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Postada em 02-05-2015. Acessado 762 vezes.
Título da Postagem:As 10 pragas do Egito, Eventos de fé, ou eventos ecossistêmicos de ação dirigida
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 02-05-2015 @ 08:30 pm
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Tags: 10 pragas, Egito, povo hebreu, Ramsés 2, HAARP, natureza, eventos lógicos

 As 10 pragas do Egito: Eventos de fé, ou eventos ecossistêmicos sob ação dirigida?

 
Um simples ensaio analítico. Terá sido uma manifestação de DEUS, ou de algo segundo mecanismos conhecidos da NATUREZA?
 
O que libertou os Hebreus do jugo egípcio foi de fato uma "manipulação de parâmetros ambientais" sob o comando do Deus Yaveh dos judeus? Haveria uma ação motivada e intencional de indução dos fatos ambientais que produziram as 10 pragas do Egito? Terá sido um sistema controlado por potências inteligentes ao que se atribuiu como eventos naturais? Terá sido uma espécie de projeto HAARP –
http://pt.wikipedia.org/wiki/High_Frequency_Active_Auroral_Research_ProgramPrograma de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência dos EUA (Ver Nota), sob domínio tecnológico do Deus Yaveh dos Hebreus?
 
Pesquisadores acreditam terem encontrado evidências dos verdadeiros desastres naturais das dez pragas do Egito, que levou Moisés a libertar os israelitas da escravidão no livro bíblico Êxodo.
 
O relato bíblico sobre as 10 pragas do Egito mostra que o faraó Ramsés 2, como todo faraó deus da Terra e filho do Sol, transcendia em suas intransigências com as calamidades acometidas pelas pragas rogadas pelo Deus de Moisés - Yaveh. 
 
E o Deus dos Hebreus era mais poderoso e capaz de proteger seus eleitos, do que o próprio faraó aos seus súditos e às suas possessões. E como fazer retirar mais de 600.000 judeus escravos do Egito sem que houvesse uma guerra, que sem a menor dúvida, iria se tornar numa espécie de genocídio de servos e escravos? E uma vez livres estas 600.000 pessoas poderiam se aliar a uma nação com poder militar a fim de derrotar o faraó? 
 
As Pragas de 1 a 6 estão conexas sob uma cadeia lógica de eventos, nas transformações ecossistêmicas, com interferências climáticas, em que a ocorrência de um - o primeiro - repercute na produção de outro - o segundo. E o segundo na produção do terceiro, e por diante até o 6º evento. Estes foram eventos biológicos. 
 
Entretanto os eventos de 7 a 9, mostram-se conexos com a "coincidente erupção do vulcão de Tira, em Santorini - Grécia". A praga 10 foi a morte dos primogênitos, associadas ao "envenenamento" de cereais estocados. A questão colocada é se estes eventos foram incidentes de fé ou processos "lógicos" das transformações climáticas dos ecossistemas? Foi de fato uma cadeia de eventos climáticos, "sincronizados com a erupção do vulcão Tera em Santorini?" http://pt.wikipedia.org/wiki/Santorini.
 
"Mas ao invés de explicá-los como decorrentes de um ato de Deus, os cientistas afirmam que as causas das pragas podem ser atribuídas a uma cadeia de fenômenos naturais provocados por mudanças no clima e as catástrofes ambientais que aconteceram há centenas de quilômetros de distância."
 
"Os arqueólogos acreditam amplamente que as pragas ocorreram numa antiga cidade de Pi-Ramsés no Delta do Nilo, capital do Egito durante o reinado do faraó Ramsés 2, o Segundo, que governou entre 1.279 aC e 1.213 aC."
 
Este momento do povo judeu foi apresentado no canal "National Geographic Channel", dia 25/dez/2014 das 16h30 às 17h23. E tivemos a oportunidade de acompanhar o documentário. 
 
As 10 pragas do Egito – Cientistas comprovam a sua existência, mas dizem que foram uma "cadeia de coincidências". E tais pragas foram pesquisadas em suas "motivações naturais", também, pela Martin Luther University of Halle-Wittenberg (German: Martin-Luther-Universität Halle-Wittenberg) referida como MLU. 
 
