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Postada em 27-10-2014. Acessado 1074 vezes.
Título da Postagem:Aécio escapou por pouco e Dilma vai enfrentar o parto de sua má gestão
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 27-10-2014 @ 08:35 pm
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Tags: Aécio, Dilma, eleições 2014, PT, esgotamento, administração, precariedades

Aécio escapou por pouco e Dilma vai enfrentar o parto de sua má gestão

Como Dilma venceu... Logo teremos:

Gasolina vai p/ R$ 6/litro, Diesel vai p/ R$ 4,50/litro, p/ recuperar a Petrobrás, Energia vai p/ R$ 0,80 ou R$ 0,90/kWh, Água vai ter aumento de 100%. Brasil vai p/ idade média.

Haverá a declaração do desmonte da economia e a entrada da estagnação de progressão inflacionária. E vai começar a faltar dinheiro até para os BOLSETEIROS famílias (ver complemento ao fim do artigo). Vão ter que reformar o estado e reduzir seus gastos.

https://www.google.com.br/webhp?source=search_app&gfe_rd=cr&ei=iIH-UsesB-aB8QfW6YCgDQ#q=empr%C3%A9stimo+fmi+para+pagar+bolsa+fam%C3%ADlia

 
Se houver manutenção da governança petista, por mais 1 ou 2 anos, vamos quebrar, por recesso econômico.
 
A coisa ficou escondida. Nossa oposição PSDB e coligação oportuna deixaram o Armínio Fraga tirar pelo menos uns 10 milhões de votos do Aécio – causou má impressão de gênio capitalista e selvagem.
 
Agora ferrou tudo. Deviam ter colocado um engenheiro especialista em administração da produção para falar do cooperativismo comunitário e do mercado solidário. Falar dos bancos cooperativos de acesso popular e da moeda comunitária. Economistas só estão seguindo o velho e esgotado caminho com suas chaves-mestras de controle da economia.
 
Agora ferrou tudo, até o próprio PT, que com pouca grana minguada pela sua precária administração está com cobertor curto. Haja criatividade para andar nesta corda bamba. Vai ter que tirar de todo mundo. 
 
Com o Fracasso das Governanças Políticas se abre no horizonte uma janela de reformas mais contundentes e sem demagogias e populismos.
 
Nem Dilma, nem Aécio, nem Campos, nem Marina... Nenhum político faz ou fará falta REALMENTE. Nem Sarney, nem Collor, nem Itamar, nem FHC, nem Lula e, novamente, nem Dilma. O perfil profissional mínimo para a Administração de Estados começa a SUBIR na escala de capacitação, qualificação e grau passado e presente de contribuições EFETIVAS para os resultados continuamente melhorados e melhoráveis. Tais políticos só fazem uma diferença: - Vêm agravando o status civilizatório do Brasil...
 
A transitoriedade  está ameaçando os estados democráticos e suas governanças administrativas, uma vez que não há qualificação profissional para a maioria absoluta de executivos públicos (eleitos) e capacidade intelectual nos legislativos (eleitos), ao enfrentamento técnico-científico das mudanças impositivas geocêntricas + antropocêntricas + ecoambientais. As governanças administrativas públicas estão se tornando INÚTEIS, INÓCUAS e DISPENDIOSAS...  
 
Faltam planos para segurança alimentar, salubridade e saúde, segurança pública, transportes, educação intensiva, segurança e preservação ambiental e etc.
 
Todos estes atrasos acabaram por produzir pressão externa criando uma complexidade caótica, que os administradores públicos e governos não têm mais capacidade para enfrentar os problemas ou mitigá-los, pela precária maneira de abordá-los na atualidade – sem base científica.
 
A atual CRISE DA ÁGUA em São Paulo e no Rio de Janeiro, afora alguns estados de crises similares e recorrentes, nos mostra o grau de precariedade com que somos submetidos aos processos e procedimentos administrativos públicos, após nossas escolhas EQUIVOCADAS, nas campanhas eleitorais, com administradores do executivo e "fiscalizadores" do legislativo, na grande maioria com má fé, baixa qualificação, ignorância e dúbios princípios morais.   
 
As dificuldades mundiais e brasileiras aumentarão com a aceleração da transitoriedade – mudanças e adaptações – incrementando inoperância e obsolescência em ideologias político-partidárias, que não estejam sintonizadas com métodos sólidos e científicos de administração pública ou governamental.
 
