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Postada em 19-11-2012. Acessado 1040 vezes.
Título da Postagem:O terrorismo, os inimigos do estado e a sua infame orquestração política do PT
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 19-11-2012 @ 11:33 pm
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O terrorismo, os inimigos do estado e a sua infame orquestração política do PT

Surge uma teoria da conspiração ligando o referendo do desarmamento de outubro de 2003 aos atos de terrorismo contra a polícia militar de São Paulo, capital e adjacências. Após mais de 90 policiais mortos pelos bandidos (na capital de São Paulo e em suas localidades e logradouros), as reações administrativas ainda são lentas e debilitadas. E nenhuma instituição de Direitos Humanos se pronunciou repudiando a mortandade produzida contra a polícia paulistana / paulista.
 
Há 27 anos a degradação administrativa pública por governistas eleitos, e indicados, veio superpondo mais e mais disfunções na sociedade, ao ponto de chegarmos a "tantas mortes", pelo crime direto dos bandidos e pelo crime indireto dos incapazes administradores públicos que tivemos...
 
Políticos como Renan Calheiros foram ministros da justiça. O petista Tarso Genro, idem. E este foi o criador do PRONASCI, um dos maiores engodos administrativos do PT – com bilhões de reais “desviados” de finalidades prioritárias. Agora este especial petista José Eduardo Cardoso, que disse preferir morrer a ter que viver em presídios brasileiros. O legendário advogado Thomas Bastos, idem, este um grande artífice da organização partidária do PT, como máquina violadora de leis e normas.
 
Numa boa parcela desta causa fundamental, vivemos uma hecatombe na Segurança Pública, e por isto estamos numa derrocada progressiva, na luta contra o crime e em suas ações de prevenção e correção. No ano 2005, em São Paulo já se gastava em média cerca de R$ 700,00 a R$ 1.000,00 por mês com 1 presidiário, ao passo que se investia de R$ 70,00 a R$ 100,00 por mês para a educação de 1 criança – praticamente numa relação de 1 para 10.
 
A educação é o mais importante investimento na prevenção de crimes em geral, e o estado já gastava 10 vezes mais para corrigir e recuperar criminosos, isto se fosse uma missão estratégica, na penitência em presídios brasileiros.
 
O velho ditado grego de “educar as crianças para não punir os adultos” ainda não foi aprendido no Brasil. E são no mínimo 18 anos “contínuos” de irresponsabilidades administrativas, em quase todos os departamentos ministeriais do Brasil. E não há nada, no processo administrativo em curso, que irá dar "basta" nisto.
 
Mas, se 92% dos cidadãos mortos no Brasil, não têm o direito constitucional de ter sua perda brutal de vida investigada - aqui 92% dos assassinatos não são levados ao tribunal e nem investigados - e agora mais de 90 "policiais mártires" perdidos pelo crime, como poderíamos fazer justiça a eles (as)? Todos são mártires da incompetência administrativa pública e os familiares de tais vítimas deveriam ser indenizados, como se indenizam comunistas pela Comissão da Verdade do PT.
 
E o estado reluta, ou não está capacitado a assumir sua responsabilidade técnica e civil na Segurança Pública? Numa progressão de 0 a 93 assassinatos de policiais, não há nenhuma urgência e obrigação do estado? Ou o estado vai aguardar que se forme uma ou duas “centúrias” de cadáveres? Há receio das autoridades, de se fazer combate aos crimes, na temeridade do recrudescimento da violência, mediante reação mais perversa dos criminosos?
 
Analistas da engenharia comentam que parece que as técnicas, práticas, métodos forenses, ou estão “hibernando”, ou não se têm mesmo este aparato mínimo de diligências e investigações de crimes. Tem delegacias com 500 a 1.000 ocorrências por inspetor civil, esgarçando as possibilidades de investigações, pela demanda de crimes atropelar a infraestrutura de suas diligências.
 
No link a seguir: http://www.administradores.com.br/informe-se/cotidiano/14-das-50-cidades-mais-violentas-do-mundo-estao-no-brasil-aponta-estudo-veja-a-lista/63937/  , temos a notícia alarmante de entre as “14 das 50 cidades mais violentas do mundo, estão localizadas no Brasil” (Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br). Ao todo, 40 das 50 cidades são da América Latina.  
 
