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Postada em 12-09-2013. Acessado 811 vezes.
Título da Postagem:Se a Administração move o mundo, deveria mover o Brasil
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 12-09-2013 @ 12:19 pm
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Tags: restruturação, estado, república, administração, pública, reformas, qualidade

 Se a Administração move o mundo, deveria mover o Brasil

 
Na leitura deste artigo recomendamos "baixar" o arquivo do link indicado: http://www.militar.com.br/modules.php?name=Arquivos_Enviados&file=myfiles , Reestruturação do Estado Humanista: Lewton-1378998582.doc .
 
Os profissionais graduados em administração superior e científica deveriam promover um PROTESTO contra o exercício ILEGAL da profissão de ADMINISTRADOR, nas atividades executivas públicas, nas atividades públicas de administração do legislativo e do judiciário, das esferas federal, estadual e municipal de todo o país.
 
FORAM 35 MINISTÉRIOS DO LULISMO E AGORA QUASE 40 DELES NO DILMISMO? 
 
Tudo “tocado” por marretas, picaretas, ladrões, gente de má fé, pessoal sem a mínima qualificação, num amadorismo temerário e perdulário, e que estão bloqueando a EVOLUÇÃO CIVILIZATÓRIA do Brasil. 
 
E exortações não vão modificar a visão obtusa que os políticos, militantes e correligionários, que estão em prática pseudo-administrativa, e a bloquearem o desenvolvimento geral do país. As mazelas novas surgem e mazelas velhas se acumulam. E ambas se exponencializam... 
 
A governança LULISMO-PETISTA é um governo do Empreguismo Estatal, com sindicalistas, membros de sindicatos, ex-políticos eleitoralmente fracassados, militantes das campanhas eleitorais do PT, antigos colegas das batalhas sindicais de São Bernardo do Campo - SP, pais de santos "protetores" da corte suspeita, políticos "espertos" e evasivos e etc. 
 
Por enquanto a administração no Brasil tem se evoluído por meio de exortações e propagandas – públicas e privadas. Muito se desenvolve aquém das necessidades humanas, em recesso permanente, com a população crescendo em mais de 21 milhões de habitantes, entre 2003 e 2013. 
 
Foram mais 21 milhões de “novas” pessoas (habitantes), que fizeram pressão de demanda numa precária organização pública, em sua infraestrutura e em seus deficientes serviços. E, jamais melhorados à luz da qualidade, da produtividade e da economia – não havendo correspondência de planejamento e a atuação profissional ESTATAL. 
 
Os egressos da administração possuem pouca penetração na empregabilidade das empresas, até porque existe um “desconhecimento” dos empresários do país, sobre a importância dos profissionais da administração superior e científica. E isto é de um descuido bizarro, quando se tratam de serviços públicos e de seus servidores – concursados ou não.
 
Nenhuma instituição científica, do Brasil, do domínio da administração tem procurado auxiliar a sociedade na busca de uma estrutura organizacional, racionalizada, de baixo custo e alta eficiência administrativa, para ser utilizada em governanças federal, estadual e municipal – como obrigação de LEI.
 
Queremos nos tornar “boi de piranha”, na exposição neste artigo, e SITE, de nossa metodologia de reestruturações organizacionais. 
 
Por hipótese vamos adotar, para este efeito, o número de 35 ministérios, num comparativo de redução para 15 ministérios – da administração federal.
 
Portanto, foram 35 ministérios para abrigar a administração executiva petista de 2003 a 2010, com os 38% do PIB - Produto Interno Bruto (indicador da riqueza gerada por uma nação, por ano, em dólares - US$), em arrecadação de impostos, "capitalizados" através de uma alta carga tributária, sobre a sociedade brasileira, sem comparação no mundo.
 
No Brasil temos uma "selvageria tributária" tão exacerbada quanto o "primitivo capitalismo inglês" (ápice em meados a final do século 19), onde nasceu a Revolução Industrial (data marcante de 1780) e em conseqüência o CAPITALISMO, que durante anos a fio ficou "solto sem leis regulatórias". 
 
