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Postada em 25-06-2014. Acessado 548 vezes.
Título da Postagem:A alavancagem da Economia que os comunistas do PT desconhecem
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 25-06-2014 @ 09:07 pm
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Tags: economia, relações econômicas, alavancagem, produção, administração

 A alavancagem da Economia que os comunistas do PT desconhecem

 
PROJETO: O COLESTEROL E SEUS LIMITES
 
ASSISTA: http://www.youtube.com/embed/Wf1sVIxCPws   
 
Antigamente o nível máximo de colesterol total era 240 em sua unidade de medida. Depois passou para 220, 200 e hoje anda nos 180. Todos esses limites foram e são oriundos dos laboratórios da ciência médica lucrativa.
 
Quanto mais baixo o nível de colesterol, mais eles vendem remédios e comissionam muitos médicos. E a economia prospera. Médicos mais ricos e temos mais SUVs sendo vendidas, mais fazendas e imóveis comprados. Mais gados e outras criações. Aviões e helicópteros particulares lotam hangares. Mais impostos para os governos. Talvez até médicos eleitos como prefeitos...
 
A ciência sempre foi mercantilista haja vista que seus investidores são os que lucram com as crenças e folclores que ela cria para a riqueza deles. E mais gravemente quando ela cria conceitos e argumentos sobre os males que nos deixam doentes ou sequelados. Coisa de vida, morte prematura e morte iminente. E quem tem medo de morrer trata de seguir tais crenças criadas.
 
E quem vai contradizer a ciência dos caras? Dai surgem os novos crentes que se sujeitam às crendices. Como não temos um laboratório de arbitramentos (deveria ser coisa de defesa da cidadania), para sanar dúvidas, terminamos comprando os remédios que eles "inventam" para nos manter saudáveis. Quando o lucro da indústria farmacêutica vai caindo, eles entram no ciclo de "criar vírus para venderem antivírus" - como, também fazem os caras da tecnologia e da informática. 
 
E a economia prospera.
 
O ovo era vilão depois virou mocinho. De mocinho virou vilão, nesta punheta técnica-científica mercantil. O café já foi isto, inventaram o café light e o descafeinado. 
 
Pelo jeito vão inventar o ovo light, ou ovo sem gema gordurosa - vão criar um bioquímico para injetar nas galinhas e remover a gordura no processo de concepção galinácea. E a indústria farmacêutica terá um novo produto a desenvolver, testar e vender – e faturar. E a economia prospera.  
 
Haverá risco de pintinhos nascerem sem cabeça, ou com 4 olhos, sem pernas ou com três delas, sem asas ou com guelras, pelos ovos que não forem consumidos pelos ovíparos humanos. 
 
Daí surge uma crise ambiental, e os IBAMAs mundiais arranjam "novos" serviços e uma nova ação econômica de punheta técnica-científica mercantil.   
 
Nas áreas rurais têm velhinhos com colesterol 300, 320 em sua unidade de medida e não morrem de enfartes. Eles capinam, caminham, regam a lavoura, comem a velha Matilde ou as cabritinhas, não têm estresses e vivem 85 ou 90 anos. 
 
E jamais tomaram sinvastatinas ou rosuvastatinas. Tomam pinga e comem gorduras e proteínas em excesso...
 
E é verdade... Quanto mais baixo o limite aceitável de colesterol no sangue, admitido pela medicina, mais eles vendem remédios. 
 
E têm mais consultas em consultórios médicos e mais exames de laboratórios (mais insumos, reagentes, seringas, algodão e etc), mais enfermeiras (os) e outros auxiliares. Mais clínicas para as "novas demandas” antes reprimidas... 
 
Mais gente nas academias, em busca da saúde com colesterol abaixo dos 180 em sua unidade de medida, nos clubes, nos jardins e praças, mais tênis e meiões, mais palmilhas, mais roupas esportivas, mais “personal trainers” contratados. 
 
Mais mulheres “saradas” mais tentações, mais traições, mais camisinhas e vaselinas, mais pílulas para ereção. Até novos motéis. E mais detetives contratados e mais divórcios acionados, e mais advogados. Mais crianças problemáticas, e mais psicólogas e outros remédios. Mas a economia prospera.
 
Novos casais e novos ricos e novos pobres. Novas casas e novos móveis e tudo mais de novos. E a economia prospera.
 
Mais movimentações coletivas, outros “points” e lanchonetes, novos sanduíches e sucos. E mais energias e combustíveis, e mais consumo de produtos estilo esporte, mais equipamentos de ginásticas e exercícios físicos. 
 
Mais dietas alimentares e mais outros remédios dietéticos ou produtos light, novas “frutas, legumes e verduras” e complexos energéticos e vitamínicos. 
 
E, assim, eles tornam a deslanchar seus lucros e ajudam outros capitalistas em seus negócios correlatos e paralelos. E a economia prospera. 
 
Por um tempo cai a demanda das funerárias e poucas vendas de seus apetrechos.
 
Abraços,
 
Lewton
Perito em cadeias de produção e de relações econômicas



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