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Postada em 10-05-2013. Acessado 648 vezes.
Título da Postagem:Engenheiro isolado propõe a Revolução do Sistema de Saúde no Brasil
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 10-05-2013 @ 12:42 pm
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Tags: reformulação, SUS, BRASIL MEDICINA, saúde, prevenção, diagnósticos, massificação

Engenheiro isolado propõe a REVOLUÇÃO do Sistema de Saúde no Brasil

NÃO PODEMOS MAIS TOLERAR DEBOCHES SOBRE A SAÚDE DO BRASILEIRO ...
 
Coisa do fatídico Profº Inácio, o "Horroris Causa" de muitas universidades do Brasil e do mundo. 
 
A Dilma nomeou Jorge Gerdau como seu articulador gerencial e divulgou que o mesmo iria reformular o Sistema de Saúde Brasileiro. Mas, até agora nada foi feito. Os brasileiros continuam a morrer como moscas no spray do DDT: nos hospitais, nas filas, em casa, nas ambulâncias (as que ainda se movem), na padaria, na rua, nos acidentes, nos tratamentos (quando existem), nos cinemas, nos restaurantes e na Casa de Satã (O Brasil petista).
 
No Brasil a saúde NÃO é tratada com abordagem científica. É politizada através de gente desqualificada e de má fé...
 
Não há nenhum processo médico, e clínico, de PREVENÇÃO, em diagnósticos planejados para mobilização de superestruturas e infraestruturas. Por esta maldade da incompetência administrativa dos governos, e da atual governança macabra, engenheiro isolado propõe a REVOLUÇÃO do Sistema de Saúde no Brasil.
 
E o pior é que ainda poderá ser PLAGIADO, como sempre acontece nas iniciativas dos governos sem qualificação científica para a administração.
 
A Constituição diz em seu artigo 196º, que a saúde no Brasil é uma atividade de administração pública UNIVERSALIZADA. Para todos os brasileiros igualmente e em todas as regiões. Mas, o Brasil quase nada investe em saúde, entre as 10 maiores economias do planeta.
 
============== Constituição Federal 1988
Seção II DA SAÚDE 
 
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
 
Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.
 
Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:
 
I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;
III - participação da comunidade.
 
§ 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, além de outras fontes
 
=============
 
E nenhum brasileiro deveria ter a péssima qualidade de atendimento da saúde, com a baixa produtividade vista e a total falta de controle econômico e muito menos ter que pagar aviltantes planos de saúde para sanar seus males e doenças. Ou a saúde está "universalizada" com qualidade, produtividade e economia, ou "impedimento" generalizado nos executivos da administração da saúde pública do país.
 
A operação das atividades da saúde no país está à margem da Constituição Federal de 1988, e, portanto a administração pública da saúde está operando de forma "inconstitucional", ao ponto do público eleitor vir a ter toda razão e motivação para requerer o "impedimento" dos administradores e políticos atuantes neste segmento.
 
Devemos PARAR o Brasil para iniciarmos os ajustes mais importantes para o atendimento das necessidades humanas brasileiras. Todos os políticos eleitos para a administração executiva e legislativa se tornam embusteiros e falastrões imprestáveis, quando apela só para verbas, para tentativas amadoras de melhorias na saúde pública.
 
Vejamos os investimentos em saúde pelas 10 maiores economias - em 2007, antes da crise financeira mundial de set/2008 – Fontes (1):
 
1ª EUA - US$ 5.379,28 por habitante - IDH = 0,948;
2ª Japão - US$ 2.741,50 por habitante - IDH = 0,949;
3ª Alemanha - US$ 3.565,68 por habitante - IDH = 0,932;
4ª China - US$ 89,25 por habitante - IDH = 0,768;
5ª Reino Unido - US$ 2.676,59 por habitante - IDH = 0,940;
6ª França - US$ 3.302,62 por habitante - IDH = 0,942;
7ª Itália - US$ 2.402,12 por habitante - IDH = 0,940;
8ª Espanha - US$ 1.993,66 por habitante - IDH - 0,938;
9ª Canadá - US$ 3.112,98 por habitante - IDH - 0,950;
10ª Brasil - US$ 348,92 por habitante - IDH = 0,792.
 
