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Postada em 13-04-2014. Acessado 764 vezes.
Título da Postagem:Jornalistas do Brasil Uni-vos, os jornais estão acabando
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 13-04-2014 @ 09:58 pm
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Tags: jornais, conselhos, editorial, blog, profissionalismo, jornalistas, tecnologia

Jornalistas do Brasil Uni-vos, os jornais estão acabando

Nos últimos 9 (nove) anos vários colegas estiveram enviando e-mails para os articulistas de vários jornais e revistas. E nenhuma "santa alma" teve o brio de responder. Em vários momentos tensos, para o país, em que pessoas queriam emitir contribuições, advertências e cautelas, uma imprensa “blindada e nada democrática” que não dá espaço para novas dialéticas.

Assim, Caixa 2, Mensalões, CPIs, Petrobrás, BNDES e CUBA, Reforma Política e outras Reformas, ficam restritos às visões de articulistas e de suas fontes tradicionais.

Muito embora tenhamos notado a falta de renovação da dialética, em função até das repetidas e tradicionais FONTES deste jornalismo em decrepitude.

Cremos que eles (os articulistas), não devessem colocar denominação dos seus e-mails em seus artigos, como se dando margem à comunicação bilateral, para não decepcionar os seus leitores. Os meus e-mails, por exemplo, nunca responderam. Talvez eu seja um imbecil, pelo apoucamento que eles revelaram às nossas assertivas.

Imaginamos que à luz da psicologia, a grande maioria deles não se expõe a confrontações que podem ser desgastantes. Alguns são inconsistentes em conteúdo e jamais irão “conceder” debates paralelos.

E mais seriamente afetados são os “comunistas e simpatizantes”, com seus rasgos de esquerda e com o “cérebro rasgado” pela ignorância que demonstram sobre o comunismo, tentando induzir à sua ressurgência no Brasil.

Esses parecem que “escrevem e correm”, como com medo de suas convicções.

Lemos muitas manifestações de leitores acatadas, porém de baixo calão intelectual, às vezes carregadas de preconceitos e pseudo-saber. É certo que a expressão do pensamento e sua comunicação formal merecem que haja base intelectual para se que escreva o português e se comente os temas com o mínimo de noção sobre o que acha que pode comentar.

Se a manifestação ideológica é livre, a educação e a intelectualidade deveriam ser obrigatórias.

Prevalece a “Lei do Menor Esforço”, onde comentários de somenos relevância têm receptividade, referências menos politizadas são debatidas, assuntos que não fazem a “ressurreição de velhos traumas sócios-políticos” são estimulados, os que fazem parte das “diretrizes dos conselhos editoriais”, dos respectivos jornais, são privilegiados e aqueles assuntos que atingem os seus adversários – políticos, técnicos - e concorrentes.

Dentre todos que tentamos comunicação apenas um nos respondeu, e assim mesmo com uma mensagem automática. Pelo menos "nos deu atenção" - é o tipo de “consolo de verme" (é o que nos fazem sentir).

A nosso ver esses articulistas, e seus jornais, fazem parte de um “modus operandi” falido, para um novo processo evolutivo e civilizatório, do qual o Brasil precisa.

Nesse novo paradigma eles não serão nada. Em breve poderão ser menos ainda. Não fazem história, como deveria fazer o 4º Poder (a imprensa), e nem estão influenciando ela de modo positivo. Esse pessoal acha que não depende dos leitores. E olha que alguns articulistas não devem ter "mais do que 17 leitores", o que já seria um bom motivo de preocupação.

Pela Lei das Probabilidades e o número de jornais vendidos, levando em conta o número de seções, número de páginas, número de artigos e notícias e a demanda de tempo de sua leitura plena, o número de “leitores plenos” cai “vertiginosamente” para a ordem de 1% a 3% da tiragem do período – talvez, apenas aposentados “abastados” sejam “leitores plenos”.

Há o “leitor seletivo” que tendo dinheiro para comprar jornais, diariamente, por R$ 1,50, R$ 2,00 ou R$ 2,50, investe de 30 a 90 minutos diários na leitura dos assuntos que lhe interessam, mas é um conjunto muito aleatório e variante.