Esse sistema econômico, e de produção, sustentou vários reinados ingleses e europeus, e respectivos grupos administrativos, vários Estados aptos e vários ineptos, com os impostos tomados do trabalho e da produção capitalista. 
 
E que a produção capitalista, apesar disto, ajudou a criar sociedades prósperas e eficientes, produtivas e racionais, que compreenderam o capitalismo como alavanca de progresso social, econômico e institucional. E não como uma "convenção ideológica", que deveria ser combatida, pelo modo que, foi por Socialistas e Comunistas, por mais de 170 anos. 
 
Mesmos os suntuosos reinos e impérios, onde o capitalismo se desenvolveu, praticavam pesadamente a cobrança de impostos, mas não se chegou a tanto como nos REINADOS POLÍTICOS e os recentes do Brasil. E agora no LULISTA / DILMISTA (carga tributária de 38% do PIB + 40 ministérios). 
 
O Estado Brasileiro é de alto custo de manutenção, pesado, ineficiente, improdutivo, perdulário, hospedeiro da preguiça e da indolência administrativa e política e cruelmente corrupto – em face de seus indicadores operacionais e de seus precários resultados à sociedade. 
 
Este Estado perdulário retira na faixa de R$ 7,00 a R$ 10,00 em impostos, e só devolve em efetivo valor em serviços, qualidade, produtividade e economia, cerca de R$ 1,00 a R$ 2,00 para a sociedade, em aplicações prioritárias para melhoria do IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.
 
Este Estado sustenta apenas a si mesmo (com cargos inócuos, bons salários, mordomias e muitos esbanjamentos) e mal consegue assistir a população brasileira de 195 milhões de indivíduos.
 
Mas, como demonstrar a suntuosidade do Estado Brasileiro e o significado de sua ineficiência? Talvez precisemos de um argumento que faça vínculo com a Revolução Industrial e as modernas técnicas de administração, num exemplo de entendimento universal entre os cidadãos brasileiros. 
 
E os 35 ministérios do LULISMO? E os 40 ministérios do DILMISMO? 
 
Podemos comparar esse governo com um motor de 350 HP (todos os ministérios juntos equivalem a essa "força cavalar"), precariamente elaborado, resultando num motor deficiente, vindo da "carcaça velha" de motores anteriormente mal concebidos. É um motor TUNADO feito no jeito do LULISMO, num modelo ESTATAL-SINDICAL, para uso "num grande e idiossincrático caminhão". E um governo com 15 ministérios pode equivaler a um motor com 150 HP, por exemplo, mas com seu desempenho otimizado - ágil, leve, econômico e com "força cavalar" adequada.
 
Um motor com 350 HP faz trabalhos extraordinários se colocado num automóvel (com 2.000 kg de peso vazio), que é uma "organização mecânica" leve e ágil, comparado a um caminhão. Alguns feitos de desempenho podem ser obtidos se colocado num caminhão (com 5.000 kg de peso vazio), que é uma "organização mecânica" pesada, bruta e mais lenta, reforçada estruturalmente para suportar às solicitações de cargas e esforços.
 
A "organização mecânica" pode ser tomada como "organização administrativa" e o caminhão como o PORTE ESTATAL do governo brasileiro. 
 
Com a evolução da ciência de administração, nos séculos 19 e 20 esse comparativo se tornou válido pelo conceito de ESTADO ENXUTO (sem excessos de contingentes, sem esbanjamento e sem dispêndios inócuos), que pode ser comparado ao desempenho do carro, ou ao de um caminhão melhor dimensionado para um motor de menor potência, ou para a mesma potência - 350 HP - e apresentar uma "organização mecânica" mais leve e ágil, com capacidade de carga útil ampliada. 
 
