As opiniões expressas neste artigo e seus comentários não representam a opinião do Portal Militar, das Forças Armadas e Auxiliares, ou de qualquer
outro órgão governamental, mas tão somente a opinião do usuário. Os comentários são moderados pelo usuário.
 
Denuncie | Colaboradores: Todos | Mais novos ] - [ Textos: Novas | Últimas ]

O autor decide se visitantes podem comentar.
 
Postada em 09-05-2013. Acessado 461 vezes.
Título da Postagem:A agricultura urbana e a nova logística do futuro
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 09-05-2013 @ 08:13 pm
[ Avise alguém sobre este texto ]

Tags: agrotecnologia, agricultura, urbana, logística, área rural, fazendas verticais

A agricultura urbana e a nova logística do futuro

Mostramos na foto anexa, os novos conceitos da agrotecnologia do futuro. O campo rural começa a sofrer vários impactos econômicos e Ecológicos, que estão modificando a lógica da aplicação de capital para tarefas, trabalhos e serviços da agricultura.
 
Vemos na foto um mosaico de propostas arquitetônicas para a adoção do conceito de "fazendas verticais urbanas". Este conceito já Provoca uma corrida para geração de novas tecnologias, soluções técnicas e patentes. Um vasto 'campo' para novas invenções.
 
A produção ao lado dos consumidores, numa logística simplificada e nas periferias ou mesmo nos centros urbanos, com estudos de captação e conservação da água, irrigação por gotejamento ou aspersão periódica, controle de luminosidade, agrotóxicos e defensivos em escala reduzida, menores riscos gerais de perdas, colheitas mais racionalizadas, melhor produtividade (agora teremos colheitas de toneladas ou unidades por metros cúbicos. Na fazenda tradicional é de unidades colhidas por metro quadrado).
 
A crise ambiental planetária, e suas catástrofes, estão impelindo uma 'revisão' completa nos processos técnicos, comerciais e Administrativos da agricultura mundial. Temos várias afetações ambientais provocadas pelo antropismo humano e suas atividades Civilizadoras.
 
Muitos eventos no campo rural estão descapitalizando o sistema securitário e investidor em atividades rurais, dentre elas:
 
1. Desertificação;
2. Desmatamento e desflorestamento;
3. Erosão e sedimentação;
4. Esgotamento das fontes de água;
5. Aumento dos custos da logística;
6. Aumento dos custos de energia e combustíveis;
7. Maior controle de agrotóxicos;
8. Geoprocessamento por satélites;
9. Calamidades ambientais incontornáveis;
10. Automação da semeadura, do tratamento e da colheita;
11. Esgotamento das linhas de crédito e financiamento de plantios;
12. Insolvências contábeis por perdas em eventos críticos;
13. Aumento de impostos e taxas;
14. Aumento de perturbações de movimentos sociais politizados;
15. Aumento nas exigências de controle sanitário e da saúde;
16. Aumento populacional e sua distribuição demográfica;
17. Esgotamento da infraestrutura para uma mobilidade ágil e segura da produção e da economia;
18. Crises de pragas e ataques de animais predadores;
19. Secas e baixos níveis pluviométricos;
20. Necessidades de pré-beneficiamentos e processamentos adicionais de controle da qualidade e de perdas inerentes.
 
Os subsídios agrícolas poderão se expandir nos países de produção mais eficiente e organizada, para criação e sustentação de Superestruturas de inteligência, pesquisas e desenvolvimentos, para enfrentamento científico dos problemas que os eventos acima irão Pressionar a evolução da agrotecnologia.
 
A era da otimização da agropecuária geral do mundo está se iniciando, na busca de "maximizar ganhos e minimizar perdas", num enfoque de Controles baseados em indicadores de "perdas zero" e de "ganhos cem". Ou em ppm - partes por milhão para perdas e incidências de Não-conformidades.
 
Se o Brasil é um país "agrícola de faceta industrial" precisará abrir estas porteiras do futuro no campo da agrotecnologia... Caso contrário iremos consumir “cestas básicas” chinesas (1), pela falta de alimentos mais apropriados.
 
 
Abraços,
 
Lewton
 
(1) Cestas básicas chinesas - com carne de cachorro, ratos ao molho, aranhas fritas, palha de cordas ensopadas, escorpião cozido e tudo mais de um cardápio de miseráveis - Cestas com alimentos de proliferação mais acelerada numa aparente taxa de Kcal e proteínas ainda sustentável ao organismo humano.
Vamos para épocas piores das daquelas de Victor Hugo (publicado em 1862, França – que escreveu “Os miseráveis”)... E vamos retrocedendo, em pouco tempo estaremos na miserabilidade francesa de 1815 e 1832, em pleno século 21.



Bookmark and Share
Outas colaborações de Lewton
Veja Mais
Perfil de Lewton
Perfil do Usuário
Junte-se a nós!
Junte-se a nós!