Os vários cadernos especializados, de um jornal, com seus temas determinados se mostra um exagero de performance jornalística para nossa rotina de usuários. Mas, comprar jornal para ler apenas algumas notícias é pouco racional, como faz o “leitor seletivo”.

É certo que pelo menos uma faixa, de 10 a 15 notícias, seja lida por quem compra o jornal, dando uma demanda oscilante de 60% a 80% (para essa faixa). Uma parcela restante lê futebol, caderno B, fofocas de colunas sociais e escândalos políticos e criminais – absorvem pouca cultura e informação, via jornal.

Têm “leitores seletivos” que lêem apenas o caderno de economia, outros o de política, outros o caderno de anúncios, certos estudantes (abastados) lêem as estatísticas, na maioria absoluta das vezes isso ocorre.

Os anunciantes e seus negócios oferecidos estão, ainda, se viabilizando, mas numa escala recessiva que irá a certa hora começar a faltar com a comunicabilidade e o retorno do leitor.

Cerca de 250 anunciantes, sob a instituição jurídica de uma associação, numa base de R$ 150,00 a R$ 200,00 por mês, podem sustentar um bom SITE de anúncios, livrando-se dos jornais, e criando suas próprias diretrizes e a estrutura de anúncios, preços e padrões. E tendo alcance global, muito além do regional. Com baixo impacto de demanda, na formação de opiniões, que tipo de sociedade o 4º Poder deseja ajudar a criar ou desenvolver? E é essa a sua missão?

Cerca de 80% a 90% dos universitários brasileiros não lê nem jornais, nem revistas e poucos lêem mais de 3 livros por ano (mais de auto-ajuda e de ficção alienadora, quando lêem), além do que eles não têm tempo para tal. E a grande maioria não tem dinheiro para isto. E boa parte dos demais estudantes, abaixo do nível universitário, se coloca junto ao perfil de analfabeto funcional, com dificuldades de leitura, interpretação, redação e cálculos.

Então, como podemos melhorar o Brasil com pessoas com alto senso crítico e poder de análise?

O jornal depois de lido vira “sucata de papel e resíduo poluente”, e que pode, antes disso, estar ajudando no desmatamento, ou na redução da diversidade ambiental da flora (ou mesmo da fauna). E ele, para quase todos, vira “banheiro de cachorro”, “acendedor de churrasqueira”, “recorte escolar das crianças”, “embrulho de feira” ou “pacote de reciclagem” para cooperativas de coletores de lixo, quando não entopem bueiros ou se amontoam em lixões. Além de sujar nossas mãos e roupas, com sua “tinta gráfica”, e ter manuseio difícil ao se virar os “folhões”, e mantê-los “estáveis” para a leitura.

Quantos guardam partes de jornais ou recortam notícias para pesquisas ou referências futuras?

Algumas instituições jornalísticas estão investindo numa nova tecnologia interativa com os leitores e com a Internet, computadores e sistemas / equipamentos digitais, com sons e imagem móveis.

Algumas, por compras recentes de parques editoriais / gráficos, precisam depreciar a tecnologia, e finalizar o retorno dos investimentos.

Se um serviço deixa a desejar, como “recurso socialmente útil”, então, “destruição criativa” nele. Como o caso da “figueira estéril” da parábola de Jesus – que foi o primeiro precursor da proposta da “destruição criativa” – em que determina que se corte fora a árvore de frutos inúteis. Ou, pelo fruto é que se conhece a árvore – bons frutos, boa árvore, ou maus frutos, má árvore.

É preciso recorrer à tecnologia para aumentar a demanda de leitores e criar um dispositivo mais democrático, e que conceda acesso ao conhecimento, às tendências, as atualidades, aos eventos e notícias culturais, sociais, econômicas, humanistas e científicas, na medida do interesse do leitor ou de suas necessidades.

