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Postada em 16-05-2014. Acessado 771 vezes.
Título da Postagem:A maioria dos empregados não acredita na empresa, nem confia nas pessoas
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 16-05-2014 @ 02:24 pm
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Tags: corrupção, lei da vantagem, cultura do confisco, administração, temerária

A maioria dos empregados não acredita na empresa e nem confia nas pessoas

Duas pesquisas de opiniões, de fontes diferentes, prospectaram tabus sobre a idoneidade das empresas e das pessoas. O resultado foi um número cabal e igual em sua magnitude. Deu 62% na cabeça das pesquisas.

Os artigos das pesquisas constam nos seguintes links:

http://oglobo.globo.com/economia/emprego/elos-da-corrupcao-11828837

Elos da corrupção, 62% dos profissionais acreditam que sua empresa faria algo ilícito, diz pesquisa, Autoras: Maíra Amorim e Amanda Wanderley , feita pela Consultoria KPMG; 

Numa amostra de 500 profissionais (empresários e empregados: 

- 62% acreditam que sua empresa participaria de um ato de corrupção;

- 17% dizem não saber e

- 21% afirmam que a companhia não compactuaria com algo ilegal.

- Total: 100%;

- E, 33% dos entrevistados têm razões para acreditar que sua empresa participou de um ato de corrupção nos últimos 15 meses. 

A Lei Federal 12.846/2013 de Combate a Corrupção, que entrou em vigor no fim de janeiro de 2013, pretende ajudar a diminuir a CORRUPÇÃO no país, nas relações públicas e privadas. Embora a Lei Anticorrupção, como tem sido chamada, tenha foco maior nas grandes empresas, pequenos empreendedores e start-ups também podem — e devem — se preparar para o novo cenário. 

http://msn.catho.com.br/?State=noticia&id=53884

- 62% dos brasileiros dizem ter pouca confiança nas pessoas, Autora: Nathaly Bispo, Confederação Nacional da Indústria (CNI), feita em parceria com o IBOPE;

O brasileiro só confia muito na própria família. Numa amostra com 2.002 pessoas em 143 municípios. 

- 73% dos brasileiros têm muita confiança na família;

- 18% dizem confiar muito nos amigos,

- 11% nos vizinhos e

- 9% nos colegas de trabalho ou da escola;

- Total: 100%;

- E, 6% têm muita confiança nas outras pessoas. Outros 31% dizem ter alguma confiança nas outras pessoas em geral;

- E, 62% dizem ter pouca ou nenhuma. 

Para 82% dos entrevistados, a maioria das pessoas só quer tirar vantagem. A sensação é maior na região Nordeste - 89% da população têm essa percepção - e menor nas regiões Norte e Centro-Oeste, onde o percentual cai para 71%. 

Quando a pessoa está desconfiada, isso afeta sua “decisão de consumo", afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. 

Quais são os grupos mais desconfiados? 

Moradores do interior confiam menos – 64%;

Jovens desconfiados - Entre os que têm entre 16 e 24 anos – 67%;

Nordeste e sudeste desconfiam mais - 66% e 65%, respectivamente;

Homens x mulheres – 62%. 

Fonte: MSN Empregos

================== 

Então, 62% dos profissionais e das pessoas NÃO ACREDITAM na empresa que trabalham e DESCONFIAM das outras pessoas respectivamente? São duas maiorias que se formaram no cabalismo numérico de 62%. 

Vivemos numa “cultura recessiva de confisco e escroquismo”, que se acultura nos espertalhões da LEI DA VANTAGEM. E entre pessoas das capitais, e das cidades do interior, acusam a média de 82%, que a maioria das pessoas, em qual cargo, função, trabalho, salário e escolaridade, que estejam, ou sejam, têm compulsão ao apelo de aplicação da LEI DA VANTAGEM. 

E o Brasil é fecundo em violações e transgressões de Leis e de Princípios. E a INTERNET é uma grande depositária dessa fecundidade escabrosa. 

As violações são de uma escala inimaginável, de como pode alguém, em sã consciência, cometer tão graves delitos, numa oportunidade rara para o exercício nobre do poder, de um cargo, função e trabalho. 