Sem considerar a China e o Brasil com seus precários investimentos em saúde, com os 8 países de maiores economias em 2007, teremos um investimento médio em saúde na ordem de US$ 3.146,80 por habitante, para nações com IDH médio de 0,942.
 
Desta forma a referência de um sistema de saúde adequado à longevidade das pessoas e a boa saúde coletiva está nestas médias de US$ 3.146,80 por habitante, para nações com IDH médio de 0,942.
 
O Brasil em 2007 estava na posição de 10ª economia do mundo. E seu investimento em saúde era de US$ 348,92 por habitante e seu IDH era de 0,792. Ou seja o Brasil tinha um investimento em saúde cerca de 9,02 vezes MENOR do que o padrão médio dos países desenvolvidos - então, jamais poderemos ter um PARAÌSO na saúde como criminosamente alegado pelo Profº Inácio ... E nosso IDH, associado matematicamente à renda per capita, à escolaridade e a expectativa de vida, médios de um país, era de 148 pontos mais baixo do que o IDH médio da amostra.
 
Nosso IDH estava - em 2007 - cerca de 18,9% em pontos ABAIXO do padrão de IDH médio dos países mais desenvolvidos ... É um gigantesco atraso civilizatório, para um país que, hoje 2010 / 2011, atingiu o 7º lugar das economias mundiais. 
 
A saúde dos países desenvolvidos, listados acima na amostra utilizada, possui uma infraestrutura correspondente a alguns padrões médios de serviços, para suas populações, com uma cesta quase que padrão nos mesmos, tomando uma visão estatística, a saber:
 
Tabela Nº 1 - Cesta Básica de Serviços, e de Direitos à Saúde, segundo deveria ser pela Constituição do Brasil - criando o CONCEITO VERDADEIRO DE UNIVERSALIZAÇÃO – Fontes (1).
 
QTDE    Serviços e Periodicidade
Por ANO
Item
1 Consultas 6
1 Exame sangue 2
1 Raio-x 2
1 Ultra-sonografia 2
1 Ressonância magnética 2
1 Internação 1 dia 2
1 Internação 5 dias 1
1 Internação 10 dias 1  
1 Cirurgia simples 1
1 Cirurgia complexa 1
10 Total 20
 
A cesta de serviços padrão (e média) brasileira deveria corresponder a um dimensionamento, como se faz em engenharia industrial, daquela cesta praticada nos países exemplificados neste artigo.
 
Esta cesta de serviços está aprovisionada numa infraestrutura racional de saúde no país e está representada no link a seguir, A ESTIMATIVA DE RECEITAS E GASTOS NUMA OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE - CHAMADA DE BRASIL MEDICAL (no meu modo de ver, substituta do "antigo e ineficiente" SUS):
 
A população brasileira agora, em 2011, está em 200 milhões de habitantes e pudemos elaborar um "planilhamento" de engenharia industrial, capaz de admitir diversas simulações em busca de um modelo básico e mínimo, para o Brasil, para que a saúde do povo brasileiro chegue próxima do PARAÍSO praticado nos países desenvolvidos.
 
As periodicidades médias "sacadas", na Tabela Nº 1, vão nos permitir, em função dos custos de cada item da cesta de serviços e a demanda estimada na periodicidade, para acesso a estes serviços, determinar o valor mínimo em que as governanças brasileiras deveriam investir na saúde do cidadão.
 
O modelo encontrado e batizado como BRASIL MEDICAL, para a população de 200 milhões de pessoas requer a receita total de R$ 470 bilhões. Ao investimento médio por pessoa de R$ 2.350,00 anuais. Ou seja um investimento individual de R$ 195,83 por mês, por pessoa.
 
Estes investimentos segundo a Tabela de Preços dos Planos de Saúde Unimed, no link anexo, indicado acima, são equivalentes ao plano de Pessoa Física, idade entre 34 e 38 anos, em apartamento hospitalar, COM PARTICIPAÇÃO, do usuário nos serviços com valores adicionais na Cesta de Serviços, totalizando R$ 2.353,20 por ano e R$ 196,10 por mês.
 
O modelo do BRASIL MEDICAL equivale aproximadamente ao plano da tabela Unimed, de out/2011, para apartamento hospitalar num plano COM PARTICIPAÇÃO.
 