As crianças a partir dos 6 anos de idade, e os jovens dos anos 1990 para cá, têm na tecnologia uma espécie de idolatria quase que doentia. Estão extremamente familiarizados com os procedimentos “amigáveis”, de acessibilidade, interatividade, comunicabilidade e criatividade que a tecnologia concede. O Brasil tem mais de 85 milhões de jovens com idade abaixo dos 24 anos.

A tecnologia cairá bem ao jeito infanto-juvenil de aprender a ler, interpretar, escrever suas idéias, pensamentos e calcular. Até ler livros digitais. O maior atrativo do jornal eletrônico será a tecnologia idolatrada e fascinante.

Estima-se que, diariamente, no Brasil, cerca de 80% de todos os usuários da Rede façam suas conexões e navegações – ou cerca de 25 milhões de pessoas - representando quase 12 vezes a mais que o número de leitores diários dos 16 maiores jornais.

Um total de 100 milhões de brasileiros pode vir a ser usuário da tecnologia, ou cerca de 50 vezes maior que o número de leitores diários dos 16 maiores jornais.

Os grandes parques gráficos, para tiragem de jornais, poderão virar coisas do passado. Também produzem seus danos ambientais.

A nova tecnologia permite a simultaneidade e a convergência de contribuições, de articulistas (pré-cadastrados e avaliados), num processo de montagem e fechamento de edições no formato digital, colorido e com som e imagens móveis, em várias edições por dia, sem a “blindagem convencional e antidemocrática” dos jornais atuais.

E, ainda, “desconstruindo” a hegemonia, ou o predomínio, de alguns jornais brasileiros, neutralizando sua influência editorial, suas predileções políticas, suas artimanhas manipulatórias e suas duvidosas “demolições e desmanches” de imagens e reputações alheias.

As concessões de rádios, e de estações de televisão, que têm caído em maioria nas mãos dos políticos, desde que ACM foi Ministro das Comunicações, também, estão deixando cada vez menos democrático o sistema brasileiro difusor de notícias e informações. E isso favorece a hegemonia, ou o predomínio editorial, as predileções políticas e as velhas artimanhas manipulatórias.

Numa viabilização técnica e econômica (sob o ponto de vista de engenharia), muitas possibilidades podem ser operacionalizadas, tais como: de ampliar a fonte e modificar o tipo de letra (para míopes e idosos), fazer zoom, grupar notícias semelhantes, fazer cruzamentos e resumos, pesquisar por palavras-chave, imprimir imagens e textos em conexão a impressora ou computadores e etc. Isso superaria o significado do acesso a Internet, para o conceito de jornal eletrônico (ou livro digital – eletrônico), pois dispensaria computador, rádio ou telefonia, provedor de acesso e assinaturas respectivas. E podendo ainda contar com esses.

A lengalenga daqueles articulistas já saturou “meio mundo” de leitores – que podem comprar jornais diariamente. Cada articulista querendo ser mais "pitonisa" do que outro, fazendo previsões e análises econômicas e políticas, um querendo ser mais detetive do que outro, no meio do tiroteio dos escândalos petistas em seus crimes multivariados. Estão anunciando mais escândalos do que a sociedade pode absorver, e a justiça processar.

Muita ponta de fio emaranhado foi desembaraçada sem o fim da meada – numa onda sem precedentes de denuncismos.

Abateu-se o desânimo na sociedade pela sensação de impunidade, da incompetência e do favoritismo arbitrário da justiça brasileira, ficou mais desnudada depois desses escândalos – em seu nefasto frontispício dos 11 juízes do Supremo Tribunal Federal, diante do “volume de escândalos” que ficará sem resposta (e se a tivesse seria complacente com a bandidagem).

A “denúncia” deve ser motivo para a evolução civilizatória, contribuindo para aperfeiçoar sistemas, leis e princípios, numa reforma vigorosa da justiça e do sistema político-eleitoral (feita somente por nós – os “supostos” patrões).

Como os Conselhos Editoriais dos jornais coordenam o denuncismo, apesar dos riscos de falta de provas, ou de testemunhas, e os prováveis processos de “danos morais”?