Precisamos pressionar para se mudar o modo como os estados são governados – sem amadores e sem aventureiros. E bloquearmos os lobbies contraproducentes a evolução civilizatória – Toda glória às boas inovações e as reformas condicionadas pelos desejos da sociedade. Em grande proporção estatística os atuais políticos do país, principalmente os que estão em, ou querem, cargos da administração executiva pública, estão abaixo do que se poderia colocar para "seleção e recrutamento" fosse para cargos em empresas privadas de responsabilidade, urgência e obrigações.
 
O sistema político mundial é que retém a evolução civilizatória em seus precários processos e procedimentos administrativos. São os estados mau/mal governados que amplificam a exclusão e a permanência de calamidades recorrentes: sociais, educacionais, da saúde, da infraestrutura, da segurança pública e etc. Agora aceleradas pelo aquecimento global e o recrudescimento da explosão demográfica.
 
A transitoriedade nos levará para uma época de intensas mudanças, e que há bom tempo já estamos vivendo, promovendo caos e complexidades tendentes à afirmação de que cada dia será realmente um novo dia – onde o histórico do conhecimento prévio, e disponível, será insuficiente para a solução imediata de problemas, e ocorrerá o aprofundamento crítico da "teoria das restrições". Ela é um fenômeno relacionado a aceleração das mudanças que nos são impostas pela perda do controle de fatores e variáveis, socioeconômicos, socioambientais e socioculturais, os quais foram deixados crescentes em suas respectivas progressões negativas e permissivas.
 
A política e a ação partidária em todas as nações têm sido permissivas e degeneradas pela politização de fatos bizarros, moralmente inaceitáveis, pela exacerbação da degradação social, humana, econômica, educacional e ambiental. O modelo de administração de estados está esgotado e sem saída, pelo seu modo de operar e de se fazer funcionar em moto-contínuo de autodestruições.
 
Os ciclos administrativos dos estados evoluem em espasmos reformistas, após acumularem perversas expiações, dores, sofrimentos, mortandades, doenças, crimes, corrupção e mazelas sem fim. Antes com severas revoluções, as reformas eram postas a sangue e a mortes, hoje com manifestações menos agressivas, sem o belicismo satânico de outrora, com a fragilização da ordem pública, com o desvirtuamento das instituições republicanas e democráticas. E nada, nem ninguém, se posta a defender a vida humana e suas instituições republicanas e democráticas, reguladoras de ordem e dos princípios da evolução civilizatória para uma humanidade com PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE...  
 
Ainda se apelam e se praticam aberrações ideológicas e político-partidárias, agitando a ressurgência de práticas hediondas de governanças e controles sociais, sepultadas com os milhões de cadáveres dos mais demoníacos crimes políticos do passado e do tempo recente.
 
A perda do controle de fatores e variáveis revela a precariedade das administrações públicas do Brasil e do mundo, em face das crescentes mudanças, nas transições e nos ciclos do tempo, dos usos, dos costumes, das crenças, das necessidades e do mazelamento múltiplo pela omissão administrativa no dirigismo do processo civilizatório das nações. E o crescimento demográfico, ainda não controlado cientificamente, vem sobrecarregando as atuais infraestruturas, em tudo caminha para o esgotamento e para um apocalipse humano, animal, vegetal e planetário.
 
Os bolsões de exclusões vão aumentado já que a produção e controle dos recursos materiais, energéticos, hídricos, financeiros e ambientais não acompanham o crescimento demográfico, em que a realidade acumulativa de males e perdas, se sobrepõem acima de qualquer propaganda e/ou publicidades sobre evolução, harmonia e bons resultados. 

Pensemos no mais simples: o metro cúbico de ar da atmosfera planetária atendia a 5 bilhões de seres humanos e às suas necessidades nos anos 1980. E agora, 2010-2014, o mesmo metro cúbico de ar da atmosfera planetária tem atendido a 7 bilhões e seres humanos e às suas necessidades. 

 
Para o ano de 2050 (ONU) seremos 9,6 bilhões de seres habitantes planetários...
 
