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Postada em 26-08-2014. Acessado 665 vezes.
Título da Postagem:Sinceramente, você vai votar no penteado da Dilma, e em promessas, sorrisos e
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 26-08-2014 @ 04:48 pm
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Tags: Eleições 2014, Campanhas, administração, realidade objetiva, resultados, prática

 Sinceramente, você vai votar no penteado da Dilma, e em promessas, sorrisos e qualificações vazias?

Começou a propaganda eleitoral de 2014. E nada de novo. Propagandas baseadas numa prática ritual de baixa categoria intelectual e científica. E com propostas pífias de metas e objetivos idiossincráticos, falsamente extraídos dos grupos sociais das comunidades e das cidades, das regiões e de todo o país, assim como são feitas as pesquisas de opiniões eleitoreiras e peruadas públicas de indigentes da evolução.

Há uns 44 anos de minha vida cidadã de eleitor tenho presenciado as maiores aberrações, e exacerbadas promessas de políticos e de partidos, com suas agendas eleitoreiras de falso perfil técnico, social e humano. A cada 2 anos a coisa piora, sem ter uma perspectiva de melhoria em seu conteúdo, tanto de cabedal administrativo quanto do legislativo. Todo ano eleitoral terminamos após os 100 primeiros dias de posse aos cargos, e das atuações das coligações e alianças, os "100 dias de Lua de Mel", tudo se desbanca para um estelionato eleitoral, com tudo que é desvio de função, de caráter, de conduta, de verbas, de princípios ideológicos, e se revelam a constante falsidade ideológica e os arranjos iniciais das formações de quadrilhas, potentados e domínios...     

Para muitos está se tornando impossível votar nos candidatos, nos partidos, e em suas agendas presunçosas de socorro e atendimentos às necessidades dos cidadãos. As retóricas são de uma debilidade só maior que os próprios candidatos pedintes - que pedem o nosso voto com crenças vazias e medíocres.

O ideal é que nós votássemos em referenciais da realidade objetiva, como através de indicadores capazes de fornecerem a dimensão verdadeira do “status quo, do modus operandi e vivendi” de sua própria civilidade e qualidade de vida, o que revelaria sem falsas promessas ou competências duvidosas os resultados REAIS das administrações e das legislaturas presentes e passadas.

Malditos sejam todos os marqueteiros do "falso testemunho", que distorcem a REALIDADE jogando ilusões e dramas sobre a carcomida sociedade brasileira. E produzem as mentiras e as distorções com alta toxidade imoral. Poderíamos votar num candidato sorridente, ou com um trocadilho esperto, ou com uma fisionomia pseudo-erudita? Vamos votar nos mais desconhecidos cidadãos num caldeirão miscigenado e atrasado em escola e cultura? Podemos crer que Lula e Dilma melhoraram o Brasil e que agora só falta elevar nosso padrão civilizatório? Com o nosso "eterno PIB anual abaixo de 2%?

E políticos e partidos NÃO SABEM USAR DADOS, nem possuem noções de estatísticas, de regras de significado e aderência de números e informações, nas proporções e nas correlações matematicamente corretas. Cospem números e dados extraídos de amostras ilegítimas, em escalas inadequadas e com inferências de "estudantes amadores em estatística". Não estudaram as práticas que Gallup nos EUA criou para os processos investigativos e de prospecção de mercados.

E pior, os quais - números e dados - são alardeados por papagaios de piratas e militantes analfabetos em aritmética, álgebra, algarismos romanos e arábicos... Muitos propalam a própria decadência civilizatória, circunscrita nos números e nas crenças associadas pela bestificação alfanumérica destes grupos intentores do poder administrativo do país.

Entretanto, a maioria dos brasileiros vota em crenças propagandísticas e vazias, vota em mentiras abusivas, e enganosas, em apelos emocionais de marqueteiros sub-reptícios nas raízes da psicologia humana recessiva do país. Marqueteiros do "Falso Testemunho" têm que morrer todos... Mostram produtos tóxicos e ilusões venenosas.

Vamos precisar de eleições de profissionais em administração e que nos prometam melhorar objetivamente uma seleção de indicadores administrativos para a governança científica do poder público...

Uma das regras básicas do Marketing Político é a propaganda enganosa e abusiva. Toda permeada de mentiras e de sofismas. Boa parte possui insuficiência técnica em suas afirmações e proposições. Partem de fontes duvidosas e sem bases científicas, percorrem intervalos de tempo incomparáveis, adotam referenciais estatísticos, em amostragens precárias ou seletivas, sem correlações com as afirmações sobre a realidade objetiva, afirmam eventos, dados e informações irrelevantes estereotipadas para capturar opiniões formadas por falácias e crenças folclóricas.

