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Postada em 06-05-2014. Acessado 474 vezes.
Título da Postagem:Plano geral do desenvolvimento da sustentabilidade ambiental de um município
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 06-05-2014 @ 11:54 am
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Tags: sustentabilidade, plano, município, desenvolvimento, ambiente, impactos, IEAQ

 Plano geral para o desenvolvimento da sustentabilidade ambiental de um município

Não percebemos que o assunto do licenciamento ambiental se administra isoladamente. Ele deve ser integrado ao ciclo da sustentabilidade. Em nossos estudos concluímos que a sustentabilidade deve ser uma ação integrada, de acordo com um plano respectivo.

Na missão de desenvolver a sustentabilidade ambiental do município, várias atividades municipais, estaduais e federais devem convergir para um conjunto ordenado de ações visando corroborar com a manutenção do controle ambiental sob a estrutura de sistemas cooperativos.

Como vemos a sustentabilidade ela se traduz na integração dos processos e procedimentos para a gestão ambiental do município.

A proximidade administrativa dos prefeitos, e de seus secretários, junto às demandas sociais, produtivas e econômicas locais, os obriga com urgência a estabelecerem planos de administração que contenham todas, ou quase todas, as atividades que contribuem para o conceito objetivo de sustentabilidade.

Logo, sustentabilidade é igual à adequação ao meio ambiente (método do IEAQ para o planejamento administrativo). Tudo deve adequar-se ao meio ambiente, mantendo um ritmo de perturbações em taxas menores do que aquelas taxas do ritmo natural de regeneração ambiental. E que tais taxas de perturbações possam ser eliminadas ou minimizadas em curto prazo.

No licenciamento ambiental todas as permissões condicionadas pelas licenças, sobre condutas de mitigação de perturbações, sobre providências de reparações, sobre minimização de impactos ambientais, sobre a educação ambiental e seu treinamento de suporte (nas habilidades humanas e operacionais) irão necessitar de atenção para seus resultados e sua manutenção monitorada de maneira sistêmica.

Esta maneira sistêmica se ordena num plano que convenciona o princípio administrativo da sustentabilidade local...

Este plano condiciona a conexão entre a taxa de licenciamentos ambientais, o aumento das demandas de resíduos, a capacidade administrativa do aterro municipal, a absorção da aparelhagem de reciclagem e a eficiência das logísticas envolvidas. Num contexto dirigido pela educação ambiental ampla, pelo monitoramento periódico pelos órgãos institucionais e por aqueles dedicados da prefeitura municipal.

O plano agrega algumas das premissas básicas para minimização de colapsos e contingências ambientais, dentro da sustentabilidade.

Nada adiantará conferir licenças ambientais num município em crescente desenvolvimento, sem que se possa verificar e controlar a logística para encaminhamento dos resíduos de indústrias, do comércio e de serviços aos destinos estabelecidos e a sua disposição em aterros e depósitos.

Nada adiantará que com aumento das demandas de resíduos não haja uma gestão sincronizada de aterros e depósitos, ao ponto do esgotamento de espaços e aumento das taxas de perturbações ambientais nos mesmos.

Nada adiantará se ter espaços transitórios e temporais para disposição de resíduos, sem que se tenha uma sistemática eficiente de Reciclagem e Comercialização de Reciclados.

Então segundo esta visão administrativa, teremos que articular as ações das seguintes premissas básicas:

1ª Educação ambiental ampla – infantil, juvenil, adultos e idosos, nas áreas urbanas e rurais, para que as fontes geradoras de resíduos possam ter maior racionalidade em consumo e no despejo de seus resíduos – domésticos, industriais, comerciais e serviços;

2ª Medição e controle da produção e da logística de resíduos – minimizando acumulações, degradações, contaminações e esgotamentos, agilizando a destinação dos resíduos;

3ª Aparelhamento de aterro sanitário controlado – instalações com equipamentos operacionais que confiram a produtividade, a qualidade e a economia local no manejo e disposição dos resíduos no controle dos espaços e camadas, de chorume e infiltrações, de contaminações, das degradações e de outras anomalias das operações dos aterros;

4ª Normalização das práticas do aterro sanitário – estabilizar a rotina administrativa para garantias de eficiência e eficácia;

5ª Aparelhamento dos processos de reciclagens - – instalações com equipamentos recicladores que confiram a produtividade, a qualidade e a economia local no aproveitamento dos materiais contidos nos resíduos;

6ª Controle da qualidade e da produtividade do aterro sanitário – sistema de gestão que confira segurança contínua e melhorada dos indicadores administrativos do aterro, desde os aspectos humanos e sociais aos aspectos práticos da administração operacional;

7ª Monitoramento da conformidade operacional e administrativa do aterro sanitário – resolução dos problemas das não conformidades relacionadas aos indicadores administrativos para enquadramentos nas metas planejadas e para dirigir melhorias;

8ª Licenciamento ambiental focado na educação ambiental, logística, na disposição no aterro sanitário e na reciclagem - na legislação aplicável e de acordo com as características dos resíduos do município;

9ª Fiscalização educativa e de instrução periódica nas empresas, na logística, no aterro e na estrutura de reciclagens;

10ª Auditorias institucionais de sustentação do método administrativo - feitas com autoridades dos prefeitos, dos estados e federais, evitando recaídas;

11ª Propaganda, publicidade e premiações - exaltando a excelência ambiental – motivando as iniciativas;

Estas premissas estão planificadas no "Plano Integrado de Meio Ambiente do Município".

Abraços,

Lewton




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