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Postada em 25-07-2013. Acessado 816 vezes.
Título da Postagem:Por Que a Governança Petista Não Vai dar Certo, Como Até Agora
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 25-07-2013 @ 10:50 am
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Tags: petismo, administração, temerária, perdulária, desorganização, corrupção, engodo

 POR QUE A GOVERNANÇA PETISTA NÃO VAI DAR CERTO? COMO ATÉ AGORA NÃO TEM DADO...

A DONA DILMA SERÁ A "ARQUITETA HISTÓRICA" DO MAIOR ENGODO ELEITORAL DA REPÚBLICA TUPINIQUIM.  

Todo presidente da república (ou a qualquer cargo do Executivo brasileiro), acha que seus discursos serão acatados, que os processos administrativos irão ser formatados de acordo com eles e que tudo vai acontecer dentro do seu “script mental” e das condições materiais de suas opções e volições. Mas, o jogo do poder irá deformar a implementação de suas diretrizes, no mundo real, junto a um legislativo que joga contra o povo e que é um balcão de negócios, para “oferecer votos favoráveis”, e junto à incompetência e ao tráfego de influências de seus “ministeriandos”,  “secretariandos”, respectivos ASPONES e parentelas “cruzadas”. 

Se ele não formular uma metodologia, se ele não fixar a forma de sua prática, e se ele não estabelecer o procedimento básico para o acompanhamento dessa prática, então ele será iludido e seus eleitores também. As pessoas que quiserem contribuir, com a Ordem e Progresso do país, também. E a tão falada melhoria da Qualidade de Vida, e de seus indicadores sociais e econômicos, será uma mera retórica de promoção vazia e uma posterior coleção de lamúrias e enganações. 

Normalmente as estruturas administrativas públicas brasileiras se revelam um sistema ideológico sem conteúdo e sem capacidade de empreendimento público, mostrando uma prática anárquico-administrativa, com uma cultura de malandros e conspiradores agregados – FORA FULANO ou QUEREM DERRUBAR O FULANO ou A ELITE ME REJEITA.

Lula teve 35 ministérios (E Dilma tem quase 40 deles) sem ter feito um Plano de Governo, e acredita que teve contemplado uma infinidade de metas e objetivos que ele mesmo, e seus ineptos ministros, nunca haviam mencionado em campanha eleitoral.  

Outros presidentes fizeram igual ou mais, do que Lula, com cerca de 20 ministérios ou pouco mais. Isto é, numa melhor relação Custo x Benefício promoveram mais melhorias VEGETATIVAS do que o Lula pode imaginar – só não atrapalhar a Ordem e Progresso do país já é uma vantagem executiva.

Parece-nos que Lula estabeleceu seus 35 ministérios para dispor sua classe executiva e intelectual de bons cargos e boas mordomias. E Dilma com seus 40 ministérios. Seus resultados são minguados e contraditórios, nada tendo a ver com uma organização pública empreendedora. Não existe nenhuma ciência administrativa no que ele fez e vem fazendo. É o tipo comum, de quase todos os presidentes civis brasileiros, de 1985 para cá – aventureiros e perdulários.

A história política brasileira está repleta de episódios de corrupção, crimes e anarquismos administrativos e esses procedimentos são transferidos para a grande escala das instituições nacionais e suas empresas estatais, com a eleição de aventureiros a presidência da república ou de classes profissionais fora do “perfil profissional mandatório” para o governo do Estado.

A maioria absoluta dos partidos políticos, e seus respectivos eleitos, não possuem um Plano de Governo, com Itens de Controle científicos, de Metas e respectivos Métodos, ficando ao sabor da boa ou da má sorte, de julgamentos néscios, de avaliações de resultados aleatórias e da coordenação de conhecimentos rudimentares para a administração do país, dos estados e dos municípios em que governa. Em suma, parece “cocô de marinheiro na marola do mar”, à deriva e em rumos casuísticos. E isso se reflete em suas propagandas de governo e eleitorais.