O Brasil detém 28% das cidades mais violentas do mundo – 14 em 50 delas. A América Latina detém 80% das cidades mais violentas do mundo – 40 em 50 delas, motivações criminais numa região de baixo IDH médio, com governanças fundamentais de ideologia esquerdista.
 
O estudo do link acima, considerou a taxa de homicídio per capita no ano de 2011, calculada a cada 100 mil habitantes. Além disso, entraram no ranking apenas cidades com, pelo menos, 300 mil habitantes. A cidade de Maceió foi considerada a 3ª mais violenta do mundo. A taxa de homicídios na capital de Alagoas é de taxa de 135 homicídios por 100 mil habitantes.
 
A segunda cidade brasileira e 10ª no ranking geral foi Belém. Ela atingiu 78 homicídios por 100 mil habitantes. A cidade de Vitória ficou na 17ª posição geral e terceira brasileira. Os dados coletados apontam que na capital de Espírito Santo aconteceram 67 assassinatos a cada 100 mil habitantes em 2011.
 
Salvador (22ª), Manaus (26ª), São Luis (27ª), João Pessoa (29ª), Cuiabá (31ª), Recife (32ª), Macapá (36ª), Fortaleza (37ª), Curitiba (39ª), Goiânia (40ª) e Belo Horizonte (45ª), respectivamente, completam a lista das cidades brasileras. A primeira cidade fora da América Latina que aparece no ranking é Nova Orleans, nos Estados Unidos, na 21ª posição.
 
E, ainda, existem problemas nos dados estatísticos, de suporte às afirmações favoráveis aos administradores da Segurança Pública brasileira, com relação a maior freqüência e a causa das mortes, com inferências incorretas e análises precárias de suas incidências.
 
E onde estão os objetivos da capacitação da Administração da Segurança Pública, sob ação política pró-ativa do Ministério da Justiça? E das Secretarias de Segurança Pública dos estados e dos municípios? E os objetivos que condicionariam as atividades das Polícias e da Justiça Brasileira em suas obrigações e responsabilidades?
 
Os dados da pesquisa acima nos indicam que NÃO existe o objetivo coordenado de REDUZIR A VIOLÊNCIA URBANA, associada ao conceito real de Segurança Pública no país.
 
Algumas anomalias e deficiências Policiais e da Justiça Brasileiras, podem ser anotadas como abaixo:
 
1. Mais de 92% (noventa e dois por cento) dos crimes de assassinatos não são resolvidos;
2. Em conseqüência os criminosos ficam soltos a infernizar a vida da população – comunidade e na cidade;
3. Ineficiência nas diligências e na coleta de dados e informações para caracterização dos crimes e enquadramentos e na composição dos processos;
4. Parte dos crimes é cometida por policiais corruptos;
5. Conivência de policiais com o crime organizado;
6. Incapacidade administrativa das autoridades públicas com responsabilidade pela Segurança da comunidade e da cidade;
7. Coação e opressão por exibição de poder e força através de armas de fogo;
8. Precária preparação técnica, e emocional, e treinamento inadequado para o uso de armas de fogo;
9. Corregedoria ineficiente, ou corporativista, na repressão ao crime policial;
10. Sistema prisional que provoca a exacerbação da violência e do crime;
11. Falta de equipamentos, sistemas de apoio e armas mais intimidadoras para a repressão ao crime;
12. Equipe instrumentalizada de inteligência e coordenação de ações e mobilizações;
13. Ausência de Leis ou Estatutos mais rigorosos com delituosos em geral, para crimes considerados hediondos e por “inimigos do estado”;
14. Precários programas de proteção a testemunhas, que na verdade as deixa expostas e “rastreáveis” para vinganças.
 
