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Postada em 08-01-2015. Acessado 846 vezes.
Título da Postagem:Os círculos ingleses e suas mensagens extraterrestres - recados cósmicos
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 08-01-2015 @ 12:43 pm
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Tags: crop, circles, circulos, inlgeses, ufologia, extraterrestres, mensagens, cosmos

 https://www.clubedeautores.com.br/book/179053--Os_circulos_ingleses_e_suas_mensagens_extraterrestres#.VKcZACvF9vg

Você já viu alguns Círculos Ingleses, como no mosaico do slide acima? Eu já vi por filmes, documentários, revistas e fotografias. E espantei-me com o sortimento de evidências que pode ser encontrado nos traçados dos círculos (originalmente) nas plantações da Inglaterra. Os Círculos Ingleses são apresentados no link da WIKIPEDIA a seguir:

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculos_nas_planta%C3%A7%C3%B5e

Listei abaixo minhas percepções técnicas e culturais, diante das infinitas configurações de círculos magníficos, os quais a mim sinalizavam a presença de seres extraplanetários que “tentavam comunicações com os terráqueos”.

1.    Proporções e ponderações geométricas;

2.    Ícones de eventos físicos e químicos;

3.    Simetria, assimetria, harmonia e perspectivas;

4.    Feixes magnéticos e eletromagnéticos;

5.    Sistemas de forças, de energias e de equilíbrios;

6.    Mandalas e tramas de labirintos e de circuitos;

7.    Animais e insetos terrestres;

8.    Espelhamentos e inversões figurativas;

9.    Microcosmos e atomística;

10. Macrocosmos e astronomia;

11. Sideralismos e progênies;

12. Linguagem, filologia e semiótica;

13. Matemática dos fractais e caleidoscópica;

14. Emblemas, brasões e logotipos;

15. Códigos, cifras, charadas;

16. Comunicação, difusão e sintonias;

17. Teologismo, sacralidade e liturgias;

18. Segredos de quintessências e virtudes;

19. Revelações apocalípticas e know-how cósmico;

20. Confissões e materialidade presencial;

21. Precisão e exatidão tecnológica dos traçados;

22. Neutralidade ambiental e preservação;

23. Sensibilidade exopolítica e relações extraplanetárias;

24. Caridade, fraternidade e humanidade;

25. Pacifismo e glória aos céus.

A relação acima sobre minhas percepções deixa evidente a intenção PACIFISTA e de IRMANDADE dos seres extraplanetários. Nada de COLONIZAÇÃO e ESCRAVIZAÇÃO da raça humana deste planeta, haja vista que os 10 Mandamentos do Monte Sinai, dados a Moisés, são códigos de conduta cósmica entre civilizações interplanetárias...

Cada agróglifo marcado nas plantações inglesas (originalmente começaram a aparecer nas plantações da Inglaterra) é uma imagem geométrica e parametrizada, contendo milhares de palavras, implícitas e secretas, inspiradoras de percepções sutis.

Os agróglifos se expressam por escalas, medidas, distâncias, ângulos e curvas no espectro do design da Geometria Sagrada e Humana. E pelos significados dos símbolos, projetando densidades de linhas e pontos, como pixels vegetais – concentração e/ou espalhamentos.

O que, como e quem os marca nas plantações?

1.    Laser’s que não queimam, fluxos de energia supra ou subsônica?

2.    Impulsos eletromagnéticos?

3.    Raios infra ou de frequência bio-formadora?

4.    As marcações têm fontes de algum lugar específico ou são feitas “in loco” sob invisibilidade material?

5.    As marcações partem de algum “molde” condicionador de uma automação numérica ou de um dispositivo com inteligência artificial?

6.    Ou algum extraterrestre “marca os círculos” como um bom Leonardo Da Vinci, com uma “lapiseira” de bio-formação quântica?

A afinidade trouxe-me para esse meio da Ufologia. Sou velho leitor da Revista UFO – http://www.ufo.com.br, embora não assinante, praticamente, cheguei a possuir uma coleção quase completa desta tão mensalmente esperada revista, quase ao nível de plantão nas bancas.

