As opiniões expressas neste artigo e seus comentários não representam a opinião do Portal Militar, das Forças Armadas e Auxiliares, ou de qualquer
outro órgão governamental, mas tão somente a opinião do usuário. Os comentários são moderados pelo usuário.
 
Denuncie | Colaboradores: Todos | Mais novos ] - [ Textos: Novas | Últimas ]

O autor decide se visitantes podem comentar.
 
Postada em 19-09-2012. Acessado 916 vezes.
Título da Postagem:O Fenômeno da Evolução Qualitativa
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 19-09-2012 @ 01:39 pm
[ Avise alguém sobre este texto ]

O Fenômeno da Evolução Qualitativa

Tags: Fenômeno, evolução, qualitativa, transitoriedade, mudanças, padrões, padronagens, classes tecnológicas, indústria, industrial, produtor, fornecedor, consumidor, clientes, mercado, interno, externo, exportação, complexidade laboratórios, inspeção, testes, ensaios, confiabilidade, segurança, técnica, tecnologia, avanços de desempenhos, poder técnico, poder econômico, know-how, conhecimentos, inovações, inventos, patentes, criatividade
 
A Evolução Qualitativa é um fenômeno subjugado à Lei natural das coisas relativo a busca do aprimoramento, conhecimento, melhor adaptação, desempenho, eficiência, economia, funcionalidade e Qualidade. Esta última sempre associada a um ou mais dos itens anteriores. Sentimos esta evolução, quando comparamos peças, aparelhos ou máquinas (Produtos em geral) similares, fabricados ou construídos em épocas diferentes e sem grande demora, após certa observação, podemos indicar qual dos produtos é o novo ou o antigo.
 
A Evolução Qualitativa vista aqui se posiciona na referência de um dado PRODUTOR, com sua cadeia de fornecedores antes de sua fábrica e seu mercado consumidor após a mesma ...
               
O conhecimento humano, que cresce de forma exponencial, promove um elevado poder técnico (Know-How) capaz de gerar inovações sucessivas ao ponto de quando uma estiver a disponibilidade da comunidade industrial e empresarial, outra similar, ainda em concepção (Projeto), mostrar-se-á mais aperfeiçoada, portanto, a anterior, estará “obsoleta”.
               
Nos países desenvolvidos (elevado Poder Técnico e Econômico) a comunidade científica se objetiva a produzir patentes, e os países subdesenvolvidos e ainda os em desenvolvimento, menos favorecidos em cérebros e recursos, para se beneficiarem ou utilizarem as inovações estrangeiras, pagarão os Royalties correspondentes, o Preço da Ignorância.
 
Assim a dependência Técnica e Econômica se dilata num processo irreversível e os países de baixo poder técnico e econômico tornam-se verdadeiros “campos de provas e de experimentos industriais e tecnológicos diversos”. Uma característica dessa dependência é a instalação de “Empresas Multinacionais”, as quais, todos sabemos, possuem enorme dependência Gerencial em relação a matriz (situada sempre num país desenvolvido).
               
As inovações produzidas pelas matrizes das empresas multinacionais, são quando possível, rapidamente introduzidas em suas filiais que com isso passam a necessitar na maioria dos casos de uma matéria-prima com qualidade mais apurada ou melhorada, e as empresas nacionais “desassistidas” não conseguem supri-las e deixam de vender, as suas vendas decrescem. As multinacionais então precisam “importar” dos seus países de origem ou encampar a fornecedora nacional da matéria-prima, a fim de “equipa-la” com o Know-How e potencial para produzir a matéria-prima no nível Qualitativo pretendido, este procedimento ocorre sempre quando se deseja mais Qualidade e quase nunca Quantidade. E isso se agravará com a globalização.
               
Uma das alternativas para se atingir um balanço econômico com Superávit é a exportação em volume maior que a importação, reduzindo a dependência econômica. Isso provoca uma reformulação de todo um modelo industrial (técnico), científico (pesquisa) e financeiro (econômico) de forma a se produzir mais para atender a demanda do mercado interno e a do externo, com muito mais qualidade (competição com produtos estrangeiros) e baixo custo, desenvolvendo os produtos tradicionais e introduzindo novos produtos (novos mercados) com recursos próprios e/ou adquiridos.
               