Já no plano de ENFERMARIA hospitalar, o qual caberia a todos os brasileiros, no mínimo, estaria entre os preços da faixa de idade de 39 a 43 anos (com R$ 175,83/mês) e 44 a 48 anos de idade (R$ 226,74/mês), para se ter acesso a uma garantida Cesta de Serviços mínima e UNIVERSAL.
 
Mas, como o modelo BRASIL MEDICAL, a princípio, é UNIVERSAL para pessoa física, na condição de SEM PARTICIPAÇÃO do usuário, em pagamentos adicionais dos itens da Cesta de Serviços, ele está abaixo dos planos mínimos da Unimed, segundo a citada tabela. Os valores mínimos da Unimed para a faixa de Zero a 18 anos são, R$ 176,72/mês e R$ 2.120,64/ano para ENFERMARIA e R$ 228,85/mês e R$ 2.746,20/ano.
 
Em dólares atuais teremos um investimento na saúde por habitante de US$ 1.305,56 por ano, ou cerca de US$ 108,80 por mês, por pessoa. Ainda assim estaremos muito abaixo do padrão médio deste investimento nos países desenvolvidos... Ou ainda será cerca de 2,41 vezes MENOR do que o padrão médio deles.
 
Este modelo pode operar com valores de custos mais adequados à profissionalização dos trabalhadores nos setores da saúde pública, e dos profissionais altamente qualificados da área médica, enfermagem, farmácia e assistência, a saber:
 
Tabela Nº 2 - Preços dos Itens da Cesta de Serviços como referência padrão de atendimento 3 estrelas – Fontes (1);
 
QTDE    Serviços Valor Unitário (*)
Itens
1 Consultas R$ 50,00
1 Exame sangue R$ 50,00
1 Raio-x R$ 80,00
1 Ultra-sonografia R$ 150,00
1 Ressonância magnética R$ 200,00
1 Internação 1 dia R$ 300,00/dia
1 Internação 5 dias R$ 300,00/dia
1 Internação 10 dias RS 300,00/dia
1 Cirurgia simples R$ 3.000,00
1 Cirurgia complexa R$ 12.500,00
10        Total     -------
 (*) Preços com controle racional de custos;
 
Adotar o Programa 1 Pernoite máximo, para 70% das internações.
 
Ao tabularmos no "planilhamento do modelo" estes valores, usando nosso supercomputador da NASHIBO PITECUS, segundo o link indicado, da “A ESTIMATIVA DE RECEITAS E GASTOS NUMA OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE - CHAMADA DE BRASIL MEDICAL”, iremos ter, para os Tempos operacionais padronizados /crono-análise e as demandas de usuários e pacientes arbitradas:
 
1. O modelo atenderá cerca de 665 milhões de usuários e pacientes, ou será capaz de atender 3,33 vezes correspondente a população brasileira – atendimento com agenda de consultas, visando análise estatística médica / clínica - preventivamente;
 
2. Demandará a utilização de 12,3 bilhões de horas de trabalhador da saúde e instalações. O que ajudará a dimensionar a infraestrutura nacional da saúde, e sua proporcionalidade às regiões, geografias e características da economia local e perfil do trabalho;
 
3. Produzirá um investimento total de R$ 437 bilhões, para pagar todas as centenas de despesas identificáveis que podem ser enquadradas nas Categorias de Custos, as quais podem ser no mínimo as 6 básicas, pertencentes às estruturas de controle de custos, utilizadas pelas empresas competitivas: 1. CAD – Administrativos, 2. CMO – Mão de Obra, 3. COP – Operacionais, 4. CCO – Compras, 5. CCF – Financeiros e 6. CSC – Serviços Contratados.
 
3.1 Alguns dirão que o investimento de R$ 437 bilhões é impossível, por sermos um país de “POBRE para REMEDIADO”, mas, está entre as 10 economias mundiais – contradições populistas e demagógicas, sobre as boas “medíocres” governanças públicas. Mas, as nações mais desenvolvidas fazem este investimento, per capita, em média, 2,41 vezes do que o deste modelo proposto. Ou o Brasil não é ainda um país desenvolvido? Como alegam as propagandas enganosas do Petismo...
 