O termo "cadeia de coincidências" nos leva para o campo estatístico das probabilidades. Qual seria a probabilidade de se desencadear a sequência das pragas como relatadas em Êxodo? E sincronizar temporalmente tal sequência com a erupção de um vulcão a 400 km de distância, ao ponto de produzir as pragas 7ª, 8ª e 9ª? 
 
No link: http://www.capuchinhos.org/biblia/index.php?title=%C3%8Axodo, temos a caracterização dos eventos sociais, políticos e militares no Egito, onde: I. “Opressão” e “Libertação” dos filhos de Israel no Egito. Este é o tema fundamental de em Êxodo 1, de 1 a 15 e 21. Nesta seção merecem especial relevo as odisseias no Egito (Êxodo: 1, de 1 a 7 e 8), como um povo que nasce no sofrimento. Seguem-se as pragas (Êxodo: 7, de 8 a 12 e 32), como meio violento de libertação dos Hebreus.
 
1ª Praga - O Rio Nilo fica vermelho como inundado por sangue - acredita-se que esta descrição poderia ter sido o resultado de uma alga tóxica de água doce, já pelas condições do rio em baixa de água e repleto de lama. Ele disse que a bactéria, conhecida como Borgonha ou algas Blood Oscillatoria Rubescens é conhecida por ter existido há 3.000 anos e ainda hoje provoca efeitos semelhantes.
 
2ª, 3ª e 4ª Pragas - A chegada deste conjunto de algas em movimento acarretou a chegada da segunda, terceira e quarta pragas – rãs, piolhos e moscas. O desenvolvimento de girinos em adultos é regulado por hormônios que podem acelerar o seu desenvolvimento em tempos de estresse. A chegada das algas tóxicas teria desencadeado tal transformação e forçou os sapos a deixarem a água em que viviam.
 
5ª e 6ª Pragas - Com a morte das rãs, os mosquitos, moscas e outros insetos teriam se multiplicado por causa da falta de predadores. Esse fato, de acordo com os cientistas, poderia ter ocasionado a quinta e sexta pragas – gado doente e furúnculos. E que gerou um surto de epidemias, fazendo com que a população humana ficasse doente.
 
7ª, 8ª e 9ª Pragas - Outra grande catástrofe natural que ocorreu a mais de 400 quilômetros de distância pode ser a responsável por desencadear a sétima, oitava e nona pragas, que trazem granizo, gafanhotos e trevas para o Egito. Uma erupção vulcânica ocorreu em Tira (ou Thera), onde um vulcão que fazia parte do arquipélago mediterrâneo de Santorini, ao norte da ilha de Creta. Ele explodiu há cerca de 3.500 anos atrás. Essa erupção “vomitou” milhões de toneladas de cinzas vulcânicas na atmosfera. Então se concluiu sobre a ocorrência de chuva de granizo, em pleno deserto, e acredita-se que as cinzas vulcânicas podem ter relação com trovoadas no Egito para produzir tempestades de granizo.
 
A queda de cinzas para fora do vulcão causou anomalias climáticas, que se traduz em precipitações mais elevadas e maior umidade. Isso é exatamente o que favorece a presença dos gafanhotos. As cinzas vulcânicas também poderiam ter bloqueado a luz do sol realizando a história de uma praga da escuridão. Os materiais expelidos pelo vulcão, a análise das rochas mostra que elas vieram do vulcão de Santorini, fornecendo evidências físicas de que a precipitação de cinzas da erupção em Santorini atingiu a costa egípcia. 
 
10ª Praga - A morte dos primogênitos do Egito, tem sido sugerida como sendo causada por um fungo que pode ter envenenado o abastecimento de grãos, dos quais meninos primogênitos teriam prioridade em receber os alimentos da colheita, por isso foram a primeira vítima. Dr. Robert Miller, professor de Antigo Testamento da Universidade Católica da América, disse: “Eu estou relutante em avançar com as causas naturais para todas as pragas”. O problema com as explicações naturalista é que elas perdem o sentido. “E a questão toda é que você não saiu do Egito por causas naturais. Você veio pela mão de Deus”, disse.
 