Houve uma FIXAÇÃO CULTURAL do que pode ser mais ignóbil e asqueroso para um brasileiro, em plena luz da tecnologia da informação, dos seus registros em dados, fatos e fotos - PREDADOR TRAPACEIRO, na era digital, com todas as DIGITAIS nos arquivos cibernéticos - sigilo fiscal, sigilo bancário, vídeos "sorria você está sendo filmado", sigilo telefônico, cartões de crédito, artigos de jornais, artigos acadêmicos e etc. 

Após vários meses buscando, por palavras-chave, identificamos uma lista de TRAPAÇAS muito comuns, praticadas pelos administradores brasileiros, públicos e privados, e em todos os poderes e níveis de "autoridades públicas e até de juristas". 

Uma TRAPAÇA é um evento de CORRUPÇÃO sempre motivado por incontrolável desejo de controle e posse da coisa pública, apropriação indébita de verbas, ou dinheiro, dos cofres públicos, desvio dessas verbas, roubo propriamente dito. 

Isso é doença ou falha de caráter? É uma tentação intransponível ou uma aventura sedutora? Isso é cultura regionalizada, fixada desde o advento das Capitanias Hereditárias? 

Notamos uma forte tendência para arranjos que possam perpetuar a indolência, a preguiça, a incompetência, a parentela e o provedor inesgotável. Arranjos que possibilitem a vida de fartura, segurança econômica e de saúde. 

Hoje exploram um povo inculto em todas as esferas de exclusões e analfabetismo. 

E eles se multiplicam, muitos querem ir para o SERVIÇO VAZIO ou TRABALHO INÚTIL num país de raras oportunidades onde a conspiração, e a malandragem, valem mais do que o estudo incessante e a escolaridade teimosa, daqueles que acreditam que só com ética e conhecimentos constroem um país.  Escolaridade essa extraída a duras penas do sacrifício individual e fora de uma escala nacional de visão e promoção do progresso. 

E esses PARASITAS são USURPADORES de toda espécie de oportunidades, de idéias, criações e métodos alheios. Já que não estão capacitados “tomam” de quem não optou pela indolência, o ócio e a vadiagem. 

Por não existir um DONO fiscalizador, rigoroso e justo, a COISA PÚBLICA, principalmente, se transforma numa USINA de saciedades vis – “Eles querem um permanente BANQUETE, sem pagar entrada, nem limpar apetrechos e nem destrinchar os alimentos. Depois de comerem, iguais animais, se refestelam em folgas ou sestas reparadoras - ganham jetons para freqüentar o BANQUETE”.  Um séqüito de vampiros a sugar o trabalho dos “insistentes construtores” da riqueza nacional, que ainda não desistiram de construir o BRASIL PAÍS “NO” FUTURO. 

Uma praga maldita consome quase 40% do PIB, sem nenhuma troca producente. E hoje milhões de justos são imolados na incompetência administrativa de espertalhões, dos políticos e similares brasileiros, que guardam as práticas ilícitas dos vestígios hereditários. 

Você consegue imaginar, de sua janela vivencial, a quantidade de corrupção praticada no Brasil? E quais os grandes Momentos de Trapaças em atividades nos serviços públicos, em parcerias público x privadas e nos poderes políticos e jurídicos? 

LEIA O LISTÃO DO DIABO – que dá instruções aos seus DISCÍPULOS - Faça TRAPAÇAS nos momentos de (da): 