A maioria absoluta desses partidos políticos não faz prospecção científica das necessidades do país, não tem o potencial de analisar dados e informações relevantes, de tais necessidades, sob uma VISÃO empreendedora pública, nem fazem, até a exaustão, seminários setorizados e regionais para sedimentar procedimentos – métodos – de atendimento das necessidades com Planos de Governo, validados pela sociedade e seus correligionários.

Assim, nas campanhas eleitorais, assistimos uma “porra-louquice de intenções voláteis” e sem nivelamento de significado, aplicação e alcance – sem crivo científico nenhum. Governar sem a ciência dá nisso, num Brasil estagnado, à mercê da sua evolução vegetativa, sem direcionamento racional e relevante.

Todo empreendimento – público ou privado - requer a utilização de recursos humanos, materiais e patrimoniais para elaboração de produtos e serviços. Tais empreendimentos derivam sempre de um projeto de aplicação de capital e de investimentos, com estudos de viabilidade técnica e econômica, para previsão da aplicação de CAPITAIS (impostos e taxas tributárias) para o famoso cálculo de retorno dos investimentos, nesse caso a determinação da relação Custo x Benefício.

O Estado opera na condição de “sem fins lucrativos”, mas nem por isso terá a missão de “com fins onerosos e de prejuízos“. E previsão de tempo de durabilidade da infraestrutura e da superestrutura, do Plano de Governo, que confere o arcabouço das atividades operativas e laborais projetadas para o empreendimento planejado - projetado, para depois disso criar a Organização, com 20, 25 ou 30 ministérios. Tendo o Plano de Governo, e a Organização, os processos administrativos terão que ser formatados.

Regras Gerais para Planos de Governo – Projetos:

1. Desenvolver Um Plano;

2. Organizar Suas Fases;

3. Adotar Procedimento de Controle;

4. Executar O Plano;

5. Gerenciar Os Resultados / Metas.

Os empreendimentos públicos possuirão pessoas: mão de obra laboral, práticos, administradores, contadores, técnicos, engenheiros e cientistas, edificações, construções civis, equipamentos, depósitos, máquinas, terrenos, instrumentos de tecnologia, know-how, laboratórios, oficinas e etc – o patrimônio do povo brasileiro, ou lançando mão de parcerias, configurando o conjunto de recursos que serão, e são, aplicados na produção de mercadorias e na elaboração de procedimentos para execução de serviços.

O conceito moderno de se enfocar empreendimentos é o da visão relacionada a um conjunto de processos que se interagem, racionalmente, para produzir um resultado – mercadoria, trabalho, serviço e etc. Assim processo é a unidade básica de uma atividade operacional ou laborativa, definido como um conjunto de fatores que se interagem para produzir um dado resultado prático e funcional. No nosso exemplo, este processo possui o que se denomina de 6 Ms – Matérias Primas, Máquinas, Mão de Obra, Métodos, “Money” (dinheiro – capital - VERBA) e Meio Ambiente.

Detalhamento:

1º Fator: Matérias Primas, Insumos, Sobressalentes, Peças e etc.

2º Fator: Máquinas, Instrumentos, Equipamentos, Construções.

3º Fator: Mão de Obra, Know-how, Capacitação, Qualificação.

4º Fator: Métodos, Procedimentos, Padrões, Sistemas e etc.

5º Fator: Meio Ambiente - clima, estabilidade, poluição, resíduos, parâmetros.

6º Fator: Money – VERBAS, Recursos Financeiros e Investimentos.

O Processo como parte de um empreendimento deve ser administrado levando em conta a Utilização Racional – UR de seus recursos e sua conseqüente Preservação e Conservação Racional – PCR. Os recursos constituem a infra-estrutura – tudo ligado à construção de base para materializar a mercadoria, o trabalho ou o serviço – e a superestrutura – tudo ligado à aplicação da inteligência e seu controle pela concepção mecanicista do modo de materialização da mercadoria, do trabalho ou do serviço.

