e Distribuição;
9. Instalação e colocação em operação;
10. Assistência Técnica e serviços Associados;
11. Pós-vendas;
12. Disposição e Reciclagem ao final da Vida Útil;
13. Marketing e Pesquisa de Mercado.
               
O ciclo de vida é um ciclo que pode ser justaposto para o dimensionamento de um Sistema da Qualidade, especificado sob medida para empresas ou para cooperativas.
 
Levando em conta a multivariedade das atividades econômicas, das medias, pequenas e micro empresas existentes, e a prática da independência autônoma de seus proprietários, cada qual “empresário e dono do próprio negócio”, nada melhor do que especificar o seu próprio Sistema da Qualidade e ir ajustando-o com o monitoramento de indicadores básicos de desempenho relacionados às medidas da Qualidade.
 
O proprietário da empresa e seus sócios devem possuir igualmente, a visão da qualidade, necessitando apenas consolidar uma política da qualidade empresarial, ate como prega um dos requisitos da ISSO 9000-1994 para os donos das empresas mercantis.
 
Numa sociedade empresarial a Qualidade é o cerne de sua sobrevivência, dado que todos os sócios são responsáveis por ela. Assim, não há um único responsável pela qualidade como se prega a ISO 9000, para responder à administração da empresa mercantil se ela está bem ou mal, de acordo com outro de seus requisitos, com pouco comprometimento com a qualidade.
 
As fases dos ciclos de vida devem possuir um reforço técnico – científico para assegurar, preventivamente, a não-ocorrência de erros, vícios, defeitos, acidentes, falhas e omissões que são os incidentes negativos da qualidade.
 
Na ISO 9000-1994 estavam presentes, para garantir a qualidade, o total de 20 requisitos bloqueadores (ou 20 critérios) de tais incidentes, derivados da investigação de fundo das causas dos diversos acidentes nucleares, e militares com armamentos sofisticados.
 
A adaptação desses requisitos, para cobrir toda espécie operacional das atividades humanas é que se mostrou insuficiente dado ao fato das 5,5 milhões de empresas brasileiras. E, ainda, não há recursos dos órgãos acreditadores e certificadores, da ISO 9000-1994, para dar conta de toda uma grandiosa demanda de necessidades empresariais.
 
Falta muita gente qualificada, para dar conta dessa demanda, fora o padrão de inconsistência nos resultados das auditorias e sua dispersão que se vem observando no mercado de empresas com certificado ISO 9000-1994. Não há condições, de se esperar a nossa vez, em desenvolver o Sistema da Qualidade de “nossa” empresa, despender muito tempo, dinheiro e recursos humanos na obtenção do falacioso certificado e de sua manutenção. 
 
As pequenas e micro empresas devem contar com um método que lhe seja adaptável e criterioso, para poder prover, à coletividade empresarial, com uma técnica de especificação, de Sistemas da Qualidade, de modo matricial, correlacionados a resultados que caracterizem verdadeiramente a qualidade. Chamando-se de Sistemas da Qualidade Autogeridos®. O que não ocorreu com as propostas da ISO 9000-1994. 
 
Pela visão empresarial, o Desenvolvimento Sustentável, só será atingido com o conceito de Sistemas da Qualidade Autogeridos - SQAutogeridos®, esses últimos como uma opção nacional pelo desenvolvimento de sistemas para tais fins, a baixo custo e com expansão científica facilitada e abrangente.
 
A ISO iniciou em 1976, através do seu Comitê Técnico 176 (TC 176), a elaboração das normas da série ISO 9000 – Sistemas de Garantia da Qualidade, baseado em normas européias (BS – British Standards, por exemplo) e em normas da Agência Internacional de Energia Atômica, utilizadas como diretrizes na fabricação de componentes para usinas nucleares.
 
Em 1987 ficou pronta a sua primeira versão. Na época havia um movimento para acelerar a sua aplicação, em face da formação do Mercado Comum Europeu, para 1992 – estava iniciando a “era da padronização mundial da prática da gestão da qualidade”.
 