E este excesso demanda e baixa oferta já acontece, mais gravemente, com a água, a produção de energia, a de alimentos e etc. Enfim, hoje temos muito mais gente impactando a infraestrutura laboral e de produção, esgotando o planeta em seus recursos, e sem nenhuma atuação qualificada, responsável e urgente das governanças político-partidárias que controlam os destinos civilizatórios da humanidade brasileira, por exemplo.   
 
Vivemos a contra-ciência e a contra-administração, que são aquelas das peruadas, denuncismos, perseguições, casuísmos, 2 pesos e 2 medidas, calúnias, caos, líderes “exóticos”, chefes incendiários, malandros trapaceiros, omissão e falta de educação & treinamento, com favoritismos e sem liderança positiva.
 
Se por um lado grupos administrativos da situação podem estar “tentando” fazer o estado sobreviver, por outro lado grupos de oposição alojados nos meandros administrativos, com perfil de “auto sabotadores”, com sua natureza autodestrutiva, estarão procurando minar o ‘status quo’ administrativo para criar meios de “subir na escala administrativa” diante das besteiras feitas pelos grupos administrativos da situação. Ou seja, uma forma de assumir poder no atual sistema político-partidário é sabotar as boas ações executivas e legislativas dos grupos administrativos da situação ou do passado recente e remoto. 
 
É por falta da base científica que ocorre a “mortalidade” dos estados, o retrocesso administrativo e civilizatório, em uma nova onda eleitoral se irá procurar derrubar os incompetentes e corruptos, entretanto “as moscas vão mudar, mas a merda continuará a mesma”. Não são pessoas que fazem a diferença, nos moldes dos ícones políticos da atualidade, hoje nos complexos processos e procedimentos administrativos, mas o SISTEMA e seus MÉTODOS CIENTÍFICOS... 
 
E sendo a configuração de SISTEMA, com MÉTODOS CIENTÍFICOS, urge a obrigação de formação de uma superestrutura (conhecimentos, ferramentas cognoscíveis, inteligência e qualificação) com pessoas contributivas, cooperativas e colaborativas, em equipes virtuosas e de grandes méritos. Formar bons times de executivos, assessores, consultores e operadores. 
 
Fora disto continuará a eterna EMBROMAÇÃO executiva pública no Brasil – “as moscas vão mudar e a merda vai continuar e mesma, mas já em adiantado estado de putrefação”, até ressecar e diluir-se com os ventos e as chuvas.
 
Por isso tornaremos a afirmar: - Nem Dilma, nem Aécio, nem Campos, nem Marina... Nenhum político faz ou fará falta REALMENTE. Nem Sarney, nem Collor, nem Itamar, nem FHC, nem Lula e, novamente, nem Dilma. 
 
As tradicionais "escolas" político-partidárias já se esgotaram em seus rituais, ideologias, crenças e valores, os quais se tornaram OBSOLETOS em face da transitoriedade. E os perfis de seus protagonistas ficaram, também, obsoletos, nos levando para o lugar comum das pequenas iniciativas debilitantes e de baixo conteúdo evolucionista.
 
O Brasil é um estado fracassado que “funciona” sem base científica em seus argumentos, sem a demonstração de seus resultados, sem usar dados e fatos confiáveis, sem a consistência de seus administradores em exercícios da CORRETA prática profissional, tanto na rotina quanto nas estratégias – logo surgem os sabotadores com artimanhas subterrâneas denegrindo o já precário processo administrativo dos responsáveis pela sobrevivência do país e da sociedade.   
 
A aceleração da transitoriedade – mudanças e adaptações – incrementando inoperância e obsolescência em ideologias político-partidárias, tem forçado a busca de focos administrativos mais responsáveis e mais qualificados. Quais os fenômenos aceleradores da "transitoriedade", que afetam os equilíbrios de uma sustentabilidade planificada? 
 
Outro aspecto da "transitoriedade" é a aceleração exponencial da geração do conhecimento técnico-científico e de sua aplicação, suas novas ferramentas tecnológicas e as novas metodologias administrativas, operacionais e funcionais, que não chegam em "tempo e na hora" aos processos e procedimentos administrativos do estado. Em muitos casos chegam a ser aplicados cerca de 40 a 50 anos após sua sacramentada aplicação bem sucedida nas atividades privadas - permanecem práticas “retrô”, altamente burocráticas e expostas aos mandos de tais corriolas e quadrilhas.
 
