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Postada em 04-10-2012. Acessado 1211 vezes.
Título da Postagem:A tarifa de energia elétrica vai baixar porque o nº de apagões está aumentando
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 04-10-2012 @ 05:45 pm
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A tarifa de energia elétrica vai baixar porque o número de apagões está aumentando!

Tags: Apagões, energia elétrica, Dilma, Lobão, redução de tarifas, consumo de energia, indústrias, residências, embustes administrativos, engenharia elétrica, eletricidade, falta de energia, curva da oferta e da procura, demanda de energia, 2012, 2013, investimentos, teoria das restrições, petismo, petistas, governanças, exercício ilegal de profissões, geração distribuição, transmissão, acidentes, falhas, omissões, administração
 
Apagões: lambanças e pajelanças elétricas de Dilma e Lobão, e como os apagões estão em progressão aritmética para progressão geométrica, urge fazer revisão antecipada das tarifas de energia elétrica para início do ano 2013.
 
A energia vai ficar mais barata para casas e indústrias. Dilma Rousseff anunciou que para o consumidor residencial vai ficar em média 16,2% mais barata, e para as indústrias a redução chega a 28%. A conta de luz vai ficar mais barata, a partir do ano que vem.
 
Como está começando a haver queda da disponibilidade do fornecimento de energia elétrica, pela elevação do número de apagões, no país, nada como diminuir seu custo ao consumidor! Não acha? Uma análise sobre o CASE da queda na confiabilidade operacional de energia no Brasil.
 
Este anúncio foi feito no dia 07/09/2012, Dia da Independência do Brasil. E então teceu comentários sobre a possibilidade do aumento da competitividade das indústrias brasileira. “E que a queda no custo da energia elétrica favorecerá o setor produtivo com ganhos, sem dúvida, serão usados tanto para redução de preços quanto para o consumidor brasileiro, como para os produtos de exportação. O que vai abrir mais mercados, dentro e fora do país”.
 
A medida, de acordo com o governo, vai servir também para ajudar as indústrias em dificuldades, para evitar demissões. A redução na conta começa a valer em janeiro do ano que vem.
 
Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria, o custo médio da tarifa de energia elétrica para o setor é de R$ 330 por megawatt/hora: o 4º mais alto do mundo. Ante uma média mundial de R$ 215,5 o Mwh. Atrás apenas do cobrado na Itália, na Turquia e na República Tcheca. A diferença chega a 134% quando se compara o Brasil com os demais países dos Brics (Rússia, Índia e China), que pagam em média R$ 140,70.
 
E quase metade do valor da conta é de encargos e tributos, onde os componentes da Tarifa de energia elétrica são: Geração 25%, Distribuição 24%, Transmissão 6%, Impostos 35,1% e Encargos 9,9%.
 
Pela Firjan esta redução deveria atingir o patamar de 35%. E 28%, ainda é pouco pela opinião da Fiesp.
 
Para a Associação Brasileira dos grandes consumidores, a redução é histórica. E sinaliza um novo ciclo de desenvolvimento do país.
 
 
Em termos de gastos residenciais a conta média de luz no país está na faixa de R$ 30,00 a R$ 50,00 por mês, ao valor de R$ 0,333 o kWh – para um gasto médio na ordem de 90 a 150 kWh por mês, por residência.
 
 
Veja o Ranking de tarifas médias por Kwh / País - Em R$

Alemanha 0,650;
Itália 0,526;
Japão 0,464;
Holanda 0,442;
Portugal 0,430;
Inglaterra 0,398;
Turquia 0,368;
Suíça 0,360;
Noruega 0,352;
Brasil Média 0,333;
Grécia 0,316;
França 0,314;
Estados Unidos 0,232;
México 0,178;
 
A redução proposta pelo governo de 16,2% para as tarifas residenciais irá favorecer o consumidor uma faixa de economia de R$ 4,86 a R$ 8,10 por mês, por residência. Sendo que tais valores representam de 0,78% a 1,30% do salário mínimo de R$ 622,00 (vigorando desde 1 janeiro de 2012).
 