O nosso mercado em geral se propõe a atingir três objetivos (notados nos últimos 30 anos):
 
a) Produzir mais;
 
b) Com melhor qualidade;
 
c) A um custo se possível mais baixo ou sem grandes acréscimos.
 
ONDE:
 
a) Produzir mais, vem a ser “otimizar” os processos existentes e incorporar novas linhas de produção e equipamentos nas suas instalações industriais.
               
b) Com melhor qualidade - por meio de dispositivos ou sistemas automáticos de controle para intercepção de problemas, “defeitos no produto”, correções e ajustes no processo e manutenção da atividade operacional dentro de limites fixados para processamento, visando com isso melhoria da Qualidade do produto manipulada através dos ou de um dos parâmetros Qualitativos, que são:
               
Parâmetros da Qualidade => que atendam a uma necessidade ou uso final.
               
b.1) Aparência do produto;                             
               
b.2) Durabilidade do produto;                        
               
b.3) Funcionalidade;
               
b.4) Segurança em seu manuseio e uso;
               
b.5) Adaptabilidade do produto;
               
b.6) Economias que podem ser obtidas com seu uso;                           
               
b.7) Desempenho do produto;                       
               
A melhor qualidade é conseguida também numa “comunhão” de melhor processo com melhor matéria-prima, isto é, qualidade da matéria-prima.
               
c) A um custo se possível mais baixo ou sem grandes acréscimos. Este item tem sua busca um tanto mais versátil que os demais. Sabe-se que um custo adicional pode ser compensado por uma maior durabilidade do produto ou diminuição do custo com alguma economia no processo de fabricação. Muitas outras possibilidades de “otimização” podem ser conduzidas neste sentido.
 
A siderurgia, por exemplo, fabrica produtos siderúrgicos para uma infinidade de aplicações ou utilizações finais, tais como: Latas, carros, caminhões, ônibus, materiais de construção, estruturas metálicas, coberturas, indústria de refrigeração, indústria bélica, indústria automobilística, indústria naval, indústria do petróleo, indústria química, etc.
 
O fenômeno da evolução Qualitativa está vinculado com o processo evolucionário das exigências e necessidades dos consumidores desses produtos finais, forçando um crescimento na competência do potencial produtivo instalado e sua modernização.
 
Este processo dinâmico de aperfeiçoamento caracterizado por adaptação e sobrevivência é conceituado como progresso e desenvolvimento, em que o produtor junto com o consumidor ganham Poder Técnico e Poder Econômico. Considerando que, sem Poder Técnico não há Poder Econômico e o Poder Econômico gerado inicia a sustentação do Poder Técnico. Podemos definir ou conceituar estes poderes como hipótese;
 
a) Poder Técnico - É o acúmulo de experiências e informações dos processos que controla e executa, realizados pelo potencial instalado, humano ou material, que quando aplicados dentro de modelos Teóricos e Práticos, Científicos e Operacionais, conduzem a “otimizações”, ou seja, “maximização” de um ganho ou “minimização” de uma perda (variável(eis) e parâmetro(s)) relativo a processo ou produto.
 
Este acúmulo se processa sobe duas formas, uma aquisição de Know-How (Assistência) e outra desenvolvendo a técnica própria (Sem assistência).
 
b) Poder Econômico - É o aproveitamento integral dos benefícios causados pelo poder técnico, dos incentivos do governo e fiscais, de forma a captar ou fazer retornar o capital investido na compra de Know-How e no desenvolvimento da técnica interna, fazendo com que este retorno, propicie capital de giro e lucros mais elevados a fim de que possam ser aplicados cada vez mais nos modelos teóricos e práticos, criados pelo poder técnico.
 
Dentro do mercado nacional, os produtores são divididos em três blocos relativos ao Poder Técnico e Econômico (PT e PE).
 
