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Postada em 20-06-2015. Acessado 523 vezes.
Título da Postagem:Devemos remover a Odebrecht de contratações para gestão de atividades nucleares
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 20-06-2015 @ 11:43 am
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Tags: Odebrecht, defesa, atividades nucleares, empreiteira, corrupção, lesa-pátria

 Devemos remover a Odebrecht de contratações para gestão de atividades nucleares no Brasil

 
Em abril de 2011 denunciamos o conluio da ODEBRECHT E O PETISMO, OS QUAIS JUNTOS ESTAVAM ESTABELECENDO O DOMÍNIO DA PROPULSÃO NUCLEAR BRASILEIRA NUMA RELAÇÃO ESPÚRIA, atualmente confirmada com a prisão de Marcelo Odebrecht.
 
Em 8 de abril de 2011 foi publicada a notícia, pela Agência Estado, de que Odebrecht anunciava a criação de empresa na área militar, para administrar a tecnologia e a engenharia Nuclear brasileiras.
 
Terá sido armação de Nelson Jobim e de José Genoíno?  
 
================================= Por AE, estadao.com.br, Atualizado: 8/4/2011 12:05
 
Odebrecht anuncia criação de empresa na área militar
 
O Grupo Odebrecht anunciou ontem a criação da empresa Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), para atuar na produção e desenvolvimento de sistemas militares de conhecimento avançado. Há dez meses, em junho de 2010, o grupo havia revelado seu plano de atuação no campo militar, então definido como o mais ambicioso dos seus novos negócios e empreendimentos.
 
Na ocasião, foi formalizado um acordo de joint venture (associação) com a EADS - o maior grupo europeu e segundo do mundo no mercado de aeronáutica, espaço, serviços e produtos de defesa -, para integração de sistemas militares. A joint venture continuará existindo, mas a Odebrecht, com a nova empresa (da qual a EADS não faz parte), abre seu leque de atuação no setor.
 
Em nota, o presidente da ODT, Roberto Simões, disse que? A empresa está apta a trabalhar na gestão e implantação de grandes empreendimentos e conta com a experiência da Odebrecht na absorção, desenvolvimento e emprego de altas tecnologias? A Odebrecht já opera o contrato executivo do ProSub, no valor de 6,7 bilhões, para construção de quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica, e mais um, movido a energia nuclear. Além disso, no mesmo pacote, estão um estaleiro, de onde sairão os navios, e uma base naval para abrigar essa frota - tudo no litoral sul do Rio, em Sepetiba.
 
Essa operação ficará, a partir de agora, dentro da ODT? Mas sem nenhuma mudança no relacionamento com o cliente, a Marinha do Brasil?, diz Simões. A Odebrecht já comprou o controle da Mectron, fabricante de mísseis, radares primários e kits C³ - comunicações, comando e controle. Pequena e eficiente, a empresa, de São José dos Campos (SP), faturou em 2010 cerca de R$ 80,5 milhões. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) detém participação de 27%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 
=============== Em 13 de abril de 2011 o IEAQ - Instituto de Estudos Avançados da Qualidade (http://www.engenheiros.blog.br) publicou sua análise e protestos em relação à aquela notícia com corrupção SUB-REPTÍCIA.
 
 
Postada em 13-04-2011. Acessado 1264 vezes (posição em 20/06/2015).
Título da Postagem: ODEBRECHT E O PETISMO NO DOMÍNIO DA PROPULSÃO NUCLEAR: UMA RELAÇÃO ESPÚRIA
Titular: Lewton Burity Verri
Nome de usuário: Lewton
Última alteração em 13-04-2011 @ 05:55 pm
 
==================== Em 19/06/2015 foi publicada a notícia de que Odebrecht e Andrade Gutierrez são empresas SOFISTICADAS na corrupção, Veja a notícia no respectivo Link.
 
Saiu no ZERO HORA - 19/06/2015 – Link abaixo:
 
Operação Erga Omnes
 
MPF diz que Odebrecht e Andrade Gutierrez eram mais sofisticadas em corrupção
 
Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo, presos nesta sexta-feira, comandam duas das maiores empreiteiras do Brasil
 
19/06/2015 - 10h09min | Atualizada em 19/06/2015 - 19h16min
 
Quem são os executivos de empreiteiras presos na nova fase da Lava-Jato
 
Entre os presos estão os presidentes das construtoras Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo. As empresas estão entre as maiores do país no setor, e há suspeitas de irregularidades em contratos com a Petrobras. Além deles, foram detidos os diretores da Odebrecht Márcio Faria, Alexandrino Alencar e Rogério Araújo, o executivo da AG Flávio Lúcio Magalhães e o executivo da Odebrecht César Ramos Rocha. Paulo Roberto Dalmazzo, também executivo da Odebrecht ainda não foi localizado e já é considerado foragido pela PF.
=============== A análise do IEAQ, segundo sua publicação no Portal Militar, sagrou-se como uma profecia em relação aos interesses da empreiteira Odebrecht e a governança federal petista. Confirma-se a modalidade de seleção corrompida de empresas privadas para prestação de serviços ao estado brasileiro.
 
Leiam a análise do IEAQ e seu protesto correspondente, na ocasião de 13 de abril de 2011... 
 
O modo de seleção da empreiteira é espúrio já que há necessidade de "notória especialidade", ou capacitação técnica com acervo demonstrativo da mesma. 
 
É preciso haver obras militares existentes, nos requisitos técnicos e tecnológicos, da nave a ser produzida, ou semelhantes, para o caso da empreiteira, como elemento comprobatório de seu acervo técnico e científico.
 