Grosso modo, com base em noticiários de crimes, podemos listar as situações que culminaram em uso de armas e brigas mortais, como forças motivadoras dos delitos – e uso indevido de armas e ocorrência de assassinatos:
 
1. Momentos de stress e descontrole emocional;
2. Atritos e divergências pessoais entre parentes, vizinhos e estranhos;
3. Discussões e brigas no trânsito;
4. Alcoolismo e badernas em boates e bares;
5. Depressão e desilusões amorosas;
6. Brincadeiras infantis ou juvenis com armas de fogo, de “fácil acesso”;
7. Violação de propriedades, depredações e invasões;
8. Reação a crimes e a atos de violência;
9. Crimes e atos de violência;
10. Conflitos do tráfego de drogas e lutas por fornecedores e pontos de distribuição.
 
As análises estatísticas classificaram esses motivos e identificaram a freqüência de enquadramentos – homens de bem e bandidos e criminosos? Enquadramento presumível pelo uso indevido da arma e lutas corporais: (a) Homens de bem – dos itens 1 a 6 e (b) Bandidos ou criminosos – dos itens 1 a 5 e dos itens 7 a 10.
 
As ações mitigadoras da criminalidade que jamais deveriam ser relaxadas pelo Sistema Integrado da Segurança Pública:
 
1. Controlar atividades associadas à proliferação e ao uso indevido de armas de fogo;
2. Conscientizar a população sobre os perigos das armas;
3. Controlar o contrabando de armas;
4. Fiscalizar sobre a produção, vendas, exportação e importação de armas e munições;
5. Controle de estoques, em depósitos e similares;
6. Sufocar o tráfico de drogas.
 
Um dos maiores delitos contra a humanidade brasileira, da atual administração Petista, foi o REFERENDO do desarmamento de outubro de 2003. Terá havido tal proposição, do desarmamento, para poder jogar criminosos contra a sociedade, em crimes de terrorismo, e assim obter a hegemonia política pelo fato de “controlar” os agentes mandantes e executantes dos crimes? 
 
A inteligência policial tem feito associações entre os mandantes / executantes dos assassinatos dos policiais, com os criminosos do PCC – Primeiro Comando da Capital – nos presídios locais, com o intuito de desestabilizar os governos que não são do PT – então, há suspeitas de que os crimes têm conotação política.
 
Serão, portanto, crimes de INIMIGOS DO ESTADO, tipificáveis em terrorismo, como uma prática criminal de muitos dos atuantes nas governanças petistas em todo o país, e desde 2003.
 
Mas, se ameaçar a população, com tal expediente hediondo, e de terrorismo, não resolverá o problema do domínio político e do seu controle, a Segurança Pública, no país, já era uma disfunção evidente diante das estatísticas da mortalidade em estudo na referida pesquisa.
 
E não só a Segurança Pública, mas uns “cem números” de indicadores sociais e econômicos que afligem o cidadão brasileiro. O que significa que as populações das cidades citadas já são populações mais acuadas ainda, e deixadas à própria sorte e sob os mandos da criminalidade, com seus “toques de recolher” e etc.
 
A abordagem para a execução do crime de terrorismo, como notadamente vem ocorrendo, tem suas chances maximizadas pelo “elemento surpresa”, isto é, a certeza de que o cidadão policial, e o cidadão comum, estarão “desarmados” (e que o segundo, pode não saber usar a arma). Certos cidadãos acham que é melhor uma arma em casa, ou na cintura, do que um policial ao telefone – nunca se chega a tempo.
 
Os assassinatos são certeiros e quase nunca falham, dada a ação do “elemento surpresa” e o desarmamento de 'espírito' do policial e o desarmamento de fato do cidadão... Além de dados e informações sobre policiais, hábitos, moradia, costumes e etc, extraídos e fornecidos aos grupos exterminadores, para as tocaias e ciladas.
 
Essas considerações estatísticas colocam em xeque-mate as respectivas ações corretivas tomadas pelos governos ameaçados até o momento. E ao nosso entendimento deveria haver uma nova ORDEM E ORGANIZAÇÃO para as Polícias e a Justiça Brasileiras, ampliando o fórum de especialistas e criando indicadores válidos para a medida da eficiência do Sistema Integrado de Segurança Pública no Brasil. 
 
Abraços,
 
Lewton           



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