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Postada em 12-11-2012. Acessado 801 vezes.
Título da Postagem:O Marco Regulatório da Internet, O PT em busca de mais autodesmoralizações
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 12-11-2012 @ 05:25 pm
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O Marco Regulatório da Internet: O PT em busca de mais autodesmoralizações

Tags: Marco regulatório, cyberwar, controle da internet, totalitarismo, stalinismo, regime político, subversão, constituição, liberdade de expressão, liberdade de pensamento, liberdade de comunicação, controle social e político, crítica, críticos, internet, telefonia celular, tablets, notebooks, computadores, netbooks, violação de correspondências, servidores da web, China, Brasil, PT, Petismo, estado totalitário, trabalhador, operário, revolução, conspiração, terrorismo, legislação
 
Embora se diga trata-se apenas de controles de acessos, roubo de senhas, calúnias e difamações, se torna uma ferramenta para exercício ideológico e controle político e social. A exemplo de um bisturi: o qual na mão do cirugião favorece a salvação de uma alma. Entretanto na mão de marginal pode representar a morte e a perdição de várias almas...
 
É provável que isso possa acontecer, de se fazer "controle" sobre a internet, já que vem surgindo o chamado “marco regulatório da internet”, como uma nova criação petista emblemática de quadros administrativos e de governo, com baixíssimo poder de argumentações técnicas e morais.
 
Então, o PT irá entrar no mercado de alta tecnologia e terá confrontos com poderosas redes sociais, pessoais e empresariais, pois se ampliará em gigaescala à limitada e atual ação de jornais e revistas de oposição.
 
Especialistas relatam que o PT adotará o método chinês de impor controle sobre os servidores da web e irá usar buscadores de idéias subversivas ao regime, como classificadores de riscos e ameaças. O PT quer fazer controle político e social dos usuários da Internete. Nada pode ameaçar o regime ou a vantagem ideológica de sua situação político-administrativa.

Se diz que vão mexer num vespeiro de dimensões continentais no país e ficarão expostos a retaliações dessas redes sociais, pessoas e empresas, e dos usuários afetados. São milhões contra poucos milhares...
 
Os hackers irão abrir uma espécie de "mercado negro", com os segredos das atividades sociais de todo o Brasil, além de sorverem segredos inconfessáveis dos bandidos e meliantes públicos ou privados.
 
Quando se faz a imposição de controle social, em qualquer situação bem resguardada, há grande risco do “feitiço virar contra o feiticeiro”. A menos que venham a existir filtros, e relações de exceção, para permitir a liberdade dos protagonistas do regime. Ou seja, meios de manter a liberdade daqueles que retiram a liberdade social dos usuários da Internet, sem que os “censores” tenham a privação do seu belprazer da liberdade de expressão e pensamento – até para conspirações e bandidagens.
 
Outro aspecto será o da violação de “segredos de correspondências”, já que a imposição do controle social e político implicarão na violação até da intimidade e da privacidade. E mais grave pode até bisbilhotar transações secretas de empresas, instituições e outras autoridades...
 
E mais importante, também, nos facilitará a ter "controle" sobre as correspondências dos protagonistas do regime uma vez jazerem crivos, filtros e relação de permissões.
 
Além de usarem computadores a internet alcança os celulares, atualmente usados em larga escala pela internet.
 
Se houver um critério seletivo para eles, políticos, meliantes corruptos e terroristas e etc do regime petista, teremos a confirmação da instituição de um novo "estado stalinista", faltando apenas as execuções e eliminação física de opositores.

Alguns hackers podem ser nossos amigos, filhos, sobrinhos e netos, mais familiarizados com as técnicas que levem a violação de senhas, elaboração de "vírus", acessos restritos e quebra de "firewalls" - paredão de defesa (contra assaltos a dados e informações).
 
O PT irá abrir uma “cyberwar” a qual poderá demoli-lo, mais rapidamente do que julgamentos do tipo mensalão. 

Hoje tudo vai por e-mail: fotos, audio, vídeos e textos. As redes, as pessoas e as empresas fazem isso em escala, e com segredos industriais e propriedades intelectuais de inventos, croquis de dispositivos, fórmulas matemáticas, métodos de processos, agendas estratégicas e muitos outros itens.
 
E esse controle irá "facilitar" um rastreamento da riqueza "abstrata" do conhecimento e dos negócios secretos. Além é claro das fofocas e das subversivas motivações para a derrubada do PT.
 