O TRABALHO CAVALAR do Estado Brasileiro é despendido só para mover a si mesmo. Isto é, esse Estado só transporta a si mesmo que é essa "organização administrativa com 35 ministérios", não tendo a capacidade de carga útil para transportar o povo brasileiro. 
 
Ele absorve cerca de 38% do PIB (em 2010 o PIB foi cerca de US$ 2.088 bilhões) ou a "energia capitalista de geração de riqueza" equivalente a US$ 794 bilhões que passou para as "mãos visíveis" do Estado através de impostos. Quem gerou a riqueza do capitalismo nacional ficou com apenas US$ 1.294 bilhões.
 
Para uma FTA - força de trabalho ativa (estimada) em 2010 de 102 milhões de TRABALHADORES, tivemos uma relação per capita de geração de riqueza na ordem de US$ 20.470,00 por TRABALHADOR (e Renda per Capita geral de US$ 10.707,00 por HABITANTE), e que pela selvageria e avidez do Estado foram repassados US$ 794 bilhões para o desfrute de servidores públicos, contratados, afilhados, amigados (políticos, sindicalistas-funcionários), parentelas (do nepotismo), fornecedores suspeitos e etc. E para o pagamento de CONTAS cumulativas e recorrentes, e outras DÍVIDAS, da precariedade do processo administrativo AMADOR de “aventureiros” ELEITOS.
 
Em 1995 o Brasil tinha ao todo cerca de 4,1 milhões de servidores públicos, nas 3 esferas - federal, estadual e municipal - hoje esse número é "escorregadio" em sua determinação. Vamos estimar que hoje o Brasil tenha 7,0 milhões de "funcionários-estatais" como descrevemos. 
 
Isso significa que os trabalhadores do Brasil passaram uma riqueza equivalente a US$ 113.429,00 por funcionário-estatal por ano (2010), para as "mãos visíveis" do Estado. 
 
Isto é, a riqueza gerada e transferida, através de impostos de trabalhadores de mercado (o da "mão invisível") para funcionários-estatais foi de 5,5 vezes per capita. Ou cada funcionário-estatal, sem produzir riquezas, na relação per capita, teve uma proporcionalidade de 5,5 vezes mais do que o "pobre trabalhador gerador" (de US$ 20.470,00 por trabalhador para US$ 113.429,00 por funcionário-estatal por ano). 
 
No Brasil quem não gera a riqueza tem "acesso" a 5,5 vezes mais no bolo do quem a gerou - essa é a selvageria de um Estado indolente, preguiçoso e perdulário, que tira o poder de competição e realização do povo brasileiro. E de serviços públicos degenerados!
 
Desta forma podemos destacar as considerações derivadas da RENDA total do PIB (Banco Mundial - 2010) e sua configuração com a geração de riqueza e a cessão de parte da riqueza para o Estado:
 
1. Os TRABALHADORES, da força de trabalho ativa, geraram em produção e serviços o PIB de US$ 2.088 bilhões, cabendo-lhes a Renda per capita do Trabalho, de US$ 20.470,00 por trabalhador ativo;
 
2. O CONFISCO por impostos, da Renda total gerada pelo TRABALHADOR – na carga tributária de 38% do PIB – foi de US$ 794 bilhões, montante este passado para a ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO;
 
3. A Renda per capita para os SERVIDORES PÚBLICOS, com o CONFISCO por impostos da geração de riquezas pelos TRABALHADORES, passado para a ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO, assume o valor de US$ 113.429,00 por SERVIDOR;
 
4. Os TRABALHADORES, da força de trabalho ativa, ficaram após este CONFISCO, com a Renda “sobrante” de 62% do PIB, das riquezas geradas por eles, no valor de US$ 12.867,00 de Renda per capita final, que fica no MERCADO e nos COFRES DAS EMPRESAS geradoras do PIB;
 