Existem "lobbies de bloqueios" que impedem a aplicação de tais conhecimentos, suas novas ferramentas tecnológicas e as novas metodologias administrativas, operacionais e funcionais. Normalmente sob barreiras das tradicionais artimanhas políticas, de corriolas, lobistas, quadrilhas e corruptos vendilhões da sociedade brasileira. E quando aplicáveis são mal “canalizadas” através de empresas de laranjas.
 
Estes eventos da aceleração exponencial da geração do conhecimento técnico-científico, e de sua aplicação, não é apreciado em seu tempo de criação e maturação, nem possui por parte dos grupos político-partidários estudos, análises e viabilizações consistentes em interesses de minimização de perdas e maximização de ganhos - com altíssima utilidade socioeconômica, e nem tampouco existem grupos político-partidários incentivando a ciência, a escolaridade, a educação e a inventividade dos cidadãos brasileiros. 
 
Se tais grupos não investem nestes tópicos, como iremos enfrentar a aceleração exponencial da geração do conhecimento técnico-científico e de sua aplicação?   
 
E nenhum grupo político-partidário apresenta concepções de governanças com base nas tendências e cenários, na borda já próxima do abismo de horizontes sinistros, que são vislumbrados pelos detentores do VERDADEIRO CONHECIMENTO ADMINISTRATIVO. 
 
Ficamos em campanhas eleitorais à mercê de precárias propostas de simplismo e convicções da debilidade de políticos e corriolas de aventureiros, que não serão capazes de criar o PROGRESSO, com PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE... 
 
E ainda ficaremos expostos aos fenômenos aceleradores da "transitoriedade", que retroalimentam as disfunções, os males e as mazelas de todo tipo. Vamos todos cair nos abismos, pois estamos como cegos, guiados por cegos e mentecaptos...  
 
Os fenômenos aceleradores da "transitoriedade", que afetam os equilíbrios de uma sustentabilidade planificada, os quais estão invisíveis à precária percepção dos grupos político-partidários, com base no cenário comum para todos os países do planeta – a solução conjunta dependerá da cooperação – e sem cooperação não haverá salvação.
 
Vários fatores e fenômenos estão forçando a transitoriedade. Um deles é o que veio inibindo a evolução civilizatória planetária: a INIBIÇÃO nas inovações - para os saltos tecnológicos e automação de fábricas e escritórios – provocada pelos lobbies econômicos prejudiciais ao planeta.
 
Os lobbies contra a evolução das inovações, que bloqueiam toda NOVA ação ou atividade concorrente de sistemas correntes patrimoniais, de produção, configurações econômicas, energéticas e seus modelos, de domínios financeiros e interesses velados, fazem o atraso para o controle dos fatores dos fenômenos que forçam a transitoriedade, em sua face negativa...
 
É possível que os administradores levem empresas à falência? É possível que os administradores sejam gastadores perdulários e omissos em suas obrigações? É justo que os administradores utilizem a empresa como casa de quadrilhas e bandoleiros? Teriam os administradores permissão dos proprietários da empresa para produzirem perdas irreparáveis em produtividade, qualidade, economia, segurança e patrimônio? É viável que os administradores deixem as empresas “inchadas” com excesso de pessoal e burocracias? É moralmente suportável que os administradores sejam corruptos e meliantes em suas ações?
 
Por que o Poder Executivo do país, com sua administração pública, pode cometer todas estas bizarras exceções contrárias a Administração Científica?
 
As perdas são astronômicas em todas as questões de RESULTADOS e suas medidas tecnicamente corretas: perdas irreparáveis em produtividade, qualidade, economia, segurança, ambiente e patrimônio.
 
A maior perda é a do Tempo Civilizatório. Se na Administração Capitalista, TEMPO É DINHEIRO, na Administração Pública, TEMPO É DISFUNÇÃO RECORRENTE, DOR, EXPIAÇÃO, SOFRIMENTOS E MORTES...
 
Vivemos uma Espiral Crescente de mortandades generalizadas, não só de sonhos e esperanças, mas de amigos, parentes, empresas, sociedades, comunidades e do meio ambiente.
 