Na falta disso, é preciso um agrupamento de notórios especialistas e de fornecedores com capacidade técnica e científica, sob um contrato guarda-chuva. Mas que atendam o domínio do conhecimento básico e operacional de projeto, fabricação, controle da qualidade e assistência técnica. 
 
Em empreendimentos militares o sigilo é acordado após a licitação para o aprofundamento do detalhamento dos segredos de guerra. Previamente, há um contrato para sigilo dos termos gerais da nave naval em projeto e fabricação, tais como: dimensões, peso, volume, potência, autonomia, capacidade bélica, telecomunicações, sensoriamento, tripulação, capacidades de manobras e mergulhos e etc, bem como seu preço de aquisição e outros requisitos de garantia e segurança da qualidade e do meio ambiente.
 
Assim, a condição de sigilo não qualifica a empreiteira citada, de imediato, já que a convenção dos sigilos é governada, dentro do processo de licitação.
 
Sendo que qualquer empresa, que atenda a condição de capacidade técnica poderá assumir o lugar da Odebrecht ou concorrer com ela no controle do projeto. Assim como a Odebrecht está sendo "favorecida", antes mesmo de uma licitação concorrente, quaisquer outras empresas brasileiras poderão, também.
 
Quais são os políticos petistas e/ou do PMDB que estão a criar este favorecimento a empreiteira? Estarão se beneficiando de comissões? Está a marinha do brasil na coordenação das especificações dos submarinos? Quem autorizou e/ou assinou a concessão da fabricação de submarinos, mais gravemente um submarino nuclear, para a Odebrecht? Foi o Genoíno no Ministério da Defesa – aspone do Nelson Jobim (assessor de porra nenhuma)?  
 
É preciso que sejam definidos, para a sociedade civil, os custos e os benefícios, a forma e prazo de pagamento, as multas para ambas as partes, por não atendimento dos requisitos contratados, modo de assistência técnica e transferência de tecnologia, requisitos para os sub-fornecedores e sub-contratados, prazos de garantias operacionais e outras relacionadas às garantias da soberania nacional, para não virar um engodo como ocorreu com as usinas nucleares brasileiras de angra (projeto original da Alemanha).
 
A Odebrecht por ser uma empresa privada estará "ganhando" know how "gratuito e totalmente de grátis", às custas do povo brasileiro. Qual será o maldito político bandido que está aliciando intenções neste sentido? E conceitualmente a Odebrecht já deveria ser uma empresa com tradicional padrão de investimentos em pesquisas e desenvolvimento de artefatos nucleares ou convencionais, para submarinos – a tal qualificação, certificação técnica e notória especialidade.
 
No meu entender a engenharia militar (IME, ITA, INQ, NUCLEN, Estaleiro da Marinha do Brasil e sua engenharia naval, operadores das angras nucleares e etc) é que deveria tomar o controle do processo licitatório, para total transparência, já que uns dos melhores engenheiros (civis e militares) do mundo estão nessas instituições para fins militares, de sigilo e de soberania nacional.
 
Como assunto é de “energia nuclear”, tirar do campo da disciplina militar as pesquisas, materiais e projetos nucleares, é deixar que os fundamentalistas islâmicos, muitos já sediados no brasil, tenham mais uma via para equiparem seus homens-bomba e mais uma via para os negócios furtivos do petismo ... 
 
Sinto vergonha pela Marinha do Brasil estar sob a ordem de um civil disfuncional e de má fé como Nelson Jobim. E desconfio que ele esteja "pressionando" meus ex-colegas navais (turma de 1968 - CN) e seus respectivos comandantes, a partir para mais uma aventura de lesa pátria.
 
Esse cara – Jobim - é abusado e desrespeitoso com a tradição militar brasileira e a sua história de bravuras. O guerrilheiro Genoíno pode estar sendo o articulador das contratações, acordos e comissões ... “te cuida Marinha do Brasil!” Tudo num nível de alto interesse estratégico para o Brasil e “totalmente sem transparência”.
 
É verdade! A Odebrecht entrou em um negócio típico do PT / Lulismo - Odebrecht e o petismo juntos no domínio da propulsão nuclear: uma relação espúria... Mas, tais mercantes da política podem alegar depois que não entendiam de submarinos, quanto mais de energia nuclear.
 
E acho que quem está fazendo isto agora não entende de contratos militares e de fabricação de artefatos nucleares. Ou então está com uma "aparente má fé", ou sob uma pressão devastadora, para assinar estultícias, permissões e concessões – sem concorrência técnica, em licitação pública com lisura e ética. 
 
Um novo estaleiro será necessário. Sim, para tratar dos riscos associados à radiação nuclear, e a massa deslocada pela nave, mas logo a Odebrecht?
 
Além do PAC conhecido, vamos assistir a um programa de distribuição de vagas às parentelas e “sindicalistas atômicos” e usando dinheiro público - vão surgir muitos castelos, para gente suspeita. 
 
Passar know how para um grupo empresarial, "fornecedor tradicional de obras e serviços" dos governos disfuncionais do brasil, é jogar com a temeridade e a irresponsabilidade no domínio da energia nuclear, para fins militares.
 
Se abrirem uma "Navalbrás" será uma nova Petrobrás (abriram a Petrosal), com sua caixa de pandora e suas artimanhas de desfalques e antros de arranjos vis.
 
Com “brechas e odes” para fundamentalistas islâmicos da tríplice fronteira, em nossa região sul.
 
E de quanto terá sido o valor da doação de campanhas para eleição / reeleição de Dilma, feita pela Odebrecht?
==========
Abraços
 
Lewton
 



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