Não possuo conhecimento especial, sobre o assunto, muito embora tenha formação suficiente para interpretar e analisar fenômenos ufológicos.

Nas muitas leituras os vários fenômenos da casuística ufológica, principalmente sobre os Círculos Ingleses, certos temas chamaram minha atenção.

Há um escasso conteúdo relacionado à abordagem conceitual e filosófica de um provável “Modus Operandi” do sistema social, econômico e político das sociedades dos “Povos do Espaço”.

Muito se fala da tecnologia provável, da tipologia dos seres, dos tipos de contatos, dos formatos das naves, das origens estelares prováveis, da omissão dos governos e dos aspectos místicos implícitos.

Certos livros, da Biblioteca UFO, contém alusões à essa temática, tão necessária para compormos um entendimento da civilidade, ou do grau de civilização, afeita na formação dessas culturas extraplanetárias.

Em nosso entender esse tema é de alta dificuldade de “captura e leitura dentro da fenomenologia”. É óbvio que a temática mais explorada tem relação direta com a captação sensorial humana, mediante às manifestações físicas, químicas e estruturais da casuística. Mas, como se organizam essas sociedades?

O alto grau da tecnologia demonstrada revela, sem sombra de dúvidas, a presença de crenças e valores capazes de fazer que aquelas sociedades tenham uma sustentação evolutiva e a presença, também, de uma ligação com potências inteligentes, como intermediários do Senhor.

Excluindo a “banda podre” deles, que estão do lado negro da força, que atormentam a humanidade com as abduções e matanças “indiscriminadas”, o planeta tem um outro governo secreto, bem superior aos que aparentemente parecem conduzir o triste destino da humanidade. E esse planeta está condenado a evoluir. Ora como planeta de “provas e expiações” transmutar-se-á em planeta de “regeneração”.

O grande Governador do planeta, plenipotenciário do conhecimento e do poder ilimitado, apenas está deixando transcorrer a “combustão cármica” residual da atual geração de espíritos, aqui aprisionados para a conclusão do ciclo de combustão evolutivo, como consta na Boa Nova – Evangelho de Jesus.

O Senhor não está ausente, como se costuma firmar na ausência da fé diante da comoção social em que vivemos. Nós é que devemos trabalhar na modificação do planeta e adquirir a graça da convivência sideral com tais povos.

A regra do Amor é cósmica e universal – é a força de construção do universo e das humanidades nele existentes.

"A Criatura é Obra do Criador. Mas, a Condição de Vida é Obra da Criatura".

Fomos convocados para complementar a Obra do Criador na tarefa da 2ª construção do mundo. Seja lá quem for, que nos visitam em naves, não fará a nossa tarefa sagrada e compromissada desde o início dos tempos - Do presente Ciclo Cármico do Planeta - Eles não são os nossos "salvadores". A regra básica do nosso "salvamento" já nos foi passada, há 2000 anos. Devemos nos salvar dentro da caridade - "Fora da Caridade não há Salvação, Jesus Cristo - e modo operacional de praticarmos isto, no dia a dia, já tem seu primeiro e rudimentar esboço.

Os seres não farão o nosso trabalho, nem nos salvarão de nós mesmos – as lições já foram passadas. Temos que aprender rapidamente a aplicar, de modo coerente, esse mais sublime princípio que o Rabi da Galileia nos ensinou. Fora disso não haverá salvação. Mas através de que modo isso poderia ocorrer? Há que se propor um modo humano e mais afeito à grandeza potencial divina que possuímos – Vós sois deuses! – de organizarmos a sociedade humana, em buscar seu crescimento espiritual e material.

Essa temática, fruto da psicografia inspirada, e agora aberta para o debate público, está em nossos livros: 1. O paradigma da grande reforma e 2. O tratado do estado humanista.

Convido, os diletos leitores, para uma visita a este assunto, afim de certificarem-se de que a Terra já está em transmutação, para um planeta de regeneração. Parte do conhecimento para isto já foi repassado. E o Brasil, pátria do evangelho e coração do mundo, será o novo Tutor da Humanidade. Creiam, algo de novo está para a acontecer – A Nova Era - E agora quem poderá nos salvar?    

Abraços,

Lewton




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