4. Irá gerar um superávit operacional de R$ 33 bilhões, cerca de R$ 21,85 bilhões em outros custos adicionais de infraestrutura, cerca de R$ 2,185 bilhões para reinvestimentos em novas tecnologias e inovações médicas e de medicamentos (que deverão ser aplicados em projetos científicos da saúde);
 
5. Irá apresentar um resultado final de SOBRAS de R$ 8,965 bilhões para aplicação em Programas de Propaganda e Publicidade sobre melhoria da saúde pública e individual;
 
6. Irá favorecer a "fixação" de mão de obra, e cérebro de obra, nas atividades públicas da saúde, por melhor remuneração e condições melhores de trabalho;
 
7. Irá favorecer iniciativas de terceirizações, nos padrões de preços e custos compatíveis com a boa qualificação e profissionalização, com altos padrões de qualidade, produtividade e economias. 
 
Mérito de Ouro do Modelo: com o planejamento de consultas PREVENTIVAS obrigatórias irá se formar um banco de dados para análises de estatísticas médicas para PREVENÇÕES, reforçando o dogma: antes prevenir do que remediar - “para não ter que tomar remédios”.
 
E será importante para a saúde dos brasileiros a busca do Equilíbrio entre Prevenção x Correção, uma vez que para cada US$ 1,00 investidos em PREVENÇÃO a sociedade terá cerca de US$ 8,00 poupados em CORREÇÃO REMEDIATIVA DA SAÚDE.
 
Como Prevenção as seguintes ações são básicas: alimentação, educação, exercícios, lazer, descansos, equilíbrio trabalhista, programas da saúde, propagandas da saúde, exames clínicos periódicos – detectar a perda da saúde o mais cedo possível.
 
E como Correção as ações de terapias, medicamentos, cirurgias, hospitalizações, tratamentos específicos, psiquiatria, psicologia, exercícios de fisioterapia, neurolinguistica e ginásticas, e todas as logísticas que lhes são inerentes, são hoje atividades ONEROSAS sobre a economia do país, quando dirigidas para sanar males e doenças, não adequadamente PREVENIDAS.
 
A META do modelo será a "Visão do Equilíbrio" das pessoas para a manutenção da SAÚDE: a busca das boas interações vivenciais e existenciais entre o meio, a habitação e o habitante.
 
Os planos de saúde estão operando com preços aviltantes, em função da utilização de uma base de precificação pouco científica, numa desproporção absurda entre hospedagem em ENFERMARIA e APARTAMENTO e entre as faixas de idade, às quais no mundo real na Saúde Cientificamente Medida, não apresentam distorções de males e doenças que viessem a justificar um recolhimento de receitas, ainda mais com a elevação do IDH e consequentemente o crescimento da idade média da expectativa de vida, tanto para homens, quanto para mulheres ...
 
Falta a adoção de um planilhamento de despesas e precificação mais técnico e menos aviltante.
 
A partir da Idade de 59 anos os planos de saúde exorbitam em preços mal formulados, e para a faixa de Zero a 18 anos de idade os valores mínimos são do mesmo modo exacerbados, sem considerar o perfil oficial das faixas etárias brasileiras e o crescimento da expectativa de vida do cidadão, na contabilidade geral dos preços.
 
IBGE – 2010 – Faixas Etárias dos Brasileiros:
 
1. Menos de 1 ano: 2.713.244 (1% do total);
2. De 1 a 4 anos: 11.082.915 (6% do total);
3. De 5 a 9 anos: 14.969.375 (8% do total);
4. De 10 a 14 anos: 17.166.761 (9% do total);
5. De 15 a 19 anos: 16.990.870 (9% do total);
6. De 20 a 24 anos: 17.245.190 (9% do total);
7. De 25 a 29 anos: 17.104.413 (9% do total);
8. De 30 a 34 anos: 15.744.512 (8% do total);
9. De 35 a 39 anos: 13.888.581 (7% do total);
10. De 40 a 44 anos: 13.009.367 (7% do total);
11. De 45 a 49 anos: 11.833.351 (6% do total);
12. De 50 a 54 anos: 10.140.402 (5% do total);
13. De 55 a 59 anos: 8.276.219 (4% do total);
14. De 60 a 64 anos: 6.509.119 (3% do total);
15. De 65 a 69 anos: 4.840.810 (3% do total) e
16. Maiores de 70 anos: 11.445.347 (6% do total).
 
