As opiniões expressas neste artigo e seus comentários não representam a opinião do Portal Militar, das Forças Armadas e Auxiliares, ou de qualquer
outro órgão governamental, mas tão somente a opinião do usuário. Os comentários são moderados pelo usuário.
 
Denuncie | Colaboradores: Todos | Mais novos ] - [ Textos: Novas | Últimas ]

O autor decide se visitantes podem comentar.
 
Postada em 24-03-2014. Acessado 1026 vezes.
Título da Postagem:Discurso Político e Realidade, Propaganda e inverdade
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 24-03-2014 @ 09:01 pm
[ Avise alguém sobre este texto ]
Tags: discurso, político, manipulação, falsidade, sofismas, crítica, impostos, receita

 Discurso Político e Realidade, Propaganda e inverdade

O sofismático discurso de John F. Kennedy em sua posse em 1961 na presidência dos EUA...

Eu estava assistindo com meu pai o discurso de John F. Kennedy em sua posse em 1961 como o novo presidente daquela república. Era numa TV Telefunken, B & W, daquela empresa alemã que inventou, em 1951, o primeiro telefone móvel, o tataravô dos atuais celulares.

Era no programa jornalístico do Repórter ESSO, com o inesquecível Gontijo Teodoro, no canal da TV TUPI, com seu chavão: - "Aqui fala seu Repórter Esso, testemunha ocular da história".

Kennedy foi o único sujeito que eu quis imitar o cabelo. Tentei arranjar um topete parecido. Até minha cara se parecia com ele quando pequeno.

Com nove anos de idade eu fiquei impressionado com a frase-slogan de Kennedy. Os políticos usam sofismas em seus discursos. E sofisma é um tipo de Raciocínio Vicioso, aparentemente correto e concebido com a intenção de induzir o cidadão ao erro de interpretação do seu significado.

Então, um sofisma tenta dar aparência de VERDADE ao que é falso. Os políticos adoram raciocinar por sofismas, tanto os eruditos, quanto os com baixa intelectualidade.

O tipo de discurso político e sua complexidade vieram reduzindo suas erudições, em face do grau médio de escolaridade de uma sociedade.

John Fitzgerald Kennedy foi um político estadunidense que serviu como 35° presidente dos Estados Unidos e é considerado uma das grandes personalidades do século XX. Ele era conhecido como John F. (Wikipedia)

John F. Kennedy tomou posse como o 35º presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 1961. Em seu discurso inaugural, falou da necessidade dos cidadãos americanos em serem mais ativos, proporcionando uma de suas frases mais famosas: "Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país!"

Ele também pediu à outras nações que lutassem juntas contra o que ele chamou de "inimigos comuns do homem": a tirania, doenças, pobreza e a guerra em si (ele esqueceu de referenciar a aplicação da DUDH – Declaração Universal dos Direitos Humanos).

Assim sendo o discurso mais célebre de Kennedy foi o que ele declarou: - "Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país!".

Hoje esta sua frase está sendo considerada um sofisma... E eu passei bem uns 50 anos, até recente, em 2011, suspeitando desta frase-slogan...

Estudei FILOLOGIA, como teórico amador, e captei que o cidadão como mantenedor do estado sempre deve mesmo perguntar "o que o país pode fazer por ele". Quem paga impostos tem o direito de cobrança da boa aplicação dos mesmos, e de exigir melhorias até a perfeição.

Kennedy criou um sofisma muito bem camuflado pelo patriotismo americano, em que todos se inflamam com frases de efeito moral ou de motivação, sem que aprofundem uma análise de discernimento.

Quando escolhemos uma profissão, até para nos inserirmos no sistema, pagando impostos, já estamos mostrando ao país o "que podemos fazer por ele". Como é óbvio, só podemos fazer aquilo para o qual nos qualificamos.

Logo o que podemos fazer pelo país até a RECEITA FEDERAL já sabe...

Quem paga impostos não está mais INVISÍVEL ao fisco e nem ao mercado, haja vista que as camadas pagadoras de altos impostos são aquelas que sustentam mais de 70% a infraestrutura governista de uma nação.

Sem impostos quem vai arrumar as condições da saúde, da educação, do emprego, da habitação, da alimentação, do meio ambiente, da segurança pública, da infraestrutura, da defesa, da economia e da produção, da justiça, do legislativo, do próprio executivo?

