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Postada em 18-06-2014. Acessado 523 vezes.
Título da Postagem:A Apple, Microsoft, Google, Facebook e outros precisam compatibilizar recursos
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 18-06-2014 @ 02:43 pm
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Tags: plataformas, tecnológicas, compatibilidade, redução de estresses, fucionalidade

A Apple, Microsoft, Google, Facebook, Fornecedores de Antivírus e outros apetrechos precisam compatibilizar suas tecnologias

Nos EUA as tecnologias da automação, e da informação, viraram parafernália simbólica da competitividade.

Em verdade herdamos muitos bilhões de soluções de engenharia e as supervalorizamos, esquecendo o lado humano do seu uso.

Prendemo-nos em outros significados do processo pelo seu uso, ancorados em sua posse e no poder que nos exercem os objetos representantes desta tecnologia. Isto condicionou a abominável idolatria pela tecnologia. E esta foi mistificada pelos seus complexos processos operacionais, de modo que encaramos como normal substituir homem por máquina, ou autômatos versus seres humanos.

A idolatria da tecnologia acelerou a obsolescência do profissional e o RH não soube acompanhar tal velocidade, nem tão pouco soube ceder aos gerentes, das atividades e atribuições, dados ou técnicas relevantes capazes de identificar as necessidades e capacitações para acompanhar a derivação estratégica da empresa, em face de uma nova visão ou redefinição de sua missão empresarial. Homem obsoleto, homem na rua.

A idolatria da tecnologia consorciou-se ao profissionalismo, à vanguarda, à solução de problemas da empresa. Porque existem todas as empresas ainda com muitos problemas? A tecnologia está repleta de homens sem habilidades sociais, que tornou fácil eliminar postos de trabalho e colocar pais de família na rua.

A idolatria da tecnologia criou o que chamamos "O ciclo dos 7 estágios da síndrome lobotômica".

O fenômeno da tecnologia mistificada, e sua idolatria, produziu tal ciclo:

O Ciclo dos 7 estágios da Autodestruição Homem-máquina:

1. O chefe corta pessoal;

2. Aumenta o trabalho dos remanescentes;

3. Tudo fica mais lento e estressante;

4. O chefe pede mais serviços desnecessários;

5. A ineficiência aumenta;

6. Aí resolvem comprar uma "High Tech" mais poderosa;

7. O chefe corta mais pessoal; E o Ciclo se reinicia...

Este ciclo foi introduzido pela reengenharia de modo a incorporar quase 100% de tecnologia nas operações empresariais.

Dizem que Bill Gates era a besta do número 666. Mas, hoje concluímos que o Anticristo é chamado de Michael Hammer, o pai da reengenharia, conspiradora contra a realização humana. O homem conspirando contra o homem.

Na Reengenharia de Hammer não houve nenhum rasgo de genialidade, apenas uso de umas velhas técnicas da engenharia industrial, do início do século 20.

As técnicas da Engenharia Industrial do início do século 20:

(1) Descrição do procedimento;

(2) Formatação do procedimento em fluxogramas;

(3) Medição do tempo, do movimento e do esforço;

(4) Eliminação de gargalos, piques e redundâncias;

(5) Reformatação de novo procedimento racionalizado.

O novo procedimento racionalizado, enxuto e limpo, faria a concessão de espaço para uso da tecnologia e demissão de pessoas. Ninguém fez uma análise crítica, o que nos revelou a falta de senso humano entre os executivos americanos.

A primeira pergunta deveria ter sido: Porque o processo não estava enxuto e limpo? Alguém o poluiu e o sujou! Foram os gerentes; que se livraram dos seres humanos, o tal chefe lobotomizado. O homem paga pela ignorância do homem!

A reengenharia era tudo que eles precisavam: homem-rua, máquina-empresa e menos gente para perturbar e mais produção (e só produção).

A própria tecnologia virou vítima da tecnologia, sem durabilidade e sem confiabilidade, como deficiente padrão da sua qualidade:

(1) Máquina quebrada;

(2) Fornecedor "vaga-lume" - fornece-não fornece, fornece-não fornece;

(3) Comunicações incompatíveis;

(4) Sistemas lentos e congestionados;

(5) Sistemas fora do ar;

(6) Pessoal mal treinado;

(7) Fluxos de operação sem sincronicidade;

(8) Inimiga do usuário;

(9) Cara na manutenção;

(10) Rápida obsolescência;

(11) Intermediários agregando falhas e retardos - energia elétrica, provedor de Internet, fornecedores de softwares e de antivírus;

(12) Excesso de atualizações perniciosas com obrigação de se REINICIAR o computador;

Desespero coletivo e depressão em grupo:

1. Gente com cursos pela Internet,

2. Com trabalhos em casa,

3. Pesquisadores e cientistas em busca de dados e informações,

4. Estudantes com trabalhos de escola,

5. Administradores com acesso a BankLines e a seus contadores,

6. Cidadão em conexão com sites de serviços públicos,

7. Cidadão em conexão com sites de serviços privados,

8. Profissionais enviando e aguardando mensagens e informações,

Toda esta gente "entrou numa fria" na crença da primazia da Tecnologia. Mas esta Tecnologia só funcionará de fato em interações e interfaces racionais, confiáveis e seguras (e a prova de violações).

