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Postada em 08-09-2014. Acessado 793 vezes.
Título da Postagem:Os 15 ministérios de Marina e ou de Aécio, administração enxuta e eficiente
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 08-09-2014 @ 03:16 pm
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Tags: reforma ministerial, administração pública, estado enxuto, produtividade

 Os 15 ministérios de Marina e ou de Aécio: administração enxuta e eficiente

Não se iludam com a conversa dos políticos governistas em demonstrar que o estado é eficiente. Não tem nenhum especialista sobre o assunto, nessa desqualificada ação política.

A propósito da notícia do Jornal do Comércio, 12/05/2009, sobre o governo demonstrar seus gastos em "Governo prepara balanço de gastos" era pura empulhação!
 
Foi apenas um levantamento infantil sobre o status de um governo medíocre, perdulário e empreguista. Tecnicamente não serve de base para demonstração de desempenho. 

Sigam o raciocínio abaixo:

Demonstrando a ineficiência (matemática) ministerial da governança federal.

O sujeito disse: - É muita areia para meu caminhãozinho! E o empreiteiro retrucou: - então compra um caminhão maior ou aumenta esse seu!

Esse é um exemplo “universal”, em que todos podem compreender o significado de “capacidade x necessidade x recursos”. Entre verificar se uma quantidade de areia cabe ou não num caminhão.

Se tiver um monte de areia até que o caminhãozinho resolve. Mas, se tiver uma montanha de areia, talvez nem um grande caminhão resolva. Ele pode até ter que fazer várias cargas e descargas. Mas, a um custo maior e com mais recursos: pessoas, materiais, verbas, consumos e insumos.

Esse exemplo mostra que todos nós podemos avaliar se há realmente muita areia ou não para o nosso caminhãozinho. Mas, existem atividades ou eventos em que somente os especialistas podem fazer tais tipos de avaliações.

No mercado de consultoria existem segredos operacionais que diferenciam as empresas de consultoria, uma das outras, em capacidade e segurança técnica para se fazer avaliações complexas: organizar uma empresa, instituições e/ou atividades públicas.

Nossa especialidade tem uma regra básica para dimensionamento de organizações, para serem enxutas, eficientes e modernas. Normalmente usamos o conceito de entropia organizacional (a tendência de um organismo se “desorganizar” por seu tamanho, suas conexões, suas influências e resultados, com o passar do tempo).

Quanto maior este organismo maiores serão os seus custos de controle a administração e maiores complexidades operacionais.

É uma fórmula simples semelhante à da “Confiabilidade” dos objetos de engenharia. 

Confiabilidade = (1 – taxa de falhas) elevado ao Nº DE PARTES OU DE PEÇAS;

Onde: Taxa de falhas = Índice de erros e o nº de partes ou peças = a quantidade de partes ou peças que compõem o objeto (ou o número de departamentos, ou de diretorias, ou de ministérios e etc).

A equação da entropia organizacional é dada pela singela expressão Eo = 100% – Confiabilidade;

Dois estados têm a mesma taxa de falhas, nas suas operações organizacionais, como 0,01 (ou 1%), sendo um estado com 15 ministérios e outro com 35 ministérios.

Aplicando os dados nas fórmulas acima teremos, para uma taxa de falhas = 0,01 – os dois estados têm a mesma taxa de falhas:

Estado com 15 ministérios (e15): a confiabilidade calculada será de 0,86 ou 86% e sua entropia será Eo = 100% - 86% = 14%, ou seja Eo = 14%;

Estado com 35 ministérios (e35): confiabilidade de 0,70 ou 70% e sua entropia será 100% - 70% = 30%, ou seja Eo = 30%; portanto o estado e15 é mais confiável e menos entrópico do que o estado e35.

Como os 2 estados são constituídos para cumprirem missões segundo “capacidade x necessidade x recursos”, cada qual terá que, por meio de políticas coordenáveis, especificar metas e objetivos, para demonstração de resultados: em custos, benefícios e prazos aceitáveis.

Assim o estado e15 terá 10 metas x objetivos por ministério e o estado e35 terá 5 metas x objetivos por ministério.

Logo, o estado e15 terá 150 indicadores de administração e o estado e35 terá 175 indicadores de administração.