Pelas condições climáticas locais à época, que favoreceriam a ocorrência da cadeia de eventos, qual terá sido a probabilidade da ocorrência da primeira praga? Como se trata da descrição bíblica de uma cadeia de eventos lógicos, sob o ponto de vista biológico, e ecossistêmico, as probabilidades seguintes da ocorrência dos demais eventos seriam maiores do que a da primeira? Uma coisa é certa a sequência lógica, de ocorrência das pragas 1ª a 6ª, relatada na Bíblia está "cientificamente" correta sob o ponto de vista biológico - quem teria ativado esta sequência de modo controlado, nos tempos de demolição da resistência moral do faraó Ramsés 2? E como se poderia sincronizar o fim da cadeia de eventos da 1ª a 6ª pragas com a erupção do vulcão em Tira - Santorini? Em tempo tal que pudesse desmanchar a resistência moral "residual" do faraó Ramsés 2, ao ponto de ele decidir por libertar o povo hebreu da escravidão?
 
Cada evento foi uma ocorrência dependente da ocorrência anterior - a probabilidade de um evento é dependente do resultado de outro - tendo começado nas probabilidades de ocorrência da primeira praga (entre a 1ª a 6ª pragas). E com uma espécie de "ajuste" com as probabilidades de erupção do vulcão e pelas probabilidades de ocorrência dos eventos a ele associados: chuva de granizo, gafanhotos e escuridão, sendo este ajuste independente da sequência biológica (entre a 1ª a 6ª pragas) - a probabilidade de um evento NÃO é dependente do resultado de outro. A 10ª praga, a morte dos primogênitos pode ser representada como probabilidade independente das demais - NÃO é dependente do resultado das outras.
 
REGRAS GERAIS DAS PROBABILIDADES
 
Probabilidades eventos condicionais: P(E1 e E2 e E3 e ...e En-1 e En) é igual a P(E1)xP(E2/E1)xP(E3/E1 e E2)x...xP(En/E1 e E2 e ...En-1).
 
Onde P(E2/E1) é a probabilidade de ocorrer E2, condicionada pelo fato de já ter ocorrido E1; P(E3/E1 e E2) é a probabilidade ocorrer E3, condicionada pelo fato de já terem ocorrido E1 e E2; P(Pn/E1 e E2 e ...En-1) é a probabilidade de ocorrer En, condicionada ao fato de já ter ocorrido E1 e E2...En-1.
 
Probabilidades de eventos Independentes: Segue-se o PRODUTÓRIO das probabilidades atribuídas a cada evento elementar onde P(E1) x P(E2) x P(E3) x ... x P(En);
 
Podemos então argumentar que: 
 
1. As pragas de 1ª a 6ª são condicionais entre elas; 
 
2. As pragas 7ª, 8ª e 9ª são independentes das 1ª a 6ª pragas e são condicionais entre elas; 
 
3. A 10ª praga é independente de todas as demais. 
 
E teremos que adotar um critério para classificarmos as possibilidades de eventos desta composição ocorrerem. 
 
CRITÉRIO DE RARIDADE DE EVENTOS - usado em Controle Estatístico da Qualidade.
 
1. Acima de 10% das possibilidades observadas = EVENTOS MUITO COMUNS;
2. De 1% a 10% das possibilidades observadas = EVENTOS COMUNS;
3. De 0,1% a 1% das possibilidades observadas = EVENTOS INCOMUNS;
4. De 0,01% a 0,1% das possibilidades observadas = EVENTOS RAROS;
5. Abaixo de 0,01% das possibilidades observadas = EVENTOS MUITO RAROS;
 
A todo momento histórico e ambiental do planeta Terra não temos ocorrências de tais eventos de modo comum ou com possibilidades observadas em frequências notáveis. 
 