Já sabemos que bandido brasileiro, de caneta, mala e colarinho branco, não passa recibo e nem vai preso – é até prestigiado pelos “juízes iníquos”. E que fontes são estas, em que se obtém a descrição dos escândalos com falta de fundamentação, ou com condições precárias em sua consolidação? Esses conselhos deixam passar muita inconsistência – sinceramente nos parece um Sistema Anarquista.

Alguns jornais têm Conselhos Editoriais de vulto, com mais de 10 a 15 pessoas, e que mostram essa falta de capacidade de coordenação da demanda das temáticas e de seus conteúdos.

A sensação é que há liberalismo e anarquismo – plena liberdade de expressão, sem alinhamento institucional à regras-mater - para os articulistas, e que os artigos, pela aparente maturidade dos seus autores, têm a fé-cega do conselho na sua publicação, mesmo que possa haver uma pratica velada de censura.

Alguns articulistas parecem "cocô de marinheiro na marola do mar". Na marola dos temas livres onde, na mesma coluna, hoje ele escreve sobre política e amanhã sobre a “Banda do Juquinha”, sem laços de continuidade racional, ou sem conexão com o momento político, social e econômico.

Quando o articulista da coluna está com impedimentos, colocam um outro que produz o mesmo efeito de “descontinuidade”. Os “leitores residuais” – os que ainda acreditam em jornais - irão se debandar.

Se eu fosse o chefe, sorte deles porque não sou, muitos articulistas já estariam escrevendo na "Folha Higiênica" ou na "Revista Sanitária" – pelos “excrementos” que nos oferecem. E o jornal já estaria num novo paradigma tecnológico.

As associações de jornalistas efetuam premiações para as reportagens de situações extremas e inusitadas, servindo de estímulo à investigação, ao denuncismo e a profecia. E associações especiais promovem a proteção profissional contra riscos e atividades contra os jornalistas – em assassinatos e perseguições – como se costuma acontecer em países com forma de governo que não seja a “democracia”, ou que estejam em conflitos, ou mesmo sob o domínio de organizações criminosas. Muitos pensam nas premiações e na demonstração de coragem, perspicácia e poder de “infiltração”.

Desconhecemos, de modo aberto, a política das instituições jornalísticas. Mas elas certamente têm suas opções políticas e são suportadas por um sistema de propriedades, de contribuições financeiras e de relações que procuram preservar suas crenças, valores e interesses. Notamos que isso é mais marcante do que se pode perceber aos primeiros jornais lidos, o que dirá após longos anos de leitura semanal.

Podemos dizer todos os 16 maiores jornais do país são modelos “blindados” – incomunicáveis – com sua prática particular de “barreira”. Não compramos mais jornais, desde agosto de 2005.

No meio da crise atual já percebemos que se passaram oportunidades de renovação da dialética política e de outras temáticas, em que o 4º Poder poderia ter ajudado a sociedade a mudar o foco da dialética nefasta, a fazer seus plebiscitos em escala confiável e ampliar a repercussão da opinião pública sobre os acontecimentos nacionais. Mas, essa turma "deitou sobre troféus" e se “blindou” com suas carapaças - o velho paradigma está fortemente cristalizado.

Não é por acaso que as vendas de jornais, e de algumas revistas, não crescem e os blogs na Internet estão começando a colocar esses jornais/revistas em xeque.

Muitos leitores de jornais já "migraram" para blogs e sites independentes, em busca da interatividade, da comunicabilidade e da “comunidade”, nos seus plebiscitos e enquetes internos, onde ingressamos na estatística das opiniões, concomitante às notícias e artigos, colocando o leitor “dentro da notícia” e de sua agitação – local, personagens e fatos – com entrevistas no formato de teleconferência. E, por isso, alguns jornais/revistas podem já estar começando a ter os dias contados.

Há muito pouca relevância na maioria dos artigos, de colaboradores dos jornais, e pouco impacto social, cultural e intelectual – lembremos apenas do pouco impacto da demanda!