Como as entropias influenciam a Confiabilidade Operacional de cada tipo dessas organizações teremos que:

Estado e15: atenderá 129 indicadores ok - atendidos para 86% de eficiência;

Estado e35: atenderá 123 indicadores ok - atendidos para 70% de eficiência.

O estado e15 cumpre melhor a sua missão e atende a mais indicadores administrativos, ao menor custo, maior benefício e num menor tempo.

Se tomarmos um orçamento base 100% para cada um:

1. O estado e15 terá, em média, cerca de 6,67 % do mesmo, para cada ministério, e assim cerca de 0,67 % do orçamento distribuído por indicador administrativo.

2. O estado e35 terá, em média, cerca de 2,86 % do mesmo, para cada ministério, e assim cerca de 0,57 % do orçamento distribuído por indicador administrativo.

Em tempo administrativo de controle, e operações, teremos:

·   Estado e15: 150 indicadores administrativos a 30 minutos de prestação de contas, para cada indicador, têm-se que serão necessários 4.500 minutos de gestão aplicada, ou cerca de 9 dias (de 8 horas) de reuniões administrativas, para gerenciamento do presidente, ou do seu preposto.

·    Estado e35: 175 indicadores administrativos a 30 minutos de prestação de contas, para cada indicador, têm-se que serão necessários 5.250 minutos de gestão aplicada, ou cerca de 11 dias (de 8 horas) de reuniões administrativas para gerenciamento do presidente, ou do seu preposto.

Por todo esse raciocínio acima os estados semelhantes ao brasileiro com + de 35 ministérios – e35 – não são geridos, nem controlados, nem suas políticas são coordenáveis entre si, é uma montanha de areia num caminhão de alto custo para a sociedade. E sem nenhum resultado “dirigidamente de modo científico”. É um punhado de partes ou peças de caminhão tunado e idiossincrático, para absorver o estragado procedimento administrativo governista federal, seus sindicalistas e militantes da hora.

E tal estado e35 apresenta evidências matemáticas de que segue à deriva, ao sabor das marolinhas. E por isso seus administradores vivem viajando, na maionese – “presidir é coordenar a aplicação de conhecimento”. Coisa que todo presidente de estado deveria ter a capacidade de fazer e que os procedimentos administrativos governistas federais demonstram não ter a menor ideia.

Este comparativo leva em consideração um rendimento operacional para o atual governo administrativo de 99% para não o "contaminarmos ideologicamente", e nem esta nossa análise. E é o que não ocorre em nenhum governo brasileiro nos últimos 30 anos.

Por não ter tido um plano de governo os + de 35 ministérios do atual governo administrativo são massa de um mesmo pastel - e de vento - sem objetividade e eficiência.

Não houve desdobramentos de metas e objetivos para políticas de governo, coordenáveis entre esses ministérios inócuos e desqualificados, já que não teve um plano científico de governo - tem agido como um sindicato.

O atual governo administrativo Petista desde seu presidente anterior entrará para a história como o que menos fez (seus presidentes, ministros, secretários e demais escalões), tendo tido o mais para fazer, até então, a um custo astronômico - criminoso mesmo, a nível de irresponsabilidade e temeridade.

Outros governos fizeram muito mais, gastando menos e atendendo mais metas e objetivos, num tempo necessário à urgência e às obrigações públicas e humanas.

Sigam, também, a leitura das premissas e condicionantes dessa análise, abaixo

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O atual governo federal é um governo do empreguismo estatal, com sindicalistas, membros de sindicatos, ex-políticos eleitoralmente fracassados, militantes das campanhas eleitorais, antigos colegas das batalhas sindicais, pais de santo "protetores" do séquito suspeito, políticos "espertos" e evasivos e etc.

São + de 35 ministérios para abrigar essa equipe de parasitária, com os 40% do PIB - produto interno bruto (indicador da riqueza gerada por uma nação, por ano, em dólares - US$), "capitalizados" através de uma alta carga tributária, sobre a sociedade brasileira, sem comparação no mundo.

No Brasil temos uma "selvageria tributária" tão exacerbada quanto o "primitivo capitalismo inglês" (ápice em meados a final do século 19), onde nasceu a Revolução Industrial (data marcante de 1780) e em consequência o capitalismo, que durante anos a fio ficou "solto sem leis regulatórias".

