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Postada em 10-09-2013. Acessado 1643 vezes.
Título da Postagem:Os 3 chefes das forças armadas, covardes ou responsáveis
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 10-09-2013 @ 12:38 pm
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Tags: forças armadas, comandantes, responsabilidade, democracia, soberania, povo

 Os 3 chefes das forças armadas: covardes ou responsáveis?

Sinceramente, creio que os oficiais acima não são covardes. Nem traidores. Eles são responsáveis com o uso da "força". E isto pode significar o derramamento de sangue do povo brasileiro, se for usado de modo leviano.

As revoluções por motivos certos (algumas por motivos errados) sempre descambaram para lados errados. Como estudioso de revoluções, confesso que se eles (os 3 chefes) tivessem feito algo, para bloquear o petismo, e suas falcatruas, estariam intervindo num salseiro com pimenta malagueta.

E se as consequências caminhassem para mortandades inúteis e crimes desumanos? Uma revolução sempre provoca fortes desequilíbrios na produção e na economia. Sempre agravaram a situação de uma economia, haja vista, e principalmente, as revoluções comunistas da URSS (Lênin e Stalin) e da CHINA (Mao Tse-Tung).

O petismo é uma facção criminosa. As forças armadas são uma instituição perene, constitucional e nacional.

Para o petismo, derramar sangue próprio, e alheio, é de sua característica comum, de sua posse e controle, por ambição, luxúria e cobiça de riqueza, junto com o uso e abuso da ignorância social e política do país, e que não tem capacidade técnico-administrativa de acrescer a prosperidade coletiva.

A democracia - governo do povo, para o povo e pelo povo - é que deve cuidar dela mesma. Esta democracia é do povo. Este povo nosso é iletrado, inculto, incauto e frívolo com seu próprio destino e necessidades.

Existe uma diretriz que rege a liberdade de decisão e escolha, com a obrigação de se assumir as suas consequências. Em outras palavras: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Imaginemos se sempre que um povo “viesse a escolher mal seus governantes”, e para corrigir estas decisões, houvesse obrigação em se “chamar” as forças armadas”? Esta ciclagem terminará virando um vício político em longo prazo, como já virou aqui no Brasil.

Tanto é real isto, que todo cidadão que não é iletrado, nem inculto, nem incauto e nem frívolo, quer uma medida de intervenção da força, por possuir uma consciência de cidadania maior, discernindo melhor o que é uma opressão política e suas liberdades suprimidas. E por isso por ser minoria, necessita de uma reação, contra esta opressão.

Já houve isto antes de 1964, uma contra-revolução militar, coordenada e coesa, pelos interventores-chefes. E hoje não pode tornar a acontecer, mediante a escala de probabilidades de desvios de objetivos, dos segmentos políticos multifacetados e de interesses díspares.

Imaginemos que, se já houvesse acontecido uma reviravolta, sobre o petismo, e ocorrido um desvio de objetivo? A quem a sociedade culparia? Se em geral ela não possui poder de discernimento para suas escolhas, sempre apontaria “bodes expiatórios”.  

Quem no Brasil saberá discernir um caminho de reformas, e seleção de lideranças, que fossem "certeiras", e que pudessem vigorar em sua base pétrea por muito tempo? E sem remendos demagógicos e populistas? E com alta competência administrativa pública?

Embora a constituição federal de 1988, seja frequentemente violada pelo petismo, e que não houve uma chamada de gancho pública, por parte da democracia, nem pelas forças armadas, nem pelo poder judiciário, de quem seria a maior obrigação de interpelação contra transgressões institucionais e criminais?

Pela democracia, deveria ser do poder judiciário, se ele estivesse de fato independente, dos outros dois poderes - executivo e legislativo -, e coberto de sua convicção profissional de respeito aos direitos e deveres da sociedade e de si mesmo.

A grande evidência que estamos vivenciando, é que os 3 poderes não são independentes, com o agravante de serem mancomunados. Se auto-completam e todos se locupletam.

Então, a luta democrática é nossa e só dependerá de nós. Quem quiser na democracia fazer revolução que a faça por meio do voto, sabotando o processo eleitoral já que é fraudulento. Nele é que está o "xis" da questão. Ou por meio de outras ações de iniciativa popular, tentando fazer com que o sistema político, e administrativo público, cumpram suas obrigações, suas promessas eleitorais ao “menor custo social”, com qualidade, produtividade e economia – com urgência e obrigações, sem protelações.