Cremos que haverá um forte lobby, para impedir isso, se for feito com transparência, e se não for, haverá um confronto político e social sem precedentes.
Assim como temos hoje rádio pirata, teremos provedor pirata, como já temos a telefonia pirata, e vários mercados piratas de telecomunicações.
 
Esses petistas terão que vedar as trocas de e-mails e mensagens em celulares, pela telefonia. Terão que impedir as trocas, fora da internet e de celulares, de arquivos em pendrives e mp3 (ou mp4).
 
Por exemplo: mandarei meu pendrive para o amigo 01 e, esse, o dele para outros. Ajustaríamos nossas mensagens em nossos computadores, dentro do próprio pendrive, que poderemos "replicar" para quantos quisermos.

E lembramos que eles terão que "instituir" uma espécie de lei para "violação de correspondência e restrição à liberdade de expressão e de pensamento", talvez numa "lei de segurança socialista". Terá que haver uma lei reguladora da quebra de sigilo de correspondências eletrônicas (emails)?
 
Têm ainda que convencer muitos usuários internacionais, de todos os portes, perfis e poderes que se comunicam conosco - nós brasileiros. E, finalmente, terão que "comprar" de fato todos os jornais, nacionais e internacionais, que usam a internet para noticiar “favoravelmente” as pilantragens deles.
 
Pela internet fluem, ainda, quase todas as informações bancárias e transações financeiras, expondo a movimentação dos dados e informações de todos, abrindo brechas para "quebra de sigilos" de toda ordem e para fins legítimos e ilegítimos. Tomara que aconteça ...

Na pior das hipóteses "voltaremos" aos serviços dos correios, dos pombos mensageiros, dos sinais de fumaça, do código morse, ou iremos criptografar nossas mensagens, via ainda a internet, já que as mensagens têm propriedades "contrativas", sem exibir seu significado literal, trocando entendimentos e informações entre nós. E em sigilo, expandindo nossas consciências, opiniões e idéias, sem revelar conteúdos.

Será ainda mais sensacional "fingir" nos bancos de praças, e nos ônibus, que somos espiões da resistência, trocando nossos pendrives e outras "armas de legítima defesa", nas passagens furtivas e nos esbarrões propositais, com ou sem chapéu, com ou sem bigodes...
 
Nada pior poderá haver do que já há no histórico divulgado da situação político-administrativa do PT. As "autoridades" constituídas, os governantes, os artistas, os cientistas, os sistemas, as ideologias, as políticas, os métodos, os comportamentos, as decisões, as estratégias, as religiões e etc, são alvos das críticas dos críticos.
 
E o PT teme quais críticas e quais críticos? E tais, estes, criticam o quê? A forma, o conteúdo, o design, a estética, o homem, o resultado, a causa e a conseqüência, a moral, a conduta, o modelo, a lógica, a razão e os motivos, a falha e o erro, os gastos e desperdícios.
 
Existiram (e existem) vários tipos de críticos: o ácido corrosivo, o amigável, o destrutivo, o sarcástico, o irônico, o fraterno, o polemista, o chato, o genial, o cômico, o ignorante, o "vaselina", o profissional e etc. Crítico profissional ou o profissional crítico? A crítica deve ser profissional e feita por um profissional do tema, para ser contundente e ter "ação terapêutica".
 
O "crítico" é um dos personagens mais antigos da humanidade. Talvez desde a época das cavernas - desde os tempos imemoriais sem registro histórico.
 
Ele é uma "persona grata" para uns e "persona non grata" para outros e isso depende sobre "o quê e sobre quem" ele faz as suas críticas.
 
Os críticos sempre tiveram destinos mais sinistros do que os das pessoas "normais". Ninguém gosta de críticas e muitos poucos gostam dos críticos.
 
Os reis os mandavam para o calabouço e o cadafalso. Ou os exilava. Os críticos da côrte também eram tidos como conspiradores ou difamadores - a crítica pode difamar e produzir conspirações e intrigas.
 
Alguns críticos chegaram a ser "conselheiros" pelas "críticas bem feitas", que esclareciam e agradavam - habilidade de alto risco, para encontrar esse ponto de equilíbrio.
 
O sonho dos críticos é o de obter essa "massa crítica" o mais rápido possível, para poder ficar "mais seguro e visível" e mais independente das "ações predadoras" de poderosos.
 
Historicamente o crítico surgia por identificação de processos e procedimentos injustos e imorais, brutais e rudes, imperfeitos e seletivos, desiguais e elitistas, obscurantistas e trevosos. E ele sempre estava "sozinho", por ser o primeiro a vislumbrar a falha ou a situação dolosa ou culposa.
 