Este é o mundo do Marketing Político para tirar e captar o voto dos incultos e incautos. E estes incultos e incautos por sua fragilidade civilizatória: escolar, moral, técnica, cultural, política e religiosa, são os que por maioria escolhem os propaladores das propagandas enganosas, para os cargos do legislativo e do executivo, terminam por levarem ao abismo da má fé e da desqualificação administrativa, todo o resto da nação excluídos da maioria ditatorial de votos sem ponderação, proporção e sabedoria seletiva.

O ideal é que os eleitores votassem em referenciais da realidade objetiva, como através de indicadores capazes de fornecerem a dimensão verdadeira do “status quo, do modus operandi e vivendi” de sua própria civilidade e qualidade de vida, obtidas através da programação de planos de trabalho, de projetos e da arte de se governar de maneira administrativamente correta e científica.

Existem vários referenciais estatísticos que aproximam nossas opções, opiniões e escolhas da realidade objetiva que transcorre além das afirmações enganosas dos políticos de má fé, e de baixa qualificação, para o exercício de cargos públicos eletivos – legislativo e executivo.

E são 6 MEGA-INDICADORES que deveríamos reivindicar a administração científica: (A) Estatísticas de Nível de Vida, (B) Estatísticas de Acesso à Educação, (C) Estatística de Acesso e Gestão da Saúde, (D) Estatísticas de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, (E) Estatísticas do Desenvolvimento da Infraestrutura e (F) Estatísticas de Proteção e Defesa do Meio Ambiente.

É muito comum a manipulação de dados estatísticos nas campanhas eleitorais. E muitas das afirmações não possuem elementos concretos de demonstração técnica corrente, e que são enfeitados em vídeos e clipes em aberta ação criminal de falsidade ideológica e desqualificação técnica. E os políticos e os partidos roubam a cena e o drama brasileiros nos jogando em contos e cenários de somenos importâncias, mas dentro do espectro de suas medíocres possibilidades, que possam perdulariamente realizar. Ou que possam: ou serem "esquecidos" por eles, ou "não serem exigidos" pelos cidadãos. Os políticos e os partidos são embusteiros, falsários de promessas...

Por exemplo, podemos ilustrar os abusos na manipulação de dados estatísticos, e na citação de números, porcentagens e suas relações proporcionais, que comumente eles costumam excretar de suas propostas inviabilizadas, muitas inviáveis - técnica, social, ambiental e economicamente - pela falta da aplicação das metodologias de comprovações e de aderências à realidade.

1. Dados e informações de intervalos de período curtos em comparativos com períodos longos, e vice-versa;

2. Unidade de medidas não comparáveis, em intervalos de medidas temporais, também incomparáveis;

3. Relevância a fatos, dados e eventos em valores relativos de porcentagens, onde os valores absolutos, por exemplo de população, foram bem diferentes, o que resultará em crenças de melhores desempenhos, quando em verdade o número de pessoas atingidas positivamente é menor ou insignificante;

4. Propagandas de eficiências desconsiderando o aumento populacional, e já que a população no Brasil cresce em média 2 milhões de habitantes por ano, sempre nos anos seguintes haverá tendência de mais gente estar excluída dos benefícios de projetos e programas;

5. Não considerar os tipos de evolução civilizatória: 1ª Vegetativa – quando o desempenho consegue atender o ganho populacional de um período para outro, 2ª Recessiva - quando o desempenho NÃO consegue atender o ganho populacional de um período para outro e 3ª Progressiva - quando o desempenho consegue atender acima do ganho populacional de um período para outro, equilibrando excesso com escassez;

6. Dados e informações obtidos por meio e/ou fontes afetadas por ideologia, corrupção e compra de opinião;

7. Dados e informações “forjados” sem coletas em campo e/ou com amostragens cientificamente incorretas;

8. Dados e informações de indicadores sem correlação com as afirmações propagandísticas. Ou imagens de que tudo vai bem quando o próprio indicador usado mostra irrelevância ou incapacidades administrativas;

9. Mudanças de conceitos e conceituações nos parâmetros, em transições de governanças, e em ano fiscal corrente ou findo, para facilitar o atingimento de valores e metas, usando novos métodos de medidas, e ainda com as anomalias acima listadas;

10. Contratação de “notórios especialistas” para argumentações contra certos “contra-argumentos” depreciadores do mau desempenho da governança, de modo a minimizar depreciações qualificadas, e ainda com as anomalias acima listadas.

Nos quase 12 anos da administração do Lula e Dilma, de 2003 a 2014, o caráter abusivo das propagandas veio ofendendo e traindo as crenças populares, de modo a demonstrar resultados com aparente eficiência, sem concretismos no mundo real – foram 12 anos de mentiras administrativas, para manutenção de um poder corrupto e com muita gente de má fé e baixa qualificação.     