Temos a impressão de que muitos (pessoas físicas e jurídicas) compram espaços – pagam para publicar – e os contratados recebem pouco para ter visibilidade, pela natureza dos artigos que são publicados. É um absurdo comprarmos jornal para lermos diariamente, com a falta de tempo que temos e o preço médio, ainda alto, para as classes socioeconômicas C, D e E. E com um crivo inadequado para publicação de artigos:

1. Artigos mal traduzidos, desconhecimento de termos técnicos, da terminologia geral e tradutor fora da especialidade;

2. Artigos mal redigidos, embora possa existir manual de redação;

3. Artigos do tipo “a alface é verde porque é verde”, com péssimo indutor de pensamentos, e uso precário de argumentos;

4. Ou “a alface é verde porque não é vermelha”, idem;

5. Artigos em que o autor escreve para si – excesso de erudição ou linguagem rebuscada e um academismo surreal;

6. Artigos pseudocientíficos, com citações inadequadas (ou excessivas) e que não reforçam o pensamento em desenvolvimento;

7. Artigos que se “repetem” (em pensamentos, palavras e ardil literário) em pequenos intervalos, dependendo da relevância do tema;

8. Artigos de “publicidade” sobre pessoas, produtos ou serviços condenáveis, socialmente inúteis e precários;

9. Artigos com histórias, ou passagens delas, pessoais dos articulistas, suas predileções e suas amizades, seus “heróis e símbolos” irrelevantes para o leitor.

A Internet está se tornando a “fuga da blindagem institucional dos jornais”. Ela é democrática e anárquica.

A fragilidade dos articulistas, com “validade vencida”, é tão significativa que basta um pequeno movimento para expô-los, nas comunidades da Internet, ou numa votação no Facebook, Orkut, Twitter, por exemplo, para “testar” a relevância dos artigos que publicam. E já constatamos em várias comunidades na Internet.

Os blogueiros estão começando a vencer, no arrebanhamento de “leitores articulistas”, mesmo que ainda não tenham a ação de transformação necessária para a sociedade e o “crivo adequado” dos artigos.

O Sistema dos blogueiros é anárquico-democrático, aberto e profícuo. O problema poderá residir na checagem da veracidade dos dados, das informações e da qualificação das fontes – um certo risco a fraudes, vai acontecer, mas isso ocorre hoje nos jornais, também. Mas o Sistema dos blogueiros está aberto ao novo, capaz de explorar temáticas e dialéticas novas, “andando por caminhos que nunca foram abertos”.

Há um esgotamento nas temáticas dos articulistas e a dialética atual já saturou. Novos ventos estão soprando no segmento do jornalismo e esse deve se adaptar às mudanças.

Como exemplo geral, a imprensa precisa guardar o "bloquinho de anotações", desligar o “gravador de apoio” e deixar de entrevistar muita escória política e nefastos administradores públicos do presente e do passado. Esses últimos nada fizeram de útil, nada fazem, nada produzem e nada agregam a não ser "desamparo e miséria intelectual e cultural". E comandar suas quadrilhas.

O futuro, pela pressão da tecnologia, irá exigir uma nova postura das instituições jornalísticas. Ainda há tempo, muito embora algumas não possam, tão cedo, rumar em escala para o novo caminho. Precisam depreciar seus recentes investimentos em parques gráficos e equipamentos de vulto. A “destruição criativa” será inevitável.

Existem instituições jornalísticas seculares e que superaram os desafios do tempo. Mas a miniaturização de objetos, a redução dos esforços de engenharia em sua obtenção, a redução dos custos equivalentes, a processabilidade, a portabilidade, a comunicabilidade e a interatividade irão deslocar, os serviços jornalísticos, para uma plataforma tecnológica de maior agilidade – tempo real absoluto - baixo custo de manutenção e para um maior processo holístico da convergência das informações, das notícias e dos artigos dos leitores e participantes dos eventos. Nessa ocasião ninguém precisará dos jornais como os conhecemos hoje.

Abraços,

Lewton

Hoje usando NEVE. Limpava com jornais quando era estudante... Mas naquela época os jornais eram LEVE.




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