A tecnologia ainda possui um mau desempenho, as suas interfaces são complexas, extremamente idolatradas, pelos seus produtores e seus compradores. Se o consumidor não compra produtos ecologicamente incorretos, deveria não comprar de empresas humanamente incorretas. O homem também é natureza.

A tecnologia mistificada e idolatrada como libertária da incômoda presença humana na fábrica, ou no escritório, ou no campo e nos serviços, nesta atual adoração desenfreada, chega a provocar a supervalorização do inútil e de funcionalidade questionável. Daí vem o superfaturamento de fornecedores de tecnologia.

Espertalhões, que empurram a tecnologia pseudo-útil para os gerentes, que por sua vez com “LD - Lobotomia Diferenciadora" e com uma ‘própria empresa’ dentro da empresa, a compra através dos mais infames modos de justificação.

A tecnologia mistificada criou isto, ninguém sabe para o que serve: muitos vão para a rua, demitidos e substituídos pelo pseudo-útil com mega-memória, tera-velocidade e giga-ciclagem.

Os gerentes valorizam e idolatram a tecnologia porque não tem que "suportar a limitação dos seres humanos". Entretanto os gerentes americanos depararam em terem que suportar tecnologia vazia, seus pitorescos casos e seus consultores performáticos.

Segundo Dilbert (Scott Adams), nos EUA, todas as técnicas de gerenciamento não deram certo. Improvisou-se uma mistura dos seus melhores atributos criando o "Monstro Gestor", que virou software de gestão empresarial e, também, não está dando certo.

As avaliações não conseguiram medir efeitos, nem desempenho, nem permitiu comparações e as classificações de performance pareceram sem sentido de mérito. No final o melhor gerente é aquele que faz o que o chefe manda até mesmo que "comer baratas".

Encapsular rotinas gerenciais, em softwares, foi a epidemia de todos os momentos, em face de necessidade de manter os gerentes ocupados, avaliando itens de controle das suas rotinas. Surge a onda do excesso de aplicativos, como complementos de conexões e interfaces.

Surgiu a técnica MBA.Hiper, ou aquela outra TPM.4X, ou aquela outra ZERODEF.13 ou a CEP-5SS ou KANBAND.W9 ou a exótica TQC.NOVEL. Em sistemas muitos softwares surgiram, tais como: o SAPO, o poderoso EAGLE.WORK ou o MASTER.EDEN. E ninguém entendeu mais nada!

Nós ousamos inventar o SAMEX que está “depositado” na Biblioteca Nacional do Brasil.

A idolatria da tecnologia cria uma cultura tribal:

(1) Muitos profissionais fazendo gênero ou criando costumes;

(2) Cabelos abrilhantados ou calvícies lustrosas;

(3) Indumentária fora de série;

(4) Charutos ou reflexões fumacentas;

(5) Nova linguagem e outros estilos diferenciadores.

Esta cultura tribal encantou os gerentes lobotomizados, que terminaram cedendo às ofertas de uma "nova e confiável tecnologia". Mas, antes precisavam fazer outra reengenharia.

E não adianta um fabricante de tecnologia, ou de equipamentos, para informática, alardear que seu produto é de alta qualidade. Se tal produto fizer parte de uma Plataforma Tecnológica Eletro-Eletrônica cujos elos e laços de ligações, operações e conexões forem fracos e de má qualidade.

De que adianta termos o melhor software e/ou o melhor hardware, em casa ou no trabalho, se o fornecedor de energia elétrica, for de baixa confiabilidade?

E se um antivírus ou o software que estivermos usando "retarda nosso trabalho" para fazer atualizações e ainda exigir que façamos um 'REINICIAR'?

E se as conexões de Internet móvel ou fixa forem de má qualidade? Até as tomadas, extensões e conectores fazem parte desta plataforma...

Existem vários elos no conjunto de utilização de tecnologia - Plataforma Tecnológica Eletro-Eletrônica - que a visão do futuro será a de administrar as interações entre tecnologias e as interfaces homens-máquina, em busca da altíssima confiabilidade, respeitando o BIORRITMO DA NATUREZA HUMANA E SUA ERGONOMIA.

Esta confusão assume um caráter de grandes dimensões se neste ‘miolo tecnológico' entrarem os produtos piratas, de baixa confiabilidade e de precária concepção material, então já podemos ter enfartados e depressivos pelo desempenho precário de sua parafernália tecnológica montada sem a confiabilidade de cada componente seu.

