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Postada em 04-09-2013. Acessado 2610 vezes.
Título da Postagem:Atenção OAB, Recado dos Advogados Cubanos, A Ignorância é a Armadilha do Tolo
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 04-09-2013 @ 05:46 pm
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Tags: OAB, Cuba, advogados, advocacia, comunismo, justiça, protocolos militares

ATENÇÃO OAB: RECADO DOS ADVOGADOS CUBANOS – A IGNORÂNCIA É A ARMADILHA DO TOLO

Na atual moda geopolítica de importação de médicos cubanos e da revisão dos tratados trabalhistas, da OIT – Organização Internacional do Trabalho sobressai a IGNORÂNCIA política dos advogados do Brasil.  

Os advogados cubanos destacam que a apologia que se faz e o apoio ao socialismo comunista, na prática administrativa da atual governança federal brasileira, soa como alarme de ambulância, na madrugada da noite e de estradas vazias.

Urge que se revisem os critérios de apoio e comiseração da OAB de todo o Brasil. Não sabem os advogados brasileiros o que se passa com os advogados de países COMUNISTAS. E não há evidência de alguma alma duvidosa que tenha buscado saber sobre o que acontece com algumas profissões em regimes ditatoriais e comunistas.

Em regimes ditatoriais e naqueles afeitos ao socialismo comunista todos os direitos e deveres são “promulgados” por uma assembléia financiada pela situação ditatorial e/ou comunista. Obviamente que todos os dispositivos de leis e normas se aplicarão segundo os PROTOCOLOS militares impostos pelo poder ditador.

No comunismo a necessidade de defesa sobre direitos ou minimização de pesos e fardos sobre deveres ocorre por “capatazes do direito”, segundo tais leis e normas, protocolos e ritos sumarizados e de baixo custo para o sistema ditador.

Em verdade os delitos, sejam verídicos ou forjados, sejam de intenção ou de fato, são julgados em ritos sumários, tendenciosos a favor do sistema ditador. Então a análise de evidências, exibição de provas e relatos testemunhais, as argumentações de defesa e as de acusação viram mera retórica de insuficiência de saber, numa protelação em busca do desfecho insidioso sobre o acusado (a real vítima do sistema ditador).

Muitas profissões deixam de ter validade oficial no regime comunista. Dentre elas a de advogados.

Em CUBA o exercício da advocacia é guiado pelo Decreto Lei 81, de 8 de junho de 1984, que trata do "Exercício da Advocacia e da Organização Nacional dos Escritórios Coletivos". O Decreto estabelece que: são advogados aqueles que exercem a advocacia dentro da Organização Nacional dos Escritórios Coletivos – ONBC.

Desde o início do século 20 CUBA dissolveu por duas vezes a sua Organização Nacional do Direito. E em ambas estabeleceu-se a NÃO NECESSIDADE de colegiação da profissão de advogado.

E em ambas as vezes teve “ataque do sistema ditador”. Sendo em primeiro por Fulgêncio de 1933 até 1959 (coronel do exército cubano) e depois por Fidel Castro de 1959 até hoje – ambos DITADORES cubanos.

Fidel Castro injetou uma ditadura comunista nos moldes daquela praticada por Joseph Stalin, na URSS, entre 1924 e 1953.

A advocacia em CUBA é praticada pelos Escritórios Coletivos de Advocacia, e apesar do exercício da profissão ser livre, não existem escritórios de advocacia privados. Os escritórios Coletivos são também denominados de "Bufetes Colectivos".

O objetivo da proposta era o de criar escritórios verdadeiramente populares, com acesso para todos os cidadãos. E as causas se resumiam em pendengas de vizinhos, alcoólatras alterados, pequenos crimes de furtos e roubos e etc, tudo num valor de causa na ordem de R$ 50,00 a R$ 60,00.

Em CUBA advogado jamais pega causas públicas contra o estado. Nem causas indenizatórias por crueldades, incompetência ou omissões deste estado.

Em 1965, o Ministro da Justiça, por meio da Resolução 18, aprovou a criação do primeiro escritório coletivo na capital do país. Com o tempo, os escritórios coletivos tornaram-se subordinados ao Ministério da Justiça. Na época existiam no país duas modalidades de exercício profissional: os advogados que desempenhavam a advocacia privada e os Escritórios Coletivos do Ministério da Justiça.

Em 1973, por meio da Lei de Organização do Sistema Judiciário, o exercício privado da profissão de advogado foi extinto. Ao tornar autônoma a instituição dos "Bufetes Colectivos", a organização que contava com um total de 227 advogados em todo o país, incorporou mais 250.

É possível acreditar que em pleno regime comunista de Fidel Castro, em 1973, todo o país cubano tinha 477 advogados nos seus Bufetes Colectivos?

Nenhum regime comunista operou em defesa de Direitos Humanos e dos Direitos do Cidadão. Em todos estes regimes a justiça operou nos moldes dos PROTOCOLOS militares, aos quais foram convertidas as práticas de aplicação das leis e das normas.

Qualquer sargento militar de bem com o regime comunista, desde Stalin a Fidel Castro, poderia exercer atividade de “capataz do direito”. Antes até formava pelotões de fuzilamento, mas as entidades humanitárias de todo o mundo vêm “fechando” esta janela de crueldades dos regimes comunistas.

O embaraçoso é assistir toda uma organização brasileira, com toda liberdade inimaginada em CUBA, como a OAB, a dar sustentação moral, ética e profissional a uma governança administrativa pública zeladora dos códices comunistas. Em verdade a OAB está a esfaquear as próprias costas, já que em regime comunista pleno, a profissão de advogado, vai para baixo do ânus do sapo (barbudo).

Desta forma, o RECADO DOS ADVOGADOS CUBANOS, aos rábulas da OAB é: – A IGNORÂNCIA É A ARMADILHA DO TOLO.

Deixem de tolice, e comecem a desmantelar o sistema governista que propõe o socialismo comunista no Brasil, que é escroque, promotor de danos morais e patrimoniais, para que em breve não se transformem em estafetas de qualquer maquinação ideológica recessiva, como acontece atualmente em CUBA.

Ver Mais: http://www.migalhas.com.br/tour_juridico/mig_tour_juridico_mostra.aspx?cod=41643

Abraços,

Lewton




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