O mundo 2005 tinha cerca de 500.000 certificados ISO 9000 – o que também é irrisório para o contingente de empresas mundiais.
 
Desde o início dos anos 1990 o Brasil só tinha apenas 7.634 certificados da série ISO 9000, portanto em cerca de 15 anos, por volta de 2005, a uma taxa média de 42 a 43 certificados por mês, ou cerca de 509 a 510 certificados por ano. É muito lento o processo atual de certificação. Mais uma vez, porque não deixar que boa parte, das empresas, “leia e interprete a aplicação da bíblia da qualidade” por si mesma?    
 
Os Sistemas da Qualidade Autogeridos - SQAutogeridos® - se baseiam em um conjunto de Funções Agregadoras da Qualidade com objetivo de prevenção, capaz de minimizar a ocorrência de erros, vícios, defeitos, acidentes, falhas e omissões, dentro da seqüência de ações do fluxo de operações e tarefas, numa empresa. E sua missão - será sempre evitar por Prevenção e se especificar as ações de atenuação quando o incidente grave acontecer, controlando sua repercussão e alcance.
 
O que de fundo se obtém com normas dessa natureza á nada mais nada menos do que a “tentativa da padronização mundial da prática da gestão da qualidade” – a padronização de procedimentos rotineiros, mas não a garantia absoluta da ausência de defeitos e falhas em processos, produtos e serviços.
 
A aplicação dos SQAutogeridos® pode ocorrer dentro de um processo industrial, ou nas atividades de um laboratório e em procedimentos que contenham um potencial, quase catastrófico, ou de danos irreparáveis ao homem e ao seu meio ambiente. As ações para isso serão:
 
1. Avaliar o grau de segurança que deve ser imposto numa atividade operacional processual, manual ou automática;
 
2. Complexidade existente nas coisas, objetos e serviços, de acordo com suas inter-relações de causas e efeitos e
 
3. Produto ou o serviço agregado – condicionarão o tipo e a severidade de controle – para minimizar catástrofes.
 
A Tecnologia Positiva é um “efeito colateral positivo” e se posiciona onde se denomina Tecnosfera – região do globo terrestre onde estão todas as instalações que a tecnologia humana foi capaz de construir - e que procuramos dar um melhor sentido ao que se refere de Desenvolvimento Sustentável.
 
A complexidade moderna impõe, na manufatura de coisas e objetos, com mais variáveis potenciais de falhas, e na desenvoltura de tarefas agregadas, que a tecnologia venha, a cada dia, concretizar eficientes controles, sobre indicadores vitais - Tecnologia Positiva.
 
A Tecnologia Positiva do Capitalismo no Século 21, atualmente como praticada no Japão:
 
(a) Limpa – não poluente/sob rigoroso controle ambiental;
(b) Humana – automação e informatização para “eliminar” trabalhos lesivos / insalubres;
(c) Útil – eficiente sem perdas/desperdícios;
(d) Econômica – custos otimizados;
(e) Reciclante – utiliza grandes frações de materiais reciclados – matérias primas e insumos;
(f) Produtora de Recicláveis - de fácil “desmonte” ou “desmanche”, em instalações específicas – Linhas de Desmontagens.
 
O ícone do Desenvolvimento Sustentável Capitalista, neste presente momento planetário, vem do Japão e numa visão empresarial este Desenvolvimento Sustentável pode ser enfocado em dois aspectos:
 
1. Através de práticas ecologicamente corretas, permitindo que a riqueza extraída da natureza, para conversão em mercadorias ou para agregar fatores materiais aos serviços, seja reposta nas proporções em que a natureza nos oferta, de modo a "sustentar" seu ciclo dinâmico e natural. Isto é, sem degradar o meio ambiente e preservando-o para o futuro e
 
2. Através de concessão de conhecimentos científicos aos empresários, operários, engenheiros, técnicos e cientistas permitir a "durabilidade operacional" da atividade econômica das empresas, como sociedades mercantis (capitalistas), cooperativas ou anônimas para maximizar suas sobrevivências.
 
