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Postada em 03-11-2015. Acessado 437 vezes.
Título da Postagem:De FHC a DILMA, a bomba demográfica que não foi desativada
Titular:Lewton Burity Verri
Nome de usuário:Lewton
Última alteração em 03-11-2015 @ 07:47 pm
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Tags: Administração, pública, propagandas, resultado, recesso, estagnação, coordenação

 De FHC a DILMA – a bomba demográfica que não foi desativada

Para os estudiosos, em análises estatísticas, muitas aberrações são cometidas entre o real, manifesto no mundo brasileiro, e a sua representação estatística, agravada por uma interpretação amadora dos resultados tabulados e montáveis ou lançáveis em gráficos.

Partidos políticos, sejam democratas, socialistas, comunistas, ambientalistas, progressistas, trabalhistas e etc, NÃO possuem qualificação institucional para a administração de atividades públicas. NÃO são fórum de inteligência científica,

são LEIGOS nas técnicas de administração, muitas vezes totalmente leigos e em exercícios ilegais de profissões, relacionadas às responsabilidades que equacionam o bom termo das práticas administrativas.

Dificilmente um político tem a capacidade de promover o desenvolvimento COORDENADO do país, a ocupação de cargos assume mera condição de vadiagem, vagabundagem, gazeteadas, balconismo, quadrilhagens e peruadas nas mais bizarras incapacidades – crimes, corrupção e imoralidades.

O Brasil é um país continental. E possui grandezas absolutas de extensão geográfica e grande numerosidade populacional. E NÃO há político, alianças, e equipes técnicas, dentre tudo o que eles já nos mostraram, os fatos e incidentes, nestes últimos 21 anos – de FHC a DILMA – que sejam capazes de desenvolver o país.  

Com a incapacidade administrativa dos políticos, e sua cruel corrupção recorrente, já que não há competência intelectual e administrativa, passamos a vivenciar uma disparidade entre fatos e meias mentiras e meias verdades:

1.    Muitas promessas,

2.    Muitas mentiras,

3.    Muitas propagandas abusivas e enganosas,

4.    Muitas manipulações maquiavélicas,

5.    Muitas alianças perversas pela ignorância associativista mostrada e

6.    Muitas FALSAS ESTATÍSTICAS, que dão suporte às propagandas vazias, 

Normalmente os fatos, e meias mentiras e meias verdades, nos obrigam a uma interpretação de dados comparada ao todo regional e local brasileiro, para não nos levar a CONFUNDIR apreciações de RESULTADOS RECESSIVOS (que ficam abaixo do crescimento populacional e a e sua abrangência na extensão geográfica) e de RESULTADOS VEGETATIVOS (que acompanham o crescimento populacional e a sua extensão geográfica).

A Estatística é ciência da engenharia que orienta até os aspectos tecnológicos da física, química e demais ciências exatas.

Para propostas e projetos de baixo para alto risco temos que obter uma BOA condição de CERTEZAS nas comparações relativas de indicadores sociais, econômicos, humanos, ambientais e etc, (uma variável comparada em relação a outra).

E o formalismo estatístico nos obriga a termos comparações de dados e informações de coisas iguais - "laranja com laranja" e "intervalos temporais equivalentes" - semana com semana, mês com mês, ano com ano e assim por diante.

E a regra de cálculo que nos leva a refletir sobre os RESULTADOS deve ser técnica e corretamente padronizada, em todos os âmbitos do país, dos estados e dos municípios. Ou, PADRONIZAR os fatores que compõem a consolidação do número estatístico que faz figurar o RESULTADO, e o tipo de operação matemática - aritmética ou algébrica que deve ser usada.

O mais antigo raciocínio estatístico se baseia em relativização numa escala de ZERO A CEM - a porcentagem – 1,5%, 2,8% ou 10%, até 100%.

Se uma governança pública aumentou o número de empregos com carteira assinada, em 6 milhões, em 10 ANOS, por exemplo, o país ganhou ou perdeu?

A população cresceu em quanto nesse período? De fato, é uma vantagem e realização positiva da tal governança? E a população cresceu em mais de 20 milhões de habitantes* neste tempo de 10 anos.

*IBGE: 2003 – 180 milhões de habitantes e 2013 – 201 milhões de habitantes;

A cada ano nascem cerca de 2 milhões de novos brasileirinhos. E em 10 anos tivemos mais de 20 milhões de novas almas habitando o país. A população “inchou” nesta escala, e o país não ampliou sua superestrutura, estrutura e infraestrutura.

Por exemplo, digamos que o ideal, para a educação, seriam salas de aulas para até 25 crianças por sala. O que permitiria o dimensionamento do número de professores, bem como de toda a infraestrutura escolar básica.

Logo, se nascem 2 milhões de novos brasileiros por ano, teríamos que preparar a construção ou reforma de salas de aulas, pelo menos na proporção VEGETATIVA deste aumento.

Num ano temos 8.760 horas, conferindo cerca de 228 crianças que nascem por hora. O Brasil construiu ou reformou pelo menos de 9 a 10 salas de aulas POR HORA? Contratou o número de professores necessários para os planos de aula POR HORA, para turmas de no máximo 25 alunos? A governança aparelhou a infraestrutura ESCOLAR na proporção adequada para aulas com nível alto de excelência POR HORA? Como pode ter a governança pública sacado o slogan VAZIO de “Pátria Educadora”? 

