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Postada em 18-06-2013. Acessado 709 vezes.
Título da Postagem:A ONU virou base de ASPONES de embaixadores e de técnicos incompetentes
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 18-06-2013 @ 10:13 am
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Tags: ONU, recomendações, fome, alimentos, insetos, credibilidade, ciência, FAO

A ONU virou base de ASPONES de embaixadores e de técnicos incompetentes

Há muito já se diz que o local onde mais se mente é no plenário da ONU, muito embora as boas intenções de sua criação pelo Presidente Americano Franklin Roosevelt. Observadores comentam que lá virou cabide de emprego de políticos, técnicos e cientistas, de todo o mundo e de todos os regimes.
 
O que se lamenta é a contínua QUEDA de capacitação técnico-científica, uma vez que a própria ONU, ao RECOMENDAR que a humanidade faminta COMA INSETOS, está declarando que a GUERRA CONTRA A FOME MUNDIAL já foi perdida.
 
A solução é o povo (e a "pova") comer insetos. E alguns têm muitas razões para afirmar que a ONU perdeu a sua CREDIBILIDADE CIENTÍFICA. Vejam que a ORDEM agora é nos acostumarmos a comer insetos por várias razões TECNOLÓGICAS... Leiam as notícias!
 
Logo, o que a ONU recomendar obriga-se que façamos uma crítica da razão pura, de modo a evitarmos modismos, crenças, folclores e ideações perigosas à DIGNIDADE HUMANA - e assumirmos nossa sabedoria, mesmo que seja, ainda, bem primária.
 
Sugiro agora: é começarmos um movimento musical para angariarmos fundos para compra de cestas básicas chinesas - com carne de cachorro, ratos ao molho, aranhas fritas, palha de cordas ensopadas, escorpião cozido e tudo mais de um cardápio de miseráveis, piores do que aqueles de Victor Hugo (publicado em 1862, França)... E vamos retrocedendo, em pouco tempo estaremos na miserabilidade francesa de 1815 e 1832, em pleno século 21.
 
O PT está nos levando para o lixão da civilização, com inflação crescente, a crise do tomate, e cuidado antes que te mate... E a ONU, também, já colocou a humanidade no lixão da incompetência administrativa mundial!
 
 
Alimentação - Artigo publicado em 13 de Maio de 2013 - Atualizado em 13 de Maio de 2013
 
FAO recomenda o consumo de insetos para combater escassez de alimentos
 
O consumo de insetos grelhados no Laos faz parte da cultura gastronômica do país.
 
Flickr RFI
 
A FAO, Agência das Nações Unidas responsável pela agricultura, lançou hoje uma campanha que encoraja o consumo e a produção de insetos em larga escala. Para o órgão, essa opção alimentar é viável e de custo mais baixo que a pecuária tradicional.
 
“Comam insetos!” Essa é a recomendação da FAO para combater o problema de escassez de alimentos e de fontes de proteína animal. Segundo a agência da ONU, os insetos representam “um elemento nutricional barato, ecológico e, sobretudo, delicioso”, diz a agência. Dados da instituição mostram que dois bilhões de pessoas no planeta já têm nos insetos uma base importante da alimentação. “Nossa mensagem é simples: comam insetos! Eles existem com abundância, são uma fonte rica de proteínas e minerais”, defendeu Eva Ursula Müller, diretora do departamento de políticas econômicas para as florestas durante apresentação do estudo hoje em Roma.
 
De acordo com cálculos da FAO, existem no planeta 900 espécies de insetos comestíveis. Graças à alta taxa de reprodução, a produção em larga escala dos insetos teria um baixo impacto ecológico, diferentemente da pecuária bovina, por exemplo.
 
Para produzir 1 kg de insetos, é necessário 1 kg de ração. Já para produzir 1 kg de carne bovina, são necessários 8 kg de alimentos. A ONU também enumera outras vantagens como o baixo consumo de água e a baixa emissão de gases que provocam o efeito estufa.
 
Em algumas regiões da África, da Ásia e da América Latina, os insetos são uma fina iguaria. Presente à apresentação do relatório, o ministro das Florestas do Gabão, Gabril Tchango, disse que a venda do produto faz parte da alimentação diária da população: “cupins grelhados são um produto muito apreciado da nossa floresta”, declarou. No Gabão, 10% do consumo de proteína animal é oriundo dos insetos.
 
Para quem ainda é reticente à inclusão de insetos no cardápio, a FAO esclarece que eles podem ser consumidos inteiros, em pó e até como recheio de massas. O relatório também destaca a facilidade de produção. “Eles podem ser extraídos ao natural, beneficiados e vendidos pelos mais pobres, incluindo mulheres e pequenos agricultores. O investimento necessário [para a produção] é mínimo”, diz o estudo.
 
 Até 2030, mais de 9 bilhões de pessoas vão habitar o planeta e precisarão comer diariamente. Para alimentar esse contingente, rebanhos de bilhões de animais terão que ser produzidos, o que representa uma necessidade crescente de água e de terras para pastagens, reduzindo o espaço para a agricultura.
 
tags: Alimento - Alimentos orgânicos - FAO - Fome - ONU
 
 
 
 
E outros mais no GOOGLE... Abraços, Lewton



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