Tabela dos Momentos para Trapaças no Brasil 

1. Abertura de empresas;

2. Acordos para emitir pareceres técnicos ou jurídicos;

3. Aplicação do senso crítico de justiça e eqüidade;

4. Aprovações de contas públicas e de governos;

5. Aprovações para motoristas de veículos e obtenção da carteira de habilitação;

6. Aumentar impostos para cobrir gastos descontrolados;

7. Autorização de licenças de operação de empresas;

8. Autorização para funcionamento de cursos técnicos e de nível superior;

9. Autorização para funcionamentos de estabelecimentos educacionais;

10. Balanços de contas públicas;

11. Cálculos de custos e valores de projetos e obras públicas;

12. Candidatura a cargos eletivos do executivo, do legislativo e indicações do judiciário;

13. Concepção de Leis – com aplicação socialmente onerosa e retroativa;

14. Concepção e de votação de Leis para benefícios da sociedade;

15. Concessão de certificados de filantropia;

16. Concessão de empréstimos para empreendimentos inconsistentes;

17. Concessão de estações de rádio e televisão;

18. Concessão de serviços públicos a terceiros;

19. Concursos públicos para os 3 poderes, para os estados e os municípios;

20. Contratação de notórios especialistas;

21. Controle nos postos de fiscalização rodoviária, ferroviária e em serviços aduaneiros;

22. Credenciamento de profissionais de qualificação duvidosa;

23. Criação de cargos públicos com bons salários, condição intocável, temporalidade semi-vitalícia e mordomias;

24. Criação de CPI e de elaboração de relatórios respectivos;

25. Criação de secretarias, ministérios, comissões e conselhos para perpetuar poderes e grupos;

26. Cumprimento do dever constitucional, moral e cívico;

27. Defesa moral e ética de envolvidos em crimes e delitos;

28. Divulgação de resultados e de indicadores de governos;

29. Documentações e certificações de terceiros para prestação de serviços às instituições públicas;

30. Efetuar o orçamento da união, dos estados e dos municípios;

31. Elaboração de projetos de Leis;

32. Emissão de certificados ambientais;

33. Estudos e pesquisas para fundamentação de argumentos para leis, projetos e obras;

34. Exercício parlamentar de corruptos, gazeteiros e improdutivos;

35. Faturamento de compras e empenhos;

36. Fechamento de empresas;

37. Fiscalização da situação tributária e fiscal de empresas;

38. Fiscalização de obras;

39. Fiscalização e defesa do meio ambiente;

40. Fundamentação de valores e custas para precatórios;

41. Gastos públicos e discriminação de despesas;

42. Julgamento de processos com venda de sentenças;

43. Liberação de alvarás;

44. Liberação de FGTS e na concessão de Aposentadorias;

45. Liberação de Habeas Corpus;

46. Liberação de verbas públicas;

47. Licitações públicas e tomadas de preços;

48. Liquidação de massas falidas;

49. Litígios e multas trabalhistas para extorquir empresas produtivas;

50. Multas ambientais;

51. Multas de trânsito;

52. Multas fiscais e tributárias;

53. Nomeação de pessoal para cargos públicos: nepotismo, nepotismo cruzado e fisiologismo;

54. Nomeação de políticos para cargos estratégicos, de soberania nacional e de respeito ao povo;

55. Obtenção de empréstimos em bancos de desenvolvimento e fomento;

56. Pagamento de fornecedores e de terceirizados;

57. Pagamento de precatórios;

58. Permissão de políticos suspeitos, sob investigação, para campanhas eleitorais;

59. Posse de dossiês escabrosos para elucidação de práticas políticas criminosas;

60. Prestação de contas de campanhas políticas;

61. Proibição de atividades que oneram interesses políticos e corporativos;

62. Projetos de políticas públicas;

63. Projetos e elaboração de obras;

64. Prometer ajuda as empresas ícones, sob crise de falência;

65. Promover encontros políticos em seminários e congressos com grupos de lobistas;

66. Proposições de projetos usando idéias e propriedades intelectuais alheias;

67. Recebimento de dívidas dos devedores do poder público;

68. Repasse de verbas para atividades determinadas por Lei;

69. Repasse de verbas para atividades não cobertas por Lei;

70. Seleção de prestadores de serviços aos poderes públicos;

71. Uso do dinheiro público e da influência de autoridades;

72. Usufruto da impunidade parlamentar;

73. Votação de Leis para benefício de minorias abastadas ou corporativas;

74. Votações de projetos de Lei de interesse difuso - sem beneficiário-destinatário. 

No Brasil os PREDADORES administram e governam SAUDÁVEIS e INCÓLUMES - num fausto banquete. Será por isso, então que 62% dos profissionais e das pessoas NÃO ACREDITAM nas empresas que trabalham e DESCONFIAM das outras pessoas respectivamente? São duas maiorias que se formaram no cabalismo numérico de 62%, na cultura de país vítima da CORRUPÇÃO. 

Abraços, 

Lewton




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