Os administradores públicos lidam o tempo todo com projetos, de várias categorias para o desenvolvimento social, econômico, tecnológico, industrial e humanístico de seu Estado ou Município. É muito importante saber implementar um projeto. Uns, serão bem complexos, e outros, bem simplórios.

Em geral, todo projeto público tem que ter controle do investimento – Controle das VERBAS. Como é óbvio ele terá que assinalar a “Evolução da Aplicação e do Retorno do Investimento”.

O tempo é a grandeza chave, bem como a eficiência dos resultados durante sua implementação.

Todo político, ou administrador público, é um incansável “PEDINTE E PREDADOR DE VERBAS” e acha que a administração pública só irá operar com VERBAS - IMPOSTOS, esquecendo dos demais “ingredientes” dos processos administrativos dos 5M, que devem estar organizados para a coordenação de sua aplicação nas atividades de concretização dos projetos - Planos de Governo.

No passado o cidadão levava anos para reagir contra Planos de Governo que não se concretizaram. Mas, no advento da Internet, da computação de alta velocidade e alcance, dos periódicos eletrônicos, das comunicações em “reality show”, dos múltiplos formadores - eletrônicos de opinião, tal cidadão leva pouco tempo para consensar opiniões, dependendo da natureza das comunidades eletrônicas e da seriedade de seus participantes.

É fácil hoje se ver que uma grande coletividade de maiorias, ou de minorias, percebe que seus sonhos não estão se realizando, ou estão demorando a realizar-se. Mas, ninguém os consulta formalmente com seriedade e embasamento científico – nossos sonhos pouco se realizam e morreremos antes que alguns outros se realizem.

Tudo começa simples - por um grupo político – nós temos um sonho! Que é a visão mais comum das pessoas, mas, como fazer o sonho tornar-se realidade?

Para 95% dos brasileiros sonhos são realizações de necessidades que devem ser atendidas – e existem as de curto, de médio e de longo prazo. Esse é o grande problema.

Um político quer ser administrador nesse sonho, assim ele precisa adotar uma metodologia para a concretização de desse sonho coletivo de maiorias e minorias!

O que é preciso? Muitos não sabem do que é preciso e falham, além das possibilidades potenciais dos projetos falharem segundo a LEI DE MURPHY.

A máxima da LEI DE MURPHY expressa que “se algo tem alguma probabilidade de dar errado, esteja certo que dará errado na PIOR das circunstâncias”. Isto é, se o pneu do nosso carro tem probabilidade de furar, ele irá furar a noite, num engarrafamento, em plena tempestade e junto a uma localidade perigosa - na pior das circunstâncias possíveis.

Os projetos têm afinidade potencial com a LEI DE MURPHY, e suas circunstâncias produzirão obstáculos para o impedimento do sucesso do projeto.

Existe um levantamento sobre AS QUASE 50 RAZÕES PARA SEU PROJETO NÃO DAR CERTO, e que comprometerão as METAS e as FASES dele.

As quase 50 RAZÕES para um Plano de Governo, ex: PAC, não dar certo – e suas “promessas” de campanha eleitoral:

1. Acidentes nas fases do projeto;

2. Acumulação de atrasos;

3. Acumulação de prejuízos;

4. Baixa moral do pessoal;

5. Barreiras nas contratações;

6. Burocracia governamental – federal – estadual – municipal;

7. Comissão desqualificada para aprovação da tecnologia;

8. Competição intensa e predatória;

9. Condições gerais estagnadas da economia;

10. Conflito de personalidades e lideranças;

11. Consumidor rejeitando a proposta / escopo;

12. Corrupção de pessoal do governo;

13. Corrupção de pessoal do projeto;

14. Decisões segundo critérios não científicos;

15. Desastres naturais ou calamidades;

16. Dificuldades na qualificação de fornecedores;

17. Dificuldades no atingimento das metas;

18. Efeitos colaterais da tecnologia alternativa escolhida;

19. Especificações precárias;

20. Excesso nas expectativas, fora da realidade;

21. Falha na identificação dos “experts” - especialistas - dentro e fora da empresa;

22. Falha no acompanhamento e gestão do projeto;

23. Falha no apoio dos consumidores / clientes;

24. Falhas na mudança de lideranças;

25. Falta de foco na prioridade do projeto;

26. Falta de pessoal no projeto;

27. Foco equivocado em relação às expectativas do mercado;

28. Gargalos na produção;

29. Gargalos nas compras;

30. Gargalos nos transportes,

31. Ingerências políticas e sabotagens;

32. Insuficiência de verbas ou capital;

33. Liderança do projeto dispersiva e equivocada;

34. “Lobby” – grupo de pressão – contra o projeto;

