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Postada em 17-09-2015. Acessado 437 vezes.
Título da Postagem:Os espíritos da guerra e da evolução humana
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 17-09-2015 @ 01:11 pm
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Tags: Guerra, conflitos, evolução, progresso, democracia, tirania, Cristo, humanidade

 Os espíritos da guerra e da evolução humana

 
Todo o mal cessará quando, JOÃO 15:12- O meu mandamento é este: Amem-se uns aos outros como eu os amei. Entretanto, enquanto isto não acontece, JOÃO 15:2- Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda. E nos consola em JOÃO 15: 13- Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos; 14- Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu ordeno. 
 
Aqui estão os conceitos morais de Jesus Cristo, para a evolução e o progresso da humanidade.
 
Há um conceito FORTE na engenharia de que se não fossem: 1. A Fome, 2. As doenças, 3. As guerras e 4. A própria morte, nada iria evoluir. Jamais as almas humanas alcançariam o PROGRESSO. Então, logo, se infere que regimes administrativos, operacionais e tecnológicos que não procuram MINIMIZAR estas 4 (quatro) condições básicas para uma evolução profícua, NADA IRÁ PROGREDIR. E acontece na administração das nações, em que o NÃO atendimento das necessidades humanas, de sua qualidade de vida, de se maximizar ganhos positivos e minimizar perdas negativas, tais nações se tornam entidades RECESSIVAS, ESTAGNADAS E/OU SATÂNICAS.
 
Em todas estas 4 (quatro) condições básicas para uma evolução profícua, alguém está DANDO SUA VIDA POR NÓS (JOÃO 15: 13- Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos;). Seu TORMENTO se torna exemplo de correção técnico-científica momentânea, e de prevenção futura. Uma vez que as expiações, e as dores, nas ocorrências delas nos fazem refletir nas melhorias quando alguém passa FOME, um outro padece de DOENÇA, alguns SOFREM NAS GUERRAS e outros MORREM de tais consequências. Surgem as soluções para todos os males e crueldades - da ignorância humana.  
 
Da eliminação destas 4 (quatro) condições básicas, para uma evolução profícua, a GUERRA é a que mais provoca na humanidade um FERVOR APAIXONADO de transformações POSITIVAS. Uma guerra se faz REVISAR tratados, leis, acordos, criar BLOQUEIOS institucionais, e materiais, para MINIMIZAR as crueldades político-administrativas, conceber inovações técnicas e tecnológicas, para a qualidade de vida e a subsistência. Em suma, faz com que se acelerem os processos evolucionários POSITIVOS.    
 
Mas, a CAUSA REAL que leva a humanidade a guerra é a predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e a da satisfação das paixões. No estado de barbárie, não conhecem senão o direito do mais forte; por isso, a guerra é para eles um estado normal. À medida que o homem progride, ela se torna menos frequente, porque lhe evita as causas e, quando é necessária, sabe aliá-la à humanidade.
 
A guerra desaparecerá um dia da face da Terra, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus; então todos os povos serão irmãos.
 
O objetivo da Providência, tornando a guerra necessária foi o de garantir a liberdade e o progresso. Se a guerra deve ter por resultado alcançar a liberdade, como ocorre que ela, frequentemente, tenha por objetivo, traz as vezes por resultado uma breve subjugação. A subjugação sempre é momentânea para abater os povos, a fim de os fazer chegar mais depressa a evolução e ao progresso.
 
Ai daquele que suscita a guerra em seu proveito, pois este será o verdadeiro culpado e precisará de muitas existências para expiar todos os homicídios dos quais foi a causa, porque responderá pelo homem, cada um deles, ao qual causou a morte para satisfazer sua ambição.
 
Em uma batalha há sábios que assistem a sustentam cada partido e que estimulam a coragem humana. Em uma guerra, a justiça está sempre de um lado e há pessoas que tomam partido pela injustiça. E aquelas que tomam a guerra pela justiça. Há líderes que não procuram senão a discórdia e a destruição. Para eles a guerra é a guerra: a justiça da causa pouco os impressiona.
 
Os líderes maus suscitam maus planos, mas não têm eles seu livre arbítrio, pois seu julgamento não lhe permite distinguir uma ideia justa de uma ideia falsa. E devem suportar as consequências. No exercício do mal é melhor obedecer do que comandar.
 