5. As EMPRESAS e os TRABALHADORES ficam com a parte de Renda na escala PER CAPITA em cerca de 8,82 vezes MENOS do que a Renda proporcional ao que o CONFISCO pelos impostos que se atribui aos SERVIDORES. Ou seja de US$ 113.429,00 por SERVIDOR, para 12.867,00 de Renda per capita final por TRABALHADOR;
 
6. As EMPRESAS geradoras da riqueza ficam então, ao todo, com US$ 1.294 bilhões (ou 62% do PIB), para as operações diversas do Mercado Capitalista Livre e o ESTADO CONFISCA US$ 794 bilhões (ou 38% do PIB) para suas demandas contábeis e financeiras, operadas com temeridades e de modo perdulário;
 
7. Daí vem a constatação de que para cada R$ 7,00 a R$ 10,00 CONFISCADOS, apenas R$ 1,00 a R$ 2,00 se convertem em aplicações prioritárias do ESTADO na promoção da melhoria da QUALIDADE DE VIDA do cidadão e no crescimento do IDH – Índice de Desenvolvimento Humano;
 
8. As aplicações prioritárias do ESTADO na promoção da melhoria da QUALIDADE DE VIDA do cidadão e no crescimento do IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, não possuem ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA para a qualidade, produtividade e a economia;
 
9. A DÍVIDA PÚBLICA através da governança PETISTA de 2003 a 2013, fez subir seu valor de R$ 820 bilhões (de FHC) para R$ 2.240 bilhões (de LULA e DILMA) – ADMINISTRAÇÃO TEMERÁRIA E PERDULÁRIA, com criminoso endividamento público;
 
10. A ADMINISTRAÇÃO PETISTA incrementou uma DÍVIDA de R$ 1.420 bilhões de 2003 a 2013, sem ter DESENVOLVIDO o país com o incremento de 21 milhões de NOVOS brasileiros que nasceram entre 2003 e 2013 (até o mês vigente) – ONDE FOI PARAR TANTO DINHEIRO? 
 
É a uma das mais escabrosas transferências proporcionais de riqueza do mundo, dos empreendedores do Capitalismo brasileiro para o Empreguismo de Estado. 
 
Dizia-se que o Capitalismo tinha uma horrível face, a de explorar o "trabalhador". Mas, o Socialismo do PT explora mesmo é o "trabalhador brasileiro", mais do que qualquer SELVAGERIA de capitalistas, carregando os corruptos, os administradores néscios que ele coloca para cuidar do bem público e os grupelhos de ex-guerrilheiros, sindicalistas, velhos e novos comunistas, militantes truculentos e etc. E muita gente sem estudos - grande desprestígio para a educação e a profissionalização nacional.
 
Dessa forma esse Estado perdulário consome cerca de 60% desse valor em folhas de pagamentos, uma parte na "administração da dívida e seus juros", outra nas compras para manutenção de si mesmo e pouco SOBRA para aplicação nos projetos humanistas e humanitários - socioeconômicos - para o povo brasileiro.
 
Na administração privada só se criam departamentos, superintendências, gerências e diretorias quando uma ação executiva concreta se justifica empregando o que se tem de melhor em recursos humanos, materiais, financeiros, tecnológicos e de know-how (cognitivos). Não há criação de infraestruturas e superestruturas por procedimentos analíticos idiossincráticos, mas por processos missionários de missão e objetivos.
 
Uma organização administrativa ENXUTA tem poucos interlocutores executivos e muitos operacionais, já que se sustenta em poderosos Sistemas de Informações e de Controles, com alta parcela de demandas que operaram com bons orçamentos e projetos (profissionais capacitados e qualificados adequadamente). 
 
Vejamos o exemplo de um Estado com 15 ministérios e o governo LULA com 35 ministérios.
 
Sempre que se toca na questão de quantos ministérios um Estado-Padrão deve ter não se tem um número direto, como resposta. Isso depende da VERDADEIRA QUESTÃO DA GOVERNABILIDADE EXECUTIVA que se quer imprimir.
 