Nos resumos das legislações vigentes – fonte: ANS e Elaboração da IESS http://www.iess.org.br/TDIESS00422011EnvelhecimentoFE.pdf, sobre reajustes por faixas etárias aplicáveis aos planos de saúde, pela Resolução RN nº 63/03, as 10 faixas a seguir: 0 a 18, 19 a 23, 24 a 28, 29 a 33, 34 a 38, 39 a 43, 44 a 48, 49 a 53, 54 a 58 e 59 ou mais, onde o valor fixado para a última faixa etária não pode ser superior a 6 vezes o valor da primeira faixa etária. E a variação acumulada entre a 7º e a 10ª faixas não poderá ser superior à variação acumulada entre a 1ª e a 7ª faixas.
 
Mas, as especificações de faixas e limites adotados nos mostram um abissal equívoco dos legisladores, em fixarem limites, e valores paramétricos, fora do senso prático e estatístico das ocorrências de males e doenças, no mundo real brasileiro, para cada faixa etária e suas demandas, o que corresponderia à identificação de subgrupos racionais, para fundamentação de males e doenças típica, suas regiões, e a criação da estrutura de Prevenção e a de Remediação.
 
Os legisladores, e os deliberadores de resoluções, agiram como se estabelecessem por resolução o valor da gravidade e a obrigatoriedade de seu sentido de atração de objetos – absurdo legislativo / deliberativo associado à falta de aplicação da ciência nos parâmetros de leis, normas, decretos, resoluções e etc.
 
Será mais proporcionalmente justo e econômico se vier a formar as seguintes faixas etárias para precificação: Zero a 4 anos (fase das doenças infantis I), de 5 a 9 anos (fase das doenças infantis II), 10 a 14 anos (fases das doenças da adolescência), 15 a 18 anos (fase dos grandes acidentes) todas na 1ª Idade e as seguintes faixas para cima de 3ª Idade: 59 a 63 anos, de 64 a 68 anos, de 69 a 74 anos e depois acima da idade média da expectativa de vida. 
 
Hoje a expectativa de vida das mulheres brasileiras é de 77 anos e dos homens 69,4 anos. E a proporção das faixas etárias de idades, dos usuários de tais planos, não é considerada na tabulação de preços fundamentados em estudos de padronização de unidades básicas de medidas de atividades da saúde e da dinâmica das faixas etárias de usuários associados dos planos de saúde. E se poderiam efetuar análises de atenuação de custos entre homens e mulheres, em função do nível de exposição de riscos, conduta social e profissional, em regiões de ocorrências sociais e econômicas mais propensas a males e doenças.
 
A dinâmica das demandas das faixas etárias no Brasil, segundo o IBGE, em 2010, como relacionamos antes e acima, fará “pressão” sobre o modelo BRASIL MEDICAL. E a sua base de eventos e serviços está aproximadamente ajustada para o perfil apresentado pelo IBGE. Dá suporte às necessidades humanas em até 665 milhões de repetições / utilizações por ano, devendo ser ajustado anualmente, com as variações populacionais e econômicas do PIB e do IDH. SAÚDE TRATADA COM ABORDAGEM CIENTÍFICA...
 
E nenhum brasileiro deveria ter que pagar plano de saúde, já que a Constituição Federal de 1988 diz que, a saúde no Brasil é UNIVERSALIZADA. Impedimento na incompetência administrativa pública da saúde do povo brasileiro ... Inclusive da Presidente da República com sua administração “inconstitucional”!
 
NÃO PODEMOS MAIS TOLERAR DEBOCHES SOBRE A SAÚDE DO BRASILEIRO ... Coisa do Profº Inácio – o mais caro “Horroris Causa” do Brasil. 
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF - RJ
Copyright (c) 2011 - Engº Lewton Burity Verri
Aluno UBM – Pós Graduação – Licenciamento, Fiscalização e Gestão Ambiental,
Fontes dos Dados: OMS - Organização Mundial da Saúde, Almanaque Abril / 2007, Preços de Planos de Saúde - UNIMED (out/2011) e Livro a "Qualidade nos Serviços de Saúde" do autor, de 1996 - Ed. Vertente - São José dos Campos - SP e Biblioteca Nacional - RJ.



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