Este sistema econômico, e de produção, sustentou vários reinados ingleses e europeus, e respectivos séquitos, vários estados aptos e vários ineptos, com os impostos tomados do trabalho e da produção capitalista. Mas ajudou a criar sociedades prósperas e eficientes, produtivas e racionais, que compreenderam o capitalismo como alavanca de progresso social, econômico e institucional e não como uma "convenção ideológica" que deveria ser combatida, do modo que foi por socialistas e comunistas.

Mesmos os suntuosos reinos e impérios, onde o capitalismo se desenvolveu, praticavam pesadamente a cobrança de impostos, mas não se chegou a tanto como nos reinados políticos recentes do Brasil (carga tributária de 40% do PIB).

O estado brasileiro é de alto custo de manutenção, pesado, ineficiente, improdutivo, perdulário, hospedeiro da preguiça e da indolência administrativa e política e cruelmente corrupto. Esse estado sustenta apenas a si mesmo (com cargos inócuos, bons salários, mordomias e muitos esbanjamentos) e mal consegue assistir a população brasileira de 200 milhões de indivíduos. 

Mas como demonstrar a suntuosidade do estado brasileiro e o significado de sua ineficiência? 

Vamos adotar comparações com motores. Então existem motores eficientes e motores deficientes.

Alguns feitos de desempenho do caminhão governista podem ser vistos como resultados de uma "organização mecânica" pesada, bruta e mais lenta, reforçada estruturalmente para suportar às solicitações de cargas e esforços.

A "organização mecânica" de um motor pode ser tomada como "organização administrativa" e o caminhão como o porte estatal do governo brasileiro.

Com a evolução da ciência de administração, no século 20, esse comparativo se tornou válido pelo conceito de estado enxuto (sem excessos de contingentes, sem esbanjamento e sem dispêndios inócuos), que pode ser comparado ao desempenho do carro, ou ao de um caminhão melhor dimensionado para um motor de menor potência, ou para a mesma potência e apresentar uma "organização mecânica" mais leve e ágil, com capacidade de carga útil ampliada.

O trabalho cavalar do estado brasileiro é despendido só para mover a si mesmo.

Isto é, esse estado só transporta a si mesmo que é essa "organização administrativa com + de 35 ministérios", não tendo a capacidade de carga útil para transportar o povo brasileiro.

Ele absorve cerca de 40% do PIB e segundo o FMI foi considerando o PIB de 2,39 trilhões de dólares, para 2012.

A "energia capitalista brasileira de geração de riqueza" de 100% se aproveita de 60% do volume do PIB anual (2012), equivalente a US$ 956 bilhões que passou para as "mãos visíveis" do estado através de impostos. Quem gerou a riqueza do capitalismo nacional ficou com apenas US$ 1.434 bilhões.

Para uma FTA - força de trabalho ativa (estimada) em 2010/2011 em cerca de 100 milhões de trabalhadores, tivemos uma relação per capita de geração de riqueza na ordem de US$ 23.900,00 por trabalhador, e que pela selvageria e avidez do estado foram repassados US$ 950 bilhões para o desfrute de servidores públicos, contratados, afilhados, amigados (políticos, sindicalistas-funcionários), parentelas (do nepotismo), fornecedores suspeitos e etc.

Em 2011 / 2012 o Brasil tinha ao todo cerca de 10,48 milhões de servidores públicos, nas 3 esferas - federal, estadual e municipal - hoje esse número está distribuído em 6,28 milhões de servidores municipais, 3,1 milhões de servidores estaduais e 1,1 milhões de servidores federais.

Vamos adotar para essa análise técnica que hoje o Brasil tenha 10 milhões de "funcionários-estatais" como descrevemos. Isso significa que os trabalhadores do Brasil passaram uma riqueza equivalente a US$ 95.000,00 por funcionário-estatal por ano (2011/2012), para as "mãos visíveis" do estado.

Isto é, a riqueza gerada e transferida, através de impostos de trabalhadores de mercado (o da "mão invisível") para funcionários-estatais foi de 4,0 vezes per capita. Ou cada funcionário-estatal, sem produzir riquezas, na relação per capita, teve uma proporcionalidade de 4,0 vezes mais do que o "pobre trabalhador gerador" (de US$ 23.900,00 por trabalhador para US$ 95.000,00 por funcionário-estatal por ano).