Pela engenharia que requer medições eficientes e um esmero na PARAMETRIZAÇÃO E CONTROLE de suas atividades de criação, desenvolvimento e operação, cerca de 15 ministérios seriam mais PRODUCENTES e socialmente mais suportáveis.
 
O Conceito de Base é que os Ministérios sejam "dirigidos" para o preenchimento das Necessidades Humanas, da ESCALA DE MASLOW, e nomeados diretamente com o título que o designa: 
 
1. Ciência, 
2. Alimentação, 
3. Habitação, 
4. Vestuário, 
5. Educação, 
6. Saúde, 
7. Reprodução, 
8. Locomoção, 
9. Comunicações, 
10. Defesa, 
11. Trabalho, 
12. Esportes, 
13. Relações Exteriores e Públicas, 
14. Economia e 
15. Controle Ambiental.
 
Todos nomeados do mesmo modo como a engenharia designa seus objetos, mecanismos, ferramentas, máquinas, instrumentos, motores, e atividades, diretamente pelo nome de seu significado e função.
 
E é viável a existência de 31 tipos de SERVIÇOS (ação de SERVIDORES) que completam o atendimento das NECESSIDADES HUMANAS da ESCALA DE MASLOW, os quais, por AFINIDADE funcional, devem ser direcionados a um dos 15 ministérios estabelecidos (que viram Secretarias nos estados e nos municípios).
 
Ver a ESCALA DE MASLOW no Slide 1º: Reestruturação do Estado Humanista: Lewton-1378998582.doc .
 
Uma matriz de coordenação de execução e cooperação de serviços se torna viável, para se distribuir a carga geral de trabalho do governismo, em cargas específicas de cada ministério (ou secretaria).
 
Ver MATRIZ no no Slide 2º: Reestruturação do Estado Humanista: Lewton-1378998582.doc .
 
Não há Ministério da Justiça, no Poder Executivo, pois se configura numa TRANSGRESSÃO ABERTA à independência dos poderes. Esse Ministério deve ficar no Poder Judiciário, com todas as suas atividades inerentes. E o Poder Judiciário deveria passar a ser um poder eletivo – por escolhas através do VOTO.
 
Não há Ministério do Planejamento, pois todos planejam simultaneamente com base no Plano de Governo e harmonizam por si suas metas, de curto e em longo prazo, em seminários específicos e em reuniões de Prestação de Contas, presididas pelo Presidente e seu Conselho de Sábios.
 
E esse raciocínio passa a ser aplicado sempre que alguém intencionar criar ministérios além do necessário. Com essa visão estamos ajudando a criar uma linguagem, e metodologia, para se poder avaliar as impropriedades que os políticos fazem com o dinheiro dos impostos, do suado rosto do sofrido trabalhador brasileiro e do empreendedor Capitalista, que se dedicam a ver boa parte da riqueza gerada a sustentar estultícias de governistas de plantão.
 
Quanto mais ministérios se têm, mais temos certas ANOMALIAS operacionais, que ocorrerão em escala geométrica (grandes descontroles e perdas em várias categorias de contabilização). Isso se aplica a toda espécie de criações organizacionais, tanto públicas quanto privadas, para secretarias, departamentos, diretorias e etc.
 
Ver COMPARATIVO entre ESTADO PERDULÁRIO e ESTADO ENXUTO no Slide 3º: Reestruturação do Estado Humanista: Lewton-1378998582.doc .
 
No COMPARATIVO, o ORÇAMENTO - base 100% - é a referência básica para estabelecer um dado Número de Indicadores de Controle por Ministério (Item Nº 7 e que desdobra o de Nº 8). 
 
Se o orçamento tem entradas de R$ estáveis à "aplicação de capital", dos impostos, determina o número e a natureza das funções, o porte e a duração dos projetos, e o efetivo de pessoal. 
 
