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Postada em 28-11-2012. Acessado 462 vezes.
Título da Postagem:Carta da Verdade
Titular:GTMelo
Nome de usuário:GrupoGuararapes
Última alteração em 28-11-2012 @ 01:35 pm
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CARTA DA VERDADE!. doc. 212-2012
REPASSAMDO E PEDINDO PARA REPASSAR
de: Delfim Netto
Para: José Álvaro Costa Donato < jadonato2007@gmail.com>
         Prezado José Donato muito grato por sua atenção e pelos comentários ao artigo no Valor de 04 de dezembro. Raramente o senhor lê um comentário isento sobre a maneira firme e civilizada como os militares conduziram o processo de transição do regime autoritário à plena redemocratização.
Infelizmente, no campo da educação e não apenas nas esferas federais, os organismos que decidem as edições dos livros didáticos estão dominados por "intelectuais" que ainda não conseguiram se libertar do velho viés "esquerdista" que os obriga a negar os avanços sociais naquele período (aumento dos níveis de emprego, do salário real, da melhoria do padrão de
vida) e o formidável crescimento da economia, com a expansão das exportações industriais e da produção agrícola e a modernização de toda a infraestrutura rodoviária, portuária, de energia e telecomunicações.
 Recusam-se a conhecer a história, não estudam, e apenas repetem monotonicamente que "o crescimento se deu à custa do endividamento externo e só beneficiou os ricos". Se estudassem, veriam que o desenvolvimento se deveu muito mais ao esforço dos brasileiros (investíamos à cada ano 25% do PIB, dos quais apenas uns 3% representava aporte de poupança externa) e muito pouco ao financiamento externo: no final do período de mais forte crescimento (1967/1974) as exportações anuais eram de US$ 6 bilhões, as reservas em moeda forte eram também de US$ 6 bilhões e a dívida externa chegou a US$ 12 bilhões, ou seja, se pagaria em um ano. Não tinha nada de impagável. E uma boa parcela dos financiamentos externos para investimentos provinham do BIRD, do BID, dos Eximbanks americano ou japonês, em contratos de prazos longos à taxas favorecidas em relação às dos mercados financeiros, com parte em juros fixos e parte variáveis. Naquela época, havia pouca flutuação nas taxas de juro e não tivemos nenhum problema de dívida externa.
O aumento das taxas de juros em escala mundial ocorreu a partir de 1982, quando todos os países que dependiam da importação de petróleo se endividaram, o México declarou o "default" desencadeando uma crise internacional de crédito sem precedentes e os Estados Unidos, para conter a inflação que já chegava a 14% ao ano, impulsionada pela alta dos preços do petróleo, radicalizou a política monetária e elevou para mais de 20%  a taxa anual de juros.  De 1974 a 1982 o Brasil se viu obrigado a contrair uma dívida de 50 bilhões de dólares com  as importações anuais de petróleo para não paralisar toda a economia do país, pois só produzíamos 25% do que consumíamos. Na emergência, não dava para discutir muito taxas e prazos: os bancos internacionais financiavam os exportadores de petróleo que depositavam os respectivos valores nos próprios bancos  (criando o chamado mercado de petrodólares) e os importadores se responsabilizavam pela dívida.
O Brasil atravessou todo o período de perturbação mundial no governo Figueiredo (1979/1985) realizando um enorme esforço de aumento das exportações industriais e contenção de importações para criar saldos comerciais e garantir a rolagem da dívida e investiu tudo o que podia no aumento da produção de energia (em 85, a produção doméstica de combustíveis – petróleo e álcool – já representava mais de 50% do consumo interno e o aumento da oferta de energia elétrica era garantido com a construção das gigantes hidrelétricas de Itaipu e Tucuruí, além de meia dúzia de usinas
menores) e na expansão da produção agrícola para garantir a autonomia alimentar.
A dívida externa originada na crise do petróleo, cujo valor tinha sido artificialmente inflado com a absurda alta das taxas de juros mundiais na
década dos oitenta,   foi objeto de uma longa renegociação só concluída em
meados da década dos noventa, já se beneficiando do desconto do excesso dos juros que os credores afinal concederam sob o estímulo do chamado plano Backer. 
     Faço votos que outros pais se interessem por informar seus filhos e alertar as escolas para a má informação a que estão sendo submetidos os alunos.. Peço desculpas pela demora em responder, devido a viagens e a um curto recesso no escritório durante o período de festas de final de ano, mas aproveito para desejar-lhe e à sua família um feliz e próspero ano.
Cordialmente,
Antonio Delfim Netto ...
“QUEM DIZ A VERDADE PROCLAMA A JUSTIÇA, MAS A TESTEMUNHA FALSA DIZ MENTIRA”. PROVÉRBIOS 12 – 17 REPASSEM AMIGO.
A VERDADE É PRECISO SER CONHECIDA PELOS BRASILEIROS.
OS MILITARES FORAM GOVERNOS SÉRIOS E NÃO SE MENTIA.
NOS GOVERNOS, DEPOIS DOS MILITARES, PASSOU-SE A MENTIR E ROUBAR, OFICIALMENTE, COMO NO MENSALÃO.
NESTE PROCESSO O BRASIL BATEU O RECORD DE MENTIRA MUNDIAL!
O BRASIL PERDEU CREDIBILIDADE NO EXTERIOR. VOLTOU-SE A SE DIZER QUE NOSSO QUERIDO PAÍS NÃO É SÉRIO. ISTO É UMA TRISTEZA.
ESTÃO ENSINANDO NOS COLÉGIOS MENTIRAS. VERGONHA.

REPASSE, AMIGO!
AJUDE O BRASIL!
GRUPO GUARARAPES




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Comentários

Juvenal em 14-12-2012 às 09:37 am

Caro amigo barbosaneto. A notícia da forbes não é verdadeira.


barbosaneto em 13-12-2012 às 05:20 pm

Dizer o que? Que nossos presidentes Militares saíram da presidência sem aumento do patrimônio pessoal? Que ao final de seus respectivos mandatos, Médici, Geisel e Figueiredo continuavam com as mesmas propriedades que tinham ao assumir "o poder"? E nosso último ex-presidente, que ao assumir seu segundo mandato declarou à Receita Federal um patrimônio avaliado em cerca de R$800,000,00 e hoje segundo a revista Forbes acumula uma fortuna de mais de DOIS BILHÕES DE DÓLARES. Quem então usou o país como propriedade particular? Agora, quanto a mentiras, começou em 1985 quando deixamos de ter presidentes Militares.


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