No Brasil quem não gera a riqueza tem "acesso" a 4,0 vezes mais no bolo do quem a gerou - essa é a selvageria de um estado indolente, preguiçoso e perdulário, que tira o poder de competição e realização do povo brasileiro.

E de serviços públicos degenerados!

É a mais escabrosa transferência proporcional de riqueza do mundo, dos empreendedores do capitalismo brasileiro para o empreguismo de estado.

Dizia-se que o capitalismo tinha uma horrível face, a de explorar o "trabalhador", mas o socialismo dos ideólogos da atual governança federal, explora mesmo é o "trabalhador brasileiro", carregando os corruptos, os administradores néscios que ele coloca para cuidar do bem público e os grupelhos de ex-guerrilheiros, sindicalistas, velhos e novos comunistas, militantes truculentos e etc.

E muita gente sem estudos, como quase todos as saúvas e gafanhotos da atual administração federal - grande desprestígio para a educação e grande desprezo para a profissionalização e graduações nacionais.

Dessa forma esse estado perdulário consome boa parte desta “transferência de renda” em folhas de pagamentos, uma parte na "administração da dívida e seus juros", outra nas compras para manutenção de si mesmo e pouco sobra para aplicação nos projetos humanistas e humanitários - socioeconômicos - para o povo brasileiro.

Na administração privada só se criam departamentos, superintendências, gerências e diretorias quando uma ação executiva concreta se justifica empregando o que se tem de melhor em recursos humanos, materiais, financeiros, tecnológicos e de know-how (cognitivos).

Na iniciativa privada NÃO há criação de infraestruturas e superestruturas por procedimentos analíticos idiossincráticos, mas por processos missionários de missão e objetivos – na tentativa de obter resultados de qualidade e produtividade ao menor custo final possível.

Uma organização administrativa enxuta tem poucos interlocutores executivos e muitos operacionais, já que se sustenta em poderosos sistemas de informações e de controles, com alta parcela de demandas que operaram com bons orçamentos e projetos (profissionais capacitados e qualificados adequadamente).

Vejamos o exemplo de um estado com 15 ministérios e o atual governo federal com 35 ministérios, recomendamos ler a tabela abaixo para entendermos o que a ciência administrativa ensina, na engenharia:

COMPARATIVO DE EFICIÊNCIA ENTRE DOIS ESTADOS

ITEM.............................................................Estado A.....Estado B..........B - A

1. Nº de Ministérios................................................15..............35...............20

2. Nº de Indicadores por Ministério.........................10................5............... -5

3. Indicadores de Controle - IC - Total...................150............175...............25

4. Tempo Padrão de Controle por IC - minutos.........30..............30................0

5. Tempo de Prest. de Contas/mensal – min.........4.500.........5.250............750

6. Tempo de Prest. de Contas/mensal -horas............75..............88............12,5

7. Partição Média de Orçamento - base 100%.........6,7............2,9...............3,8

8. Partição Média Receitas R$/IC - base 100%.......0,67..........0,57............-0,10

9. Probabilidade de Fechar metas por IC - %.........81,7..........70,0...........-.11,7

10. Entrópica - tendência a desorganização %.......18,3..........30,0.............11,7

11. Nº Provável de Metas Atendidas....................122,6........122,5.................0

12. Nº de Funcionários Estatais - milhões................3,0............7,0...............4,0

13. Nº de Pessoal/min. Consolidação Resultados.....667.........1.333.............667

·  Estado A - Enxuto

·  Estado B - Perdulário

Sempre que se toca na questão de quantos ministérios um estado-padrão deve ter não se tem um número direto, como resposta. Isso depende da verdadeira questão da governabilidade executiva que se quer imprimir.

Pela engenharia que requer medições eficientes e um esmero na parametrização e controle de suas atividades de criação, desenvolvimento e operação, cerca de 15 ministérios seriam producentes e socialmente suportáveis.

O conceito de base é que os ministérios sejam "dirigidos" para o preenchimento das necessidades humanas e nomeados diretamente com o título da atividade missionária que o designa:

1. Ciência, 2. Alimentação, 3. Habitação, 4. Vestuário, 5. Educação, 6. Saúde, 7. Reprodução, 8. Locomoção, 9. Comunicações, 10. Defesa, 11. Trabalho, 12. Esportes, 13. Relações exteriores e públicas, 14. Economia e 15. Controle ambiental.