Hoje ser crítico pode propiciar bons rendimentos. Tem opositores que "contratam" bons críticos para criticar seus adversários - para temáticas genéricas ou específicas. Colocam-no num jornal (ou contratam algum expoente já colocado), ou num veículo eficaz de comunicação de massa, e se deliciam com a esfolação técnica ou moral dos adversários sob críticas.
 
É óbvio que crítica por crítica e criticar por criticar não fazem sentido, sem que se tenha algo novo ou relevante a dizer, de modo positivo ou negativo. E que esse algo seja capaz de produzir "mobilizações intelectuais e práticas". E encontrar seu "espaço de ressonância" - novas dialéticas e debates. Daí pode vir o aprimoramento das coisas e a melhoria contínua do status quo de uma empresa ou de uma sociedade.
 
Presenciamos a criação de um conceito novo de administração: o petismo administrativo.
 
O petismo administrativo é um modo de administração rude e incorreto, sem ética e juridicamente deficiente, que menoscaba o conhecimento e a inteligência, se sustenta em crenças e valores degenerados e imorais, que é capaz de desprezar as empresas competentes, para favorecer esquemas de quadrilhas mancomunadas com grupos espoliadores dos cofres públicos, que friamente se coloca indiferente às condições de sobrevivência de seus melhores fornecedores de serviços e produtos. E é capaz de produzir o mais extenso prejuízo à cidadania e a comunidade.
 
Mais precisamente o poder executivo que sob o manto de seu caráter de "administrador" conduz suas atividades levianamente, com alto grau de negligência e inépcia. Hoje temos a consagração apoteótica do petismo administrativo.
 
À luz da teoria da administração a governança, com seus "hábitos administrativos", só faz acumular perdas para a sociedade brasileira: perdas pessoais, empresariais, institucionais, nacionais em vários graus de concretismo, tais como: psicológicas e morais, humanas e sociais, financeiras e econômicas, materiais e patrimoniais, ambientais (flora e fauna) e etc.
 
O futuro, que caminha para o caos e a intensa complexidade, será muito crítico para a nossa sobrevivência, individual e coletiva, que não poderemos deixá-lo só com os economistas, na posição privilegiada de estabelecerem diretrizes para as nossas vidas e das novas gerações...
 
Muitas das pessoas que gostam de ler notícias, e se manterem atualizadas, sabem que a liberdade de imprensa é um alvo volátil.

Existe e não existe, é reivindicada e não é, chama a atenção ou é despercebida.
 
O controle da comunicação sempre foi objetivo de pessoas e instituições. Tanto que se algum veículo de comunicação "barra, veda ou censura" uma informação logo, logo, sugirá um panfleto, um jornalzinho, um tablóide, um blog, um site e etc, alternativos, tentando escapar do controle editorial, fundados e coordenados por comunicólogos insatisfeitos.
 
E no Brasil jornalista não precisa mais de diploma. Todos nós podemos reportar notícias e expressar nossas opiniões: a favor ou contra, gostando ou não, certo ou errado, falso ou verdadeiro, mentira ou verdade, calúnia e difamação, contra elogio e apoio ...
 
Escrever o que se pensa, expressando-se com as palavras mais contundentes ou mais florais, é sonho do comunicólogo. Há uma interpretação variante, há uma percepção única, há um consenso, há uma urgência, há uma sutileza, há uma revelação, há uma denúncia, há uma convocação participante ... Que precisam ser manifestadas, para ampliar os sensos, os entendimentos e diversificar as opiniões.
 
Com toda sinceridade, a liberdade de imprensa não é livre como se imagina. Ela tem sempre uma pesada corrente que a aprisiona.

Pode ser a "corrente" econômica, a "corrente" ideológica, a "corrente" política, a "corrente" moral, a "corrente" ficcional, a "corrente" editorial e etc.
 
Essas correntes sempre aprisionarão a natureza das informações e das notícias de um meio de comunicação. O ideal seria que a liberdade de imprensa fosse anárquica, e imprevisível, como o é a internet e seus blogueiros, twitteiros e siteiros.
 
Os meios de comunicações empresariais instituídos formalmente, com certa responsabilidade civil, técnica e ética (e fiscal, onde mora o perigo ...), são organizados para promoverem a veiculação de informações e notícias, de modo segmentado, competitivo ou colaborativo, visando "dar notícias", segundo um script editorial.
 