1ª SIMULAÇÃO
 
Se sacarmos como eventos INCOMUNS, para as 10 pragas do Egito, teremos uma faixa permitida de probabilidades de 0,1% a 1% das possibilidades observadas. Digamos que estejam no VALOR DE 1% DE POSSIBILIDADES (ou 0,01 de probabilidades). Façamos a simulação a seguir:
 
Ce(1), 1ª a 6ª pragas: P(E1, E2, E3, E4, E5, E6) = P(0,01) x P(0,01/0,01) x P(0,01/0,01) x P(0,01/0,01) x P(0,01/0,01) x P(0,01/0,01) = 0,01 de probabilidades;
Ce(2), 7ª, 8ª e 9ª pragas: P(E7, E8, E9) = P(0,01) x P(0,01/0,01) x P(0,01/0,01) = 0,01  de probabilidades;
Ce(3), 10ª praga: P10 = 0,01 de probabilidade, onde Ce = Cadeia de Eventos. 
 
Logo, a probabilidade sugerida pelo ensaio, será o PRODUTÓRIO DAS PROBABILIDADES DAS 3 CADEIAS DE EVENTOS (as quais são independentes entre si), para a ocorrência das 10 pragas em sequência, como relatada em Êxodo da Bíblia. 
 
Então teremos: P(Ceg) = Ce(1) x Ce(2) x Ce(3) = 0,01 x 0,01 x 0,01 = 0,000001 => a probabilidade de ocorrerem as 10 pragas em sequência. E isto nos confere a probabilidade final Ceg de 1 caso em 1.000.000 casos possíveis.
 
2ª SIMULAÇÃO
 
Se sacarmos como eventos RAROS, para as 10 pragas do Egito, teremos uma faixa permitida de probabilidades de 0,01% a 0,1% das possibilidades observadas. Digamos que estejam no VALOR DE 0,05% DE POSSIBILIDADES (ou 0,0005 de probabilidades). Façamos a simulação a seguir:
 
Ce(1), 1ª a 6ª pragas: P(E1, E2, E3, E4, E5, E6) = P(0,0005) x P(0,0005/0,0005) x P(0,0005/0,0005) x P(0,0005/0,0005) x P(0,0005/0,0005) x P(0,0005/0,0005) = 0,0005 de probabilidade;
Ce(2), 7ª, 8ª e 9ª pragas: P(E7, E8, E9) = P(0,0005) x P(0,0005/0,0005) x P(0,0005/0,0005) = 0,0005 de probabilidade;
Ce(3), 10ª praga: P10 = 0,0005 de probabilidades, onde Ce = Cadeia de Eventos. 
 
Logo, a probabilidade FINAL sugerida pelo ensaio, será o PRODUTÓRIO DAS PROBABILIDADES DAS 3 CADEIAS DE EVENTOS (as quais são independentes entre si), para a ocorrência das 10 pragas em sequência, como relatada em Êxodo da Bíblia. 
 
Então teremos: P(Ceg) = Ce(1) x Ce(2) x Ce(3) = 0,0005 x 0,0005 x 0,0005 = 0,000000000125 => a probabilidade de ocorrerem as 10 pragas em sequência. E isto nos confere a PROBABILIDADE FINAL Ceg de 1,25 casos em 10.000.000.000 de casos possíveis.
 
Entre a 1ª e a 2ª SIMULAÇÃO, de eventos INCOMUNS para eventos RAROS, as probabilidades vão de 1 caso por 1 milhão para 1,25 casos por 10 bilhões de casos possíveis. Notamos que o grau de RARIDADE aumenta quase 10.000 vezes, de eventos INCOMUNS para eventos RAROS. Imaginemos a SIMULAÇÃO para eventos MUITO RAROS, segundo a tabela CRITÉRIO DE RARIDADE DE EVENTOS - usado em Controle Estatístico da Qualidade.
 