Os governos são entrelaçados por resultados. Um novo governo parte de uma plataforma de resultados do governo anterior. Este novo governo terá, em função do aumento populacional, que mostrar eficiência pelo menos na condição de crescimento do tipo 3º Progressivo - quando o desempenho consegue atender acima do ganho populacional de um período para outro, equilibrando excesso com escassez, sempre em busca de tirar o “atraso” no atendimento da cidadania, uma vez que estamos em déficit na maioria dos indicadores, frente ao crescente processo demográfico.

Se a população cresce, por ano um montante de 2 milhões de novos habitantes, a eficiência da governança deverá ser capaz de atender tanto a geração “entrante”, quanto às gerações correntes, além de resgatar as gerações excluídas. Sobre isto as governanças são incapazes de administrar com eficiência e eficácia. No governo Petista nasceram cerca de 24 milhões de novos brasileiros, com o PIB caindo e aumentado a crueldade e o empobrecimento. E os indicadores sociais e econômicos ficaram abaixo do ânus do sapo – diz se tratar da organização biológica mais próxima do chão...

O ideal seria que os pleiteadores nas campanhas eleitorais fossem capazes de elaborar planos de governos, baseados em administração científica, e em pesquisas de opiniões e de necessidades na realidade objetiva, para com base nestes planos o processo eleitoral, e de votação, fosse dirigido para os grupos administrativos pleiteantes mais bem qualificados e mais bem ilibados.

Outro exemplo que se segue é que o processo administrativo das novas governanças se baseasse em indicadores administrados e atingidos em suas metas, evitando acomodações e estelionatos eleitorais. Segue se abaixo uma relação sugestiva de indicadores administráveis:

(A) Estatísticas do Nível de Vida

1. METAS - Estatísticas de Nível de Vida;

1.1- Índice de Desenvolvimento Humano – IDH;

1.2- Acesso à Rede de água;

1.3- Acesso à Rede de esgoto;

1.4- Acesso à Energia elétrica;

1.5- Acesso à Computadores;

1.6- Acesso à INTERNET;

1.7- Porcentagem de Domicílios com geladeira;

1.8- Porcentagem de Domicílios com televisão;

1.9- Porcentagem de Domicílios com rádio;

1.10- Mortalidade infantil;

1.11- Desnutrição infantil;

1.12- Segurança pública contra a agressão a mulher;

1.13- Segurança pública contra a criminalidade;

1.14- Mortalidade materna;

1.15- Taxa de pobreza;

1.16- Taxa de desemprego por categoria;

1.17- Faixas Salariais por Categoria;

1.18- Acidentes de Trabalho;

1.19- Acidentes de Trânsito;

1.20- Segurança Alimentar;

(B) Estatísticas de Acesso à Educação

2. METAS - Estatísticas de Acesso à Educação;

2.1- Taxa de crianças em creches;

2.2- Taxa de crianças Fora da Escola;

2.3- Taxa de crianças Matriculadas;

2.4- Taxa de Professores por alunos;

2.5- Taxa de escolas no Padrão Classe A;

2.6- Taxa de repetência;

2.7- Evasão escolar;

2.8- Índice de analfabetismo;

2.9- Índice de analfabetismo funcional;

2.10- Acesso à universidade;

2.11- Universidades Federais no Padrão Classe A;

2.12- Universidades Particulares no Padrão Classe A;

2.13- Escolas Tecnológicas no Padrão Classe A;

2.14- Taxa de Professores por estudantes universitários / tecnológicos;

2.15- Taxa de Nível superior e tecnológico;

2.16- Evasão universitária;

2.17- Evasão tecnológica;

2.18- Desemprego de egressos universitários;

2.19- Desemprego de egressos tecnológicos;

2.20- Fomento às novas categorias profissionais e a profissões nascentes;

(C) Estatística de Acesso e Gestão da Saúde

3. METAS - Estatística de Acesso e Gestão da Saúde;

3.1- Agendas regionais de Prevenção à Saúde;

3.2- Educação massiva de Higiene e Profilaxia;

3.3- Mapa regional da Doença;

3.4- Escola Militar de Formação Médica;

3.5- Remédios de medicação continuada;

3.6- Remédios de medicação Infantil;

3.7- Óbitos e mutilações por fatores da precariedade da saúde coletiva e regional;

3.8- Óbitos e mutilações por acidentes de trabalho;

3.9- Óbitos e mutilações por acidentes de trânsito;

3.10- Óbitos e mutilações por crimes e violência da precariedade da Segurança Pública;

3.11- Atendimentos de emergências na 1ª entrada;

3.12- Internações de 1 (um) pernoite;

3.13- Número de leitos por habitantes;

3.14- Número de leitos em UTI por doenças e acidentados grave;

3.15- Infraestrutura regional e local de atendimento à Saúde;

3.16- Logística com adequação à infraestrutura regional e local de atendimento à Saúde;