Nomeações de títulos do mesmo modo como a engenharia designa seus objetos, mecanismos, ferramentas, máquinas, instrumentos, motores, e atividades, diretamente pelo nome de seu significado e função.

Não há ministério da justiça, no poder executivo, pois se configura numa transgressão aberta à independência dos poderes. Esse ministério deve ficar no poder judiciário, com todas as suas atividades inerentes.

Não há ministério do planejamento, pois todos planejam simultaneamente com base no plano de governo e harmonizam por si suas metas, de curto a longo prazo, em seminários específicos e em reuniões de prestação de contas, presididas pelo presidente e seu conselho de sábios.

E esse raciocínio passa a ser aplicado sempre que alguém intencionar criar ministérios além do necessário. Com essa visão estamos ajudando a criar uma linguagem, e metodologia, para se poder avaliar as impropriedades que os políticos fazem com o dinheiro dos impostos, do suado rosto do sofrido trabalhador brasileiro e do empreendedor capitalista, que se dedicam a ver boa parte da riqueza gerada a sustentar estultícias de governistas de plantão.

Quanto mais ministérios mais temos certas anomalias operacionais as quais ocorrerão em escala geométrica (grandes descontroles e perdas em várias categorias de contabilização). Isso se aplica a toda espécie de criações organizacionais, tanto públicas quanto privadas, para secretarias, departamentos, diretorias e etc.

Na tabela acima, o orçamento - base 100% - é a referência básica para estabelecer um dado número de indicadores de controle por ministério (item nº 7 e que desdobra o de nº 8).

Se o orçamento tem entradas de R$ estáveis a "aplicação de capital", dos impostos, determina o número e a natureza das funções, o porte e a duração dos projetos, e o efetivo de pessoal.

Se aumentar o número de funções cairá o valor médio disponível em R$ para tais atividades, e o controle de seus indicadores começa a ficar anômalo. Em aumentando o número de funções "obrigatoriamente" o governista pressionará para aumento de impostos - fato que vem ocorrendo há mais de 30 anos, no Brasil.

Paradigmas afirmativos: - Quanto maior o número de ministérios teremos:

1. Uma maior "fragmentação do orçamento", que é dramática e crítica, não sendo suficiente para a fundamentação de recursos necessários para boa parte das metas;

2. O tempo administrativo exigido é maior, segundo o item nº 5, tornando mais lento o processo de controle e revisão das metas;

3. O padrão entrópico - a tendência de desorganização - também é maior e a chance de não atingir metas é maior, e seu sistema de controle lhe é proporcional segundo os itens nº 9 e 10;

4. A prestação de contas leva mais tempo, em horas, estado b com 88 horas e o estado a com 75 horas (ou 14 a 15 dias úteis e 12 a 13 dias úteis, respectivamente, para 6 horas diárias de controle administrativo).

5. Pelos itens respectivos, o efetivo de pessoal é maior (item nº 12), a produtividade de controle administrativo (item nº 13) é menor, gastos e demandas de compras para sustentar o estado são maiores (inferência implícita).

O estado A - enxuto tem probabilidades operacionais de atingir o mesmo número de metas do que o estado B - perdulário, portanto o primeiro é um estado mais econômico e eficiente, que no caso atingem, os 2 estados, um número igual de "metas atendidas" em 122,5, segundo o item nº 11.

O estado brasileiro precisa de uma reforma, nesta nova fase de eleições, com administradores competentes e presidente com capacidade para articular e coordenar a aplicação do conhecimento e promover o seu "metabolismo cognitivo".

Jamais se tratará de "desaparelhar" o estado, mas organizá-lo cientificamente.

O Brasil tem muitas misérias humanas e mazelas sem fim e não pode ficar à mercê de modelos tunados, por personalidades e para personalidades. Deve sim ser modelado para cumprir missão com objetivos tecnicamente racionalizados.

Hoje esse estado é um mero depositório de parasitas e de atividades inócuas, aumentando a carga do Caminhão Brasil - uma jabiraca, improvisada e perdulária. E com um motor tunado feito no jeito da ideologia sindicalista e socialista tupiniquim, num modelo estatal-sindical, para uso nesse grande e idiossincrático caminhão.

Abraços,

Lewton




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