Primeiro Bloco - Alto PT e PE
 
Segundo Bloco - Médio PT e PE
 
Terceiro Bloco - Baixo PT e PE
 
Estes poderes têm forte relação com a atividade de Marketing das empresas produtoras, fundamentada num intenso relacionamento interdepartamental com o propósito de desenvolver os produtos tradicionais, criar novos produtos, otimizar processo e desempenhar um relacionamento com os clientes mais efetivo (Assistência Técnica Preventiva) para coleta e retorno de informações, medindo a satisfação dos clientes (conceituação dos produtos no mercado) em todos os segmentos de mercado, conhecendo seus recursos, problemas e intenções a médio e longo prazo.
               
O processo evolutivo do mercado em geral, tem como intenções a médio e longo prazo, cumprir uma série de metas que acreditamos não estar ainda completa, são elas:
 
1. Produção de quantidade de produto em escala continuadamente crescente, elevada velocidade de processamento por equipamento.
 
2. Transformação do mercado tradicional e despreparado com pretensões tecnológicas quase que modestas em mercado altamente competitivo e sofisticado. Exportar produtos, enfrentando a globalização.
 
3. Durabilidade mais controlável (obsolescência) dos produtos em termos de utilização, manuseio, segurança e resistência.
 
4. Fabricação dos produtos, cada vez mais de forma compatível com a utilização final dentro de Normas Técnicas e Especificações estabelecidas pelos comitês de Normalização existentes e por leis regulamentadoras.
 
5. A Aparência e o Design do produto e flexibilidade de alterações dos projetos e padrões de modo a absorver as mudanças de hábitos ou tendências mercadológicas.
 
6. Automação dos processos industriais, introdução de métodos modernos de controle e Inspeções, exigindo da matéria-prima excelente “Trabalhabilidade”, Garantia de Qualidade e “parâmetros físicos e químicos Homogêneos”.
 
7. Constituição de órgãos independentes de Inspeção e testes para auditar a qualidade das matérias-primas e dos produtos, além de arbitrar as decisões de procedência de Reclamações Qualitativas os produtores. Os sistemas da qualidade também.
 
8. Utilização de centros de Serviços de Aço para beneficiamentos em Geral, reprocessamento etc., permitindo assim ampliar o número de especificações de produtos em termos de formatos e padrões dimensionais.
 
9. “Prevenir-se” contra os Serviços de Proteção ao Consumidor intermediário e final, que estão sendo introduzidos pelo governo e entidades particulares, que podem comprometer a imagem da Empresa.
 
10. Conceder maior tranqüilidade e segurança ao “consumidor final” que na realidade é o último crítico ou Inspetor de um produto, entregando seus produtos dentro de “rígidas” especificações, no prazo certo, na quantidade certa, ao preço mais justo possível.
               
Toda indústria de desempenho eficiente no mercado, tem refletida em sua “imagem”, a boa qualidade da matéria-prima que exige receber e do produto que fornece. Sua posição é de alto PE e PT (primeiro Bloco).
               
Existe uma diferença básica em relação a matéria-prima, sob o ponto de vista Produtor e Consumidor. O Produtor pode durante os sucessivos equipamentos do fluxo de produção, evitar (controle de processo), interceptar e corrigir “defeitos” nas etapas seguintes do processamento às vezes sem perdas, minimizando-os em intensidade de Moderada para leve, de Forte para moderada etc.
 
Quando não for possível este “tratamento” ele desvia para especificações menos nobres, ou para encomendas menos exigentes. Estas reaplicações de cunho qualitativo promovem alguma perda. O consumidor recebe então o produto siderúrgico, matéria-prima, já elaborado, acabado e inspecionado, que dentro da fábrica do mesmo não poderá sofrer “Tratamento” para correções ou minimizações de defeitos, somente classificação ou desclassificação, cuja eficiência de interceptação de “defeitos” ou “fora de especificações” é função do seu poder técnico e econômico, isto é, se for do primeiro Bloco e alguns do segundo Bloco.
               