Frequentemente homens de gênio, é o que se chama inspiração, agem com uma espécie de certeza. Essa inspiração lhes vem da sabedoria de sua nobreza espiritual, que os dirigem e estes sabem aproveitar as faculdades de que são dotados.
 
A guerra é uma ação tão destruidora nos círculos da carne, quão perturbadora no plano do espírito. Não há como disfarçar o imenso terror de que se as pessoas possuem. 
 
Na guerra há que se suportar as vibrações antagônicas das nações combatentes e experimentando dificuldades de vulto. Anotavam-se, porém, agora, fatos curiosos de alto padrão educativo. Além de valiosas recomendações, no campo da fraternidade e da simpatia, das atividades de relações exteriores e de embaixadas, tem que haver cuidados na esfera do pensamento, preservando-nos de qualquer inclinação menos digna, de ordem sentimental.
 
As atividades de relações exteriores e de embaixadas, nessas circunstâncias, passam a considerar as nações agressoras não como inimigas, mas como desordeiras e cuja atividade criminosa é imprescindível reprimir.
 
Infelizes dos povos que são influenciados por políticos, tiranos, ditadores e generais que se embriagam com o vinho do mal. Ainda que consigam vitórias temporárias, elas servirão somente para lhes agravar a ruína, acentuando-lhes as derrotas fatais. Quando um país toma a iniciativa da guerra, encabeça a desordem da Casa do Pai, e pagará um preço terrível.
 
Os sábios então, em suas zonas mentais-espirituais superiores da vida se voltam em defesa justa, contra os empreendimentos da ignorância e da sombra. Empreendimentos congregados para a anarquia e, consequentemente, para a destruição. Nos acontecimentos dessa natureza, os países agressores convertem-se, naturalmente, em núcleos poderosos de centralização das forças do mal. Sem se precaverem dos perigos imensos, esses povos, com exceção dos espíritos nobres e sábios que lhes integram os quadros de serviço, embriagam-se ao contato dos elementos de perversão, que invocam das camadas sombrias. 
 
Muitas coletividades operosas convertem-se em autômatos do crime, e partidários de práticas ilícitas, injustas e malévolas. Se tornam legiões infernais e precipitam-se sobre grandes oficinas do progresso comum, transformando-as em campos de perversidade e horror - campos de extermínios em massa. Mas, enquanto os bandos obscuros se apoderam da mente dos agressores, os agrupamentos de elites cultas e da elite do Bom coração, da vida nobre, movimentam-se em auxílio dos agredidos.
 
Se devemos lastimar a criatura em oposição à lei do bem, com mais propriedade devemos lamentar o povo que REJEITOU a justiça. Começada a guerra ela prosseguirá, com terríveis tormentos para o espírito humano, e grandes trabalhos, em busca de preservação ao máximo possível das estruturas, patrimônios, economias, produção, qualidade de vida e etc. 
 
As calamidades se abatem sobre os povos em guerra. E ela atinge a todos. E tudo perde o equilíbrio material, mental, espiritual e humano. Muito embora haja acréscimos de serviços que, no fundo, se constituirão uma bênção. Tudo é natural, pela evolução humana, subjugada ao destino do planeta e de suas terras. 
 
Logo a doença é mestra da saúde, e o desastre dá ponderação. As REFORMAS se precipitam e todos são compelidos a modificar seu hábitos, planos e programas de vida e de trabalho - eliminando as abominações, as crueldades, as indiferenças e levando as pessoas em busca de libertação de regimes administrativos imperiais, democráticos ou tirânicos - MINIMIZANDO imprudências, perversidades e crimes banalizados por letargias das "zonas de confortos".
 
Engº Lewton Burity Verri
Comendador e Acadêmico da ALUBRA
Industrial Metalurgista
 
FONTES:
 
http://www.bibliaon.com/joao_15/; 
 
http://www.institutoandreluiz.org/guerra.html; 
 
1. O LIVRO DOS ESPÍRITOS, ALLAN KARDEC, LIVRO III, CAP. VI - GUERRAS;
2. O LIVRO DOS ESPÍRITOS, ALLAN KARDEC, LIVRO II, CAP. IX -  OS ESPÍRITOS DURANTE OS COMBATES;
3. O LIVRO DOS ESPÍRITOS, ALLAN KARDEC, CAP. VI - V: LEI DE DESTRUIÇÃO;
4. A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL VISTA DE "NOSSO LAR", NOSSO LAR, CAP. 41 - ANDRÉ LUIZ - CONVOCADOS À LUTA;
 



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