Mas, no caso das contas de luz, da crise financeira que vem afetando o país desde 2008 - no mínimo, soa esquisito o anuncio do Governo Federal sobre a redução da conta de luz. Em precisos 16,2% para os consumidores domésticos, uma vez que, o TCU pede devolução de R$ 7 bi por erros de cálculo em contas de luz que levou a cobrança de valor a mais dos consumidores. Será esta redução de tarifa mais um EMBUSTE do petismo?
 
Segundo o Relatório do TCU, os consumidores brasileiros têm o direito de receber de volta cerca de R$ 7 bilhões pagos a mais nas contas de energia entre 2002 e 2010 - problema provocado por um erro de cálculo dos reajustes das distribuidoras. Houve omissão regulatória por parte da Aneel e a cobrança a mais nas contas dos consumidores representou uma situação de desequilíbrio econômico financeiro desfavorável aos consumidores.
 
 
Em 2010, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o consumo total de energia elétrica no Brasil vai aumentar 7,4% em relação a 2009. A projeção é feita com base no crescimento estimado de 6% do Produto Interno Bruto neste ano. Se a economia crescer em média 5% nos próximos anos, até 2018 o consumo nacional terá aumentado cerca de 50%.
 
No novo mapa da energia e com R$ 100 bilhões em investimentos e uma onda inédita de aquisições, o setor elétrico coloca em evidência novos protagonistas que têm o desafio de livrar o país de futuros apagões (Por Amauri Segalla e Denize Bacoccina).
 
O Ministro Lobão descartou falta de investimento no setor elétrico (28/02/2011 - 20h27, Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil). Ao rebater as críticas ao setor elétrico nacional em função dos últimos episódios de queda no fornecimento de energia elétrica, como a que ocorreu na Região Nordeste no começo deste mês, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o setor é motivo de orgulho para todos os brasileiros.
 
O ministro assegurou que “nunca se investiu no setor elétrico no país como agora”.
 
Nos próximos dez anos, serão investidos R$ 388 bilhões, afirmou. Lembrou que nos oito anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva, foram investidos R$ 41 bilhões em geração de energia, o que significa 38% de tudo que existe hoje no Brasil.
 
Ele admitiu que a área de transmissão ainda fosse fraca. “Não tem havido investimentos”.
 
Informou que o país possui 100 mil quilômetros de linhas de transmissão, dos quais 24 mil quilômetros foram feitos nos últimos oito anos. “Isso equivale a 32% de tudo que existe”, disse. “Como é que podem dizer que não houve investimentos? Para dizer o mínimo, isso é querer tapar o sol com peneira”, completou. Segundo o ministro, essas obras custaram ao governo R$ 20 bilhões. Serão estes investimentos mais um EMBUSTE do petismo?
 
Lobão disse estar convencido de que o governo trilha o caminho certo para tornar o Brasil uma das economias mais desenvolvidas do mundo. Destacou, porém, que passar da oitava posição para a quinta colocação do ranking econômico mundial “seria uma quimera se não houvesse fornecimento de energia elétrica”. Por que os APAGÕES prosseguem, após tantos investimentos? Serão estes administradores políticos uns EMBUSTEIROS?
 
Entretanto, os apagões se sucedem levando a sociedade usuária de energia elétrica a fazer chacota com a redução dos valores das tarifas de energia elétrica por parte do governo. A tarifa de energia elétrica vai baixar porque o número de apagões está aumentando!
 
Dilma e Lobão são pagés em engenharia!
 
O CASE clássico deste imbróglio ocorreu em 11 e 12 de novembro de 2009:
 
Após desaparecer nos dias 11-12/11/2009 para "aulinhas" sobre processos de panes em sistemas de geração e transmissão de energia, dona Dilma surge arvorada em "senhora da engenharia elétrica". A meu ver isso foram pura temeridade e pajelança. Dilma não é engenheira elétrica, não colou grau em nenhuma engenharia correlata à elétrica ou eletrônica. Dilma só é "engenheira de fraudes ideológicas".
 