35. Mudanças aleatórias nas prioridades;

36. Normas regulatórias viciadas ou contraditórias;

37. Perda das metas de custos e orçamento;

38. Performance inadequada na consolidação das fases do projeto;

39. Precária comunicação, agenda e relatórios inadequados;

40. Precária definição do projeto;

41. Preço final elevado;

42. Problemas na cadeia de suprimentos dos materiais;

43. Problemas na qualidade fornecida;

44. Qualidade final inadequada;

45. Rotatividade excessiva de pessoal;

46. Roubos de recursos do projeto;

47. Subestimação das exigências financeiras necessárias;

48. Subestimação das exigências técnicas necessárias;

49. Subestimação de metas.

Por que o Programa FOME ZERO não deu certo?

Nenhum Plano de Governo no Brasil segue um princípio universal para a Arte ou Ciência de Governar ou Dirigir. Assistimos um amontoado de intenções ao sabor da deriva no mundo real, sem conhecimentos para a Administração Pública. O FOME ZERO não deu certo porque:

(1) Não baseou-se na realidade – dados e fatos, só na intenção demagógica,

(2) Possuía nobreza intrínseca, mas não era um consenso o seu modo de operação,

(3) Não representava a vontade e a sabedoria coletiva dos implementadores,

(4) Não era exeqüível na sua implementação e

(5) Não foi capaz de condicionar um programa de ações executivas – metas e métodos de curto, médio e longo prazo.

E não existiu como ação executiva objetiva, sendo arrastado no Programa Bolsa Família. E ambos são inflacionários.

Mesmo com as possibilidades de “tanto azar”, pela LEI DE MURPHY, um sonho deve ter um plano o qual decorrerá em um projeto ou programa. O que nos aflige é a Teoria das Restrições, sobre recursos:

(a) Disponho de recursos?

(b) Quais recursos? 1. tempo ou prazos, 2. dinheiro, 3. bens materiais, 4. conhecimentos e 5. pessoas,

(c) Como organizar meu sonho em um plano?

(d) Esse plano deve virar um projeto eficiente em sua realização,

(e) Devo ser um gerente de projeto! E,

(f) Ter conhecimento de suporte para desenvolver o projeto.

Nos últimos 28 anos, sem exceção, os presidentes civis mostraram a plena incapacidade de governar e nos revelaram seus parcos recursos técnicos e científicos para fazê-lo. Com “turminha ou sem turminha” bateram nas ondas como “cocô de marinheiro”.

Um esquema geral que pode representar a visão de como os administradores privados agem, para empreendimentos arrojados, eficientes e econômicos segue abaixo, nos mostrando o equívoco político que cometemos em elegermos bandidos, mentecaptos, analfabetos funcionais e parias da administração pública para cargos do executivo, que se confrontam com minuto a minuto com a necessidade de saber governar e dirigir um município, um estado ou a nação brasileira.

No Governo Lula/Dilma presenciamos o quanto é ridículo, irresponsável e criminoso a nomeação de pessoas desqualificadas para cargos de vital importância para a sobrevivência do povo brasileiro, sem Plano de Governo, ao sabor do casuísmo do azar ou da sorte, protelando para um futuro incerto a redenção social e econômica da nação.

Já são pelo menos 28 anos dessa criminosa TORTURA, desde José Sarney.

Por que os Planos de Governo não dão certo? E, por falar nisso, em quem votaremos mesmo, para 2014?

Abraços,

Lewton




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