Estas catástrofes da incapacidade das administrações públicas são tão evidentes que pesquisas apontam que os administradores públicos, tais como: prefeitos, secretários, governadores, ministros, assessorias e comissões, e presidente do país, deveriam ter graduação ou pós-graduação em administração. 
 
Graduação ou pós-graduação não com este modo idiossincrático e aberrante de administração, nestas disciplinas de validades vencidas e cargas horárias insuficientes, como pleiteada por algumas instituições de ensino da tal aptidão profissional.
 
Qual caminho estamos escolhendo agora? Carreira, dinheiro e vida ou desemprego, pobreza e depressão? Qual destino estamos escolhendo para nós? De qual tipo é o processo administrativo do nosso estado? Como poderemos impor uma reforma que modifique a tradicional ARTE POLÍTICA do Brasil?
 
As empresas e os empregos são os instrumentos do “crescimento humano” – sucesso ou fracasso! Na bifurcação entre sucesso, ou fracasso, de qual lado do “cabo de guerra”, desta medonha guerra velada, entre tais grupos administrativos, nós estamos?
 
Como nos tornamos um estado de aplicação administrativa científica? Usando as técnicas da administração científica.
 
O que de fundo se obtém com normas desta natureza (técnicas da administração científica) será nada mais nada menos do que a "padronização mundial da prática da gestão da qualidade e do meio ambiente – ou do ambiente inteiro", nas administrações públicas. Tais técnicas transformadas em procedimentos que contenham um potencial, capaz de minimizar ou mitigar quase todos os eventos catastróficos que incrementam mazelas às sociedades, ou bloquear os possíveis danos irreparáveis ao homem e ao seu meio ambiente. 
 
No Brasil durante anos estão coexistindo os grupos administrativos da situação e da oposição. Este último na contra administração e o primeiro na tentativa-de-administração. Mormente nem um destes grupos vem mostrando habilidades e competências para minimizar ou mitigar as mazelas que eles mesmos impõem aos brasileiros, pelo menos nestes últimos 30 anos de administração pública rasteira.  
 
A tentativa-de-administração deveria atuar profissionalmente aprimorando seus organogramas enxutos, a seleção de seu pessoal, a padronização de práticas e procedimentos, a racionalização operacional e econômica do estado, adotar sistemas de informações confiáveis, para rotinização e prestação de contas, elaborar relatórios e gráficos, prezar pela transparência e sempre na promoção de uma liderança positiva. 
 
A coexistência entre estes modos de administração funciona como os esforços do dito “cabo de guerra” – o positivo puxa para o lado producente e o negativo puxa para o lado perdulário e autodestrutivo.
 
O ponto de colapso deste “cabo de guerra” será a falência do estado, que já se anuncia pelos seus números de economia e produção, sendo este ponto o "passador da linha" que divide o campo de “duelo” dessas forças. É o momento de esgotamento da energia da tentativa-de-administração. Nesse instante o vírus da contra-administração começará a tomar conta do corpo administrativo público, produzindo a mortalidade da humanidade brasileira, acelerando seus males e mazelas, praticando "oficialmente e de modo juramentado" os mais hediondos crimes de irresponsabilidades, de temeridades e de atos gravemente perdulários.
 
Por estas razões, e percepções, as governanças administrativas públicas estão se tornando INÚTEIS, INÓCUAS e DISPENDIOSAS... E por conseguinte ninguém da política faz ou fará falta REALMENTE. Só farão a diferença que nos levará para as sarjetas de todo tipo de Rankings Civilizatórios e Humanos. 
 
Abraços,
 
Lewton
 
Complemento: FIM DO BOLSA FAMÍLIA
 
A inteligência da oposição ainda não botou a mente neste trunfo. Com a queda sucessiva da economia, e de seus indicadores, o orçamento do país já virou mais do que cobertor curto. A grande ameaça é o próprio petismo não "conseguir" prover recursos para pagar o bolsa família.
 
Veja os links, a seguir, do Google: 
 
 
Atualmente não existe dinheiro para este aprovisionamento, e Dilma foi/ vai pedir esmolas lá no FMI. Se houver manutenção da governança petista, por mais 1 ou 2 anos, vamos quebrar, por recesso econômico. O argumento deverá ser neste sentido. Se você votar no PT o bolsa família vai acabar, por má gestão petista. Já ficamos fregueses do FMI...



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