Dar ouvidos a Dilma nas suas "respostas sobre os apagões e de seu ministro das Minas e Energia Edson Lobão", sobre os desastrosos apagões, é dar ouvidos a curandeiros instruindo neurocirurgiões ou a cirurgiões cardiovasculares. O abuso petista invadiu o campo da tecnologia, em seu mais profundo grau de complexidade. E Dilma não passa nas provas de técnicas de consertos de aparelhos elétricos ou de eletricidade, de radinhos de pilha e nem de ventiladores chineses.
 
Um engenheiro sênior deve possuir pelo menos 50.000 horas de engenharia aplicada, ter lido mais de 1.000 manuais, livros e artigos técnicos de sua área de especialização, ter exercido, com louvor várias funções técnicas do seu campo, ter escrito bons artigos técnicos e possuir um acervo científico de significante contribuição ao ramo de sua engenharia. E Dilma e Lobão precisariam ter pelo menos suas 3.800 a 4.200 horas-aula de engenharia para qualificarem-se como "engenheiros elétricos".
 
Alguém para responder sobre produção de energia elétrica deverá ter trabalhado desde o projeto, passando pela fabricação, pela montagem, pelos testes operacionais e por um largo período de maturação produtiva, numa usina de geração de eletricidade, por sistemas de transmissão e de utilização de energia elétrica.
 
Dilma Rousseff e Edson Lobão mostram ao Brasil uma modalidade de exercício de "trabalho político" dentro de especializações que levam mais de 30 anos para um engenheiro tornar-se sênior. Só esses engenheiros, podem falar sobre qualquer aspecto do sistema produtivo de geração de eletricidade e de transmissão de energia elétrica.
 
Dilma e Lobão são é leigos. Dilma, que já foi também Ministra das Minas e Energia, não sabe o que é "curto circuito", nem o que é "diferença de potencial", nem o que são "catodo e anodo".
 
Dilma não sabe qual é o material de base dos "componentes isolantes", nem sobre "perdas de transmissão", nem sobre o que é "dissipação de calor", nem sobre a velocidade da "fluição elétrica nos cabos elétricos", não sabe o que é quilowatt-hora e nem como se calcula.
 
Como pode dona Dilma ter sido porta voz de um "colegiado" tecnológico de engenheiros elétricos, e Lobão atualmente, que provavelmente lhes abastecem com "ligeiras" informações sobre as operações de sistemas de geração de eletricidade e de transmissão de energia?
 
Isso é fraude! Isso é o "criminoso exercício ilegal de profissão". Crime muito comum na administração Petista, com Lula e agora com Dilma.
 
Eu, como engenheiro, não posso "dar ouvidos a impostores e embusteiros" sem graduação em engenharia, violando as regras dos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, numa contravenção pública e explícita, sujeita a prisão.
 
O petismo e sua embusteira Dilma Rousseff e o PMDB de Sarney, com seu embusteiro Edson Lobão, entraram em mais uma transgressão institucional de profissões e seus exercícios.
 
Quando tem um apagão eles desparecem por 24 horas e vão se instruir junto a um "colegiado de engenheiros" que sofre o permanente "abuso do argumento de autoridade", praticado pelos políticos "paraquedistas" nas carreiras tecnológicas e administrativas das estatais e dos governos.
 
Os colegiados de engenheiros são obrigados a "passar know-how" ao Edson Lobão (antes para a Dilma) outro charlatão dentro do campo tecnológico (Minas e Energia - cupincha do Sarney) do governo petista, em menor tempo possível, para que ressurja do "apagão", como o porta-voz de detalhamentos técnicos e científicos de exclusivo domínio de engenheiros sêniors.
 
Não há suficiência - técnica e terminológica - para o entendimento de Dilma e Lobão. E muito menos de seus asseclas (dezenas de aspones), que tiraram lugares de carreiras brilhantes dentro de tais ministérios fatídicos. Fizeram isto na Petrobrás!
 
