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Postada em 29-03-2015. Acessado 715 vezes.
Título da Postagem:A Precária e Ineficiente Justiça Brasileira
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 29-03-2015 @ 09:20 pm
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Tags: qualidade, sentenças, stf, supremo, tendência, tribunal, veredictos, governista
A Precária e Ineficiente Justiça Brasileira
 
No caso do Judiciário a APROVAÇÃO é de 33% e a DESAPROVAÇÃO é de 67%, em que toda a estrutura organizacional, administrativa e operacional do mesmo tem uma Qualidade Percebida com APROVAÇÃO de 33%. Sua Qualidade Praticada é de 33% - Ou seja para cada R$ 100,00 investido nesta organização, o efeito de sua qualidade justificará apenas R$ 33,00 ao resultado das suas atividades – o que será sua produtividade econômica.
 
A MÁ QUALIDADE toma do resultado das suas atividades o valor de R$ 67,00 de cada R$ 100,00 aplicado pelos impostos dos contribuintes.
 
Assim, são “cientificamente” evidentes que os atuais 3 Poderes já estão OBSOLETOS. Agora, a república vê florescer quatro NOVOS poderes masters - que são os poderes que estabelecem o vetor de evolução civilizatória: poder moral que permeia todos os outros poderes. O poder técnico é que garante a segurança alimentar e tecnológica, o poder econômico que garante a distribuição da riqueza e da renda nacional, o poder político que garante a “sobrevivência” na geopolítica local, regional e global, em função de sua ideologia inspiradora, e da capacidade deontológica de sua liderança.
 
A revelação magna nesta obra é que o poder moral é sustentado pelo senso de justiça, sua coesão aos princípios éticos, seu nivelamento e homogeneidade técnica, sua capacidade de concretizar o justo, de estender sua aplicação, sem privilégios, e de elevar o padrão moral. Só sobrevive, nesse mecanismo da evolução natural, a justiça como poder equilibrante, de uma sociedade. Os figurantes da "velha república", tais como, o executivo e o legislativo, são caricaturas da modernidade, na operação de um estado.
 
O STF deveria ser esse guardião no Brasil. Mas infelizmente nos apresenta, em suas lideranças, o caráter mortal do fracasso e da insegurança jurídica.
 
A justiça suprema é governista, pois "depende" do seu modus-vivendi aprovado pelo executivo e pelo legislativo. Logo a justiça não presta serviços para a sociedade, mas somente contra ela.
 
No Brasil os poderes não são independentes. Para minimizar isto deveríamos votar para eleger os membros do Supremo Tribunal, para que tivessem obrigações morais com a sociedade...
 
Vai daí que muitos acreditam que a justiça no Brasil está morta.
 
Este livro começou a ser escrito em 1985, e revela a percepção de engenheiro especializado em administração de tecnologia. E aqui ele aplica matemática, estatística e probabilidades.
 
Esta obra poderá ser uma ferramenta para ajudar a encaminhar o Brasil para uma nova Era da Administração Científica do arcaico Sistema Jurídico Nacional.
 
Quem quiser conhecer a obra visite:  https://www.clubedeautores.com.br/book/183122--A_Precaria_e_Ineficiente_Justica_Brasileira?topic=direito#.VRiUM_nF9vg.
 
Categorias: Tribunais, Processo Penal, Ciência Forense, Direito, Ciências Exatas, Administração 
Palavras-chave: 3, administração, análises, dilma, economia, eficiência, estatística, governista, justiça, lula, matemática, operação, parcialidade, poderes, política, probabilidades, produtividade, pt, qualidade, sentenças, stf, supremo, tendências, tribunal, veredictos



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Comentários

X-men em 07-04-2015 às 21:32

Com nossos ministros do STF dando o exemplo como deram na semana passada - fecharam para balanço na semana toda por conta do feriado - não podemos esperar muito da justiça brasileira. O juiz do Rio de Janeiro, pego com a boca na botija, continua a ganhar seu atrativo salário e..... tudo bem. Ninguém fica indignado.


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