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Postada em 16-04-2015. Acessado 695 vezes.
Título da Postagem:Não ser um câncer sobre a Terra, Deixar espaço para a natureza
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 16-04-2015 @ 10:24 pm
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Tags: Pedras Guia da Georgia, sustentabilidade ampla, defesa ambiental, ecologia hard

 Não ser um câncer sobre a Terra, Deixar espaço para a natureza 

 
Trata-se da 10ª Diretriz das Pedras Guias da Georgia - Novos Mandamentos de Jesus Cristo.
 
Veja o link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedras_guia_da_Ge%C3%B3rgia, e conheça, as instruções destes novos mandamentos.
 
O que é o câncer? Segundo: http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=322; 
 
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.
 
Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
 
Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.
 
Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases).
 
1) E o que seria: - Não ser um câncer sobre a Terra?
 
Já passamos o total populacional de 7 bilhões de “habitantes” (passageiros da nave mãe Terra). E os recursos estão acabando. Tendo a mesma atmosfera, a mesma quantidade de terras, a mesma quantidade de recursos minerais, a mesma quantidade de água doce e de águas oceânicas, o mesmo espaço planetário e etc. Nos anos 1960 éramos 4,5 bilhões de habitantes. 
 
Nosso crescimento populacional é desordenado, irregular, incontrolável (até o momento) formando “tumores malignos” sobre a natureza, nós desequilibramos todos os padrões e parâmetros dos eventos naturais. Alteramos as proporções geológicas, com nosso antropismo, vamos mexendo e alterando tudo que naturalmente foi constituído na evolução do planeta – em todos os sentidos: biológicos, físico, físico-químicos e químicos, e assim vamos produzindo as “metástases ambientais”, e provocando a reação “enraivecida” da Terra, a qual nos devolve males como: 
 
a. Aceleramos as mudanças climáticas, 
 
b. Ajudamos a escassez de alimentos, e estragamos comida, 
 
c. Provocamos a escassez de água, 
 
d. Produzimos a desertificação, 
 
e. Contaminamos os oceanos, rios e lagos, 
 
f. Praticamos o desmatamento desenfreado, construindo obras, e mantendo criações,
 
g. Consumimos exacerbadamente materiais, metais e minerais, 
 
h. Aquecemos o planeta com máquinas industriais térmicas e geradoras de calor, e com máquinas que emitem gases e elementos tóxicos,
 
i. Colocamos resíduos de lixos em locais inadequados, 
 
j. Não reciclamos integralmente os materiais em geral, 
 
k. Enfim, somos um câncer sobre a Terra!     
 
2) E o que é: - Deixar espaço para a natureza?
 
Um ferimento em nosso dedo leva algum tempo para CICATRIZAÇÃO. Um impacto sobre a natureza, também, vai levar certo tempo de CICATRIZAÇÃO. Se alteramos uma dada condição natural, ela irá requerer um tempo de REGENERAÇÃO.
 
E se formos agressivos com ela a sua REGENERAÇÃO não irá suceder, como se operam os fluxos naturais, e ela terá uma inadequada cicatrização. E logo a seguir voltamos a agredi-la – e seu tempo do impacto anterior não foi respeitado e assim neste novo impacto há uma degeneração em seu sistema. Alterando e desequilibrando todos os padrões e parâmetros dos eventos naturais.  
 
E a natureza é extremamente sensível. Se alterarmos um décimo de grau centigrado, num sistema natural, certamente haverá um impacto dada a sensibilidade de tais sistemas. Se alteramos em um milésimo de dada fração percentual de algo químico, vamos alterar a resposta funcional do sistema. E assim por diante.
 
Temos que dar espaço para a natureza, não apenas o espaço original (SO), e localidade (GL), onde se acha manifesto um bem ou beleza natural, mas também um Tempo (TR) de regeneração e uma escala de grandeza da proporção original (QO) encontrada e alterada – em termos de Quantidade, dentro da proporção citada.
 
Deixar espaço para a natureza será respeitar uma simples equação.
 
Digamos que esta equação se expressa diretamente proporcional ao: espaço original (SO) x complexidade regenerativa da localidade (GL), onde se acha manifesto, um bem ou beleza natural x o Tempo (TR) de regeneração, inversamente proporcional a Quantidade (QO) encontrada e alterada (dentro da proporção original de onde se interferiu), logo:
 
Deixar espaço para a natureza = ((SO) x (GL) x (TR)) / (QO).
 
Então, podemos conceituar Deixar espaço para a natureza tanto matematicamente, como em expressão literal.
 
Esta 10ª diretriz é um reforço à 1ª diretriz, e à 6ª diretriz. O compêndio INTERNO de normas reguladoras, fomentado pela 6ª diretriz, está aberto a tal vontade da cidadania e de acordo com seu entendimento e livre arbítrio. Não mostrando e nem exigindo restrições sobre economia, educação, defesa, saúde, segurança, esportes, empregos, industrialização e etc.
 
A única exigência objetiva da 6ª diretriz é a do Controle Ambiental e de seu Uso – com racionalidade e parcimônia, focando a capacidade REGENERATIVA ambiental do planeta, e a sua capacidade autônoma, ou auxiliada pela engenharia e a tecnologia, de se recuperar. Ou mesmo de ser protegido com moderação em interesse das futuras gerações humanas, animais e vegetais – que se configura no conceito de SUSTENTABILIDADE AMPLA, NÃO apenas de se garantir as condições de vida das gerações humanas futuras, mas dos animais, dos vegetais e dos minerais (inclusive a dos insetos).
 
SUSTENTABILIDADE AMPLA: garantir as condições de vida das gerações humanas futuras, dos animais, dos vegetais e dos minerais (inclusive a dos insetos).
 
Obras elucidativas, escritas por missão ordenada e complementar, ao alcance de todos, adotar a relação da 6ª diretriz.
 
Para conhecer os detalhes deste assunto baixe o livro digital: https://www.clubedeautores.com.br/book/184788--A_Nova_Ordem_Mundial_segundo__Jesus_Cristo#.VSvRePnF9vg - A Nova Ordem Mundial segundo Jesus Cristo e seus Novos 10 Mandamentos.
 
Abraços,
 
Lewton



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