Esses charlatães "fazem torniquetes" nos colegiados de técnicos, engenheiros, cientistas e administradores, "concursados" do sistema nacional de energia elétrica, para sacar suas respostas estúpidas, e distorcidas ideológicamente, para "encaixarem-se" no plano de sustentação do petismo e do PMDB (amaldiçoado seja o Sarney).
 
Não há como em tempos exíguos se chegar a uma "varredura" completa no conjunto de causas prováveis de uma pane, falha, acidente ou anomalia, mesmo se utilizando um método racional (alta matemática, estatística e análises de dados científicos) - no caso pode ser o método da árvore de falhas - para ratrear a causa fundamental.
 
Existem normas nacionais e internacionais de procedimentos técnicos que utilizam rigorosas práticas para se "chegar" na causa fundamental. E nunca houve um apagão, desde 2002 - fase lulista, que se atribuíssem as consequências aos "incompetentes administradores políticos de partidos e facções" – falta culparem o saci-pererê!
 
O petismo continua a fazer sua bandidagem sindical sobre o "estado tecnológico da engenharia" e da administração de atividades estratégicas e tecnológicas.
 
Dilma, Lobão e Sarney são as únicas "autoridades" a indicarem os dirigentes administrativos e técnicos, da área de energia, e que vivem esbarrando na temeridade de interferir na lógica da formação e perpetuação do conhecimento de gestão e, assim, interferem nos mecanismos "normais" de obtenção de resultados relacionados à capacitação técnica e a habilidade de gerir e solucionar problemas do setor.
 
Lula, Dilma e o Petismo estão "matando" a superestrutura brasileira que sustenta o know-how na produção de energia elétrica, como vêm fazendo na Petrobrás ...
 
O posicionamento de Dilma e de Lobão para assumirem as respostas sobre os apagões “têm o cunho de exercer seus poderes de impedir revelações, investigações ou fiscalizações nas atividades dos sistemas de energia”, que aparentemente as tratam com os seus falsos "perfis de técnicos", e Dilma inclusive quando foi Ministra das Minas e Energia.
 
E com gigantesca arrogância de charlatães se põem a dizer que o assunto está encerrado, após suas explicações de embusteiros.
 
As alegações de ter havido grandes investimentos são fraudulentas, sob o aspecto de que havendo inversão de capital os problemas estariam equacionados. Esse é o pensamento clássico dos políticos bandidos do Brasil. Eles acreditam que ao citarem os valores astronômicos das verbas investidas, no sistema elétrico, haverá consolo e segurança sobre a confiabilidade da administração governista e sua capacidade gestora.
 
Aí é que pegou!
 
Hoje sabemos que mais de 30% a 60% dessas verbas são "do superfaturamento, das comissões e dos direcionamentos licitatórios", terminam comprando materiais de 3ª qualidade e injetam fragilidades operacionais, demoram a incorporar o know-how dos fabricantes dos equipamentos e cometem a interferência criminal no fluxo de carreiras, dos critérios de mérito e de aprendizagem.
 
Como engenheiro, eu repudiei a presença da charlatã Dilma Rousseff, a frente das respostas sobre o apagão de 10/11/2009. E atualmente dos novos apagões da incompetência administrativa da governança petista.
 
Repudio e conclamo a sociedade a manifestar-se contra o fato de que estaremos sendo enganados com "mentiras adaptativas e de metamorfose conceitual" sobre as causas e consequências do "apagão do lulismo de 2002 a 2012", tentando isolar-se de uma calamidade em que vários engenheiros brasileiros que desde 2005 vêm denunciando, como a degeneração progressiva da capacidade tecnológica do Brasil e a perpétua desqualificação das equipes de governos desde 1985.
 
Prendam a Dilma e Lobão. Dilma e Lobão são pagés em engenharia e Dilma é um “freakmanager” do charlatanismo petista.
 
Abraços,
 
Lewton



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