Para qualquer tipo de empresa sua sobrevivência, no mercado, está vinculada às leis do mesmo, a saber:
 
(a) Melhor preço;
 
(b) Melhor qualidade nas mercadorias e nos serviços;
 
(c) Prazos de entregas confiáveis, nas quantidades e nos tempo corretos de realização;
 
(d) Segurança em suas operações, ambientais, trabalhistas e de consumo e
 
(e) Responsabilidade Técnica e Civil para com o consumidor e seus tomadores de serviços e para a preservação do meio ambiente.
 
“A tentativa da padronização da prática da gestão da qualidade” teve o objetivo de prevenção, capaz de minimizar a ocorrência de erros, vícios, defeitos, acidentes, falhas e omissões, dentro da seqüência de ações do fluxo de operações e tarefas, numa empresa, dando REPETIBILIDADE de resultados – garantindo resultados repetidos e uniformes. Para isso foi necessário se ter uma estrutura de funções controláveis e sujeitas as melhorias.
 
Em verdade, para lidar com tamanha profusão de empresas, segmentos, variedades produtos e serviços, nacionalidades, graus de aculturação do significado da qualidade, a diversidade de especificação de sistemas, ao próprio custo interno das empresas, urge que a iniciativa da Produtividade e da Qualidade lhes seja própria e com estímulos governamentais. Mas, qual sistema da qualidade seria o modelo geral? O que não chegou a ocorrer com a normativa ISO.
 
Então, lembraram do professor: - Se resume em RECLAMAÇÃO ZERO dos seus clientes! E isto faz sentido?
 
Vejamos ...
 
Uma empresa sobrevive, sua meta básica logo será a sua sobrevivência, por longos anos, porque prossegue satisfazendo as necessidades de seus clientes. Uma empresa existe porque seus consumidores encontram, em seus produtos, atendimento das necessidades explícitas e implícitas. E a evolução social e econômica da sociedade provoca mudanças de hábitos, gostos e costumes, logo a sua garantia da qualidade terá que ser pragmática, adaptativa, em suas próprias percepções.
 
A empresa dependera de seus próprios sensores - de seu sistema de sensoriamento cognitivo, ambiental, social e humano. Logo, capitalizando seus processos para atender esta evolução, que provoca mudanças e transitoriedades. Em nada disso vão funcionar as normativas da ISO, pois se trata de um "somatório de critérios" (os quais dizem o que tem que ser feito), ao passo que a empresa precisa é de "somatório de disciplinas" (os quais dizem o que e como tudo tem que ser feito).
 
Ou seja, a empresa precisa ter, sob seu domínio, a capacidade cognitiva, de ideação, racionalização e concretização de inovações e inventos, para atualizar seus padrões, e manter-se sobrevivente, atendendo em pronta forma e valores as necessidades transitórias de seus clientes / consumidores.
 
E qual poderá ser o indicador de controle mais importante para a aplicação do dirigismo empresarial, para a Produtividade e para a Qualidade? Será o índice de RECLAMAÇÃO ZERO dos seus clientes! Então, como estruturar um sistema dorsal (de espinha central) que seja capaz de abarcar o mais avançado da ciência de administração da qualidade?
 
 
A Metodologia para formulação do Sistema RC ZERO. E adote uma garantia da qualidade pragmática e autogerida em 22 páginas, por sua conta e responsabilidade, atendendo as necessidades de sua clientela e ate tirando a clientela dos competidores distraídos ...
 
Fuja das sistematizações discursivas, produtoras de papéis e de burocracias de sistemas da qualidade, sem objetividade prática e concreta. Tente seguir a objetividade cientifica do sucesso sobre suas próprias marcas, seus indicadores e a relevância do entusiasmo de seus clientes.
 
FONTE: METODOLOGIA DA GARANTIA DA QUALIDADE PRAGMÁTICA – AUTOR: LEWTON BURITY VERRI – REGISTRO: 92177, em 08/09/1994, BIBLIOTECA NACIONAL – RJ – COPYRIGHT © 1994.
 
Consulte, também, os links a seguir:
 

Abraços,

Lewton




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