Na administração pública tempo é agonia, desespero, sofrimento, ignorância, dor, doenças e mortes. Sim, protelar em administração pública é condenar a cidadania ao suplício em expiações contínuas e recorrentes – pelas sequelas da má fé, da baixa qualificação e da ignorância administrativa pública das governanças eleitas.

Os filósofos e os ideólogos das trevas já culparam muito o Capitalismo por isso (nos últimos quase 170 anos), pela reprodução da agonia social e humana. Mas, hoje a máscara caiu, pois se percebeu que tanto no Comunismo, e menos no Capitalismo, a expiação social e humana deriva da ignorância administrativa pública das governanças eleitas – numa democracia – e governanças ditatoriais revolucionárias – numa ditadura política (comunismo, socialismo, personalismo).

No Brasil será muito difícil se fazer uma "nova" revolução com base em ações militares, para fins políticos. Imaginemos, também, se o ponto central do problema é o processo eleitoral, seria mais fácil, e seguro, um boicote intensivo neste "filtro de viés satânico", sem que haja uma guerra civil ou urbana / rural.

Em todas as guerras, e revoluções, muita gente morreu em bateladas por motivos torpes e por causa difusa, e sempre por causa de fanatismo político, filosófico e religioso. E por deficiência estratégica em estados maiores militares.

Uma coisa ficou evidente na história geral: no fundo sempre se lutou para impor obrigações e deveres, sobre o adversário de nossas posições. E sempre venceram os que reagiram à força, para preservar a sua liberdade de vida e de opinião. O que fazer quando a maioria de um povo se acha liberta em suas opiniões e em seu modo / status de vida?

A outra grande questão é o "descontrole do processo revolucionário". Todos eles se descontrolaram, inclusive o processo "revolucionário" petista, que descambou para crimes contra o código civil, aos códigos contábeis e financeiros, a constituição e a códigos morais mais subidos.

O petismo em 10 anos prosseguiu endossando as patologias de suas lideranças e a permanência de ilícitos, sem uma dura intervenção de supervisão capacitada, de correção e punição – a revolução petista, até com guerrilheiros e terroristas comunistas de outrora, terminou não sendo uma revolução libertadora: muito pelo contrário – ela sedimentou tudo que presumiu abolir com sua intelectualidade administrativa – estratégica, tática e operacional.  

E aí voltamos a questão da independência dos 3 poderes, que hoje em quase todas as nações (mais de 190 delas) é um embuste mundial e secular. Nunca foram independentes, com o agravante de serem mancomunados.

E então, para começar por aí, quais medidas jurídicas seriam necessárias, para reformar a república, nesta questão de obrigações, hierarquia de poder, responsabilidades, direitos e deveres, que viesse a "não" se tornar uma colcha de retalhos de intenções, motivos e necessidades?

Os 3 oficiais acima são responsáveis, os petistas é que são os bandoleiros irresponsáveis. E nisto não se aplicam trocas de tiros e de chumbo. Nisto se aplicam o que se está aprendendo a fazer na democracia do Brasil - manifestações e protestos, síncronos com necessidades humanas e sem partições ideológicas. ESTÁ SURGINDO A VERDADEIRA PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA...

E o petismo está atuando em sua descabida administração, como "vacina universal”, para que aprendamos a escolher melhores nossos dirigentes e como controlá-los para os objetivos sociais, econômicos e humanos - nossos objetivos.

E existem lições maiores das que estamos vivendo no país, com o petismo nos mostrando as consequências das escolhas da maioria iletrada de uma democracia?

As evidências administrativas e suas deliberações nos mostram que a revolução petista, de seus intelectuais, de seus filósofos e ideólogos, de seus militantes, coligados, simpatizantes e correligionários, se configura num gigantesco FRACASSO e num engodo civilizatório. Será de fato uma “vacina” contra novas infestações semelhantes, sobre o povo brasileiro?

E em curto prazo – só levou 10 anos para ser desmontado e desconstruído – tem muita burrice, estupidez e má fé embutidos neste espírito trabalhista de transformações sociais enganosas e abusivas.    

Abraços,

Lewton




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