 
=========== FÓRMULAS CONDICIONAIS DAS SIMULAÇÕES
 
1. Ce(1) => P(E1, E2, E3, E4, E5, E6) = P(E1) x P(E2/E1) x P(E3/E1, E2) x P(E4/E1, E2, E3) x P(E5/E1, E2, E3, E4) x P(E6/E1, E2, E3, E4, E5);
2. Ce(2) = > P(E7, E8, E9) = P(E7) x P(E8/E7) x P(E9/E7, E8);
3. Ce(3) = > P(E10) = P(E10), onde Ce = Cadeia de Eventos. 
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E se sacarmos estes eventos como RARÍSSIMOS, com base na tabela do CRITÉRIO DE RARIDADE DE EVENTOS - usado em Controle Estatístico da Qualidade? Acreditamos que estes eventos FOGEM do casuísmo no qual nem a NATUREZA se expressa - há sempre um objetivo e uma função objetiva, nada sendo ao ACASO... 
 
Em que pese para todos, que somos crentes, os cientistas afirmarem que foi uma cadeia de eventos coincidentes, tirando de DEUS o seu significado administrativo e de poder controlador, sobre os eventos, o cientista Dr. Robert Miller, professor de Antigo Testamento da Universidade Católica da América, disse: “Eu estou relutante em avançar com as causas naturais para todas as pragas”. O problema com as explicações naturalista é que elas perdem o sentido. “E a questão toda é que você não saiu do Egito por causas naturais. Você veio pela mão de Deus”, disse.
 
Este nosso ensaio analítico coloca muita razão na afirmação de Miller, já que em nossas duas simulações as probabilidades de ocorrências são tais diminutas e de alta raridade, na natureza, que seria impossível que tivessem ocorrido como "eventos naturais" em sua própria ativação, para coincidir ao momento de libertação do povo Hebreu (e em sua duração em cada praga e em seu tempo total, até consumar-se a resistência moral do faraó - que só cedeu após a morte de seu filho primogênito). 
 
As condições ambientais locais, e geográficas, em sua magnitude e combinações de eventos nas proximidades – como a erupção do vulcão – nos levam a crer que as chances de ocorrerem por ação da NATUREZA em tal escala de coincidência coloca a sequência das 10 pragas na situação de grande RARIDADE.
 
Achamos que os hebreus foram mesmo libertados pelas mãos de DEUS... Através de CAUSAS NATURAIS, entretanto com manifestação induzida numa ativação dirigida e controlada, por ações até de cunho TECNOLÓGICO, a exemplo do atual Projeto HAARP dos EUA. 
 
Pela RARIDADE das coincidências possíveis, jamais vistas pela a ciência, desde os séculos passados, se trata de uma “coincidência provocada”... Para evitar o genocídio dos escravos hebreus e fazer cumprir a promessa de libertação de tal povo valoroso.      
 
NOTA: HAARP - Com o propósito oficial de "entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância". Existem especulações de que o projeto HAARP seria uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. O Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares.
 
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Fontes: Cientistas e pesquisadores:
 
1. Augusto Magini, paleoclimatologista no instituto da Universidade de Heidelberg para a física do ambiente;
2. Dr. Stephan Pflugmacher, biólogo do Instituto Leibniz de Água Ecologia e Pesca Interior, em Berlim;
3. Werner Kloas, biólogo do Instituto Leibniz;
4. Nadine von Blohm, do Instituto de Física Atmosférica da Alemanha;
5. Dr. Siro Trevisanato, biólogo canadense que escreveu um livro sobre as pragas do Egito;
6. Dr. Robert Miller, professor de Antigo Testamento da Universidade Católica da América;
7. Cientistas da Martin Luther University of Halle-Wittenberg (German: Martin-Luther-Universität Halle-Wittenberg) referida como MLU. 
8. http://noticias.gospelmais.com.br/as-dez-pragas-do-egito.html, Por Redação Gospel+ em 29 de março de 2010 e Tags: As Dez Pragas do Egito, Bíblia, Dez Pragas da Bíblia, Êxodo, Êxodo do Egito, Israelitas na Bíblia, Livro de Êxodo, Pragas Bíblicas, quais foram as 10 pragas do Egito, Teologia.
 
Abraços,
 
Lewton
Estudante bíblico e Neo-ambiental



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