Se o consumidor for do terceiro Bloco, “despreparado”, não será capaz de interceptar antes do processamento da matéria-prima, protegendo seus equipamentos, “os defeitos prováveis” e seus problemas durante a produção serão grandes, como quebra de ferramental, do equipamento, paradas sucessivas para ajustes e regulagens, perdas de produto com elevado índice de rejeito, devoluções em massa dos seus produtos fornecidos a terceiros, quando seu ferramental ou equipamento “não se ressente dos defeitos prováveis”, além é claro da perda de tempo e mão de obra que utilizou no processamento de uma matéria-prima “problemática” e isto também pode ocorrer com os clientes do primeiro e segundo Bloco.
               
Cabe agora definirmos dentro do mercado produtor e consumidor, o que consideramos para posicionamento da mesma dentro dos blocos, para seus segmentos de mercados específicos ou definidos.
 
Primeiro Bloco - Alto Poder Técnico e Econômico. Possuem:
 
1. Inspeção de Recebimento para avaliar ou identificar os itens “fora de Especificação”.
 
2. Laboratório com equipamentos de Ensaios e Controle.
 
3. Controle estatístico da produção de cada equipamento.
 
4. Critérios definidos de Aceitação.
 
5. Assistência técnica para seus clientes (terceiros).
 
6. Marketing.
 
7. Desenvolvimento técnico com Assistência técnica de empresas estrangeiras de grande significação.
 
8. Programação de Encomendas e Fixação de prazos de entrega com terceiros com alta confiabilidade.
 
9. Concorrências de Mercado e prestação de serviços.
 
10. Exportação de seus produtos e Importação de Matéria-prima.
 
11. Uma ou mais de uma filial com mesmos recursos.
 
12. Alternativas quanto ao uso de matérias-primas.
 
13. Instalações modernas e sistemas de controle operacional.
 
14. Elevadas exigências quanto à matéria-prima.
 
15. Produtos de alta qualidade.
 
16. Sistema de identificações Matéria-prima x Produto.
 
17. Pesquisa e Otimizações.
 
18. Tudo o mais que concorra para um Controle de Qualidade Altamente capaz para “Garantir a Qualidade” de seus produtos (≈ ISO-9001 Sistema baseado em controle de processos e projetos).
 
19. Pode ser uma Multinacional ou Capital Estrangeiro.
 
Segundo Bloco - Médio Poder Técnico e Econômico. Possuem:
 
1. Inspeção de Recebimento para avaliar ou identificar os itens “fora da Especificação”.
 
2. Laboratórios com equipamentos de Ensaios e Controle.
 
3. Controle estatístico modesto da produção de cada equipamento.
 
4. Critérios de Aceitação mutáveis.
 
5. Assistência técnica para seus clientes (terceiros).
 
6. Marketing modesto.
 
7. Desenvolvimento técnico moderado com alguma Assistência técnica externa e treinamento esporádico de seus técnicos em empresas estrangeiras de grande significação.
 
8. Programação de Encomendas e fixação de prazos de entrega com terceiros, com média confiabilidade.
 
9. Alguma concorrência de mercado e prestação de serviços.
 
10. Exportação em pequena quantidade de seus produtos bem como Importação de matéria-prima.
 
11. Apenas uma filial ou nenhuma.
 
12. Poucas alternativas quanto à matéria-prima.
 
13. Alguns produtos atingem alta qualidade.
 
14. Alguma pesquisa e otimização.
 
15. Tudo que concorra para um controle de qualidade modestamente capaz, chegando a garantir a Qualidade de seus produtos (≈ ISO-9002 Sistema baseado em controle de processos e inspeção).
 
Terceiro Bloco - Baixo Poder Técnico e Econômico. Possuem:
 
1. Inspeção de Recebimento rudimentar.
 
2. Algum equipamento de Ensaio ou controle.
 
3. Nenhum critério de Aceitação.
 
4. Nenhuma filial.
 
5. Processa matéria-prima disponível e alguns casos desclassificada.
 
6. Raramente exporta seus produtos.
 
7. Desenvolvimento técnico quase nulo e sem assistências e treinamento de seus técnicos em empresas Nacionais ou Multinacionais no país.
 
8. Tudo que concorra para um Controle de Qualidade rudimentar ainda podendo garantir a Qualidade de seus produtos, dependendo em termos de risco, fortemente, da qualidade da matéria-prima fornecida pelo produtor (antiga ISO-9003 - Sistema baseado em inspeção).
 