Digamos que temos uma interação entre:

1. Hardware,

2. Software,

3. Energia Elétrica,

4. Taxa de Atualizações dos Softwares disponíveis,

5. Anti-Vírus eficiente,

6. Garantia de conexões confiáveis de Internet e

7. Interfaces com atendimento ao Biorritmo e a ergonomia dos usuários.

E digamos que estas 7 (sete) variáveis atendem a especificação de uma BOA QUALIDADE da Plataforma Tecnológica Eletro-Eletrônica. Digamos, também, que os usuários tenham um treinamento pelo menos MEDIANO, para o uso eficiente de sua parafernália tecnológica montada.

Então, podemos ensaiar um demonstrativo das probabilidades de termos aporrinhações todos os dias, e quase todas as horas, ao usarmos a Tecnologia.

Se na interação a variável for ‘BOA ela tem 1,000 de confiança’. Se for de ‘MÉDIA qualidade diremos que tem 0,600 de confiança’. E se for de ‘BAIXA qualidade diremos que ela tem 0,200 de confiança’.

Vamos montar uma matriz demonstrativa da ENERVANTE Plataforma Tecnológica Eletro-Eletrônica que terminamos por montar em casa ou no trabalho:

=========================

Tabela 1: Qualidade da Confiança de uma Plataforma Tecnológica Eletro-Eletrônica

FATOR-VARIÁVEL......BOA Q..MÉDIA Q....BAIXA Q...TESTE 1...TESTE 2

………….....................P…........P…............P..............P…..........P

1 HARDWARE...........1,00…....0,60..........0,20.........1,00........1,00

2 SOFTWARE............1,00......0,60..........0,20.........1,00........1,00

3 ENERGIA...............1,00......0,60..........0,20.........0,60.........0,60

4 ATUALIZAÇÃO.......1,00......0,60..........0,20.........1,00.........0,60

5 ANTI VÍRUS...........1,00.....0,60...........0,20.........0,60.........0,20

6 CONEXÕES............1,00......0,60..........0,20.........1,00.........0,60

7 INTERFACES..........1,00......0,60..........0,20.........1,00.........1,00

Probabilidade OK.......1,00.....0,03....0,000013.......0,360.......0,043

% CONFIÁVEL.........100,0.....2,80....0,001280.........36,0..........4,3

==========================

TERMOS:

1. CONFIABILIDADE = P1 x P2 x P3 x P4 x P5 x P6 x P7;                                        

2. É um PRODUTÓRIO = das Probabilidades Individuais de Eventos Independentes;                                         

3. Pn = Probabilidade de ocorrência da Variável n na Escala da Qualidade;       

Comentários sobre a Tabela 1:

1. Em 7 variáveis se tudo for BOA Qualidade com 1,000 de probabilidades, logo teremos uma plataforma com 100% de confiança;

2. Se tudo for MÉDIA Qualidade com 0,600 de probabilidades, logo teremos uma plataforma com 2,8% de confiança; 

3. Se tudo for BAIXA Qualidade com 0,200 de probabilidades, logo teremos uma plataforma com 0,00128% de confiança;

4. Teste 1: Se as variáveis 1, 2, 4, 6 e 7 forem BOA Qualidade com 1,000 de probabilidades e as variáveis 3 e 5 forem MÉDIA Qualidade com 0,600 de probabilidades, logo teremos uma plataforma com 36% de confiança;

5. Teste 2: Se as variáveis 1, 2 e 7 forem BOA Qualidade com 1,000 de probabilidades, as variáveis 3, 4 e 6 forem MÉDIA Qualidade com 0,600 de probabilidades e a variável 5 for BAIXA Qualidade com 0,200 de probabilidades, logo teremos uma plataforma com 4,3% de confiança; 

Concluímos que existem diversos ESTADOS TECNOLÓGICOS de CONFIABILIDADE das Plataformas Tecnológicas Eletro-Eletrônicas, entre as ENERVANTES (BAIXA Q) que afetam nosso BIORRITMO e nossa ERGONOMIA até as PARADISÍACAS (BOA Q) que nos deixam RELAXADOS e JUBILOSOS (nada nos atrasa, nada nos interrompe e nada nos desgasta).

Por isso a APPLE, MICROSOFT, GOOGLE, FACEBOOK, desenvolvedores de ANTIVÍRUS e dos fabricantes de computadores, dos apetrechos auxiliares e periféricos da Tecnologia, "PRECISAM SE ENTENDER PARA A COMPATIBILIZAÇÃO TOTAL", numa Plataforma Tecnológica Eletro-Eletrônica, que abrigue as melhores condições para os usuários e utilizadores - crianças, jovens, adultos e idosos - respeitando o BIORRITMO e a ERGONOMIA de cada grupo de faixa etária, e as NECESSIDADES de usos deles, sejam fortuitas ou intensivas, profissionais ou recreativas.

Abraços,

Lewton




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