Se aumentar o número de funções cairá o valor médio disponível em R$ para tais atividades, e o controle de seus indicadores começa a ficar ANÔMALO. Em aumentando o número de funções "obrigatoriamente" o governista pressionará para aumento de impostos - fato que vem ocorrendo há mais de 21 anos, no Brasil.
 
Quanto maior o número de Ministérios, teremos:
 
1. Uma maior "fragmentação do orçamento", que é dramática e crítica, não sendo suficiente para a fundamentação de recursos necessários para boa parte das metas;
 
2. O tempo administrativo exigido é maior, segundo o Item Nº 5, tornando mais lento o processo de controle e revisão das metas;
 
3. O Padrão Entrópico - a tendência de desorganização - também é maior e a chance de NÃO atingir metas é maior, e seu Sistema de Controle lhe é proporcional segundo os Itens Nº 9 e 10;
 
4. A prestação de contas leva mais tempo, em horas, Estado B com 88 horas e o Estado A com 75 horas (ou 14 a 15 dias úteis e 12 a 13 dias úteis, respectivamente, para 6 horas diárias de Controle Administrativo).
 
5. Pelos Itens respectivos, o efetivo de pessoal é maior (Item Nº 12), a produtividade de controle administrativo (Item Nº 13) é menor, gastos e demandas de compras para sustentar o Estado são maiores (inferência implícita).
 
O Estado A - Enxuto tem probabilidades operacionais de atingir o mesmo número de metas do que o Estado B - Perdulário, portanto o primeiro é um Estado mais econômico e eficiente, que no caso atingem, os 2 estados, um número igual de "metas atendidas" em 122,5, segundo o item Nº 11.
 
O Estado brasileiro precisa de uma reforma, numa nova fase de eleições, com administradores competentes e Presidente com capacidade para articular e coordenar a aplicação do conhecimento e promover o seu "metabolismo cognitivo". 
 
JAMAIS SE TRATARÁ DE "DESAPARELHAR" O ESTADO, MAS ORGANIZÁ-LO CIENTIFICAMENTE, com automação de escritórios, uso intensivo TI – Tecnologia da Informação, criação de Redes de Conhecimentos, modernização das práticas administrativas, adotando técnicas para a melhoria da Qualidade, da Produtividade e da Economia e etc. 
 
O Brasil tem muitas MISÉRIAS HUMANAS e MAZELAS SEM FIM e não pode ficar à mercê de MODELOS DE ESTADO TUNADOS, por personalidades e para personalidades, com disfunções e mazelas agregadas. Deve sim ser modelado para cumprir MISSÃO com objetivos tecnicamente racionalizados – e administrado cientificamente.
 
Hoje esse Estado é um mero depositório de parasitas e de atividades inócuas, aumentando a carga do CAMINHÃO BRASIL - uma jabiraca, improvisada e perdulária. E com um motor TUNADO feito no jeito do LULISMO / DILMISMO, num modelo ESTATAL-SINDICAL, para uso nesse grande e idiossincrático caminhão.
 
Será que os 35 / 40 Ministérios do PETISMO equivalem a um bom motor de 350 / 400 HP, com funções harmonizadas entre si e efetivo controle de desempenho?
 
Como vemos, os profissionais graduados em administração superior e científica deveriam promover um PROTESTO contra o exercício ILEGAL da profissão de ADMINISTRADOR, nas atividades executivas públicas, nas atividades públicas de administração do legislativo e do judiciário. 
 
E para tal será preciso sair da exortação pura e simples, tais como: - administração é com administrador, ou a administração move o mundo – partindo para o enfrentamento político e a descaracterização de administrações públicas, temerárias e desqualificadas, feitas por bandoleiros, analfabetos, analfabetos funcionais e por profissionais graduados em campos de conhecimentos não egressos da administração superior e científica. 
 
Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
Diretor Científico do IEAQ
E-mail: instituto_eaq@hotmail.com
Copyright © 2007 e 2013  



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