3.17- Índice de Intercorrências médicas;

3.18- Índice de óbitos pós-operatórios;

3.19- Marcações de consultas no prazo máximo de 10 dias corridos;

3.20- Marcações de cirurgias no prazo máximo de 5 dias corridos;   

(D) Estatísticas de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico

4. METAS: Estatísticas de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico;

4.1- Salário mínimo;

4.2- Carga tributária;

4.3- Taxa de crescimento econômico;

4.4- Nível de desemprego;

4.5- Inflação ao consumidor;

4.6- Dívida pública federal;

4.7- Abertura comercial - exportação x importação;

4.8- Abertura de empresas;

4.9- Falência de empresas;

4.10- Obtenção e comercialização de patentes;

4.11- Prêmio Nacional da Qualidade e Produtividade;

4.12- Prêmio Nacional da Sustentabilidade Ambiental;

4.13- Repressão ao contrabando e a pirataria;

4.14- Proteção à propriedade intelectual;

4.15- Formação científica para pesquisas e tecnologias avançadas;

4.16- Compras governamentais baseadas na melhor qualidade ao menor custo total final;

4.17- Distritos industriais e cinturões de fornecedores;

4.18- Novos materiais alternativos degradáveis;

4.19- Incremento de materiais e matérias primas reciclados;

4.20- Redução da emissão de CO2 e do consumo de água por unidades de produtos ou mercadorias;

(E) Estatísticas do Desenvolvimento da Infraestrutura

5. METAS: Estatísticas de Desenvolvimento da Infraestrutura;

5.1- Quilometragem asfaltada de Rodovia por km2 nos centros rurais e industriais;

5.2- Quilometragem de ferrovias de cargas por km2 nos centros rurais e industriais;

5.3- Quilometragem de corredores econômicos, rodoviários e ferroviários, entre grandes centros rurais e industriais;

5.4- Núcleos de transferências modais e armazenagens nos centros rurais e industriais;

5.5- Núcleos de transferências modais e armazenagens entre grandes centros rurais e industriais;

5.6- Prêmio Nacional de Eficiência Logística;

5.7- Quilometragem asfaltada de Rodovia por km2 com padrão de rolagem Classe A;

5.8- Quilometragem de ferrovias de cargas por km2 com padrão de rolagem Classe A;

5.9- Instalações portuárias e alfandegárias com alta produtividade em embarques e desembarques, com padrão Internacional;

5.10- Infraestrutura de hospedagens e segurança aos transportadores;    

(F) Estatísticas de Proteção e Defesa do Meio Ambiente

6. METAS: Estatísticas de Proteção e Defesa do Meio Ambiente;

6.1- Educação ambiental massiva;

6.2- Desmatamento;

6.3- Coleta e Reciclagem de resíduos;

6.4- Recuperação florestal;

6.5- Programa para a Água e a Reserva Hídrica;

6.6- Energias Alternativas Renováveis;

6.7- Desertificação;

6.8- Descontaminação Atmosférica e dos mares;

6.9- Materiais degradáveis para indústria e a construção;

6.10- Controle de drogas, tóxicos e agrotóxicos.

Estes 6 MEGA-INDICADORES: (A) Estatísticas de Nível de Vida, (B) Estatísticas de Acesso à Educação, (C) Estatística de Acesso e Gestão da Saúde, (D) Estatísticas de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, (E) Estatísticas do Desenvolvimento da Infraestrutura e (F) Estatísticas de Proteção e Defesa do Meio Ambiente e seus totais de 100 sub-indicadores, já são capazes de determinar a capacidade administrativa das governanças, principalmente, a de permitir a comparação de duas equipes de um mesmo governo e de equipes de governos diferentes, em tempos diferentes, mas em intervalos temporais iguais.

Ao invés da ONU chegar com a determinação do IDH brasileiro, todo o conjunto administrativo do país estaria administrando a nação para obtenção de valores previamente calibrados, dos indicadores fontes do IDH: renda per capita, escolaridade e expectativa de vida, de modo a mostrar atingimentos e melhorias nos resultados do IDH, desde o mais longínquo e esquecido município aos mais festejados e prósperos.

Como ocorre hoje? Segue-se o método de cálculo do IDH e simplesmente se constata que: ou melhorou, ou estagnou ou regrediu. Não há uma administração científica dirigindo ao atingimento do IDH, consequentemente não há uma administração profissional nos municípios, nos estados e no governo federal.

Como não há uma administração profissional nos municípios, nos estados e no governo federal e se necessita formar opiniões sobre a qualidade administrativa dos governos, a única saída para pessoal administrativamente desqualificado será a de recorrer às propagandas enganosas e abusivas.

Engº Lewton Burity Verri

Diretor Científico do IEAQ

CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ

Especialista em administração de manicômios...




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