Entretanto, nosso país “confisca” uma faixa de R$ 5,00 a R$ 7,00 e só nos devolve R$ 1,00 em melhorias no IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.

Vejamos entre as 10 maiores economias os padrões de investimentos na SAÚDE (posição em 2007 – ano adotado pelo fato da condição situacional das economias, antes de set/ 2008 – CRISE FINANCEIRA MUNDIAL):

1ª EUA - US$ 5.379,28 por habitante - IDH = 0,948;

2ª Japão - US$ 2.741,50 por habitante - IDH = 0,949;

3ª Alemanha - US$ 3.565,68 por habitante -IDH = 0,932;

4ª China - US$ 89,25 por habitante - IDH = 0,768;

5ª Reino Unido - US$ 2.676,59 por habitante- IDH = 0,940;

6ª França - US$ 3.302,62 por habitante - IDH = 0,942;

7ª Itália - US$ 2.402,12 por habitante - IDH = 0,940;

8ª Espanha - US$ 1.993,66 por habitante -IDH - 0,938;

9ª Canadá - US$ 3.112,98 por habitante - IDH- 0,950;

10ª Brasil - US$ 348,92 por habitante - IDH = 0,792.

Mas, também, com tantos impostos, e grandes arrecadações, proporcionais, por que no BRASIL não se arrumam às condições da saúde, da educação, do emprego, da habitação, da alimentação, do meio ambiente, da segurança pública, da infraestrutura, da defesa, da economia e da produção, da justiça, do legislativo, do próprio executivo? Com qualidade, produtividade, economia e com toda segurança técnica? E nestes quase últimos 30 anos?

Somos vítimas de discursos sofismáticos e de incapacidades reais de administração pública, SEM qualidade, produtividade, economia e SEM a segurança técnica exigida constitucionalmente!

Abraços,

Lewton

============================
TOME UM SUSTO COM ESTA RELAÇÃO – COISA DE ASSALTO À CIDADANIA.

IMPOSTOS BRASILEIROS: IBPT - INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Confira a lista de tributos (impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria) que pagamos no Brasil:

1. Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM - Lei 10.893/2004;
2. Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968;
3. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000; 
4. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação"; 
5. Contribuição ao Funrural; 
6. Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955;
7. Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT); 
8. Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990; 
9. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946; 
10. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993; 
11. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942; 
12. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991; 
13. Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946;
14. Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946; 
15. Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) 16. Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993; 
17. Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados); 
18. Contribuição Confederativa Patronal (das empresas); 
19. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001; 
20. Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002;
21. Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002; 
22. Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF); 
23. Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal); 
24. Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT); 
25. Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001;
26. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); 
27. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) 2;
28. Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.); 
29. Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.; 
30. Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974; 
31. Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997;
32. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS);
33. Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9998/2000;
34. Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002; 
35. Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); 
36. Imposto sobre a Exportação (IE) 37. Imposto sobre a Importação (II);
38. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA); 
39. Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU);
40. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR); 
41. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica); 
42. Imposto sobre Operações de Crédito (IOF); 
43. Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) 44. Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI);
45. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD); 
46. INSS Autônomos e Empresários; 
47. INSS Empregados;
48. INSS Patronal; 
49. IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados); 
50. Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); 
51. Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro; 
52. Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - Lei 10.870/2004;
53. Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981;
54. Taxa de Coleta de Lixo;
55. Taxa de Combate a Incêndios; 
56. Taxa de Conservação e Limpeza Pública;
57. Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA - Lei 10.165/2000;
58. Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - Lei 10.357/2001, art. 16
59. Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais);
60. Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989;
61. Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23;
62. Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003;
63. Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004;
64. Taxa de Licenciamento Anual de Veículo;
65. Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal; 
66. Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999; 
67. Taxa de Serviços Administrativos - TSA - Zona Franca de Manaus - Lei 9960/2000;
68. Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da Lei 9933/1999;
69. Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP);
70. Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte > Rodoviário e Ferroviário, etc.);
71. Taxas de Saúde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18;
72. Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004;
73. Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais); 
74. Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998;




Bookmark and Share
Outas colaborações de Lewton
Veja Mais
Perfil de Lewton
Perfil do Usuário
Junte-se a nós!
Junte-se a nós!