Quando cresce a demografia – uma progressão geométrica preocupante - ela exerce PRESSÃO nos serviços públicos e privados e na produção: + médicos, + administradores, + engenheiros, + professores, + técnicos, + enfermeiros, + todas as profissões relacionadas aos serviços e a produção (inclusive a agropecuária). E vem a parte econômica da produção: + energia, + combustíveis, + matérias primas, + insumos, + recursos proporcionais, + recursos humanos qualificado, + instalações e construções e etc.

Todo crescimento relativo, proporcional e percentual, deve acompanhar o crescimento populacional, caso contrário teremos estagnação de atendimento às novas vidas repercutindo em bolsões de exclusão e abandono – miséria e pobreza. E neste caso teremos o RECESSO.

Não teremos mais assistência médica em proporção, nem escolas, nem infraestrutura geral, urbana e rural, teremos menos alimentos em proporção, menos habitações, menos remédios e medicamentos, menos macas e leitos nos hospitais, menos transportes, menos saneamento, menos geração de energia e etc, visão administrativa esta NÃO coberta por nenhuma IDEOLOGIA: sejam democratas, socialistas, comunistas, ambientalistas, progressistas, trabalhistas...

Ressalvando neste raciocínio que as proporções de novas demandas, com 2 milhões de NOVOS brasileirinhos, por ano, para serviços e produção, terão que pelo menos, tais demandas, serem VEGETATIVAS, acompanhando o crescimento populacional. 

Digamos que os políticos eleitos prometeram 10 milhões de empregos, no período prometido, cerca de 6 milhões foi pouco? E como ações administrativas, que a governança tenha dirigido, foram empreendidas para produzir 6 milhões de empregos, somente pela ação da administração pública? Quais foram elas? Ou foram ações dos empreendedores privados brasileiros?

Em quatro anos, no Brasil, nascem mais de 8 milhões de brasileiros e a governança só conseguiu 6 milhões de ‘novos’ empregos? Se governantes encherem a boca dizendo que foram de fato 6 milhões, coisa de impacto numérico, em verdade teremos um RECESSO em empregos, já que 2 milhões de brasileiros (déficit de 25% na taxa prometida de empregos) não conseguirão empregos num certo mandato político – em porcentagem significa que se conseguiu 75% de uma promessa “eleitoreira” de campanha.

E se este déficit vem se acumulando ao longo dos quadriênios – períodos de 1 mandato? Em verdade estão aumentando os bolsões de excluídos e de abandonados pelo Estado...

Uma inferência estatística deve passar uma sólida representação verbalizada do contexto estatístico revelado, técnica e científica. Fora disso são malandros enganando o povo, como é de hábito nas Campanhas Eleitorais brasileiras.

A Crise Política atual nos revela um sistema ideológico sem conteúdo e sem capacidade de empreendimento, mostrando uma prática anárquico-sindicalista, com sua cultura de malandros e conspiradores.

A história política brasileira está repleta de episódios de corrupção, crimes e anarquismos administrativos, e esses procedimentos foram transferidos para a grande escala das instituições nacionais e suas empresas estatais, nestes últimos 21 anos de FHC a DILMA.

Partidos Políticos não possuem um Plano de Governo, com Itens de Controle científicos, de Metas e respectivos Métodos. Os RESULATDOS, ficam ao sabor da boa ou má sorte, de julgamentos néscios, de avaliações de resultados aleatórios e da coordenação de conhecimentos rudimentares para a administração do país, dos estados e dos municípios em que se governam.

A prática propagandista política, assume a canalhice e a falsidade, criando ILUSÕES dentro da REALIDADE RECESSIVA, tornando-se um grande sistema de manipulações, e enganações, com suas PROPAGANDAS E PUBLICIDADES ENGANOSAS.

Nesses mais de 20 anos decorridos, da “Administração Temerária IDEOLÓGICA” (desde de janeiro de 1995), diversos exemplos de propagandas enganosas e com fins de má fé eleitoreira, foram veiculados sem uma intervenção legal de suspensão e penalidades aos seus responsáveis.

NÃO há uma mobilização nacional, para coibir esse tipo de malandragem, que precisamos denunciar, nas redes sociais e nos tribunais, fundamentados em regras universais que já constam em outros códigos e legislações, e, assim, argumentarmos em Defesa do Eleitor, que fica ao sabor da deriva criminosa do dos Partidos Políticos e de suas alianças.

O descaramento da Administração Petista atinge como uma maldição a democracia brasileira, e aos mais capazes artífices para a construção de um Plano Técnico, Científico e Político, para o alcance de uma maior escala civilizatória.

O Brasil está à deriva, como “cocô de marinheiro”, na marolinha do mar, sem direção administrativa capacitada, a não ser o que se ANUNCIAM como resultados ao léu, capitalizando intenções eleitorais em atividades sociais, econômicas e de produção, básicas ou estratégicas, em que nada se fez de concreto em seus benefícios. Estão mantendo DECADENTE a rotina das Estatais e do PPA - Plano Plurianual.

E nada e ninguém se mobilizará à luz da capacidade e inteligência de seus indicados, já num ciclo vicioso que se aprisiona nestas promoções e indicações de desqualificados, para vários quadros administrativos, técnicos e estratégicos do país. O Brasil está indo para o limbo. 

Abraços,

Lewton




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