Várias visões futurísticas poderão ser especuladas quanto ao deslocamento de um produtor do segundo para primeiro Bloco, fusão de (1) um do terceiro Bloco com 2 (dois) do segundo Bloco situando no primeiro Bloco etc, o que não cabe tal consideração neste texto.
               
Em ISO-9001, Sistema baseado em controle de processos e projetos, a matéria-prima, então, para concorrer a uma boa qualidade do produto dentro do consumidor deve atender suas especificações definidas no seu pedido, sob normas Técnicas Nacionais e estrangeiras, além das exigências particulares, os seguintes requisitos de Qualidade, conferidos, “durante o Processo”.
 
a) Qualidade superficial.
 
b) Qualidade de forma.
 
c) Qualidade dimensional.
 
d) Qualidade das propriedades Físicas e Químicas.
 
e) Qualidade da estrutura interna.
 
f) Qualidade dos revestimentos, acabamentos, etc.
 
Acrescentamos outras duas que independem diretamente do “processo de fabricação”.
               
g) Qualidade da embalagem.
 
h) Qualidade da Identificação ou Marcação.
 
Todas estas qualidades dentro dos seus critérios de aceitação e padrões contribuem para o “atendimento” da satisfação do cliente. Sua encomenda deve ser formalizada expressando o que ele espera receber diante de suas necessidades.
 
Um cliente passa a reclamar com certa freqüência ou requerer melhor qualidade quando as exigências de terceiros tornam-se severas e as suas também, pois, adquiriu novos equipamentos, velozes e eficientes, desenvolveu produtos e introduziu novos produtos, adquiriu e aperfeiçoou sua técnica com maiores controles estatísticos, amostragens e freqüências em locais “ótimos”, seletores de qualidade, equipamentos de ensaios etc. São estas exigências e adequações técnicas que o marketing e a assistência técnica devem ser capazes de “reconhecer” e “prevenir” o Sistema Operacional e o Sistema CQ (Controle da Qualidade) para ajustes de Especificação (Processo, Inspeção e Ensaios), se necessário, para o atendimento das próximas encomendas do cliente, corrigindo os defeitos anteriores desde o projeto até após a fabricação (dentro do ciclo da qualidade).
 
Para o atendimento das próximas encomendas do cliente, pode ser necessário desenvolver a matéria-prima que se fornece já que a especificação de Processo, Inspeção e Ensaios de caráter tradicional e rotineiro que se pode estar praticando, não será suficiente para satisfazê-lo. Devemos desenvolver o produto tradicional ou sugerir um novo produto? Pesquisa Operacional ou Pesquisa no verdadeiro sentido da palavra?
               
O FEEDBACK do mercado permite que o sistema técnico desenvolva o produto tradicional através da manipulação das informações técnicas, aperfeiçoando a especificação do produto dentro do ciclo da qualidade de uma maneira geral ou dirigida a um cliente, ou ao uso final que fará com o produto, ou o tipo de processamento etc. Este ajuste de especificação é importante procurando o ponto ótimo, isto é, não se superdimensiona nem se subdimensiona uma especificação, atinge-se com isso a satisfação do segmento de mercado que consome aquele produto com uma ”especificação otimizada”, sem nenhum DEFEITO, em nenhum dos requisitos da qualidade.
               
Como melhorar a conceituação dos produtos? A situação atual é bastante caótica e uma série de medidas poderão ser introduzidas para reverter o “estado de alheiamento” do que se “controla e executa”, de um modo geral no Brasil.
               
A exemplo das empresas dos países desenvolvidos, pressionadas também pela situação que hoje vivemos, de um mercado em transição, um controle básico a ser introduzido é sobre os “PROCESSOS” de fabricação; “CONTROLE DE PROCESSOS”. Cabe agora uma conscientização sobre o “Controle de Processos”, para o enfrentamento do Fenômeno da Evolução Qualitativa.
 
Abraços,
 
Lewton



Bookmark and Share
Outas colaborações de Lewton
Veja Mais
Perfil de Lewton
Perfil do Usuário
Junte-se a nós!
Junte-se a nós!