E por isso estão inseridas no mercado dos noticiários, propagandas, publicidade e difusão abrangente. Só que essas empresas podem se submeter a uma série de irresponsabilidades, fraudes jornalísticas, distorção da verdade ou da realidade, divulgações "filtradas", devaneios utópicos, abusos e motivações enganosas, por autopressão ou por pressões externas.
 
A liberdade de imprensa arrasta com ela tais sequelas de suas "correntes prisionais e castradoras de opiniões", e que estão levando à falência muitos jornais e periódicos tradicionais, inclusive aqueles sob domínio de "correntes políticas e econômicas".
 
As "autoridades" constituídas, os governantes, os artistas, os cientistas, os sistemas, as ideologias, as políticas, os métodos, os comportamentos, as decisões, as estratégias, as religiões e etc, são alvos das críticas dos críticos.
 
Criticam o quê? A forma, o conteúdo, o design, a estética, o homem, o resultado, a causa e a conseqüência, a moral, a conduta, o modelo, a lógica, a razão e os motivos, a falha e o erro, os gastos e desperdícios.
 
Por que os governos totalitários praticam a censura da imprensa ou de comunicações? Nenhum governo totalitário "funcionou" com base em administração científica e no mérito profissional. Todos esses governos foram pilhadores, escroques, criminosos, extra-direitos-humanos, amadores e perdulários.
 
As mazelas dos seus processos administrativos, e burocráticos, são uma denúncia da sua incapacidade científica de administrar. E cometem toda espécie de estupidez, crimes, subversões, lesões institucionais, patrimoniais e morais.
 
Nos governos totalitários a regra de sua autossobrevivência se fundamenta na "confiança recíproca" de seus agentes, dirigentes e funcionários. Que se resguardam de uma série de ilícitos e delitos inconfessáveis – como os que ocorrem hoje na Venezuela – que desmoralizam os governantes, até perante aos seus subordinados, tirando o caráter de autoridade e virando "colega de bando" – e daí não existem "obrigações e responsabilidades diretas" entre eles.
 
Numa hora vai surgir uma escandalosa burrice, estupidez ou crime. E, então, havendo censura, tais cometimentos ficarão no silêncio cumplicioso de todos os seus "bloqueadores" e bandoleiros.
 
A única ferramenta de controle será a intimidação por meios subhumanos e criminais. E para praticar tal controle, a imprensa precisa ser também controlada. E agora o "salseiro tecnológico", idem.
 
Todo governo totalitário possui uma "rede de atuadores e colaboradores" de grande mediocridade e de baixa inteligência competitiva, a qual estará sempre nivelada abaixo do padrão médio dos demais cidadãos – profissionais, intelectuais, cientistas, pensadores, escritores e críticos (elite da subsistência) – sujeita às críticas de cunho "desconstrutivas de alto teor de destruição moral e intelectual".
 
E, dessa forma, o surgimento de uma crítica poderosa está mais provável de ocorrer na "rede externa, da elite da subsistência". E hoje ela não vem mais dos jornais, revistas e de periódicos impressos graficamente (economica e politicamente controlados pelo lulismo) – vem dos meios do "salseiro tecnológico" e repercutem numa propagação incensurável, velocíssima, e que não haverá "prontidão de tocaia eletrônica" que dê conta de um controle econômico e eficiente, pelo fracassado e incompetente governo lulista.
 
E o que tentam fazer então? Censurar tudo o que puderem ... Depois virão as prisões, as torturas e as ameaças a vida! O que Hugo Chávez já faz na Venezuela.
 
Como os livros e periódicos serão eletrônico-digitais, as fontes de informações estão se desmercantilizando (escapando do controle econômico e político), os jornais indo à falência e a "imprensa deixando de ser impressa", eles vão censurar que imprensa?
 
E a atual diversidade de "camuflagem da liberdade de expressão", sob todas as "correntes castradoras", a liberdade de imprensa será livre de quê?
 
Se sempre a verdade fosse escrita, sustentada por dados e fatos, interpretados com o sentido prático e científico, a expressão já seria livre por esse modo natural de atuar. Não há nada falso na natureza, tudo tem uma função e partem de "processos tipicamente verdadeiros", que se dizem por si mesmos.
 
Creio que as notícias e informações deveriam seguir essa regra natural ...
 
Se o PT promover a censura da Internet, nos moldes chinês e stalinista, será seu fim como partido do Estado Democrático de Direito... E o PT está se consagrando num regime totalitário, inimigo número um das liberdades constituídas e constitucionais...

Abraços,

Lewton




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