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Postada em 15-05-2013. Acessado 2069 vezes.
Título da Postagem:Reflexão
Titular:Eliseu da F Cunha Santos
Nome de usuário:Eliseu
Última alteração em 15-05-2013 @ 11:25 am
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Tags: Reflexão comissão da verdade
 Autoria: Adalto Luiz Lupi Barreiros
REFLEXÃO 
Caro Irmão de farda.
Remeto, pela relevância do fato e pelo momento crítico em que se encaminha o processo de poder no nosso país, uma reflexão que, bem sei, pouco ajuda os nossos compnaheiros que estão sendo abandonados. Por mais que ela possa evidenciar uma forma de solidariedade o efeito dessa solidariedade não resolve a essência da questão.
Mas, sou forçado, por dever de consciência, a não me omitir.
Alguma coisa tem que ser feita.
Saúde e Paz a todos os seus.
Barreiros
Posso ter enviado textos  quanto a esses depoimentos e quanto ao comparecimento a essa tal Comissão (que pode ser de qualquer coisa menos da "verdade") e apontei bem quais os dois cenários em que isto deveria ocorrer. O primeiro é não ter expectativa de que a "verdade" seja emergida nesta Comissão e o segundo seria o que ela é nos limites do processo de poder, sendo ai a decorrência lógica de que quem comparecesse estaria sozinho e era fundamental ter consciência disso. Sobre isso citei bem a frase do Cmt de Cavalaria do Ex dos EUA - A guerra é uma tragédia. A única coisa que posso lhes prometer é que ninguém será deixado para trás.  Não é o que ocorre aqui, infelizmente!
Sem estes dois parâmetros é um calvário inútil a presença. Talvez, mesmo com eles, também seja. No caso do Ustra é tanta felonia e ignomínia com ele que o seu sangramento pessoal justifica qualquer coisa que ele faça, diga ou decisão que tome. Deve ser respeitado e apoiado em qualquer circunstância. Não sei se eu aguentaria o que ele aguenta! 
Acho que ele é um sujeito excepcional que deveria servir de exemplo aos militares, seus companheiros, por ter aguentado o que já aguentou e ainda aguenta, em nome de um Exército que ainda não percebeu qual foi a "grande vitória" que seus "inimigos" conseguiram.
O EB ainda não percebeu (e se justifica nas tais pesquisas de credibilidade para sedimentar essa ignorância) qual é a real "derrota" que lhe foi imposta. O Ustra é apenas o mártir e o ícone desta "derrota" e que o Criador do Universo o Proteja e Poupe a sua família no que for possível, mas o réu é o EB e a "derrota" é a contaminação da descrença que está se espalhando entre um corpo que já não é mais uno e, a cada leva de militares que vai para a reserva, seu "espírito" está se deteriorando e evidenciando uma clara divisão.
Essa é a grande vitória dos "marxistas dos direitos humanos" para consumo do "politicamente correto", no processo de poder em curso e dessa democracia que se debilita, a cada dia, em rumo notoriamente incerto, diante do uso de seus próprios fundamentos, sob a alegação de que esta é a vontade do povo e esta é uma democracia.
Ustra lutou por ela e nós a entregamos aos que querem a sua derrocada, falando em nome dela, diante de silêncio que já se antevê tumular. O EB é um ente do Estado e se alguém deve ser "réu da história" deve ser o próprio Estado sob quem a nação impôs ao SOLDADO Ustra o dever de combater os que queriam o Estado comunista aqui. Portanto, que farsa é esta e qual a razão deste silêncio confortável do EB?
Por extensão, isto ocorre com as demais FFAA, uma vez que além do efeito desta "derrota", ainda têm que conviver com uma contínua e crescente redução de meios e com a deformação de fundamentos para cumprir a missão para qual existem. Essa "derrota" que vai mudar a essência secular de seus valores e crenças se junta, portanto, à incapacidade real de cumprir o seu papel.
Pergunto então o que restará delas? Independente da vontade dos chefes militares o que ela será no futuro?
E o que adianta discutir o comparecimento ou não do Ustra? Ele trocou o silêncio que lhe era garantido pela coragem que ainda resta em alguns soldados.
Quem acha que a Comissão um dia encerra o ciclo e o processo se desvirtua pelas suas próprias falácias, entendo eu, está enganado! Outra coisa virá como instrumento para manter o processo, até que elas tenham se submetido à nova ordem. Quem viver verá!
É isso.
Barreiros



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